25 nov

Saiba como é ser um aluno de Administração da FEI

O Centro Universitário FEI tem o primeiro curso de administração do país e mesmo após 74 anos, o curso tem grande reconhecimento no mercado e mantem a excelência em formar profissionais de qualidade. A aluna Alaine Nunes, do 6º ciclo, contou mais sobre o curso de Administração da FEI, falou sobre oportunidades de desenvolvimento profissional dentro da universidade e sobre o mercado de trabalho para Administradores formados pela FEI:

“Eu sempre ouvi falar sobre a qualidade da FEI e tinha vários amigos que prestaram o vestibular aqui, então era algo que eu conhecia antes de entrar na universidade. Sou bolsista integral e fui a primeira colocada para a bolsa, vim conhecer o curso e gostei bastante da grade e da estrutura oferecida pela faculdade.

O que eu posso falar sobre o curso de administração da FEI é que ele é completo: forma o profissional como pessoa e também dá toda a bagagem técnica que o mercado pede. O mercado de trabalho vê o aluno da FEI de uma maneira muito positiva. Atualmente eu trabalho no Banco Itaú e eles selecionam alunos apenas das grandes universidades e a FEI é uma delas. Além disso, FEIanos contratam FEIanos, a minha chefe mesmo é formada em Ciência da Computação pela FEI.

Desde que ingressei na faculdade eu sempre participei dos programas internos que ela me oferecia, então fui monitora de disciplina, monitora da comunicação, fiz intercâmbio e agora faço iniciação de ciência social. O Centro Universitário FEI sempre me abriu portas para conhecer coisas novas e sou muito grata por isso.

aaaSe eu não fosse aluna da FEI, dificilmente eu conseguiria fazer um intercâmbio. Por ter parceria com várias universidades jesuítas em outros países, o aluno tem a possibilidade de estudar em outro país e continuar pagando o mesmo valor da mensalidade da FEI. Recebi a bolsa de estudos do Programa Fórmula Santander que supre muito bem as suas necessidades básicas: passagem, acomodação e seguro saúde. Estudei durante um semestre na Universidad Alberto Hurtado, em Santiago no Chile e optei por fazer matérias diferentes das que eu tinha aqui, mas que eram interessantes para mim. Não tinha domínio algum do idioma, mas voltei falando espanhol.

Eu ingressei na universidade para aproveitar ao máximo tudo o que ela tinha para me oferecer e estou tentando fazer isso até o final do curso. É normal que a FEI seja mais conhecida pela engenharia, uma vez que somos quinhentos alunos de administração comparados a oito mil de engenharia, mas o curso de Administração da FEI é excelente, bem reconhecido e incrivelmente aceito pelo mercado de trabalho. ” .

As inscrições para o Vestibular FEI 2016 se encerram essa semana. Ainda dá tempo de traçar seu futuro aqui: vestibular.fei.edu.br

18 mar

Aluno de Engenharia Civil retorna ao Brasil e fala sobre o intercâmbio nos Estados Unidos

Estudante do 7º ciclo de Engenharia Civil, Romário Nogueira retoma os estudos no Centro Universitário da FEI após um ano e quatro meses em West Virginia, EUA, pelo programa Ciência sem Fronteiras. O aluno conta como foi sua experiência como estudante internacional na Marshall University, as dificuldades enfrentadas durante o intercâmbio e compara a atitude dos alunos nos dois países.

 

O que é o programa Ciência sem Fronteiras?

O Programa Ciência sem Fronteiras é um programa do Governo Federal, relativamente novo, que oferece bolsas de estudo internacionais com tudo pago. A universidade seleciona os alunos através de mérito acadêmico como suas notas, suas atividades, se você faz iniciação cientifica, etc. Não é uma bolsa por classe social, é por mérito.

Como foi sua preparação para o intercâmbio?

A princípio eu me inscrevi para estudar em Portugal, uma vez que eu não falava inglês. Mas depois que meu processo foi aprovado as bolsas para Portugal foram canceladas e, por ter acontecido esse rompimento na minha chamada, o Governo pagaria um curso de inglês por dois semestres para aprender inglês antes de ingressar na universidade americana. Se eu já soubesse falar inglês na época, eu teria escolhido outro país, poderia ter ido para a França ou para a Alemanha, países que têm uma tradição maior em engenharia. Foram dois meses entre ser aprovado e sair do país.

Quais dificuldades você teve com o idioma?

Todas. As universidades lá são extremamente organizadas, mas eu acho que estava em uma maré de azar então esqueceram de me buscar no aeroporto. É até engraçado, mas cheguei no aeroporto, sentei e fiquei esperando por duas horas alguém chamar meu nome e ninguém chamou. Tentei me comunicar com um homem para pedir ajuda, mas não entendi nada do que ele falou e ele também não entendeu nada do que eu falei. Pensei, “Meu Deus, o que eu vou fazer?”, então mandei mensagem para o meu irmão no Brasil e pedi para ele entrar em contato com as pessoas da universidade que eu tinha os nomes. Meia hora depois uma pessoa que falava espanhol foi me buscar e nós conseguimos nos comunicar um pouco, foi a minha sorte.

Romário Nogueira em frente à Marshall University em março de 2014.

Romário Nogueira em frente à Marshall University em março de 2014.

Sentiu dificuldade em sala de aula por conta do idioma?

O meu inglês evoluiu muito durante o curso de idioma, mas quando entrei na universidade, por incrível que pareça, praticamente parei de falar inglês. Existiam professores que compreendiam que alguns termos técnicos os alunos estrangeiros não entendiam, mas outros fingiam que nós não existíamos na sala, faziam perguntas só para os alunos americanos, davam exemplo ou contavam histórias que não entendíamos o contexto. Eu estava esperando por esse tipo de barreira, esperava que seria ainda pior, mas quando essa dificuldade surgiu durante as aulas os brasileiros se uniram e passaram a estudar juntos. Um faz um exercício, o amigo faz o outro, dividíamos os capítulos que tínhamos que ler e nos ajudávamos.

Como foi a adaptação para fazer amizades sendo que você não falava a língua?

A minha sorte foi que eu tive bons amigos lá, mas como eu conheci eles? Primeiro que me senti privilegiado por estar em uma cidade pequena, porque eu era novidade então as pessoas eram muito simpáticas comigo. Eu tinha um amigo de Belém do Pará que saía muito comigo então nossa rede de contatos aumentou muito. Conheci pessoas na igreja e na fraternidade e quando você conhece alguém de fraternidade, todo mundo vira seu amigo, te respeita, você entra em qualquer lugar e todos te cumprimentam.

Você sentiu alguma barreira por ser estrangeiro?

Eles eram muito abertos a estrangeiros. Eu acho que eu não encontrei bloqueio para conversar com ninguém, às vezes sinto mais bloqueio em conversar com pessoas aqui no Brasil que se acham superiores, do que lá. Eu fui para os Estados Unidos esperando uma coisa e foi outra completamente diferente, foi melhor.

O que foi mais difícil de se adaptar, além do idioma?

Além do idioma, acho que a comida foi a parte mais complicada para mim. Comíamos no restaurante do campus universitário mas o cardápio era muito diferente, bastante comida oleosa, feijão doce, realmente não sei como eles comem aquilo.

O que o intercâmbio te acrescentou?

Além do meu ganho profissional em dizer que eu estudei numa universidade americana, o ganho pessoal foi muito grande. Eu conversei com outros amigos meus que participaram do programa e todos concordaram comigo, é um amadurecimento diferente, um sentimento diferente. Não existem mais desafios para você. Hoje eu já não tenho medo de ficar sozinho, porque você sabe que você não é de vidro, que você vai se virar, vai correr atrás. Acho que esse foi o maior ganho, eu fui uma pessoa e voltei outra completamente diferente.

 Romario 2

Se pudesse, você ficaria por mais tempo?

Mesmo se pudesse ficar, eu não continuaria. Nunca tive o sonho americano. O mais triste é deixar seus amigos lá e ver eles sofrendo pela sua partida. O que mais dói é dar tchau para as pessoas que você sabe que talvez nunca mais irá ver. Tem um amigo meu com o qual eu me identifiquei muito, ele era da Coréia do Sul que foi embora antes de mim e eu fiquei muito triste de me despedir dele porque eu sabia que não ia vê-lo de novo.

Existe alguma experiência que tenha te marcado ao longo desse tempo fora do Brasil?

Acho que uma conversa com um amigo meu do Iraque. Quando você vê na televisão as pessoas morrendo no Oriente Médio você tem um sentimento de que é algo distante da sua realidade. Esse meu amigo me falou das dificuldades que eles tinham, como foi a infância dele, como foi crescer em meio à guerra, como foi perder gente próxima. Isso mexeu comigo porque até então o pensamento que você tem é “Ah, é o Oriente Médio, as pessoas de lá se matam desde sempre” e tudo muda quando você conhece alguém de lá e vê que ele é igual você, pensa igual a você, tem a cultura dele, mas não é alguém alienado. Ele me contou que um dia acordou e olhou para a casa do seu melhor amigo e estava toda cheia de tiros, e só por isso ele já sabia que todos tinham sido mortos: a mãe, o pai, o melhor amigo dele e a irmãzinha de três meses. Aí te bate a curiosidade, “Por que você está aqui nos Estados Unidos? Você não tem raiva de americano?”. E ele me respondeu que Deus sabe o que faz. Até então você acha que tem fé, mas depois que escuta isso de uma pessoa como ele, você avalia se sua fé seria tão grande assim caso tivesse visto tudo o que ele viu na vida.

Você se sente privilegiado por ter vivido essa experiência?

Muito. A universidade fechava no período de férias e eu aproveitava esse tempo para pegar o carro e viajar, conhecer outros lugares. Uma vez, aluguei um carro e estava dirigindo para Indianapolis, meus amigos dormindo no carro e eu me peguei pensando que muita gente gostaria de estar no meu lugar. As pessoas estudam e trabalham um ano todo para ter quinze dias de férias fazendo exatamente aquilo que eu estava fazendo. Ali eu me senti sortudo.

Sente falta de alguma coisa dos Estados Unidos?

Educação hoje me incomoda, na verdade a falta dela. É raro você ver um americano que passe por você e não fale com licença ou bom dia e aqui as pessoas com mais orientação, parecem ser as menos educadas.

Qual a diferença entre as universidades de lá e aqui?

O aluno de engenharia durante jogo de futebol americano do time da universidade.

O estudante durante o jogo do time de futebol americano da universidade

Acho que a maior diferença não é na universidade em si, mas no pensamento dos alunos. Não digo todos, mas a maioria dos alunos está aqui para se formar, não para aprender. Se lá você for para a aula para passar de semestre apenas, você vai ser só mais um, talvez você nem venha a trabalhar na sua área como engenheiro, vai trabalhar com outras coisas, aceitar o que vier. As construtoras vão escolher os melhores da sala e eles sabem disso. O nível de conteúdo do curso da FEI é o mesmo de lá, mas aqui os alunos ficam felizes porque tiraram uma nota 6, lá o aluno que tirou 8.5 vai discutir com o professor porque não merece aquela nota. Se você não consegue uma nota boa na média geral, você talvez não consiga fazer uma pós-graduação porque não será aceito. Para mim, uma aula enriquecedora é quando você está ali absorvendo a experiência de um professor que trabalha na área há mais de 30 anos. Temos um professor aqui na FEI que trabalha com barragens, você coloca o nome dele no Google e ele está ali posando com o ministro e em vez de ouvir o que ele tem a dizer, o aluno interrompe para perguntar se aquilo cai na prova. Essa diferença para mim é triste.

Como foi o retorno para a FEI?

O meu foco lá era cursar matérias diferentes que eu não teria aqui, fiz francês que eu sempre tive vontade de aprender então quando eu voltei minha grade ficou meio bagunçada. Eu poderia fazer dois semestres ao mesmo tempo, de manhã e à tarde, mas optei por continuar no mesmo semestre em que eu tinha parado para não sacrificar um período que eu poderia estagiar.

Se pudesse aconselhar outros alunos sobre fazer um intercâmbio, o que você diria?

Eu sugiro que todos que puderem, vivam essa experiência. Acho que o mais legal é a noção que você ganha do seu país. Quando eu cheguei lá nós éramos em vinte e cinco brasileiros e só eu era de São Paulo. O pessoal aqui de São Paulo acha que o Brasil gira em torno da gente e não é. Quando você vai pra fora, não interessa da onde você veio, você não é paulista, você é brasileiro e isso te faz mais humilde e te enriquece muito como pessoa. Sem dúvida, é uma experiência incrível.

Você faz algum balanço do programa Ciência sem Fronteiras?

Falando especificadamente de engenharia, sabe-se que engenheiros não são aptos à mobilidade. Por exemplo, engenheiros paulistas se formam e querem ficar ali na sua região enquanto o Brasil sofre muito porque não tem disponibilidade de pessoas se deslocando para outros estados que precisam desses profissionais. Eu pude provar e sentir que o programa vai trazer uma geração de pessoas mais flexíveis quanto à mobilidade, mais aptas a mudar de estado e trabalhar em qualquer lugar do Brasil. Volta a questão do desafio, você vê que nada é tão assustador assim e que mudar não dói, sua perspectiva muda. Você vai encontrar pessoas iguais a você em qualquer lugar.

 Romario 4

04 jul

Notícias da França

Além do Programa Ciência sem Fronteiras, que já enviou mais de 130 alunos para realizar intercâmbio estudantil em países como Estados Unidos, Canadá, Inglaterra e Alemanha, o Centro Universitário da FEI também possui convênios com instituições internacionais para dupla diplomação, como o ICAM – Institut Catholique D´Arts et Métiers – França, onde seis alunos de Engenharia de Produção da FEI estão estudando desde junho de 2013, por meio do Programa CAPES-BRAFITEC.

Recentemente, o professor João Chang Junior, do Departamento de Engenharia de Produção da FEI e coordenador do programa de dupla diplomação com a França esteve em Lille para visitar os alunos Rodrigo del Monaco de Maria, Larissa Moreira Carneiro Rezeck, Marília Buchhorn Cintra Damião, Ahmad Amame, Gabriel Cesar Prédivi e Mariana Forte de Souza, para saber como os alunos estão evoluindo.

A visita foi acompanhada pelo professor Xavier Lefranc (coordenador do programa no ICAM) e o Pe. Olivier Barreau (diretor geral de estudos do ICAM) que apresentaram o campus ao professor Chang, que também visitou a Academia Internacional da Université Lille Nord de France – PRES. A Sra. Florence Bouvet, diretora da instituição e responsável pelo curso intensivo de francês que todos os intercambistas da região norte da França realizam elogiou muito os alunos da FEI, pelo rápido aprendizado da língua ao ponto de ser possível o acompanhamento das aulas nos cursos do ICAM. “Ela nos forneceu uma planilha com as notas e o desempenho de todos os intercambistas, ressaltando que a maior nota foi de uma aluna da FEI, a Marília Buchhorn Cintra Damião (72,5 pontos em 100 pontos), isso nos orgulha muito”, comentou o professor Chang.

Firmado em setembro de 2012, o convênio com o ICAM possibilita a realização de intercâmbios com seis meses ou um ano de duração, além da dupla diplomação, que regulariza o exercício da profissão tanto na Europa como no Brasil.

Conversamos com o aluno Rafael Trentin, que também faz parte do grupo de alunos que estão na França para saber mais como tem sido a experiência no país, tanto acadêmica como pessoal. Confira:

O intercâmbio

“Está sendo bem interessante até o momento (8 meses completados no final de fevereiro), e acredito que só tem a melhorar. Eu amadureci muito com relação a algumas posturas que eu tinha, acho que em uma experiência como esta você precisa, acima de tudo, procurar conhecer gente nova, trocar ideias e querer interagir. Aqui o seu senso de independência desenvolve exponencialmente, mesmo eu que sempre tive uma certa liberdade dada pelos meus pais, no começo foi um choque de experiência pessoal gigante. Fora que eu estou aprendendo de fato uma língua nova. Algumas vezes ainda é complicado entender as gírias mas, de maneira geral, dá pra sobreviver.”

Os estudos

“As matérias das aulas não são semanalmente fixas, igual na FEI. Toda semana muda, mas você acostuma. No primeiro semestre eu estudei matérias mais gerais, um pouco de elétrica, materiais, mas agora estou estudando coisas mais específicas de Produção, como gerência da cadeia de suprimentos, logística… O segundo semestre está bem mais interessante e mais proveitoso. O grande problema mesmo é só o idioma francês. Existem algumas palavras que às vezes queremos dizer e não sabemos, mas os alunos que saem da FEI pra fazer intercâmbio chegam bem preparados aqui e como temos o hábito de estudar muito, acabamos transferindo boa parte desse esforço para o aprendizado do idioma, pois temos muitas apresentações de projetos. Ah, e tem uma tarde na semana que não tem aula, é um tempo pessoal que eles deixam para organização escolar. Aqui também não se pode chegar um minuto atrasado; teve o caso de um estrangeiro que chegou um minuto e meio atrasado e a porta estava trancada.”

Amizades

“Os colegas de classe franceses são bem fechados para amizade, se fosse na FEI eu iria querer saber tudo sobre a cultura e iria ficar perguntando. Por sinal, a grande parte dos nossos amigos franceses que fizemos estão aí na FEI agora.”

Sobrevivência

“Estou ficando em um alojamento estudantil que é super tranquilo, a maioria dos estrangeiros são bacanas. Com o tempo fui aprendendo a cozinhar, pois eu saí do Brasil com quase zero de conhecimento em cozinha, mas aqui ou eu me virava ou passava fome. Dei sorte porque a mãe de uma amiga nossa da FEI que estava aqui de férias por umas semanas me salvou de um iminente desastre! Eu aprendi a cozinhar o básico com ela, depois fui usando a criatividade para não comer a mesma coisa sempre… O primeiro mês é o mais complicado na fase de adaptação no exterior, depois você acaba se acostumando, mas com toda a certeza é impossível voltar a mesma pessoa. Aqui mesmo já dá pra sentir que as coisas mudaram, por exemplo, o valor que se dá, principalmente à família e ao skype! O senso de proatividade e resiliência ficam em um patamar diferente.”

Motivos e expectativas

“Eu vim para a França porque eu queria ampliar meus horizontes, não só pessoal, mas profissional também. Conhecer as universidades e os métodos de ensino, assim como uma empresa e sua cultura organizacional. Acho que será um diferencial para ampliar minha visão profissional, ajudando a complementar o meu perfil e tornar mais próximo do que eu quero para mim.”

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Matéria publicada no jornal Circuito FEI – Nº15 (pág 10)

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