17 ago

Robôs em ação na Olimpíada Brasileira de Robótica

Evento realizado na FEI reuniu alunos do ensino fundamental e médio em competição de robôs.

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Enquanto a esteira do robô o locomovia pela arena da competição, olhos brilhantes e atentos rezavam, esperando que a máquina superasse os desafios apresentados. Aqueles minutos de prova simbolizavam o trabalho realizado durante um ano todo. Era tudo ou nada. A classificação para a próxima etapa estava a poucos obstáculos de distância. Ao redor da arena, o clima de torcida deixava a competição ainda mais emocionante. Com câmeras e bandeiras na mão, pais, amigos e professores vibravam a cada conquista, sofriam a cada pane do sistema. Mas a todo momento, as palavras de apoio mantinham a confiança lá no alto, assim como o orgulho: mais um ano de alunos na OBR – Olimpíada Brasileira de Robótica.

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Nos dias 11 e 12 de agosto, no ginásio de esportes da FEI, a etapa regional da OBR colocou diversos robôs em ação, promovendo a interação de crianças e adolescentes participantes. O evento tem como objetivo estimular alunos do ensino fundamental e médio a conhecerem e trabalharem na área da robótica e inteligência artificial.

De acordo com um dos organizadores, Prof. Flávio Tonidandel, também coordenador do curso de Ciência da Computação da FEI, receber esses adolescentes na Instituição é uma ótima forma de promover um intercâmbio tecnológico, uma vez que a FEI é uma grande referência na área de robôs, onde alunos de graduação e pós-graduação podem interagir com estudantes do ensino médio.

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Para os alunos, a participação na OBR vai além da construção dos robôs. Formar uma equipe, planejar, desenvolver e programar um robô, permite a esses jovens adquirir, ou evoluir, habilidades além do aprendizado em sala de aula.

“A minha experiência com matemática melhorou bastante. Eu criei muitos amigos de diferentes escolas. A minha fala melhorou bastante, agora eu sou mais comunicativa” – Comentou a aluna Bárbara Ferreira, do SESI.

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Uma característica que surpreende na OBR é o fato dos robôs serem autônomos, ou seja, não há nenhum controle remoto, é tudo programado. Todos os movimentos e obstáculos que os robôs têm que cumprir na arena, devem ser feitos a partir de uma programação previamente feita. Uma vez inserido no campo de prova, o que resta para a equipe é torcer e vibrar pela classificação.

Os times vencedores participam da etapa nacional, podendo se classificar para competições maiores, como a Robocup Júnior.

Veja mais na reportagem produzida:

Confira o álbum completo de fotos.

O Centro Universitário FEI tem o prazer de sediar a OBR e, assim, incentivar crianças e adolescentes no mundo da robótica. Boa sorte a todos os participantes!

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