06 Jul

Principais dúvidas sobre o Crédito Educativo

Com inscrições abertas para os cursos de Pós-Graduação, a FEI oferece um Crédito Educativo em parceria com a FUNDACRED. Tire todas suas dúvidas neste post.

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Construir uma sociedade mais desenvolvida, por meio da qualificação profissional, faz parte da missão do Centro Universitário FEI. Essa característica de crescimento está presente dentro dos campi da Instituição com ações distintas.

Partindo deste princípio, um convênio com a FUNDACRED – Fundação de Crédito Educativo, possibilita a concessão de bolsas de estudo para alunos da graduação e pós-graduação, pelo sistema de crédito rotativo.

Caracterizada como uma ferramenta de cunho social, a principal finalidade do Crédito Educativo é favorecer os estudantes que necessitam de um apoio econômico-financeiro para a realização dos estudos.

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Como sempre, uma série de dúvidas surge na mente dos interessados pelo benefício. Para isso, o Blog da FEI traz as principais respostas para estes questionamentos. Confira:

Quem pode participar?

Estudantes universitários, regularmente matriculados, excluídos aqueles já beneficiados integralmente por outro Programa de Bolsa de Estudos. Todos os candidatos devem possuir bom desempenho acadêmico.

Qual o percentual de crédito?

O valor do crédito corresponde a 25% ou 50% do custo das parcelas da semestralidade, excetuando-se o da matrícula, fixado pela FEI de acordo com o curso em que o aluno estiver matriculado.

Qual o prazo de utilização do crédito educativo?

O tempo regular do curso.

O Crédito Educativo exige garantias?

Sim. Para participar, o estudante deve possuir idoneidade cadastral e apresentar fiador com renda de 1,5 vezes o valor da mensalidade, respeitando o valor mínimo de 2 (dois) salários mínimos de vigência nacional.

Como se candidatar?

Após o período de matrículas, o aluno terá acesso ao site do Fundacred para realizar sua inscrição para o financiamento.

CredIES FEI será ofertado de acordo com a disponibilidade financeira da FEI, sem número de vagas preestabelecido, em benefício dos(as) candidatos(as) graduandos(as), calouros(as) e/ou veteranos(as), que de acordo com o critério social, comprovarem maior carência financeira, conforme renda bruta familiar per capita.

Como é feita a concessão do crédito?

A concessão do crédito educativo ou Bolsa Rotativa de Estudo é feita mediante a celebração, entre a FUNDACRED e o aluno indicado pela FEI, de um Contrato Particular de Mútuo, que estabelece prazo, garantia, forma de pagamento, atualização e penalidades idênticos, no que couber, àqueles estabelecidos no Contrato de Prestação de Serviço Educacional celebrado entre a FEI (Escola) e o aluno.

A FUNDACRED figura como mandatária da FEI (Escola), cabendo a esta a elaboração do instrumento, que, após conferido, assinado e aceito, suspende a cobrança das parcelas da semestralidade, em parte, dependendo do percentual concedido.

O direito à bolsa só emerge com a efetiva formalização do Contrato Particular de Mútuo.

E quanto à renovação do crédito?

O aluno bolsista Fundacred promovido ao próximo semestre letivo, terá renovação automática do crédito já concedido anteriormente. Em caso de reprovação por média ou faltas, sem qualquer exceção, o aluno terá direito a apenas uma renovação do crédito.

E o Crédito Educativo, como será pago?

Após doze meses da conclusão do curso, o estudante beneficiado inicia o reembolso dos valores emprestados.

A partir desta data, o valor componente da dívida do(a) MUTUÁRIO(A) será atualizado até o mês de reembolso de cada parcela, tomando como base de cálculo o valor unitário da respectiva semestralidade/anuidade então vigente. Ocorrendo a extinção do curso, a atualização dos valores dar-se-á pelo INPC – Índice Nacional de Preços ao Consumidor, ou outro índice que venha a substituí-lo, a partir da última variação da mensalidade aplicada.
Sobre o valor de cada parcela de reembolso, é acrescido o percentual de 0,35% (zero vírgula trinta e cinco por cento) ao mês, calculado entre a data do contrato e a data do efetivo pagamento da parcela, destinada ao fundo de administração.

O que ocorre se o bolsista trancar matrícula?

O aluno ao trancar matrícula, deverá pedir a suspensão de seu crédito. O trancamento de matrícula superior a um período letivo implica em cancelamento do crédito e a exigibilidade da contraprestação antecipada, ou seja, a restituição do crédito é antecipada para o mês seguinte (último dia do mês) ao 2º (segundo) trancamento.

O que ocorre se o bolsista cancelar matrícula ou pedir transferência para outra IES?

Se o BOLSISTA cancelar a matrícula, pedir transferência ou abandonar o curso, será considerada antecipadamente vencida a dívida resultante do Contrato de Mútuo, devidamente atualizada segundo o preço da mensalidade então em vigor.

O crédito da FUNDACRED oferece flexibilidade?

Sim. O estudante pode solicitar encerramento do crédito ou mesmo redução do percentual, quanto a renovação do seu crédito, que é feita a cada semestre.

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Conheça os cursos de pós-graduação da FEI e se inscreva.

Até o próximo post 😉

05 Jun

Pós-Graduação e empregabilidade

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O que é empregabilidade? A resposta para essa pergunta é simples, mas revela também um longo caminho a ser seguido. A empregabilidade está relacionada com o interesse que as empresas possuem em contratar e/ou manter um profissional em sua equipe. Quanto maior for a sua bagagem pessoal e profissional, com ótimas referências no mercado, mais você será visto e os empregadores terão interesse em te contratar.

Falando sobre o mercado trabalho, dizer que ele está em constante mudança já não é mais novidade, afinal, vivemos essa realidade há algum tempo. Bastam poucos anos para que as tecnologias sejam reinventadas, hábitos de consumo e comportamento sejam mudados.

Diante de tal cenário, cada profissional deve avaliar e, também, manter sua empregabilidade em constante mudança, apostando em qualificação e evolução. É preciso ser notado no mercado de trabalho.

De acordo com uma pesquisa realizada pela PayScale, empresa americana especializada em pesquisas de perfis salariais, cursar uma pós-graduação aumenta a empregabilidade para profissionais de diferentes áreas.

Para isso, se planejar e investir em cursos de especialização é um passo essencial para se manter atualizado (a). Seja recém-formado (a) ou com anos de experiência, estamos na era do conhecimento e simplesmente não há motivos para encerrar os estudos.

O Prof. Dr. Wilson de Castro Hilsdorf, coordenador do curso de pós-graduação em Estratégias para a Qualidade e Competitividade da FEI, comenta: “O mercado de trabalho pede por profissionais atualizados. Dependendo da carreira, é necessário mais do que um curso de especialização”.

Os benefícios ao cursar uma pós-graduação são incontáveis, como, por exemplo: redirecionar a carreira, podendo atuar em áreas mais específicas ou até mesmo despertar o espírito empreendedor, alterações de cargos e salários, visão ampla de negócios e gestão de pessoas e empresas.

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Para garantir todos esses fatores, é fundamental escolher uma instituição renomada para cursar a pós-graduação. É importante que a instituição esteja sempre atenta às expectativas e, principalmente, mudanças constantes do mercado.

A FEI está com inscrições abertas para diversos cursos de especialização e MBA, com a tradição e excelência no ensino que você conhece. Acesse o site, conheça e inscreva-se! Os cursos são oferecidos nos campi de São Bernardo do Campo e São Paulo a candidatos individuais e também podem ser oferecidos para grupos fechados. Invista em sua carreira!

Para mais informações:

Campus São Paulo – (11) 3274-5200
Envio de currículos para análise – iecatsp@fei.edu.br

Campus São Bernardo do Campo – (11) 4353-2909
Envio de currículos para análise – iecat@fei.edu.br

22 Jun

Conheça o novo curso da FEI: MBA em Gestão de Tecnologia de Informação

O Blog da FEI conversou com o Prof. Dr. William Sampaio Francini, Coordenador do MBA em Gestão de Tecnologia de Informação e Chefe do Departamento e Coordenador do Curso de Graduação em Administração do Centro Universitário FEI, campus São Paulo, para saber o objetivo dessa Pós-graduação, destaques do curso e para quais profissionais se destina. Confira!

Em quais áreas o profissional que tem um MBA em Gestão de Tecnologia de Informação pode atuar?

O profissional que tem um MBA em Gestão de Tecnologia de Informação pode atuar em diversas áreas relacionadas à administração e à tecnologia da informação, como estratégia organizacional, planejamento de gestão de tecnologia de informação, segurança da informação, sistemas analíticos, governança e compliance (conformidade), negociação, vendas e compras de serviços de TI, gestão de projetos de tecnologia da informação e empreendedorismo, com vistas a estruturar o próprio negócio de base tecnológica.

Qual o perfil dos profissionais dessa área?

Este profissional tem forte raciocínio lógico e propensão a conhecer novas tecnologias e soluções, orientação a tarefas e projetos, atento a detalhes. Deve saber trabalhar em equipe e de forma autônoma em ambientes multiculturais.

shutterstock_47829688Como um MBA como esse contribui para o currículo profissional?

Um MBA amplia a visão, conhecimentos e competências dos profissionais. Ao terem contato com as diversas áreas da administração e negócios, seu repertório é significativamente melhorado, inclusive em função da intensa troca de experiências com outros profissionais com diversas formações. Há ganhos significativos na comunicação interpessoal, em negociação e, evidentemente, em aspectos relacionados às novas tecnologias, colocando-o em linha e à frente das tendências tecnológicas, de forma que este profissional decidirá sobre as etapas futuras da organização e de sua própria carreira.

Como é o mercado de trabalho? É uma área saturada ou que sofre com a falta de profissionais qualificados?

O mercado de profissionais da área de TI é demandante, pois a velocidade da revolução tecnológica é grande, contínua e crescente. Em momentos de crise as organizações buscam novas soluções para reduções de custos e aumento de produtividade, assim como em momentos de expansão da economia, quando se investe ainda mais em inovação tecnológica, novos modelos de negócios, produtos e serviços.

Se fosse para destacar algo no curso da FEI, o que seria?

Willian (Coordenador do curso de ADM (38)A nova onda tecnológica, do Big Data, onde o volume disponível de dados é algo que há pouco tempo era inimaginável, abre enorme oportunidade para atuação com soluções de mobilidade, análises de dados, de mídias sociais e computação cognitiva – hardware e/ou software que imitam o funcionamento da mente humana e ajudam a melhorar a tomada de decisões – para os mais diversos setores da economia.

Portanto, o destaque está nas inúmeras possibilidades para estes profissionais criarem o seu futuro, o de suas organizações e de prosperidade através do desenvolvimento de negócios tecnológicos de classe internacional.

Qual o desafio de coordenar um curso como esse dentro da FEI?

Estabelecer parcerias com as melhores pessoas e empresas para oferecer o conhecimento aplicado e tecnologias que irão influenciar positivamente o ambiente de negócios, suportado por infraestrutura tecnológica compatível.

13 Jun

Eficiência na indústria de transformação

Dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI) indicam que a indústria de transformação fechou 2013 com crescimento de 3,8% em relação ao ano anterior. Segundo o órgão, o faturamento das empresas aumentou, no último ano, em 17 dos 21 segmentos monitorados, com destaque para os setores de máquinas e materiais elétricos, com 17,7%, e madeira, com 12,2%. A indústria de transformação representa um quarto da economia nacional e emprega um em cada quatro trabalhadores com carteira assinada no Brasil. Consciente da importância desse mercado, a FEI mantém um curso de pós-graduação em Gestão da Manutenção e de Ativos, que visa preparar engenheiros e tecnólogos para o gerenciamento desses processos nas empresas.

A gestão da manutenção e de ativos refere-se à administração dos elementos geradores de renda nas empresas, como equipamentos, ações e pessoas, e o gerenciamento eficiente fornece informações sobre os processos produtivos a fim de melhorá-los, por meio da redução de gastos com manutenção industrial, paralisações não previstas e diagnósticos preventivos de problemas. “A gestão de ativos tornou-se uma verdadeira prioridade nas empresas”, informa o professor Milton Augusto Galvão Zen, coordenador da especialização, ao acrescentar que a recente publicação das normas da série ISO NBR 55000, em 2013, que dispõem sobre a gestão de riscos e oportunidades nas organizações, irá estimular o cuidado das companhias com seus ativos.

A área exige conhecimentos multidisciplinares e, por esse motivo, a especialização na FEI está embasada em três pilares. Em Ferramentas de Produtividade na Manutenção são apresentados conteúdos sobre Manutenção da Produtividade Total, Mudanças na Produção, Terceirização, Organização da Manutenção e Execução e Controle da Manutenção. Em Estratégias e Gestão da Manutenção os profissionais são capacitados para projetos de Planejamento Estratégico, Gestão de Energia, Gestão de Meio Ambiente, Gestão de Higiene, Segurança no Trabalho, Gestão de Ativos, Tomada de Decisão e Análise de Problemas. Em Valorização da Manutenção são aprofundados conhecimentos sobre Informática da Manutenção, Administração de Estoques de Manutenção, Administração de Recursos Humanos, Conhecimento Humano na Manutenção e Serviços de Negociação. O corpo docente é composto por profissionais com alto grau de conhecimento técnico e humanístico, com mestres e doutores, além de uma base considerada de mercado, oriunda de empresas de ponta. A especialização permite a atuação não apenas na área de Manutenção, mas também em Planejamento, Produção, Recursos Humanos e setor Financeiro.

Crescimento Profissional

Oficial da Marinha Mercante, Paulino Soares Neto sempre trabalhou na área de Manutenção em embarcações, com o gerenciamento de frotas. Com experiência de 25 anos em uma empresa de transporte de cargas, o profissional redefiniu os rumos de sua carreira após a conclusão da pós-graduação em Gestão da Manutenção e de Ativos na FEI, em 2010. “O curso agregou conhecimentos e me abriu muitas portas. Ao final, recebi uma proposta para trabalhar na Coreia do Sul. Lá, participei da construção de dois navios que, atualmente, operam na região do pré-sal”, informa. Ao retornar ao Brasil, após um ano e meio, Paulino Soares Neto continuou no setor de petróleo. Hoje, atua na divisão de óleo e gás do Grupo Schahin, na área de manutenção, com a aplicação dos conteúdos adquiridos em plataformas em alto-mar. Segundo ele, além da estrutura física, com boas instalações e recursos, a pós-graduação oferecida pela FEI destaca-se pelo corpo docente, que apresenta sólidos conhecimentos técnicos e muitas informações sobre o mercado.

O interesse em adquirir conhecimentos de novas estratégias de mercado foi o que levou Lenise Bezerra Moraes de Lima a cursar a especialização em Gestão da Manutenção e de Ativos. Graduada em Logística em 2012, a profissional trabalha na empresa Tecfil Filtros com planejamento da execução da manutenção mecânica e eletrônica e acompanhamento dos indicadores de planejamento, com o propósito de garantir a disponibilidade e a confiabilidade dos ativos instalados e a otimização dos recursos disponíveis. “Aplico muitos conceitos aprendidos em sala de aula na minha rotina de trabalho e no desenvolvimento de minhas atividades”, destaca. Cursando o terceiro módulo da pós-graduação, Lenise Moraes ressalta a qualificação e a experiência profissional do corpo docente e a oportunidade de trocar experiências com professores e colegas.

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Saiba mais sobre o curso clicando aqui!

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Matéria publicada na revista Domínio FEI – Nº18 (pág 38)

19 Mar

Simulação de dispositivos

Estudante do segundo ano de doutorado em Engenharia Elétrica na FEI, Arianne Soares desenvolve pesquisa sobre os ‘Modelos analíticos de comportamento elétrico estático para FinFETs’, transistor que utiliza mais de um plano para a condução de corrente. O projeto é orientado pelo professor doutor Renato Giacomini, chefe do Departamento de Engenharia Elétrica da Instituição, que também supervisionou o trabalho de mestrado da engenheira eletricista, concluído em 2012, sobre ‘Modelo analítico de resistência parasitária para FinFETs de porta dupla’. A jovem graduou-se em 2009 e, na Instituição, foi estagiária para projetos desenvolvidos na área no Instituto de Pesquisas Industriais (IPEI). Arianne Soares, que possui bolsa da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), estuda a ação de diferentes efeitos em dispositivos de ordem nanométrica, tendência tecnológica na fabricação de transistores. A modelagem dos dispositivos tem como objetivo determinar o grau de confiabilidade dos mesmos e compreende, também, a análise de robustez à radiação ionizante, etapa do projeto em que a doutoranda recebe a colaboração da professora Marcilei Guazzelli. Para avaliar a robustez dos transistores, a estudante realiza testes de simulação computacional que reproduzem um dos principais danos causados em dispositivos submetidos ao ambiente espacial. “O recurso ainda é pouco explorado e, por isso, não é tão bem compreendido”, enfatiza. A simulação consiste na descrição física dos transistores a fim de investigar quais os efeitos da radiação sobre eles. A engenheira relata que a tentativa de reprodução dos resultados da radiação é um recurso para tentar compreendê-la melhor, o que exige aprofundada investigação sobre a ferramenta de simulação.

Recursos

As tecnologias para a realização de testes de simulação são recursos disponíveis no Centro Universitário, que possui computadores com melhores capacidades de processamento e software para essa finalidade. “Nos computadores da FEI, com 24 núcleos, cada simulação leva em torno de 40 horas”, comenta o professor Renato Giacomini. Os resultados obtidos com as simulações serão analisados e, posteriormente, os dispositivos serão submetidos à radiação com objetivo de comparar as respostas obtidas com os dois tipos de testes. Para o uso do simulador é informado ao software o valor da energia que a partícula transfere ao material em que penetra. Com os resultados provenientes dessa investigação, Arianne Soares planeja avaliar o uso de dispositivos empilhados na área de eletrônica e, assim, propor as melhores associações dos transistores. A aluna afirma que existe interesse de pesquisadores e empresas da área, pois as configurações dos dispositivos podem influenciar o seu desempenho. Esta etapa do estudo de doutorado possui relação com o projeto desenvolvido por Robson Magalhães Assis em seu mestrado sobre ‘Estudos dos efeitos transitórios da radiação sobre a confiabilidade de transistores SOI’, finalizado em 2013. Com orientação do professor Renato Giacomini, o profissional formado pela FEI estudou a influência da radiação em dispositivos com tecnologia silíciosobre-isolante (SOI). A engenheira realiza os testes de simulação da radiação ionizante sobre os dispositivos de ordem nanométrica em parceria com o estudante de doutorado em Engenharia Elétrica, André Luiz Perin, que analisa o efeito do campo magnético sobre os dispositivos. Também com orientação do professor Renato Giacomini, o engenheiro da computação investiga os efeitos da radiação ionizante sobre os mesmos dispositivos.

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Matéria publicada na revista Domínio FEI – Nº17 (pág 26)

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