23 Aug

Debate sobre inovação no IPEI Infoco

Mais uma edição do IPEI Infoco, realizada no campus São Bernardo do Campo da FEI, promoveu a alunos e convidados um debate sobre inovação no mercado de trabalho.

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Em 16 de agosto aconteceu o IPEI Infoco, fórum que reúne alunos, professores e convidados da Instituição, em um debate sobre inovação para o mercado de trabalho. Desta vez, o palestrante foi Weber Porto, ex-aluno FEI e Presidente Regional da Evonik, empresa química alemã reconhecida como uma das mais inovadoras do mundo.

Weber abriu sua palestra comentando, com muito bom humor, dos seus tempos de aluno na Instituição. Formado em Engenharia Química na turma de 1981, lembrou de alguns episódios com professores e comentou sobre antigos laboratórios, onde hoje está parte dos restaurantes da área de conveniência da FEI.

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Weber Porto – Ex-aluno FEI e Presidente Regional da Evonik

Em meio a esse divertido discurso, Weber já começou com algumas dicas sobre a importância da FEI na formação dos profissionais.

“Na realidade a gente sai bastante preparado para a vida real. Isso que é bastante importe, porque a realidade lá fora é difícil, onde a qualificação dos profissionais não deve ser somente do conhecimento, mas é preciso pensar, raciocinar e inovar”

Falando de inovação, o engenheiro FEIano trouxe exemplos e mostrou um pouco da rotina da empresa onde, na América do Sul e Central, atua como presidente. Para Weber, ser inovador começa com detalhes pequenos, como, por exemplo, um agradável ambiente de trabalho e muita dedicação ao cenário atual em que a empresa/profissional vive. É preciso ser ousado, mas ao mesmo tempo, ter consciência dos passos e decisões a serem tomados por todos na organização.

Confira mais dicas com o próprio Weber Porto, no vídeo abaixo:

Até o próximo post 😉

 

23 Nov

Centro Universitário FEI é eleita a 2ª Melhor Instituição Privada do país na área de Engenharia e Produção

O Guia do Estudante 2016 elegeu o Centro Universitário FEI como a 2ª Melhor Instituição Privada do país na área de Engenharia e Produção. A engenharia está em todo lugar e tem participação em cada material, equipamento e até no alimento que consumimos. O papel do engenheiro é projetar e realizar e a FEI forma, há 70 anos, profissionais capacitados com excelência para criar e desenvolver projetos em diversas áreas.

Pesquisa recente divulgada pela revista Época Negócios aponta que 48,3% dos CEOS brasileiros são formados em Engenharia. Esse fato pode ser explicado pela qualidade e grande tradição das escolas de engenharia no Brasil que preparam os profissionais para realizar tarefas diversas.

iStock_000013311891LargeO fato dos engenheiros possuírem uma forte base em cálculo permite que se adequem a funções distintas como administração e gestão e são os menos impactados pela crise econômica. Apesar do curso de engenharia ser um dos mais procurados nos vestibulares, o mercado está carente de profissionais com visão ampla e que saibam inovar e trabalhar em equipe.

O Centro Universitário FEI possui três grandes e modernos Centros de Laboratórios de Engenharia: elétricos, mecânicos e químicos e oferece aos estudantes a oportunidade de contato com materiais específicos em todos os cursos de graduação. A FEI proporciona ao estudante a possibilidade de aprender com equipamentos de última geração e compartilha conhecimentos voltados para a realidade do mercado de trabalho.

O Vestibular FEI 2016 acontecerá nos dias 5 e 6 de dezembro e as inscrições vão até o dia 27 de novembro. Acesse o site e se inscreva: www.vestibular.fei.edu.br

03 Jun

Demanda em infraestrutura e tecnologia abre perspectivas no mercado de trabalho para engenheiros

O campo da Engenharia tem se expandido para atender às necessidades do País e à modernização dos processos construtivos, de produção e planejamento, em diversas áreas da atividade econômica. Nesse cenário, o engenheiro exerce um papel de grande relevância. Segundo a Vice-Reitora de Extensão e Atividades Comunitárias do Centro Universitário da FEI, professora doutora Rivana Marino, atualmente o País carece de uma grande demanda por obras de infraestrutura. “Estamos em um momento de expansão com construções de estradas, aeroportos e redes elétricas, por exemplo; nessa demanda, o engenheiro tem espaço garantido”, afirma.

Há 13 anos na Vice-Reitoria, formada em Engenharia Química pela FEI, com Doutorado e Mestrado, e pertencente ao corpo docente da Instituição desde 1992, a Profa. Rivana acompanha de perto as mudanças na área de Engenharia e as tendências na formação acadêmica. Respaldada por essa vivência, acredita que este ano será ainda mais promissor para a carreira de Engenharia: a profissão terá um novo impulso com a demanda por profissionais para os setores de infraestrutura e tecnologia. “Para suprir essas demandas, é fundamental que o profissional esteja bem-preparado, atualizado e tenha o conhecimento necessário para propor inovações”, afirma a Vice-Reitora. “A tecnologia é feita de ciência, portanto é preciso dominá-la para produzir e ousar para o novo, ir além do conhecimento adquirido nos livros e na sala de aula”.

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Capacidade para inovar é um diferencial cada vez mais requerido aos engenheiros.

O mercado é muito disputado. De acordo com o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia – Confea houve um aumento em torno de 230% de profissionais registrados nos últimos 10 anos. Em 2004 estavam registrados 31.357mil profissionais e, em 2014, o número saltou para 103.340 mil em todo o País. Por outro lado, embora os dados sejam controversos, existe um consenso de que faltam engenheiros em número suficiente para atender à demanda da indústria brasileira. Segundo dados do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação – MCTI o Brasil ainda é o que menos forma engenheiros anualmente, entre os países do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China). São cerca de 30 mil ao ano. A FEI forma cerca de 220.

Para formar profissionais capacitados e com perfil adequado ao novo cenário brasileiro, a FEI oferece aos alunos a oportunidade de aplicar suas habilidades nos laboratórios em aulas práticas, o que favorece o desenvolvimento técnico e contribui para o raciocínio científico. Estimula a pesquisa e a inovação por meio de vários projetos e disciplinas.

Aos interessados em participar do processo seletivo do segundo semestre de 2015 tem até o dia 5 de junho para se inscrever nas seguintes habilitações: Mecânica, Mecânica com ênfase em Automobilística, Elétrica, Elétrica com ênfase em Eletrônica, em Computadores e em Telecomunicações; além de Engenharia Têxtil, Química, Civil, de Materiais, de Produção e de Automação e Controle. As provas serão nos dias 13 e 14 de junho. Informações e inscrições pelo site: www.fei.edu.br ou nas secretarias dos campi da Instituição.

03 Apr

Jovens e donos do próprio negócio

O Brasil é conhecido internacionalmente como um país empreendedor, o quarto colocado no ranking mundial de percentual de empreendedores em relação à sua população. Uma pesquisa de âmbito mundial, realizada em 2012 pela Global Entrepreneurship Monitor, em parceria com o SEBRAE, revelou que a proporção dos brasileiros que desejam ter o próprio negócio (43,5%) é superior a dos que desejam fazer carreira em empresas (24,7%).

Em meio a tantos números estatísticos um fator chamou a atenção na pesquisa. Do número de empreendedores brasileiros, 52,10% possuem a faixa etária entre 18 e 34 anos, dado que representa o interesse e o empenho do jovem brasileiro em se tornar dono do próprio negócio. Para alguns especialistas este interesse pelo empreendedorismo entre os jovens está justamente ligado ao fato de ser uma geração que está crescendo em um ambiente empreendedor, como o Brasil, além de terem, relativamente, mais instrução do que as gerações anteriores.

Segundo o coordenador do Departamento de Administração da FEI campus São Paulo, Prof. Dr. William Sampaio Francini, o mundo atual no qual vivem os jovens contribui para que eles assumam riscos, uma vez que o ambiente macro econômico já há algum tempo é menos imprevisível do que na época da hiperinflação. Ele explica que o próprio governo – nas diversas esferas – tem programas focados no incentivo ao empreendedor, e em muitas escolas, têm a disciplina Empreendedorismo em sua grade curricular, como é o caso do curso de Administração da FEI, onde atividades como a geração de um plano de negócios ou o desenvolvimento de novos modelos de negócios servem para influenciar o jovem a ser mais ousado. “A grande vantagem de já nascerem no mundo high tech amplia e potencializa as perspectivas na direção da economia da informação, e seu uso reforça as novas oportunidades de negócios”, explica o professor.

Sem Medo de Inovar

Ousadia e aprendizado, aliado à capacidade empreendedora, fez com que dois ex-alunos de Administração da FEI criassem a Isto é Brasil Marketing e Comunicação, empresa de marketing, propaganda, eventos e comunicação voltada às questões do País. Formados em 2007, os sócios Maurílio Santos e Leandro Marcel Tomás de Souza tiveram a ideia de criar a empresa ainda durante o curso, quando começaram a participar de associações de empreendedores, como o Comitê de Jovens Empreendedores da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). “Nosso objetivo é desenvolver estratégias de marketing e comunicação voltadas ao povo brasileiro, respeitando as diferenças regionais e as culturas locais”, explica Maurílio Santos.

No começo os sócios explicam que tiveram algumas dificuldades para administrar o próprio negócio, como custos e resultados, especialmente por atuarem com prestação de serviços, o que os obrigou a reaprender conceitos ensinados em sala de aula. “Tivemos que aprender a fazer custo para viabilizar nossas ideias para os clientes, pois estávamos perdendo competitividade ao participar de concorrências”, comentou Maurílio.

Primeiros Passos

Identificar um mercado potencial onde se pretende aplicar a sua ideia é um passo importante, mas tomar a decisão de entrar no negócio pode causar certo receio e demanda tempo, com isso a oportunidade pode se perder. Mas então, como identificar uma área promissora para quem deseja se tornar um jovem empreendedor?

O Prof. William explica que as mídias sociais estão aí e podem ser uma excelente ferramenta para comunicação com o público e que muitas aplicações podem ser desenvolvidas para a análise das mídias sociais. Além disso, o professor reforça que, competências em estratégia, marketing, estatística e tecnologias de informação certamente elevam o potencial para empreendedorismo. “Desejo, foco e sagacidade, isto é, estar atento aos simples indícios do mercado e de novas tecnologias, são a meu ver os direcionadores centrais de um negócio. Correr riscos – calculados – deve ser parte da personalidade, além é claro, de procurar adquirir a experiência necessária para ter condições de tocar o negócio nas fases iniciais, que são as mais difíceis”.

13 Mar

Como reter talentos?

A economia aquecida e a busca frenética por profissionais de todas as áreas no Brasil estão causando algumas ‘dores de cabeça’ para empregadores que, ao mesmo tempo, vivem à procura de mão de obra qualificada e têm de criar estratégias para reter os talentos nas organizações. Esse fenômeno de grande competitividade torna-se ainda mais grave devido aos problemas de formação no Brasil, que não prepara mão de obra suficientemente qualificada e em número adequado para atender às necessidades do mercado. Diante disso, gestores de recursos humanos vivenciam o desafio de buscar os talentos e mantê-los nas empresas pelo maior tempo possível, o que não tem sido tarefa fácil.

Um bom exemplo é a falta de engenheiros, de todas as especialidades, em razão do crescimento de 320% na Engenharia Industrial nos últimos cinco anos no Brasil, fato que causou um descompasso entre oferta e demanda. Apesar de o País ter excelentes instituições de ensino de Engenharia, a quantidade de profissionais formada é insuficiente neste momento de economia aquecida. No entanto, a escassez de mão de obra não se limita aos setores tecnológicos. “O problema no Brasil é complexo e tem múltiplas causas. Entre as mais importantes estão debilidades históricas da educação, que não é suficiente para dotar os indivíduos de uma formação de qualidade”, analisa o professor doutor André Mascarenhas, do curso de doutorado em Administração da FEI.

O docente ressalta que essa dificuldade estrutural na formação de mão de obra qualificada acaba fazendo com que o Brasil tenha poucos talentos que, consequentemente, são muito valorizados e disputados. Para tentar reter esses talentos em curto, médio e longo prazos, as empresas precisam ser mais atraentes, oferecer possibilidades de crescimento e se manterem como organizações qualificantes, que agreguem conhecimento contínuo aos empregados. “Além disso, devem ser mais democráticas e pluralistas e estar atentas aos comportamentos, impedindo assédios e problemas que levem os profissionais a não se sentirem bem no ambiente de trabalho”, alerta.

Devido a essa grande procura, o empregado ganhou maior poder de barganha e, quanto mais qualificado for, mais terá essa condição com relação ao mercado de trabalho. “Para reter essa mão de obra qualificada deve haver um alinhamento do poder das organizações e dos empregados, com a construção de uma situação adequada de trabalho que seja recompensadora”, orienta o docente, que acredita no aprofundamento dessa busca por talentos e sugere que as organizações transformem essas dificuldades em oportunidades, criando estratégias múltiplas e multifacetadas e reconhecendo que devem assumir sua responsabilidade de ajudar a transformar a sociedade.

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