22 Jun

Conheça o novo curso da FEI: MBA em Gestão de Tecnologia de Informação

O Blog da FEI conversou com o Prof. Dr. William Sampaio Francini, Coordenador do MBA em Gestão de Tecnologia de Informação e Chefe do Departamento e Coordenador do Curso de Graduação em Administração do Centro Universitário FEI, campus São Paulo, para saber o objetivo dessa Pós-graduação, destaques do curso e para quais profissionais se destina. Confira!

Em quais áreas o profissional que tem um MBA em Gestão de Tecnologia de Informação pode atuar?

O profissional que tem um MBA em Gestão de Tecnologia de Informação pode atuar em diversas áreas relacionadas à administração e à tecnologia da informação, como estratégia organizacional, planejamento de gestão de tecnologia de informação, segurança da informação, sistemas analíticos, governança e compliance (conformidade), negociação, vendas e compras de serviços de TI, gestão de projetos de tecnologia da informação e empreendedorismo, com vistas a estruturar o próprio negócio de base tecnológica.

Qual o perfil dos profissionais dessa área?

Este profissional tem forte raciocínio lógico e propensão a conhecer novas tecnologias e soluções, orientação a tarefas e projetos, atento a detalhes. Deve saber trabalhar em equipe e de forma autônoma em ambientes multiculturais.

shutterstock_47829688Como um MBA como esse contribui para o currículo profissional?

Um MBA amplia a visão, conhecimentos e competências dos profissionais. Ao terem contato com as diversas áreas da administração e negócios, seu repertório é significativamente melhorado, inclusive em função da intensa troca de experiências com outros profissionais com diversas formações. Há ganhos significativos na comunicação interpessoal, em negociação e, evidentemente, em aspectos relacionados às novas tecnologias, colocando-o em linha e à frente das tendências tecnológicas, de forma que este profissional decidirá sobre as etapas futuras da organização e de sua própria carreira.

Como é o mercado de trabalho? É uma área saturada ou que sofre com a falta de profissionais qualificados?

O mercado de profissionais da área de TI é demandante, pois a velocidade da revolução tecnológica é grande, contínua e crescente. Em momentos de crise as organizações buscam novas soluções para reduções de custos e aumento de produtividade, assim como em momentos de expansão da economia, quando se investe ainda mais em inovação tecnológica, novos modelos de negócios, produtos e serviços.

Se fosse para destacar algo no curso da FEI, o que seria?

Willian (Coordenador do curso de ADM (38)A nova onda tecnológica, do Big Data, onde o volume disponível de dados é algo que há pouco tempo era inimaginável, abre enorme oportunidade para atuação com soluções de mobilidade, análises de dados, de mídias sociais e computação cognitiva – hardware e/ou software que imitam o funcionamento da mente humana e ajudam a melhorar a tomada de decisões – para os mais diversos setores da economia.

Portanto, o destaque está nas inúmeras possibilidades para estes profissionais criarem o seu futuro, o de suas organizações e de prosperidade através do desenvolvimento de negócios tecnológicos de classe internacional.

Qual o desafio de coordenar um curso como esse dentro da FEI?

Estabelecer parcerias com as melhores pessoas e empresas para oferecer o conhecimento aplicado e tecnologias que irão influenciar positivamente o ambiente de negócios, suportado por infraestrutura tecnológica compatível.

13 Jun

Eficiência na indústria de transformação

Dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI) indicam que a indústria de transformação fechou 2013 com crescimento de 3,8% em relação ao ano anterior. Segundo o órgão, o faturamento das empresas aumentou, no último ano, em 17 dos 21 segmentos monitorados, com destaque para os setores de máquinas e materiais elétricos, com 17,7%, e madeira, com 12,2%. A indústria de transformação representa um quarto da economia nacional e emprega um em cada quatro trabalhadores com carteira assinada no Brasil. Consciente da importância desse mercado, a FEI mantém um curso de pós-graduação em Gestão da Manutenção e de Ativos, que visa preparar engenheiros e tecnólogos para o gerenciamento desses processos nas empresas.

A gestão da manutenção e de ativos refere-se à administração dos elementos geradores de renda nas empresas, como equipamentos, ações e pessoas, e o gerenciamento eficiente fornece informações sobre os processos produtivos a fim de melhorá-los, por meio da redução de gastos com manutenção industrial, paralisações não previstas e diagnósticos preventivos de problemas. “A gestão de ativos tornou-se uma verdadeira prioridade nas empresas”, informa o professor Milton Augusto Galvão Zen, coordenador da especialização, ao acrescentar que a recente publicação das normas da série ISO NBR 55000, em 2013, que dispõem sobre a gestão de riscos e oportunidades nas organizações, irá estimular o cuidado das companhias com seus ativos.

A área exige conhecimentos multidisciplinares e, por esse motivo, a especialização na FEI está embasada em três pilares. Em Ferramentas de Produtividade na Manutenção são apresentados conteúdos sobre Manutenção da Produtividade Total, Mudanças na Produção, Terceirização, Organização da Manutenção e Execução e Controle da Manutenção. Em Estratégias e Gestão da Manutenção os profissionais são capacitados para projetos de Planejamento Estratégico, Gestão de Energia, Gestão de Meio Ambiente, Gestão de Higiene, Segurança no Trabalho, Gestão de Ativos, Tomada de Decisão e Análise de Problemas. Em Valorização da Manutenção são aprofundados conhecimentos sobre Informática da Manutenção, Administração de Estoques de Manutenção, Administração de Recursos Humanos, Conhecimento Humano na Manutenção e Serviços de Negociação. O corpo docente é composto por profissionais com alto grau de conhecimento técnico e humanístico, com mestres e doutores, além de uma base considerada de mercado, oriunda de empresas de ponta. A especialização permite a atuação não apenas na área de Manutenção, mas também em Planejamento, Produção, Recursos Humanos e setor Financeiro.

Crescimento Profissional

Oficial da Marinha Mercante, Paulino Soares Neto sempre trabalhou na área de Manutenção em embarcações, com o gerenciamento de frotas. Com experiência de 25 anos em uma empresa de transporte de cargas, o profissional redefiniu os rumos de sua carreira após a conclusão da pós-graduação em Gestão da Manutenção e de Ativos na FEI, em 2010. “O curso agregou conhecimentos e me abriu muitas portas. Ao final, recebi uma proposta para trabalhar na Coreia do Sul. Lá, participei da construção de dois navios que, atualmente, operam na região do pré-sal”, informa. Ao retornar ao Brasil, após um ano e meio, Paulino Soares Neto continuou no setor de petróleo. Hoje, atua na divisão de óleo e gás do Grupo Schahin, na área de manutenção, com a aplicação dos conteúdos adquiridos em plataformas em alto-mar. Segundo ele, além da estrutura física, com boas instalações e recursos, a pós-graduação oferecida pela FEI destaca-se pelo corpo docente, que apresenta sólidos conhecimentos técnicos e muitas informações sobre o mercado.

O interesse em adquirir conhecimentos de novas estratégias de mercado foi o que levou Lenise Bezerra Moraes de Lima a cursar a especialização em Gestão da Manutenção e de Ativos. Graduada em Logística em 2012, a profissional trabalha na empresa Tecfil Filtros com planejamento da execução da manutenção mecânica e eletrônica e acompanhamento dos indicadores de planejamento, com o propósito de garantir a disponibilidade e a confiabilidade dos ativos instalados e a otimização dos recursos disponíveis. “Aplico muitos conceitos aprendidos em sala de aula na minha rotina de trabalho e no desenvolvimento de minhas atividades”, destaca. Cursando o terceiro módulo da pós-graduação, Lenise Moraes ressalta a qualificação e a experiência profissional do corpo docente e a oportunidade de trocar experiências com professores e colegas.

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Saiba mais sobre o curso clicando aqui!

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Matéria publicada na revista Domínio FEI – Nº18 (pág 38)

19 Mar

Simulação de dispositivos

Estudante do segundo ano de doutorado em Engenharia Elétrica na FEI, Arianne Soares desenvolve pesquisa sobre os ‘Modelos analíticos de comportamento elétrico estático para FinFETs’, transistor que utiliza mais de um plano para a condução de corrente. O projeto é orientado pelo professor doutor Renato Giacomini, chefe do Departamento de Engenharia Elétrica da Instituição, que também supervisionou o trabalho de mestrado da engenheira eletricista, concluído em 2012, sobre ‘Modelo analítico de resistência parasitária para FinFETs de porta dupla’. A jovem graduou-se em 2009 e, na Instituição, foi estagiária para projetos desenvolvidos na área no Instituto de Pesquisas Industriais (IPEI). Arianne Soares, que possui bolsa da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), estuda a ação de diferentes efeitos em dispositivos de ordem nanométrica, tendência tecnológica na fabricação de transistores. A modelagem dos dispositivos tem como objetivo determinar o grau de confiabilidade dos mesmos e compreende, também, a análise de robustez à radiação ionizante, etapa do projeto em que a doutoranda recebe a colaboração da professora Marcilei Guazzelli. Para avaliar a robustez dos transistores, a estudante realiza testes de simulação computacional que reproduzem um dos principais danos causados em dispositivos submetidos ao ambiente espacial. “O recurso ainda é pouco explorado e, por isso, não é tão bem compreendido”, enfatiza. A simulação consiste na descrição física dos transistores a fim de investigar quais os efeitos da radiação sobre eles. A engenheira relata que a tentativa de reprodução dos resultados da radiação é um recurso para tentar compreendê-la melhor, o que exige aprofundada investigação sobre a ferramenta de simulação.

Recursos

As tecnologias para a realização de testes de simulação são recursos disponíveis no Centro Universitário, que possui computadores com melhores capacidades de processamento e software para essa finalidade. “Nos computadores da FEI, com 24 núcleos, cada simulação leva em torno de 40 horas”, comenta o professor Renato Giacomini. Os resultados obtidos com as simulações serão analisados e, posteriormente, os dispositivos serão submetidos à radiação com objetivo de comparar as respostas obtidas com os dois tipos de testes. Para o uso do simulador é informado ao software o valor da energia que a partícula transfere ao material em que penetra. Com os resultados provenientes dessa investigação, Arianne Soares planeja avaliar o uso de dispositivos empilhados na área de eletrônica e, assim, propor as melhores associações dos transistores. A aluna afirma que existe interesse de pesquisadores e empresas da área, pois as configurações dos dispositivos podem influenciar o seu desempenho. Esta etapa do estudo de doutorado possui relação com o projeto desenvolvido por Robson Magalhães Assis em seu mestrado sobre ‘Estudos dos efeitos transitórios da radiação sobre a confiabilidade de transistores SOI’, finalizado em 2013. Com orientação do professor Renato Giacomini, o profissional formado pela FEI estudou a influência da radiação em dispositivos com tecnologia silíciosobre-isolante (SOI). A engenheira realiza os testes de simulação da radiação ionizante sobre os dispositivos de ordem nanométrica em parceria com o estudante de doutorado em Engenharia Elétrica, André Luiz Perin, que analisa o efeito do campo magnético sobre os dispositivos. Também com orientação do professor Renato Giacomini, o engenheiro da computação investiga os efeitos da radiação ionizante sobre os mesmos dispositivos.

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Matéria publicada na revista Domínio FEI – Nº17 (pág 26)

27 Feb

Rumo ao espaço

A radiação pode ser gerada por fontes naturais ou por dispositivos construídos pelo homem, podendo ser classificada em duas categorias: ionizante e não ionizante. A não ionizante é caracterizada pela baixa energia e está presente em ondas eletromagnéticas, como luz, calor e ondas de rádio. Já a radiação ionizante tem como propriedade a energia em quantidade suficiente para a interação com átomos neutros, com os quais interage nos meios em que se propaga. Neste caso, a energia é passível de arrancar elétrons dos átomos, processo em que o mesmo deixa de ser neutro e passa a ter uma carga positiva.

A radiação ionizante pode ser exemplificada pelas partículas alfa e beta e pelos raios gama, raios-X e também pelos nêutrons, não possui cor, cheiro, som e é indolor. Altamente penetrante, é utilizada nas áreas da saúde, indústria, agricultura, pesquisas de cronologia da Terra e geração de energia. Além disso, está presente no espaço, sendo conhecida como radiação ionizante cósmica ou galáctica. Em elevadas altitudes, pode ser prejudicial a atividades aéreas, como aviões, e também à órbita de satélites, uma vez que tem a capacidade de danificar os dispositivos eletrônicos existentes nos equipamentos e comprometer o seu funcionamento. Com o propósito de estudar dispositivos robustos à radiação ionizante, o Centro Universitário da FEI desenvolve pesquisas sobre o assunto nos níveis de Iniciação Científica, Mestrado e Doutorado, nos departamentos de Física e Engenharia Elétrica.

A Instituição explora essa linha de estudos há 12 anos, desde que o Brasil começou a sofrer embargos externos para a compra de itens eletrônicos e de componentes de uso espacial, provocando atrasos no desenvolvimento de projetos de interesse nacional. Os pesquisadores do Centro Universitário afirmam que a integração entre os dois campos do saber é essencial para o desenvolvimento de estudos sobre dispositivos robustecidos, uma vez que a Física detém os conhecimentos sobre radiação, enquanto a Engenharia Elétrica se incumbe dos dispositivos eletrônicos. Integração é também o termo que define os esforços de autoridades brasileiras, órgãos públicos, instituições de ensino e pesquisadores para que o País conquiste sua autonomia na criação e fabricação de transistores para uso espacial.

Uma das iniciativas é o projeto Circuitos Integrados Tolerantes à Radiação (CITAR), iniciativa do governo federal que reúne, entre outros, Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Agência Espacial Brasileira (AEB), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Fundação de Amparo à Pesquisa no Estado de São Paulo (FAPESP), Agência Brasileira da Inovação (FINEP), Instituto de Física da Universidade de São Paulo (IF-USP), Centro de Tecnologia Renato Archer, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e Instituto de Estudos Avançados (IEAv), com a possível participação do Centro Universitário da FEI, em breve. A iniciativa, que objetiva a consolidação de recursos e qualificação de mão de obra no Brasil para projetos na área, foi organizada em metas e prevê gastos da ordem de R$ 20 milhões de 2013 a 2015.

Segundo a professora doutora Marcilei A. Guazzelli da Silveira, do Departamento de Física da FEI, o projeto recebe o maior investimento já feito pelo País em um programa espacial com esta finalidade. A docente integra, juntamente com o professor doutor Roberto Baginski Santos, chefe do Departamento de Física, a equipe de qualificação do projeto na área de raios-X, com a administração do equipamento disponível no Centro Universitário para testes e formação de profissionais, e também em testes com prótons e íons pesados utilizando os aceleradores de partículas do IF-USP. Além disso, a Instituição conta com a participação do professor doutor Salvador Gimenez para o desenvolvimento da Meta 3 do projeto, referente à chave de potência com limite de corrente. No amplo conceito proposto pelo CITAR, também está incluída a tese de doutorado desenvolvida na FEI pelo engenheiro eletricista Luis Eduardo Seixas, que trabalha com pesquisas na área no Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer, na Divisão de Concepção de Sistemas de Hardware, espaço que pertence ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

Doutorando avalia efeitos em dispositivos semicondutores e circuitos integrados

Com o tema ‘Desenvolvimento de um sistema de caracterização elétrica dos efeitos da radiação ionizante em dispositivos semicondutores e circuitos integrados’, orientado pelo professor doutor Salvador Gimenez com colaboração da professora doutora Marcilei Guazzelli, o pesquisador Luis Eduardo Seixas objetiva a criação de um sistema automatizado, reconfigurável e inédito para armazenamento de informações sobre circuitos integrados analógicos, digitais ou mistos, com o propósito de facilitar o acesso às alterações das características elétricas para avaliação da robustez de cada um deles. Para tanto, planeja a criação de um hardware flexível para a avaliação de medidas elétricas, conectado via barramento PCI estendido de um computador para leitura dos dados adquiridos em softwares com linguagens gráficas. “É um sistema versátil, que pode ser utilizado para análise de dispositivos eletrônicos, além de ser de fácil reconfiguração”, afirma o pesquisador, ao explicar que o sistema será compacto e poderá ser embarcado para medição em aeronaves.

O engenheiro realiza estudos das normas que dispõem sobre os ensaios para a caracterização de transistores, a fim de executar testes práticos. Na FEI, são feitos ensaios no equipamento de raios-X, fonte energética controlada e segura, que foi totalmente calibrada para poder ser aplicada nessa área de pesquisa. “Os dispositivos são submetidos a diferentes doses de radiação e também à variação de taxas de dose”, observa. A calibração do equipamento é feita pela professora Marcilei Guazzelli, que também é interface do Centro Universitário no Instituto de Física da Universidade de São Paulo para a realização de testes de radiação ionizante no acelerador de partículas, chamado Pelletron. Os dispositivos estudados pelo doutorando também serão submetidos a essa tecnologia e a fontes de Cobalto 60, recurso de energia natural e limitado que desempenha ação similar à dos raios-X, porém, em menor intensidade, conforme o que é estabelecido em normas de estudos internacionais.

Em seu primeiro ano de doutorado, Luis Eduardo Seixas está trabalhando na fase de testes da pesquisa. As avaliações são feitas em dispositivos comuns e também em dispositivos que possuem layouts diferenciados, tecnologia desenvolvida pelo professor doutor Salvador Gimenez em colaboração com pesquisadores belgas, em 2010, e já exploradas em outros estudos de pós-graduação orientados pelo docente. “Os novos desenhos potencializam o efeito do transistor, elevando o valor de corrente elétrica”, avalia. Os transistores desenvolvidos pelo professor doutor Salvador Gimenez possuem formatos de diamante, octogonal e peixe, diferente da formatação quadrada empregada na fabricação dos mesmos. Nessas novas configurações, já patenteadas pelo pesquisador, o dispositivo tem diminuição da área vulnerável à radiação ionizante, o que eleva a sua capacidade. Os resultados obtidos por meio dos testes serão comparados, a fim de determinar quais dispositivos apresentam mais robustez à radiação ionizante, para formar a base de dados da Plataforma de hardware/software.

23 Jan

Especialização permite formação generalista

Com o mercado globalizado, as empresas procuram aumentar sua competitividade investindo na automação dos seus processos e plantas industriais. Com isso, cresce a demanda por especialistas com perfil generalista capazes de desempenhar diferentes atividades dentro da função. Voltado para profissionais, principalmente engenheiros eletricistas, eletrônicos ou mecânicos que atuam ou desejam trabalhar na automação ou no controle de sistemas industriais, nos quais a robótica é um dos pontos centrais, o curso de pós-graduação em Automação Industrial e Sistemas de Controle do Centro Universitário da FEI, que teve início em 1996, já formou 27 turmas, totalizando mais de 500 profissionais.

Com seis disciplinas, todas com abordagem de conhecimentos gerais, o aluno aprende sobre controladores lógicos programáveis (CLP), microprocessadores, sistemas hidráulicos e pneumáticos, controle de sistemas, instrumentação e robótica. “Com esse conteúdo, o curso forma especialistas em automação capazes de desempenhar diversas funções e de encontrar soluções rápidas e precisas”, garante o professor doutor Agenor de Toledo Fleury, coordenador do curso de especialização em Automação Industrial e Sistemas de Controle e do Programa de Pós-graduação, nível Mestrado, de Engenharia Mecânica da FEI.

Ao final do curso, o aluno apresenta uma monografia com base em um dos temas abordados durante a especialização. “Os trabalhos são de muito bom nível e os alunos têm mostrado grande dedicação, o que é resultado de uma rica grade curricular e, principalmente, de um corpo docente de primeira linha, constituído por professores titulados e por especialistas em áreas específicas com experiência na indústria, em pesquisa e novas tecnologias”, reflete o coordenador. Segundo o professor, essa especialização ‘abre mentes’, pois aborda pontos específicos de mais de uma Engenharia.

Para manter os profissionais afinados com o mercado, o curso é constantemente atualizado, incorporando novas metodologias de ensino. “Por ser mais curta e de aplicação mais imediata, a especialização tem como característica acompanhar mais rapidamente as necessidades dos profissionais do setor, assim como o mercado e como as tecnologias se desenvolvem”, enfatiza o professor, ao explicar que o curso possui um viés moderno e há uma procura cada vez mais significativa.

Mais qualificação

A escolha da FEI pela reputação e pela excelência em ensino superior foram os fatores que motivaram o engenheiro Carlos Henrique Santos a vir de Minas Gerais para cursar a especialização em Automação Industrial e Sistemas de Controle. “O ambiente é fantástico e as aulas excelentes, pois são ministradas por professores ligados à indústria e com carga de conhecimento e experiência muito elevadas, o que me motiva a ser mais confiante para buscar melhores oportunidades na minha área de atuação”, assegura o engenheiro que, atualmente, ocupa a função de gerente de produção na Chama Indústria e Comércio.

Formado em Engenharia Elétrica pela FEI, Leonardo Navarenho de Souza Fino cursou a especialização, pois sentiu a necessidade de ampliar seu conhecimento em busca de uma melhor colocação profissional. “O ambiente da Instituição, a qualificação dos professores e a grade curricular foram essenciais para minha escolha. O curso foi excelente pelo ganho de experiência e, principalmente, por conseguir aplicar o conhecimento adquirido na minha rotina de trabalho”, explica o engenheiro de produto do departamento Teardown & VAVE (Value Analysis & Value Engineering) da General Motors. A excelência do curso o motivou a investir na pesquisa. O engenheiro finalizou o mestrado e cursa o doutorado em Dispositivos Eletrônicos Integrados, também na FEI.

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Saiba mais sobre o curso de Especialização – Automação Industrial e Sistemas de Controle clicando aqui!

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Matéria publicada na revista Domínio FEI – Nº15 (pág 36)

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