16 jan

E-Commerce & Marketing Digital: novo curso de Pós-Graduação FEI

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Ser criativo e dinâmico é o primeiro passo para inovar e evoluir na carreira profissional. As mudanças no mercado trabalho têm, cada vez mais, exigido novas competências e conhecimentos que são somados às áreas distintas de sua origem. O advento da internet abriu inúmeras portas que permitem enxergar novas oportunidades de sucesso.

De olho neste cenário, na demanda crescente de jovens profissionais buscando empreender o próprio negócio, o programa de pós-graduação do Centro Universitário FEI abriu vagas para o novo curso de Especialização em E-Commerce & Marketing Digital.

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Com duração de um ano, a Especialização tem como objetivo capacitar o aluno a desenvolver soluções digitais para B2B (vendas de empresas para outras empresas) e B2C (vendas de empresa para cliente final), além da elaboração, criação e implementação de lojas virtuais com foco na relação com o cliente. Saiba mais aqui.

Há algum tempo, a área era vista somente como um complemento de profissionais graduados em Comunicação e Marketing. E claro, é natural que grande parte do público tenha essa origem em seus currículos. No entanto, há uma crescente demanda de profissionais de Administração, Ciência da Computação e Engenharia, além de áreas de tecnologia em geral, que buscam ampliar seus conhecimentos a fim de conquistar mais espaço no mercado de trabalho.

Seja empreendendo ou atuando em corporações, invista em sua carreira! Inscrições através do e-mail: iecat@fei.edu.br ou (11) 4353-2900 (Ramal 2019).

23 ago

Debate sobre inovação no IPEI Infoco

Mais uma edição do IPEI Infoco, realizada no campus São Bernardo do Campo da FEI, promoveu a alunos e convidados um debate sobre inovação no mercado de trabalho.

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Em 16 de agosto aconteceu o IPEI Infoco, fórum que reúne alunos, professores e convidados da Instituição, em um debate sobre inovação para o mercado de trabalho. Desta vez, o palestrante foi Weber Porto, ex-aluno FEI e Presidente Regional da Evonik, empresa química alemã reconhecida como uma das mais inovadoras do mundo.

Weber abriu sua palestra comentando, com muito bom humor, dos seus tempos de aluno na Instituição. Formado em Engenharia Química na turma de 1981, lembrou de alguns episódios com professores e comentou sobre antigos laboratórios, onde hoje está parte dos restaurantes da área de conveniência da FEI.

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Weber Porto – Ex-aluno FEI e Presidente Regional da Evonik

Em meio a esse divertido discurso, Weber já começou com algumas dicas sobre a importância da FEI na formação dos profissionais.

“Na realidade a gente sai bastante preparado para a vida real. Isso que é bastante importe, porque a realidade lá fora é difícil, onde a qualificação dos profissionais não deve ser somente do conhecimento, mas é preciso pensar, raciocinar e inovar”

Falando de inovação, o engenheiro FEIano trouxe exemplos e mostrou um pouco da rotina da empresa onde, na América do Sul e Central, atua como presidente. Para Weber, ser inovador começa com detalhes pequenos, como, por exemplo, um agradável ambiente de trabalho e muita dedicação ao cenário atual em que a empresa/profissional vive. É preciso ser ousado, mas ao mesmo tempo, ter consciência dos passos e decisões a serem tomados por todos na organização.

Confira mais dicas com o próprio Weber Porto, no vídeo abaixo:

Até o próximo post 😉

 

23 nov

Centro Universitário FEI é eleita a 2ª Melhor Instituição Privada do país na área de Engenharia e Produção

O Guia do Estudante 2016 elegeu o Centro Universitário FEI como a 2ª Melhor Instituição Privada do país na área de Engenharia e Produção. A engenharia está em todo lugar e tem participação em cada material, equipamento e até no alimento que consumimos. O papel do engenheiro é projetar e realizar e a FEI forma, há 70 anos, profissionais capacitados com excelência para criar e desenvolver projetos em diversas áreas.

Pesquisa recente divulgada pela revista Época Negócios aponta que 48,3% dos CEOS brasileiros são formados em Engenharia. Esse fato pode ser explicado pela qualidade e grande tradição das escolas de engenharia no Brasil que preparam os profissionais para realizar tarefas diversas.

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O Centro Universitário FEI possui três grandes e modernos Centros de Laboratórios de Engenharia: elétricos, mecânicos e químicos e oferece aos estudantes a oportunidade de contato com materiais específicos em todos os cursos de graduação. A FEI proporciona ao estudante a possibilidade de aprender com equipamentos de última geração e compartilha conhecimentos voltados para a realidade do mercado de trabalho.

O Vestibular FEI 2016 acontecerá nos dias 5 e 6 de dezembro e as inscrições vão até o dia 27 de novembro. Acesse o site e se inscreva: www.vestibular.fei.edu.br

03 jun

Demanda em infraestrutura e tecnologia abre perspectivas no mercado de trabalho para engenheiros

O campo da Engenharia tem se expandido para atender às necessidades do País e à modernização dos processos construtivos, de produção e planejamento, em diversas áreas da atividade econômica. Nesse cenário, o engenheiro exerce um papel de grande relevância. Segundo a Vice-Reitora de Extensão e Atividades Comunitárias do Centro Universitário da FEI, professora doutora Rivana Marino, atualmente o País carece de uma grande demanda por obras de infraestrutura. “Estamos em um momento de expansão com construções de estradas, aeroportos e redes elétricas, por exemplo; nessa demanda, o engenheiro tem espaço garantido”, afirma.

Há 13 anos na Vice-Reitoria, formada em Engenharia Química pela FEI, com Doutorado e Mestrado, e pertencente ao corpo docente da Instituição desde 1992, a Profa. Rivana acompanha de perto as mudanças na área de Engenharia e as tendências na formação acadêmica. Respaldada por essa vivência, acredita que este ano será ainda mais promissor para a carreira de Engenharia: a profissão terá um novo impulso com a demanda por profissionais para os setores de infraestrutura e tecnologia. “Para suprir essas demandas, é fundamental que o profissional esteja bem-preparado, atualizado e tenha o conhecimento necessário para propor inovações”, afirma a Vice-Reitora. “A tecnologia é feita de ciência, portanto é preciso dominá-la para produzir e ousar para o novo, ir além do conhecimento adquirido nos livros e na sala de aula”.

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Capacidade para inovar é um diferencial cada vez mais requerido aos engenheiros.

O mercado é muito disputado. De acordo com o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia – Confea houve um aumento em torno de 230% de profissionais registrados nos últimos 10 anos. Em 2004 estavam registrados 31.357mil profissionais e, em 2014, o número saltou para 103.340 mil em todo o País. Por outro lado, embora os dados sejam controversos, existe um consenso de que faltam engenheiros em número suficiente para atender à demanda da indústria brasileira. Segundo dados do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação – MCTI o Brasil ainda é o que menos forma engenheiros anualmente, entre os países do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China). São cerca de 30 mil ao ano. A FEI forma cerca de 220.

Para formar profissionais capacitados e com perfil adequado ao novo cenário brasileiro, a FEI oferece aos alunos a oportunidade de aplicar suas habilidades nos laboratórios em aulas práticas, o que favorece o desenvolvimento técnico e contribui para o raciocínio científico. Estimula a pesquisa e a inovação por meio de vários projetos e disciplinas.

Aos interessados em participar do processo seletivo do segundo semestre de 2015 tem até o dia 5 de junho para se inscrever nas seguintes habilitações: Mecânica, Mecânica com ênfase em Automobilística, Elétrica, Elétrica com ênfase em Eletrônica, em Computadores e em Telecomunicações; além de Engenharia Têxtil, Química, Civil, de Materiais, de Produção e de Automação e Controle. As provas serão nos dias 13 e 14 de junho. Informações e inscrições pelo site: www.fei.edu.br ou nas secretarias dos campi da Instituição.

03 abr

Jovens e donos do próprio negócio

O Brasil é conhecido internacionalmente como um país empreendedor, o quarto colocado no ranking mundial de percentual de empreendedores em relação à sua população. Uma pesquisa de âmbito mundial, realizada em 2012 pela Global Entrepreneurship Monitor, em parceria com o SEBRAE, revelou que a proporção dos brasileiros que desejam ter o próprio negócio (43,5%) é superior a dos que desejam fazer carreira em empresas (24,7%).

Em meio a tantos números estatísticos um fator chamou a atenção na pesquisa. Do número de empreendedores brasileiros, 52,10% possuem a faixa etária entre 18 e 34 anos, dado que representa o interesse e o empenho do jovem brasileiro em se tornar dono do próprio negócio. Para alguns especialistas este interesse pelo empreendedorismo entre os jovens está justamente ligado ao fato de ser uma geração que está crescendo em um ambiente empreendedor, como o Brasil, além de terem, relativamente, mais instrução do que as gerações anteriores.

Segundo o coordenador do Departamento de Administração da FEI campus São Paulo, Prof. Dr. William Sampaio Francini, o mundo atual no qual vivem os jovens contribui para que eles assumam riscos, uma vez que o ambiente macro econômico já há algum tempo é menos imprevisível do que na época da hiperinflação. Ele explica que o próprio governo – nas diversas esferas – tem programas focados no incentivo ao empreendedor, e em muitas escolas, têm a disciplina Empreendedorismo em sua grade curricular, como é o caso do curso de Administração da FEI, onde atividades como a geração de um plano de negócios ou o desenvolvimento de novos modelos de negócios servem para influenciar o jovem a ser mais ousado. “A grande vantagem de já nascerem no mundo high tech amplia e potencializa as perspectivas na direção da economia da informação, e seu uso reforça as novas oportunidades de negócios”, explica o professor.

Sem Medo de Inovar

Ousadia e aprendizado, aliado à capacidade empreendedora, fez com que dois ex-alunos de Administração da FEI criassem a Isto é Brasil Marketing e Comunicação, empresa de marketing, propaganda, eventos e comunicação voltada às questões do País. Formados em 2007, os sócios Maurílio Santos e Leandro Marcel Tomás de Souza tiveram a ideia de criar a empresa ainda durante o curso, quando começaram a participar de associações de empreendedores, como o Comitê de Jovens Empreendedores da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). “Nosso objetivo é desenvolver estratégias de marketing e comunicação voltadas ao povo brasileiro, respeitando as diferenças regionais e as culturas locais”, explica Maurílio Santos.

No começo os sócios explicam que tiveram algumas dificuldades para administrar o próprio negócio, como custos e resultados, especialmente por atuarem com prestação de serviços, o que os obrigou a reaprender conceitos ensinados em sala de aula. “Tivemos que aprender a fazer custo para viabilizar nossas ideias para os clientes, pois estávamos perdendo competitividade ao participar de concorrências”, comentou Maurílio.

Primeiros Passos

Identificar um mercado potencial onde se pretende aplicar a sua ideia é um passo importante, mas tomar a decisão de entrar no negócio pode causar certo receio e demanda tempo, com isso a oportunidade pode se perder. Mas então, como identificar uma área promissora para quem deseja se tornar um jovem empreendedor?

O Prof. William explica que as mídias sociais estão aí e podem ser uma excelente ferramenta para comunicação com o público e que muitas aplicações podem ser desenvolvidas para a análise das mídias sociais. Além disso, o professor reforça que, competências em estratégia, marketing, estatística e tecnologias de informação certamente elevam o potencial para empreendedorismo. “Desejo, foco e sagacidade, isto é, estar atento aos simples indícios do mercado e de novas tecnologias, são a meu ver os direcionadores centrais de um negócio. Correr riscos – calculados – deve ser parte da personalidade, além é claro, de procurar adquirir a experiência necessária para ter condições de tocar o negócio nas fases iniciais, que são as mais difíceis”.

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