11 maio

Coleta de leite para o Lar-Escola Pequeno Leão

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Diariamente centenas de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social são encaminhadas, sob ordem da Vara da Infância e Juventude, para abrigos e casas de apoio de diversas cidades. Lá, entre atividades para o desenvolvimento social, esses jovens também contam com apoios como: alimentação, estudo, assistência social e lazer. Grande parte dessas instituições vive de doações da comunidade e empresas da região, pois, geralmente, o número de crianças e adolescentes assistidos não é pequeno, tampouco o custo para desenvolvimento de todo esse trabalho.

Assim também acontece com o Lar-Escola Pequeno Leão, localizado em São Bernardo do Campo, que desde 1981 acolhe crianças e adolescentes de 02 a 18 anos com o objetivo de proporcionar a todos um desenvolvimento social e pedagógico.

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De 25 de abril a 26 de maio, o Centro Universitário FEI realizou uma campanha de arrecadação de leite para essa Instituição. Alunos, ex-alunos, professores e visitantes puderam contribuir por um mundo mais desenvolvido.

Agora a campanha acabou, mas o trabalho não! Ainda há muito o que ser feito e você pode ajudar durante o ano todo, não só o Lar-Pequeno Leão mas também muitas outras instituições similares.

Sua doação é uma soma fraterna de evolução social. Mude o mundo!

19 fev

Pacto da Educação Brasileira contra o Zika Vírus 

Veja dicas de combate ao Mosquito da Dengue, Chikungunya e Zika

O Centro Universitário FEI sempre busca priorizar a formação integral do ser humano, a responsabilidade social, a ética e a cidadania. Por isso, convocamos toda a comunidade, a ingressar em uma das mais importantes campanhas do nosso País que é o Combate ao Mosquito da Dengue, Chikungunya e Zika.

mosquitoNo início deste mês, o Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras (CRUB), assinou o Pacto da Educação Brasileira Contra o Zika Vírus. O documento foi assinado em conjunto com mais de 20 entidades e o Ministério da Educação, cujo objetivo é a mobilização de estudantes, professores e servidores da educação de todas as instituições de ensino brasileiras em prol ao combate do mosquito Aedes Aegypti.

A FEI faz parte deste grupo de instituições, pois sabe que pode contar com a sua ajuda neste desafio. Sendo assim, preste atenção em algumas dicas importantes do Ministério da Saúde e que são fundamentais para o combate ao mosquito transmissor da Dengue, Chikungunya e Zika Vírus.


Dicas

Por mais que a preocupação com os focos do mosquito seja em ambientes externos, 2/3 dos criadouros do Aedes estão nas residências. Então, se você quer manter-se livre do mosquito, tome os seguintes cuidados:

  • Tampe os tonéis, caixas d’água e todo tipo de recipiente com água parada;
  • Mantenha as calhas sempre limpas;
  • Deixe garrafas sempre viradas com a boca para baixo;
  • Mantenha lixeiras bem tampadas;
  • Deixe ralos limpos e com aplicação de tela;
  • Limpe semanalmente ou preencha pratos de vasos de plantas com areia;
  • Limpe com escova ou bucha os potes de água para animais;
  • Retire água acumulada atrás da máquina de lavar roupa;
  • Utilize roupas que minimizem a exposição da pele durante o dia, quando os mosquitos são mais ativos, proporcionando alguma proteção às picadas e que podem ser adotadas principalmente durante surtos;
  • Repelentes e inseticidas também podem ser usados, seguindo as instruções do rótulo;
  • Mosquiteiros proporcionam boa proteção para aqueles que dormem durante o dia (por exemplo: bebês, pessoas acamadas e trabalhadores noturnos);
  • Se você identificou um foco do mosquito, mas que não pode ser eliminado por você ou moradores de um determinado local, a Secretaria Municipal de Saúde deve ser acionada.

Microcefalia – Uma doença que pode ser fatal

Além da Dengue, o mosquito Aedes Aegypti também é portador do Zika Vírus, uma ocorrência nova no Brasil que pode afetar as mulheres gestantes e causar consequências sérias e profundas no desenvolvimento de seus bebês, como a MICROCEFALIA; mas que também é possível prevenir. Se você conhece mulheres gestantes, repasse algumas dicas que podem ajudar na prevenção:

  • Em casa utilize telas em janelas e portas para evitar a entrada do mosquito;
  • Use roupas compridas – calças e blusas – e, se vestir roupas que deixem áreas do corpo expostas, aplique repelente nessas áreas;
  • Fique, preferencialmente, em locais com telas de proteção, mosquiteiros ou outras barreiras disponíveis.

Cuidados com a transmissão do vírus

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), órgão vinculado ao Ministério da Saúde, divulgou a constatação da presença do vírus Zika ativo (com potencial de provocar a infecção) em amostras de saliva e de urina de pacientes. A evidência, no entanto, não é suficiente para afirmar que a presença do vírus na saliva pode infectar outras pessoas. No entanto, a recomendação neste momento é cautela e prevenção, com orientações conhecidas para outras doenças, como evitar compartilhar objetos de uso pessoal (escovas de dente e copos, por exemplo) e lavar as mãos. Os maiores cuidados devem ser tomados pelas grávidas, que já devem se proteger contra o mosquito Aedes Aegypti.

São atitudes que embora pareçam simples, fazem muita diferença na prevenção do combate do mosquito, e que precisam ser passadas adiante e compartilhadas com seus pais, irmãos, vizinhos e amigos.

Contamos com você!

Fonte: Site da Campanha de Combate ao Mosquito – Ministério da Saúde: www.combateaedes.saude.gov.br.

25 jun

Um intercâmbio para mudar a vida

As experiências que um intercâmbio traz para vida de um jovem que decide sair do conforto do seu lar para viver um tempo em um país distante, de língua e cultura diferentes são inúmeras, desde aprender outro idioma, cozinhar, andar em transporte público em lugares nunca visitados, entre outras. Duas alunas do curso de Administração do campus de São Bernardo do Campo da FEI, além de buscar esses aprendizados queriam ser úteis no local onde estivessem e, por isso, escolheram um lugar pouco procurado para intercâmbios e carente de ajuda humanitária, o continente africano.

Após quase dois anos trabalhando em uma grande empresa de telecomunicações, Eliane Ribeiro de Oliveira pediu demissão para correr atrás de um sonho que estava em sua cabeça há pelo menos uns três anos e, embora tenha escolhido a África do Sul como destino, a agência responsável pelo intercâmbio acabou enviando a aluna para Cape Town, um lugar reconhecido pela diversidade cultural, mas, sobretudo pela pobreza e discriminação racial.

Durante quatro semanas Eliane trabalhou em uma creche com crianças de 0 a 6 anos (havia 52 crianças para 4 professores), onde encontrou histórias que mexeram com o seus sentimentos e com o seu modo de ver a vida, como casos de crianças órfãs que passavam o dia na creche e depois iam para orfanatos; outras, vítimas de agressão ou com responsabilidades de adultos. “Vivenciei coisas nessas quatro semanas que jamais imaginava existir, mas o que realmente me marcou foi o fato daquelas crianças estarem sempre sorrindo, nunca reclamarem de nada e agradecerem pelo pouco que tinham, pois a fé delas é realmente uma coisa muito linda”, lembra Eliane.

A aluna de Administração da FEI tinha como missão ajudar os professores nas aulas, cuidar das crianças, alimentá-las, trocar fraldas, brincar, ajudar na limpeza e outras atividades que fizeram Eliane colocar em prática os valores humanísticos, um dos principais ensinamentos da FEI.

“A pureza e a forma com que eles lidam com a vida é surpreendente. Muita gente disse que eu era louca por largar o meu emprego e ir fazer trabalho voluntário na África, que o melhor era ir fazer compras em Miami. Mas isso só serviu como um incentivo e me fez perceber que sair da zona de conforto é muito bom. Confesso que foi a melhor experiência de voluntariado, pois fui para ensinar, mas no fim quem acabou aprendendo e levando várias lições fui eu”, relatou Eliane.

Em busca do crescimento pessoal

Ir para a África também sempre foi um sonho da aluna Caroline Kurowski Rodrigues, mas algumas barreiras como o medo e insegurança de sua mãe, que temia pela segurança da filha impedia a jovem de realizá-lo. Mesmo assim, Caroline viu nas suas férias a oportunidade de realizar o tão sonhado intercâmbio. É claro que a maioria das pessoas, assim como aconteceu com a sua colega Eliane, pensaram que ela estava louca por querer ir para a África. De fato, a maioria dos jovens prefere fazer intercâmbio em países desenvolvidos, onde podem passear nos melhores pontos turísticos, ir a festas e se divertir como nunca, mas a vontade de Caroline era diferente.

Segundo a aluna, escolher uma experiência como a que ela se propôs viver tem muito a ver com o que o ser humano é, e o que ele gostaria de se tornar. “A maioria dos jovens de hoje é feliz vivendo a rotina de faculdade e trabalho, e pensam que isso é o suficiente para alimentar a alma, mas não é; por isso, se eu realmente quisesse me tornar uma pessoa melhor eu precisava de algo a mais, e a ida para a África com certeza mudou totalmente aquilo que eu era antes”, explica Carolina.

Por meio da maior organização estudantil, a AIESEC (www.aiesec.org.br), a aluna conseguiu entrevistas em quase todos os países da África, e conversando com pessoas que já tiveram essa experiência e com muita pesquisa escolheu Ghana. Um país pobre, mas lindo e seguro, segundo a aluna. “Entre todas as opções que tinha eu escolhi o que diriam ser o pior lugar. Minha entrevista foi em uma lanhou-se e eu trabalharia na ilha Azizakpe, que fica em Ada Foah / Ada – Ghana e não tem energia elétrica. Ao chegar à ilha pela primeira vez, me senti como se estivesse entrando em um filme. O lugar era maravilhoso, as pessoas adoráveis, e as crianças precisavam de mim mais do que em qualquer outro lugar”, contou Caroline.

Durante o mês em que esteve no país, Caroline deu aulas de inglês para as crianças da ilha, que todos os dias faziam questão de correr felizes ao seu encontro sempre que o barco que a trazia chegava. “Ensinei inglês para crianças que só falavam a língua da ilha, enquanto galinhas, porcos e bodes passeavam pela escola e invadiam minha sala, e ainda as ensinei a nadar no imenso rio que as cercavam. Visitei casas para convencer as famílias a deixarem os filhos irem para a escola e descobri que lá ninguém é tratado como criança. Trabalham muito, apanham o dobro e desde muito cedo têm relações sexuais, mas que mesmo assim são puras, ingênuas e felizes”, relata a aluna.

Como acontece na grande maioria dos países africanos, Caroline também viu pessoas passando fome, e tomando a água do rio (a mesma que usam como banheiro, para tomar banho e cozinhar), e mesmo assim nunca ficam doentes. “Na escola em que trabalhei faltava desde livros a professores, mas ao mesmo tempo tinha tudo o que uma escola gostaria de ter: alunos maravilhosos com uma vontade absurda de aprender”, conta a aluna.

Infelizmente o espaço que temos neste veículo de comunicação é pequeno para o tamanho da experiência vivida pelas alunas da FEI, que fizeram questão de compartilhar que um de seus maiores aprendizados na experiência foi entender que coisas que antes achavam essenciais como chuveiro quente, energia elétrica e talheres não são o que faz a diferença na vida. “Enfrentei muitos desafios e passei por dificuldades, que me fizeram entender que não precisamos de muito para sermos felizes e o porquê agradecer todas as vezes que comemos. Situações, pessoas e principalmente crianças que me fizeram mudar”, relatou Caroline.

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Matéria publicada no jornal Circuito FEI – Nº15 (pág 14)

02 maio

Conhecimento técnico e solidariedade

Totalmente fora do cotidiano das grandes cidades, mais precisamente a 5 quilômetros de Ubatuba, no litoral norte de São Paulo, está localizada a aldeia indígena Boa Vista, onde moram cerca de 200 índios Guaranis. Com uma condição de vida precária, principalmente pela ausência de eletricidade, a agricultura é a única fonte de subsistência deste grupo de brasileiros. No entanto, desde o dia 25 de janeiro deste ano, a aldeia passou a ser beneficiada com o fornecimento de energia elétrica graças à iniciativa de um professor e três alunos de Engenharia Elétrica da FEI. Aproveitando as nascentes de água disponíveis na aldeia, o grupo desenvolveu um gerador de energia elétrica capaz de fornecer iluminação para algumas casas, com lâmpadas PL, e de fazer funcionar eletroeletrônicos, como rádio, televisão e até duas geladeiras econômicas.

A ideia partiu do professor do Departamento de Engenharia Elétrica da FEI, Mario Kawano, que desenvolve diversos sistemas com objetivo de ajudar comunidades carentes a aprimorarem o seu modo de vida por meio da energia elétrica. Assim como ocorre em outros projetos já desenvolvidos, o docente teve a colaboração de alunos da FEI para colocar o dispositivo em prática na aldeia. Luiz Victor Esteves, Rafael Augusto Coelho e Stefanie Gebara foram os futuros engenheiros que contribuíram para a realização do projeto. Além dos estudantes da FEI, o professor teve colaboração de três alunos da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

“A água que está sendo usada no gerador vem de uma das nascentes localizadas na área, onde foi feita uma canalização utilizando mangueiras de incêndio, que captam a água em um córrego e descem pela margem do mesmo”, afirma a aluna Stefanie Gebara. A partir dessa infraestrutura é possível acionar uma turbina que liga um alternador automotivo. A pequena potência gerada é armazenada em baterias que, por meio de um inversor, tem capacidade de fornecer iluminação para algumas casas da aldeia. O professor Mário Kawano acrescenta que a canalização foi feita utilizando mangueiras de incêndio vencidas, doadas pelo Centro Universitário da FEI.

Para desenvolver o projeto na aldeia e percorrer os 25 metros de queda d’água foram necessários 345 metros de mangueira. Nesta primeira etapa, nem todas as famílias foram beneficiadas e, para expandir o projeto, serão necessárias mais parcerias. “O objetivo é beneficiar a todos com a energia elétrica e, para isso, é necessário arrecadar mais verba para instalar o restante das turbinas e realizar as compras das mangueiras”, explica o estudante Luiz Victor Esteves.

Alternativa Sustentável

Diversos projetos de tecnologia social já foram desenvolvidos na FEI com a coordenação do professor Mário Kawano e a participação de mais de 100 alunos. No começo dos anos 2000, um gerador social de energia destinado a melhorar a qualidade de vida de famílias que viviam em comunidades distantes foi instalado em pequenas propriedades rurais privadas do fornecimento de eletricidade. O projeto é uma alternativa sustentável de geração de energia, pois é constituído com material reciclado e não prejudica o meio ambiente. “Quem mora afastado das áreas urbanas e não tem energia elétrica vive completamente isolado do mundo e, com isso, perde campanhas de vacinação, não recebe informações importantes e não tem acesso a serviços públicos fundamentais. Mesmo assim, algumas comunidades, como as quilombolas, não querem sair de seus locais de origem, e é para essas pessoas que desenvolvemos o gerador social”, acrescenta o professor.

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Matéria publicada na revista Domínio FEI – Nº14 (pág 40)

05 abr

Solidariedade, uma experiência onde todos ganham

O Brasil, com todos os percalços de um país que sofre com a desigualdade social e a pobreza, está entre os dez países com maior número de voluntários, segundo uma pesquisa realizada em 2012 pelo Instituto Gallup, com 146 países e sob a coordenação da ONG inglesa Charities Aid Foundation. Mas de onde vem o sentimento de solidariedade? Numa sociedade em que as preocupações pessoais e familiares são amplamente dominantes, o que leva esses voluntários a deixarem de lado o cuidado com os próprios interesses para preocuparem-se com os problemas de estranhos?

As repostas para essas indagações podem vir de uma pequena parcela de alunos da FEI que usam um pouco do conhecimento adquirido em sala de aula para ajudar a quem precisa, iniciativa muitas vezes adquirida nos trabalhos sociais e de iniciação realizados na própria Instituição, como o que foi feito com cerca de 16 adolescentes do Lar Pequeno Leão em São Bernardo do Campo, que cuida de crianças e adolescentes carentes.

No início do ano o aluno do terceiro ciclo de Ciência da Computação, Rafael Prado ensinou noções básicas de Word, Excel e internet aos adolescentes, algo simples para muitos, mas que para quem sequer chegou perto de um computador, como alguns daqueles adolescentes carentes significa muito.

Rafael explica que no voluntariado não são apenas as pessoas assistidas às beneficiadas, mas também os doadores. “O meu ganho nessa experiência foi o âmbito pessoal, pois tive o contato com uma realidade diferente da minha, que até então eu julgava conhecer ou até imaginava como deveria ser, entretanto, na hora do curso, mais ainda, no momento do lanche, tive a oportunidade de conhecer cada um deles mais de perto, suas histórias, um pouco de suas vidas, foi uma oportunidade única”, relatou Rafael, que também está desenvolvendo o site do Lar.

A professora do Departamento de Ciências Sociais e Jurídicas da FEI, Gisele Larizzatti Agazzi, responsável pelo trabalho desenvolvido com o Lar Pequeno Leão, explica que de um lado o objetivo do projeto foi desenvolver habilidades nos adolescentes que visam à capacitação profissional e o desenvolvimento de aprendizagens; de outro, desenvolver ações de responsabilidade social na FEI, proporcionando aos universitários oportunidades de aprender com a comunidade. “A FEI tem um enorme potencial para contribuir com a comunidade e aprender com ela e programas como o de Ações Sociais e de Extensão, por exemplo, dão condições para que os alunos desenvolvam atividades em âmbito acadêmico e de responsabilidade social”, explica a professora, que comentou também que o próximo passo com o Lar é oferecer aulas de língua portuguesa.

Por que ser um voluntário?

A Coordenadora do Departamento de Ciências Sociais e Jurídicas da FEI, Prof.ª Carla Andrea Soares, explica que o envolvimento com o voluntariado traz ao indivíduo a experiência de construir o bem dentro de uma realidade social diferente da qual se vive e proporciona, principalmente ao jovem, um amadurecimento e uma lição de que o mundo não gira em torno de si apenas, mas que existem grupos que tem necessidades específicas que não podem passar despercebidas. “O compartilhamento de conhecimentos e dons é algo importante para o ser humano, pois ajuda a concretizar quem ele é e como pode ajudar a construir uma sociedade mais justa”, explica a professora.

O envolvimento com diferentes realidades proporcionam ganhos também na vida profissional. Segundo a professora, um profissional que tem a capacidade de olhar para a realidade e não imaginar o que ela precisa, mas sim responder às suas necessidades é um profissional muito mais coerente, que não ficou preso a uma ideia, mas tornou-se mais concreto. “Aprender esse dialogo com o outro, com as necessidades e realidades sociais do outro aumenta o potencial de dialogo com tudo. Profissionalmente, a pessoa vai aprender a dialogar com realidades diferentes, com a diversidade, com demandas e escassez de recursos, ampliar sua capacidade de relacionamento interpessoal, de comunicação e de protagonismo, pois a experiência de interação social pode lhe atribuir maior potencial de identificar demandas e selecionar possibilidades e, de forma mais flexível, buscar soluções criativas adequadas à realidade”, completa a Prof.ª Carla.

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