23 jan

Especialização permite formação generalista

Com o mercado globalizado, as empresas procuram aumentar sua competitividade investindo na automação dos seus processos e plantas industriais. Com isso, cresce a demanda por especialistas com perfil generalista capazes de desempenhar diferentes atividades dentro da função. Voltado para profissionais, principalmente engenheiros eletricistas, eletrônicos ou mecânicos que atuam ou desejam trabalhar na automação ou no controle de sistemas industriais, nos quais a robótica é um dos pontos centrais, o curso de pós-graduação em Automação Industrial e Sistemas de Controle do Centro Universitário da FEI, que teve início em 1996, já formou 27 turmas, totalizando mais de 500 profissionais.

Com seis disciplinas, todas com abordagem de conhecimentos gerais, o aluno aprende sobre controladores lógicos programáveis (CLP), microprocessadores, sistemas hidráulicos e pneumáticos, controle de sistemas, instrumentação e robótica. “Com esse conteúdo, o curso forma especialistas em automação capazes de desempenhar diversas funções e de encontrar soluções rápidas e precisas”, garante o professor doutor Agenor de Toledo Fleury, coordenador do curso de especialização em Automação Industrial e Sistemas de Controle e do Programa de Pós-graduação, nível Mestrado, de Engenharia Mecânica da FEI.

Ao final do curso, o aluno apresenta uma monografia com base em um dos temas abordados durante a especialização. “Os trabalhos são de muito bom nível e os alunos têm mostrado grande dedicação, o que é resultado de uma rica grade curricular e, principalmente, de um corpo docente de primeira linha, constituído por professores titulados e por especialistas em áreas específicas com experiência na indústria, em pesquisa e novas tecnologias”, reflete o coordenador. Segundo o professor, essa especialização ‘abre mentes’, pois aborda pontos específicos de mais de uma Engenharia.

Para manter os profissionais afinados com o mercado, o curso é constantemente atualizado, incorporando novas metodologias de ensino. “Por ser mais curta e de aplicação mais imediata, a especialização tem como característica acompanhar mais rapidamente as necessidades dos profissionais do setor, assim como o mercado e como as tecnologias se desenvolvem”, enfatiza o professor, ao explicar que o curso possui um viés moderno e há uma procura cada vez mais significativa.

Mais qualificação

A escolha da FEI pela reputação e pela excelência em ensino superior foram os fatores que motivaram o engenheiro Carlos Henrique Santos a vir de Minas Gerais para cursar a especialização em Automação Industrial e Sistemas de Controle. “O ambiente é fantástico e as aulas excelentes, pois são ministradas por professores ligados à indústria e com carga de conhecimento e experiência muito elevadas, o que me motiva a ser mais confiante para buscar melhores oportunidades na minha área de atuação”, assegura o engenheiro que, atualmente, ocupa a função de gerente de produção na Chama Indústria e Comércio.

Formado em Engenharia Elétrica pela FEI, Leonardo Navarenho de Souza Fino cursou a especialização, pois sentiu a necessidade de ampliar seu conhecimento em busca de uma melhor colocação profissional. “O ambiente da Instituição, a qualificação dos professores e a grade curricular foram essenciais para minha escolha. O curso foi excelente pelo ganho de experiência e, principalmente, por conseguir aplicar o conhecimento adquirido na minha rotina de trabalho”, explica o engenheiro de produto do departamento Teardown & VAVE (Value Analysis & Value Engineering) da General Motors. A excelência do curso o motivou a investir na pesquisa. O engenheiro finalizou o mestrado e cursa o doutorado em Dispositivos Eletrônicos Integrados, também na FEI.

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Matéria publicada na revista Domínio FEI – Nº15 (pág 36)

17 jan

Setor estratégico para a economia do País

O setor elétrico brasileiro tem vivenciado profundas e irreversíveis transformações, gerando mudanças técnicas, estruturais e comerciais. Com essas mudanças, o governo federal pretende garantir a continuidade de crescimento do País, ampliar a eficiência do sistema energético e incentivar a inclusão social com planos de serviços e tarifação. Além de organizado e tradicional, o setor energético passa a ter um papel protagonista na manutenção e no crescimento da infraestrutura, apresentando como diferencial de competitividade uma ampla matriz de fontes renováveis de energia, não disponíveis em outros países. Apesar da implantação de novas tecnologias, o País ainda enfrenta desafios para atualizar e modernizar a infraestrutura já instalada e para criar novos parques geradores e, assim, atender à demanda que não para de crescer.

Com a reestruturação do sistema de energia brasileiro, todo o cenário tem mudado. “Observa-se que, apesar dos problemas de investimentos, a rede de geração e distribuição elétrica brasileira serve de referência a diversos países, principalmente por sua grande extensão e abrangência”, analisa a professora doutora Milene Galeti, coordenadora do curso de especialização em Sistemas Elétricos de Energia – Suprimentos, Regulação e Mercado do Centro Universitário da FEI. A docente explica que, por estar em constante desenvolvimento, a área tornou-se muito atrativa, pois abre espaço para novos estudos, aplicações e investimentos que garantam a expansão da oferta de energia e, com isso, torna-se crescente a demanda por profissionais especialistas no setor energético.

Para um melhor aproveitamento das oportunidades oferecidas pela indústria de energia elétrica é necessário que estes profissionais estejam suficientemente atualizados com o novo contexto do setor, tanto do ponto de vista do consumidor de energia elétrica, do concessionário ou daqueles que atuam de forma consultiva na elaboração de projetos de instalações e processos industriais. “O curso de Sistemas Elétricos de Energia, que foi implantado em 2008 e já certificou 210 profissionais, tem por finalidade aprofundar o nível de conhecimento teórico nos principais temas desta área, para que o profissional esteja apto a desempenhar suas funções com qualidade e solucionar problemas com rapidez e precisão”, detalha a coordenadora.

Dividido em oito disciplinas, o curso aborda questões sobre Análise de Redes Elétricas de Potência, Sistemas de Geração, Transmissão e Distribuição, Operação e Controle de Sistemas Elétricos de Potência, Instalações e Equipamentos Elétricos Industriais, Utilização e Racionalização da Energia Elétrica em Processos Industriais, Qualidade de Fornecimento de Energia Elétrica, Compatibilidade Eletromagnética aplicada à Indústria, Contratos, Regulação e Mercado de Energia Elétrica. “Com um conteúdo amplo e focado no cenário atual, nosso curso forma especialistas prontos a atuar nos setores de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica”, pontua a docente. Além das aulas expositivas, os alunos participam de dinâmicas de grupo e simulações computacionais.

Ao final da especialização, o aluno apresenta uma monografia de acordo com o conteúdo abordado no decorrer do curso. “Temos excelentes trabalhos na área, tornando-se evidente a dedicação e o interesse dos alunos, seja através de propostas de novas soluções baseadas em suas próprias experiências profissionais ou estudos sobre a viabilidade de implementação de sistemas de geração e distribuição ou, ainda, análise de custos de fornecimento de energia elétrica agregados a um processo industrial escolhido”, enumera. A coordenadora atribui o desempenho dos alunos à grade curricular, que está em sintonia com o setor elétrico brasileiro, e ao corpo docente altamente qualificado, formado por professores doutores e profissionais especializados com ampla atuação neste mercado.

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Matéria publicada na revista Domínio FEI – Nº16 (pág 36)

09 jan

Mercado em franca ascensão no Brasil

As áreas de ar condicionado, aquecimento, refrigeração e ventilação estão em alta na economia nacional. Segundo a Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (ABRAVA), em 2011 o setor apresentou crescimento de 14% e, para 2013, a estimativa de expansão é de 8%, com faturamento previsto de US$ 15 bilhões. A indústria deve receber US$ 9 bilhões desse valor, impulsionada pela refrigeração em transportes e conservação de alimentos e bebidas, enquanto o setor de serviços estima movimentar US$ 2,5 bilhões e o de comércio US$ 2,4 bilhões. O aumento na fabricação de sistemas de climatização resultará, ainda, no desenvolvimento de oportunidades profissionais em diferentes etapas de criação e manutenção de projetos. Atualmente, a região Sudeste concentra 61% do setor.

Segundo o professor mestre Hugo Lagreca Filho, coordenador do curso de pós-graduação em Refrigeração e Ar Condicionado e docente do Departamento de Engenharia Mecânica do Centro Universitário da FEI, há muitos desafios envolvidos no crescimento do segmento. “No Brasil, está se iniciando a utilização de equipamentos de ar condicionado. A procura ainda está limitada aos grandes centros urbanos e tende a crescer nas outras regiões”, observa. O especialista aponta que o mercado de climatização carece de profissionais para acompanhar a expansão e para qualificar a mão de obra técnica.

A preparação para o desenvolvimento de sistemas de climatização eficientes em diferentes setores é uma das competências valorizadas na área. Os profissionais especializados em ar condicionado, aquecimento, refrigeração e ventilação podem trabalhar, por exemplo, nos segmentos hospitalar e de edificações. “É possível atuar em organizações que fabricam equipamentos de refrigeração, em companhias que realizam instalações, em empresas que desenvolvem projetos e também em consultorias”, detalha o docente.

Com o propósito de preparar os alunos para as diferentes demandas do setor, a pós-graduação em Refrigeração e Ar Condicionado oferecida pela instituição proporciona conteúdos avançados sobre o assunto, tendo como base princípios da Termodinâmica, Mecânica dos Fluidos e Transferência de Calor, requeridos para o desenvolvimento de projetos de refrigeração e climatização. “O referencial teórico é um dos diferenciais proporcionados pelo curso. Este ponto em comum entre Engenharia Mecânica e Energia é considerado difícil, pois exige conhecimentos anteriores com profundidade”, salienta.

A especialização é estruturada em três módulos. O primeiro aborda Refrigeração e possui enfoques nos setores comerciais e industriais. Para tanto, são administrados conteúdos sobre Fundamentos de Equipamentos e Sistemas, Conservação de Alimentos e Produtos Perecíveis, Aplicações Comerciais e Industriais da Refrigeração, Projetos e Manutenção de Equipamentos e Sistemas de Refrigeração. A etapa seguinte é dedicada ao Ar Condicionado. Com uma abordagem ampla, os conteúdos contemplam Fundamentos, Equipamentos, Projetos de Sistemas de Ar Condicionado, Acústica, Manutenção de Equipamentos, Conservação e Recuperação de Energia. O terceiro módulo contém elementos de Ventilação, com Fundamentos, Distribuição de Ar, Projeto de Sistemas de Ventilação Geral e Local, Exaustora e Ventiladores.

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Matéria publicada na revista Domínio FEI – Nº17 (pág 38)

03 jun

Restauração de fotos para o bem social

Com o avanço da tecnologia, cresceu também o número de aplicativos que utilizam a face como informação importante para a identificação de pessoas, como o processo de busca por crianças desaparecidas. No entanto, para o reconhecimento automático de imagens é preciso que as fotos estejam com um determinado padrão de resolução, o que nem sempre acontece. Essa dificuldade serviu de inspiração para uma dissertação de mestrado que identifica defeitos, danos e rasuras em fotos de rosto, os elimina e ainda consegue reconstituir a face.

Desenvolvido pelo mestre em Engenharia Elétrica André Sobiecki, o trabalho ‘Segmentação e restauração digital de artefatos em imagens frontais de face’, orientado pelo professor doutor Carlos Eduardo Thomaz, do departamento de Engenharia Elétrica, tem como objetivo tornar imagens de face danificadas ou com artefatos em fotos com melhor qualidade de visualização, favorecendo o desempenho dos algoritmos de reconhecimento facial. Para se chegar nesse resultado, as imagens percorrem três etapas: verificação de qualidade, identificação da rasura e reconstrução das características da face.

Para os modelos computacionais que fazem essa restauração, André Sobiecki criou algoritmos e estudou métodos de restauração digital (do inglês inpainting) já existentes, como os desenvolvidos pelo professor doutor Alexandru Telea, do Departamento de Visualização Científica e Computação Gráfica da Universidade de Groningen, na Holanda. “O destaque desse trabalho é que, além de restaurar rasuras das fotos, também é possível corrigir a área danificada inserindo parte de uma imagem semelhante. Por exemplo, em uma foto de criança com chupeta retiramos o objeto e inserimos uma boca que mais se assemelha com as características biométricas dessa criança”, explica o orientador.

Essa técnica pode ser utilizada, por exemplo, em fotos de pessoas desaparecidas, que geralmente são de baixa qualidade digital, em preto e branco ou danificadas por carimbos, luminosidade e presença de óculos. “A preocupação em melhorar a qualidade digital de imagens de face automaticamente é pouco explorada. Além disso, os métodos de restauração digital inpainting começaram a ser desenvolvidos há aproximadamente 13 anos e são extremamente novos para a comunidade científica”, explica o autor do estudo.

Logo após finalizar o mestrado, André Sobiecki começou o doutorado na Universidade de Groningen e tem como orientador Alexandru Telea, que se interessou pela sua dissertação de mestrado e, hoje, trabalha conjuntamente na criação de novos métodos de inpainting para imagens de face. “Como passo futuro, imagino me aprofundar mais nos métodos de segmentação e procurar atingir melhores resultados na parte de identificação de artefatos”, argumenta o doutorando.

04 maio

A IMPORTÂNCIA DA PÓS-GRADUAÇÃO

Para desenvolver projetos e pesquisas com mais credibilidade, consistência, técnica e conteúdo, e criar novas metodologias de trabalho a fim de solucionar problemas com eficiência, é preciso aprimorar a competência profissional.

“A educação continuada é essencial”, afirma o doutor em Engenharia de Produção e coordenador do curso de pós-graduação em Estratégias para a Qualidade e Competitividade da FEI, prof. Dr. Wilson de Castro Hilsdorf.  “O mercado de trabalho pede por profissionais atualizados. Dependendo da carreira, é necessário mais do que um curso de especialização”, diz.

Profissionais que possuem cursos de especialização são vistos com bons olhos pelo mercado de trabalho. Sendo assim, o aprimoramento da competência profissional torna-se um diferencial. De acordo com o prof. Marcelo dos Santos de Paula, Diretor da MAHST Engenharia e Sistemas de Gestão e Professor do Curso de Graduação e Pós-graduação do Centro Universitário da FEI, o profissional deve sempre adquirir novos conhecimentos e ampliar seus horizontes. “O profissional com pós-graduação solucionará problemas com maior agilidade e agregará valor aos negócios por aplicar novas tecnologias nos processos e projetos”, esclarece.

Para o prof. Raul Rodrigues, mestre em Metrologia Industrial da FEI, a ausência de profissionais pós-graduados é um problema que afeta diretamente a construção de projetos e pesquisas. “Sem eles, as indústrias não conseguem desenvolver atividades de pesquisas e desenvolvimento capazes de gerar inovação”, relata o professor, que afirma que a inovação nos processos produtivos é fator primordial para a evolução do País.

Sempre preocupada com a qualidade da formação acadêmica, a FEI oferece aos estudantes cursos de pós-graduação.

Pós-graduação Stricto Sensu

Os cursos de Mestrado e Doutorado Stricto Sensu têm por objetivo levar o estudante à fronteira do conhecimento em uma área específica, aumentando a sua competência para tratar de assuntos como: desenvolvimento de projetos e pesquisas, e inovação. Os cursos oferecem aos alunos:

Programas de Doutorado e Mestrado em Administração

Área de concentração: Gestão da Inovação.

Programas de Doutorado e Mestrado em Engenharia Elétrica

Áreas de concentração do Doutorado: Inteligência Artificial Aplicada à Automação; Dispositivos Eletrônicos Integrados; Processamento de Sinais.

Áreas de concentração do Mestrado: Inteligência Artificial Aplicada à Automação; Dispositivos Eletrônicos Integrados.

Programa de Mestrado em Engenharia Mecânica

Áreas de concentração: Materiais e Processos; Produção; Sistemas da Mobilidade.

Pós-graduação Lato Sensu – Especialização

Por intermédio do Instituto de Especialização em Ciências Administrativas e Tecnológicas (IECAT), são oferecidos 28 cursos lato sensu, que têm como público-alvo, profissionais das áreas de tecnologia, negócios e finanças. As aulas são ministradas por professores que se destacam pela vivência profissional e acadêmica. Os cursos são oferecidos nos campi da FEI ou “In Company”. Para mais informações sobre a Instituição, acesse www.fei.edu.br.

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