Blog da FEI Centro Universitário FEI | Palestra
21 maio

FEI contribui para pesquisa no setor visual

As áreas da Engenharia e Ciência da Computação têm exercido um importante papel na evolução e criação de novas tecnologias a favor da saúde. Sistemas inteligentes, automatizados e dinâmicos podem trazer resultados e diagnósticos cada vez mais precisos, possibilitando assim uma solução mais eficaz. No embalo desse cenário encontramos também diversas startups em todo o mundo, beneficiando a área da saúde com criatividade e inovação. O LAPAN – Laboratório de Ciências Aplicadas e Neurociências da Visão da Faculdade de Engenharia da UFMG em parceria com o Hospital de Olhos de Minas Gerais tem sido um dos mais produtivos em artigos, teses de mestrado e doutorado e registro de patentes.

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Na última sexta-feira, 18 de maio, os alunos do Centro Universitário FEI puderam assistir a palestra “Sistema Visual”, ministrada pelo Prof. Dr. Ricardo Guimarães, médico oftalmologista e diretor de pesquisas clínicas do LAPAN. Durante o encontro, Dr. Ricardo apresentou os temas nos quais a UFMG e Hospital de Olhos estão têm pesquisado em conjunto, também com o apoio do Centro Universitário FEI. Incentivar a pesquisa em prol do bem-estar é preparar os alunos, futuros profissionais, para os desafios do futuro que serão parte da vida de todos nas próximas décadas.

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27 abr

FEI na FEIMEC 2018

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Promover um ensino de qualidade, alinhado às demandas do mercado de trabalho, só é possível porque a FEI está constantemente atualizada com as mudanças do setor, inovações e tendências. Além das pesquisas e estudos realizados na Instituição, é preciso que professores e alunos sejam levados além do campus, tendo contato real com a indústria e todo o cenário mundial que fazem parte do cotidiano de profissionais da área.

A FEIMEC – Feira Internacional de Máquinas e Equpamentos, reuniu entre os dias 24 e 28 de abril, grandes marcas da indústria e suas inovações, conceitos e, principalmente, tendências para as próximas décadas. Sempre atenta, a FEI marcou presença no evento promovendo um diálogo entre alunos, professores e todos os profissionais presentes.

Em uma área chamada “Parque de Ideias”, um estande da FEI foi montado para apresentação de alguns trabalhos desenvolvidos por alunos e, também palestras com professores. Uma via de mão dupla que condiz totalmente com o DNA do Centro Universitário FEI desde sua criação: apoiar o desenvolvimento tecnológico e ser referência no País.

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Em entrevista, o professor do curso de Engenharia de Produção da FEI, Alexandre Massote, comentou: “A FEI surgiu justamente para dar apoio ao desenvolvimento industrial, principalmente do Estado de São Paulo. Essa feira é uma ótima oportunidade para a FEI, de cada vez mais ficar perto dessas empresas. Os alunos serão futuros Engenheiros que trabalharão para as pessoas que estão expondo aqui”.

A todos que passavam pelo estande, uma curiosidade em comum: o veículo Fórmula FEI. Projetado por alunos de diversas Engenharias, como mecânica e elétrica, os estudantes levaram os dois modelos de carros que competem em níveis nacional e internacional. O primeiro apresentado foi o Fórmula Combustão, que para 2018 traz a injeção programável como novidade, além de muitas outras. E também o Fórmula Elétrico, que está alinhado a grande tendência dos veículos movidos à bateria. Um ponto interessante na exposição de projetos de alunos foi o Projeto SAMPE, da Engenharia de Materiais. O objetivo deste trabalho é construir pontes com um material leve, mas que suporta grandes pesos. Esse material foi utilizado no Design do veículo Fórmula, como estratégia para garantir uma melhor performance de velocidade no carro.

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Enquanto os alunos trocavam conhecimentos com os visitantes, os professores palestravam para o público sobre o papel da FEI no desenvolvimento tecnológico do País. O professor Flavio Tonidanel, coordenador do curso de Ciência da Computação da FEI, apresentou sobre o futuro dos robôs inteligentes e como eles já são realidade no dia a dia de muitas pessoas. Os professores Fábio Lima, Alexandre Massote e Rodrigo Filev, dos cursos de Engenharia de Produção e Ciência da Computação, dialogaram sobre a Indústria 4.0 e como a FEI está inserida neste contexto.

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Para o professor Alexandre Massote, essa troca de conhecimentos entre a FEI e a indústria é fundamental: “A palavra chave para o crescimento chama-se “Colaboração e Compartilhamento”. Então, a escola tem que compartilhar com a indústria aquilo que ela desenvolve. Por outro lado, as empresas têm que compartilhar com a escola no foco e na definição dos problemas”.

Veja mais destaques do evento no vídeo abaixo:

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Até o próximo post 😉

23 abr

O Desafio do Engenheiro na Indústria

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Formado pela FEI em 1997, Marcos Vinicius Teixeira é atualmente Gerente de Qualidade na FCA – Fiat Chrysler Automobiles, além de ser membro representativo da SAE, Sociedade de Engenheiros Automotivos. Além da vasta experiência que o engenheiro traz em seu currículo, uma delas é especial para a FEI: Marcos foi o primeiro capitão da Equipe FEI Baja, que hoje figura entre as melhores equipes do mundo na competição.

Em um clima descontraído mesclado com nostalgia, o engenheiro FEIano esteve na Instituição na última sexta-feira, 20 de abril, para ministrar uma palestra aos alunos sobre os principais desafios de um (a) engenheiro (a) na indústria e como as mudanças das próximas décadas vão impactar na formação profissional de cada um deles.

Confira no vídeo abaixo os principais destaques e, também, o depoimento do palestrante:

Sobre ter participado como idealizador do projeto FEI Baja, Marco Vinicius comenta: “Me ensinou uma série de coisas. Me ensinou a colaboração, me ensinou como é difícil compor um time, como conversar com as empresas para poder viabilizar o projeto. É uma série de coisas que eu carrego até hoje, me formou como profissional”

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Até o próximo post 😉

 

25 out

Uma dose de café e muito conhecimento, por favor ;)

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Na última segunda-feira, 23 de outubro, uma manhã muito agradável e cheia de conhecimento marcou mais uma edição do Café com a Engenharia Química, onde alunos e professores da FEI receberam a palestrante Maria Cristina Nascimento, presidente da ABEQ – Associação Brasileira de Engenharia Química.

O objetivo desse encontro foi promover aos alunos um diálogo com o mercado de trabalho, sobretudo o papel do Engenheiro Químico no desenvolvimento de processos e produtos na indústria. A convidada, Maria Cristina, trouxe duas apresentações com diversos exemplos práticos sobre o tema, abrindo espaço para perguntas de todos os tipos.

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 Maria Cristina Nascimento

Presidente da ABEQ – Associação Brasileira de Engenharia Química

Os questionamentos mais comuns entre os estudantes foram sobre conquistar um emprego e como ser inovador para atender as demandas exigentes em um Engenheiro Químico. Apesar de ser uma área exata, Cristina afirma que é preciso ser inovador e criativo.

“O profissional que vai trabalhar em inovação tem que ser curioso, tem que querer entender melhor, saber melhor. Esse é o perfil. É um profissional que busca alternativas, que não se prende em estudar somente aquilo que lhe foi demandado. Ele também precisa conhecer além do espaço dele, como que o trabalho vai impactar os outros, além da flexibilidade e boa relação interpessoal”, comentou a palestrante.

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Segundo Cristina, as grandes empresas têm apostado muito em perfis jovens em suas equipes, justamente pela inovação das ideias, mas ao mesmo tempo, como um ponto de equilíbrio, sempre haverá dois ou três engenheiros mais experientes.

Essas palestras funcionam como uma janela para o amplo (e concorrido) mercado de trabalho. Mais que isso, os alunos percebem o valor de poderem conversar com profissionais expressivos sobre a área que estudam, como forma de influência nas decisões futuras sobre carreira.

A aluna do 7º ciclo de Engenharia Química, Caroline Alfredo da Silva, comenta: “Ajudou muito a ter uma noção de como funciona na prática, não só para mim, mas principalmente para o pessoal novo da Engenharia Química. Acho que a faculdade permite ter uma visão muito técnica de como o Engenheiro Químico trabalha, então eu acho primordial esse tipo de conversa, poder ter esse bate papo informal, a liberdade de saber como é o dia a dia e se é isso o que queremos para as nossas vidas”.

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O encontro terminou com diversas fotos para recordação, uma visita de Maria Cristina aos laboratórios de Engenharia Química da FEI e uma certeza: compartilhar conhecimento é sempre válido, melhor ainda quando acompanhado de um bom café!

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