17 jun

Do ABC à Las Vegas – Conheça a história do Diogo dos Santos

Diogo dos Santos tem 24 anos, é bolsista integral na FEI e aluno do 9º ciclo de Engenharia Mecânica. A FEI era um sonho que se tornou realidade após conseguir uma bolsa de estudos integral. Através do Programa Ciências sem Fronteiros, o Diogo passou a sonhar mais alto e um pouquinho mais distante também. Foi para Las Vegas, EUA e estudou lá por dezessete meses. Saiba mais sobre suas experiências e tudo o que ele têm para contar sobre o período em que morou fora do país.

O Grand Canyon era um dos lugares que o estudante mais sonhava em conhecer.

O Grand Canyon era um dos lugares que o estudante mais sonhava em conhecer.

Por que escolheu fazer engenharia?

Sempre fui apaixonado por Engenharia desde criança. Já tive o sonho de ser piloto de retroescavadeira e de carro de corrida. Desde o dia que soube o que era faculdade e que um dia teria que escolher uma profissão, já sabia que a escolha seria Engenharia Mecânica.

Por que escolheu fazer FEI?

Quando eu estava no oitavo ano do colégio, conheci o Fórmula FEI através de um vídeo no Youtube. Desde então, estudar na FEI se tornou um objetivo de vida. Costumo falar que mesmo antes de começar a estudar aqui, eu já era aluno da FEI, pois eu sabia de toda sua história e fama como uma das melhores faculdades de Engenharia do país.

Você é bolsista na FEI. O que representou a conquista dessa bolsa?

Sou bolsista pelo Pro Uni. Ser bolsista na FEI representa uma das maiores conquistas que já consegui, assim como para os meus pais. Minha mãe era dona de casa e meu pai um metalúrgico aposentado, então a renda que tínhamos em casa era praticamente o valor da mensalidade da FEI. Tentei por três vezes entrar a FEI como bolsista e não consegui. O dia em que pisei na FEI como aluno regularmente matriculado se tornou o dia mais feliz da vida deles e uma das poucas vezes que vi meu pai chorar.

Quais as dificuldades que os calouros enfrentam?

Na FEI, a maiorias das matérias não cobram lição de casa ou trabalhos, como é feito no colégio, então cabe ao aluno ter autodisciplina para garantir uma boa performance no curso. Desde o início, tento ao máximo me dedicar com seriedade e manter uma postura positiva, o que, no meu caso, vem me ajudando até hoje. Uma dica para os calouros: estude para todas as provas mirando um 10, e assim, mesmo que algum deslize ocorra, você não se sairá totalmente mal.

Quais outras atividades dentro da FEI que você participou ou participa? 

Para mim, atividades extracurriculares são muito importantes para alunos de graduação, então sempre estive envolvido com atividades que possibilitam meu desenvolvimento. Já fiz Iniciação Científica durante um ano e, atualmente, faço parte da monitoria. Estar envolvido com essas atividades dentro FEI me ajudam a manter o foco na graduação.

Diogo e a namorada tailandesa, Hannah , no Havaí.

Diogo e a namorada tailandesa, Hannah , no Havaí.

Você morou nos Estados Unidos por um ano e meio. Como ficou sabendo do Programa Ciência sem Fronteiras?

Fiquei sabendo do Programa Ciência sem Fronteiras pelo site e meios de comunicação da FEI. O único problema era que eu só falava português, então comecei a me dedicar para aprender inglês e me inscrever para universidades norte-americanas. De novo, foram mais três tentativas de conseguir uma bolsa de estudos em uma dessas universidades.

Que tipo de dificuldades encontrou durante o intercâmbio?

Quando saí do país, meu nível de inglês era básico e eu tinha muita dificuldade de me comunicar, mas sempre tentava ao máximo me relacionar com alunos estrangeiros. Algo que me ajudou a aperfeiçoar o idioma foi namorar alguém de outro país, porque passava a maior parte do tempo com ela e era obrigado a falar o inglês.

Se você pudesse apontar o que você mais aprendeu durante o intercâmbio, o que seria?

Eu criei mais responsabilidades, porque além de ser um estudante e ter que me preocupar com o meu desempenho acadêmico eu tinha que ir ao banco, pagar contas, fazer compras. Coisas que até então não estava acostumado a fazer.

Estagio

Diogo posa em frente ao Laboratório em que estagiava.

Você estagiou fora do país. Como foi essa experiência?

Comecei a me inscrever para vagas de estágio com seis meses de antecedência e nesse período fiz duas entrevistas Em uma delas, cheguei até a última fase e na outra, fui contratado. A experiência de poder estagiar foi uma das melhores que já tive, pois tinha muito apoio e autonomia por parte dos meus colegas de trabalho. Estagiei como Engenheiro Mecânico em um laboratório que fazia projetos na área de entretenimento. Projetava peças e ferramentas utilizando o CAD software (software de desenho), impressora 3D e máquinas de usinagem.

O que mudou no Diogo depois do intercâmbio?

Agora eu me sinto muito mais independente e pronto para aprender algo novo. Sem contar que o intercâmbio contribui muito para eu me relacionar com pessoas de culturas e mundos diferentes do meu. O intercâmbio pode ser uma das maiores experiências durante a vida acadêmica.

San Franciso

Universidade

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