19 jul

Mestrado além das fronteiras

O aluno de Mestrado em Engenharia Química da FEI, Herich Bastos, teve sua pesquisa selecionada para apresentação no Tetrahedron Symposium, importante congresso anual de química orgânica, que aconteceu em Budapeste, na Hungria.

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No cenário atual do mercado de trabalho, aumentar a empregabilidade e manter-se atualizado (a) na área de formação é essencial. Já explicamos neste post o que é empregabilidade e a importância em investir em cursos de pós-graduação.

Com o objetivo de promover e desenvolver o conhecimento científico e a formação de recursos humanos com qualidade e excelência acadêmica, o Programa de Pós-Graduação em Engenharia Química da FEI, no nível Mestrado, incentiva os alunos nas áreas de pesquisa em Processos Químicos e Biotecnológicos e Petróleo, Gás e Biocombustíveis.

Ainda mais enriquecedor, cruzar a fronteira do conhecimento e viajar até outro país para participar de cursos, eventos e congressos científicos, eleva ainda mais este aprendizado e desenvolvimento.

É o caso do aluno e engenheiro químico Herich Bastos, estudante de Mestrado em Engenharia Química da FEI, que viajou para Budapeste, capital da Hungria. O pós-graduando apresentou sua pesquisa realizada durante o curso, sobre química orgânica, no Tetrahedron Symposium, maior congresso internacional sobre química orgânica, bio-orgânica e medicinal.

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O Blog da FEI entrou em contato com Herich, que gentilmente nos cedeu mais informações sobre o seu projeto e participação no congresso. Confira:

– Quando e por que você decidiu ingressar no Mestrado em Engenharia Química?

Herich: “Iniciei o mestrado em 2015 conquistando uma bolsa de mérito oferecida pela FEI com objetivo justamente de me lançar em pesquisas em síntese química e engenharia química. Desde criança sou apaixonado por ciência e pelo conhecimento e a possibilidade de realizar estudos dessa natureza sempre foi um sonho.”

– Conte-me, de forma resumida, sobre sua viagem à Budapeste para participar do Congresso

Herich: “A viagem a Budapeste foi incrível! Fiquei durante uma semana no País e pude conhecer monumentos históricos, visitar castelos medievais e aprender um pouco da cultura da Hungria. Apresentar um trabalho cientifico junto a cientistas do mundo todo podendo levar o nome do Brasil para um congresso desse porte, mesmo nas atuais dificuldades que nosso país enfrenta, onde os financiamentos para pesquisa foram brutalmente cortados em um cenário de grandes instabilidade econômica, me ensinaram a grande capacidade que possuímos para superarmos qualquer barreira através do conhecimento, do esforço e da iniciativa individual.”

– Como surgiu a proposta para participar deste Congresso em Budapeste?

Herich: “O Tetrahedron Symposium é um importante congresso anual que apresenta novos desenvolvimentos em química orgânica sendo patrocinado pela Elsevier. Submetemos a pesquisa tão logo entendemos o alcance de nossos resultados para o campo da química orgânica e tivemos a alegria de nossa pesquisa ter sido aceita para a apresentação, após avaliação da equipe do congresso.”

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– Conte-nos mais sobre a sua pesquisa, conceitos, áreas de estudo etc.

Herich: “A pesquisa teve origem em minha dissertação de mestrado que é voltada à síntese orgânica. Realizamos halogenações oxidativas com uso de peróxido de hidrogênio de compostos aromáticos sob irradiação ultrassônica. Nossa metodologia visa mais eficiência, maior seletividade na obtenção dos compostos e uso de reagentes menos tóxicos e alinhados aos princípios da química verde. Os objetivos foram alcançados e demonstraram maiores avanços se comparado as mais recentes metodologias utilizadas.”

– Como o Programa de Mestrado da FEI contribuiu para o seu desenvolvimento?

Herich: “O programa de mestrado em Engenharia Química da FEI me possibilitou, através de toda infraestrutura, tradição e valores, desenvolver as competências necessárias para me destacar como profissional obtendo oportunidades na indústria e me desenvolver paralelamente no mundo acadêmico. A possibilidade de conseguir destaque concomitantemente nesses dois campos é o que é mais surpreendente do programa e do que ele contribuiu para mim.”

– Qual a sua recomendação para um profissional que esteja interessado em cursar um Mestrado, seja em Química ou qualquer outra área de atuação?

Herich: “Recomendo a todos que se interessem a ingressar no mestrado da FEI aproveitar essa grande oportunidade se dedicando ao máximo acreditando que grandes projetos nascem ali. Seja o protagonista de sua história e faça sua história ali pois o programa possibilita grandes possibilidades.”

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Assim como Herich, se você deseja se aprofundar ainda mais no aprendizado da graduação, ampliando o conhecimento sobre um tema de interesse acadêmico, o curso de Mestrado (Stricto Sensu) é uma boa indicação. A FEI está com inscrições abertas.

Além dele, mais de 15 cursos de Especialização também oferecem excelentes chances de crescimento profissional.

Invista em sua carreira com a FEI 😉

08 mar

Aluna de Administração participa de evento do Santander sobre mobilidade internacional

A ex-aluna, formada em Administração pela FEI, Jacqueline de Oliveira Dias dos Santos, participou de um evento no dia 16 de fevereiro com o Diretor Global do Santander Universidades, José Antônio Villasante Cerro. Confira a entrevista com a ex-aluna sobre sua experiência durante o intercâmbio na Espanha:

Qual programa de mobilidade internacional você participou?

Participei do Programa TOP ESPANHA – Edição 2014, promovido pelo Santander Universidades, no qual fui contemplada com uma bolsa de estudos para Curso de Idioma e Cultura Espanhola, no período de 3 semanas, na cidade de Salamanca.


Como ficou sabendo do intercâmbio?

Recebi uma comunicação via e-mail em maio de 2014 com informações sobre a  bolsa e prazo de inscrição para o programa, assim como, dois arquivos informativos: Edital Interno FEI e Princípios do Programa. O processo durou aproximadamente duas semanas. As inscrições no site do Santander Universidades ficaram abertas no mês de maio, o edital da FEI foi publicado em 21 de maio de 2014 e recebi um e-mail confirmando que fui selecionada para a bolsa em 03 de junho. Os critérios de seleção eram atribuídos por cada universidade participante. No caso da FEI, além dos requisitos do candidato, os critérios eram estar no ciclo de curso mais adiantado e ter o melhor índice de desempenho acadêmico. Foram selecionados apenas dois alunos (um do campus de SBC e outro de SP).

Momento da entrega do certificado de conclusão dos cursos de Língua Espanhola e Espanhol dos Negócios na USAL, com classificação “Sobresaliente” (Excelente).

Momento da entrega do certificado de conclusão dos cursos de Língua Espanhola e Espanhol dos Negócios na USAL, com classificação “Sobresaliente” (Excelente).

Quais eram suas expectativas em relação ao intercambio? Elas foram supridas?

Minhas expectativas eram grandes! Recebi a notícia que havia sido contemplada com a bolsa no começo de junho e desde então a ansiedade só aumentava. Eu ficava imaginando como seria o lugar, a cidade, a universidade, os alunos e professores, as atividades que iríamos ter, entre outras coisas. As expectativas foram supridas, todos os detalhes da viagem foram melhores do que eu imaginava, a cidade é encantadora, as construções parecem cenário de filme, a universidade bem estruturada e os professores amáveis e atenciosos.

Onde você estudou e como foi a adaptação na universidade?

Estudei na Universidade de Salamanca (USAL). A adaptação foi tranquila, pois tanto o curso quanto à universidade eram próximos do que estávamos acostumados no Brasil. O processo de aprendizado na sala de aula é bastante similar, o professor explana os assuntos enquanto os alunos vão interagindo durante a aula.  Além das aulas de espanhol, tínhamos uma terceira aula com opção de livre escolha, eu optei por “Espanhol dos Negócios”, foram aulas muito enriquecedoras pois a classe era mista com alunos de diversos países, logo, aprendi não apenas termos da minha área em outro idioma, mas também pude conhecer como é a função de Administração na Espanha e em outros países, o que complementou minha formação acadêmica.

Como foi a adaptação com o idioma? Encontrou alguma dificuldade em relação a isso ou alguma outra?

Assim que chegamos em Salamanca, sentimos certa dificuldade com o idioma pois os espanhóis falavam muito rápido e no começo foi mais difícil de compreender, porém em poucos dias fomos nos familiarizando com a sonoridade da língua e foi ficando cada vez mais fácil compreender o que os professores falavam, as explicações dos guias turísticos, conversa com outros alunos e até mesmo comerciantes da cidade.  Na segunda semana de intercâmbio, percebemos que podíamos compreender o que os espanhóis falavam, porém, em muitas vezes eles não nos compreendiam, foi quando percebemos que precisávamos praticar mais a fala, porque mesmo o espanhol sendo próximo do português não é tão simples manter um diálogo quando se está no país estrangeiro, porém com o tempo a adaptação ao idioma vai ficando mais natural.

Como essa experiência te amadureceu ou transformou de alguma forma?

Amadureci no âmbito profissional, pois um intercâmbio agrega muito ao currículo, principalmente no caso de recém-formados, que podem não possuir muita experiência na área de atuação, mas ter uma vivência internacional sem dúvida propicia uma bagagem valiosa para o crescimento profissional. Ao ser contemplada com essa bolsa, por mérito, não por sorte, enriquece ainda mais a experiência que vivi e me garante que todo esforço e dedicação valem a pena. Observei também que voltei com uma visão mais ampla do meu curso, da universidade, da minha profissão, das pessoas próximas e do mundo como um todo, notei que existem muitas coisas além do que temos ao nosso redor simplesmente, percebi o quão pequena eu sou e o quanto ainda preciso aprender e descobrir, tanto no aspecto pessoal quanto profissional.

Foto tirada na última noite em Salamanca, Espanha.

Foto tirada na última noite em Salamanca, Espanha.

Sentiu diferença entre os estudantes de outros países?

Conhecemos estudantes de outros países, como Alemanha, China, Áustria, França, etc.  Não percebi diferença entre os estudantes, mas foi possível notar que os chineses são muito dedicados e cobram muito de si mesmos para alcançarem os objetivos.

Como foi o encontro com o diretor do Santander e outros estudantes?

Recebi um convite para participar de um encontro com diretor do Santander Universidades no dia 16 de fevereiro desse ano. O evento ocorreu na Torre Santander, em São Paulo, e promoveu um encontro com bolsistas dos programas de mobilidade internacional, estagiários e executivos do Banco Santander.  Tivemos um bate-papo muito agradável no qual aproveitamos para compartilhar experiências vivenciadas no exterior, trocar conhecimentos e explorar a importância do intercâmbio para os universitários.

Quão importante você considera uma experiência internacional?

Uma experiência internacional é muito enriquecedora para qualquer pessoa, não apenas universitários ou profissionais, mas seria interessante se todos tivessem a oportunidade de conhecer outro país. A bagagem de conhecimento e experiências proporcionadas por um intercâmbio são imensuráveis, viver algo novo, conhecer lugares e culturas diferentes nos torna, não apenas profissionais melhores, mas pessoas melhores. Eu fiquei lisonjeada com a experiência que me proporcionaram, não tenho palavras para expressar a emoção que tive ao receber a bolsa para esse intercâmbio, somente quem participa de um programa como esse pode entender o sentimento de alegria, orgulho e gratidão que nos envolve durante e após a vivência no exterior.

Encontro com Vilassante: evento na Torre Santander, com os diretores Global e local do Santander Universidades e bolsistas dos programas de mobilidade internacional.

Encontro com Vilassante: evento na Torre Santander, com os diretores Global e local do Santander Universidades e bolsistas dos programas de mobilidade internacional.

07 ago

Alunos de Engenharia da FEI embarcam em agosto pelo Ciência Sem Fronteiras

Um programa de mobilidade estudantil que deseja promover a formação internacional de estudantes brasileiros em áreas de tecnologia e inovação, este é o Ciência sem Fronteiras. Três estudantes aguardando com ansiedade o dia de embarcar nessa, que talvez seja, a maior aventura de suas vidas, esses são Paola, Uendel e Felipe, alunos de engenharia da FEI com destinos diferentes e um objetivo em comum: viver uma ótima experiência internacional.

Uendel Andrade embarca em 14 de agosto para Nashville, USA.

Uendel Andrade embarca em 14 de agosto para Nashville, USA.

O sonho de fazer um intercâmbio faz parte da vida de muitos jovens. Para Felipe Mendes, estudante de Engenharia de Automação e Controle, esse pensamento começou a tomar forma quando ainda era criança e nesse mês de agosto, o sonho se tornará realidade. “Quando apareceu a oportunidade do programa Ciência sem Fronteiras eu sabia que era a minha chance. Tudo correu a meu favor e aqui estou de passagem comprada para o outro lado do mundo. ”, conta Felipe que embarca no dia 17 de agosto para Melbourne, na Austrália.

O período fora do país muda a vida dos estudantes que vão, mas também dos familiares e amigos que aqui ficam. Aluna do oitavo ciclo de Engenharia Civil, Paola Ricioli conta que o apoio da família foi fundamental para que conseguisse a bolsa de estudos, “Eu pensava em fazer intercâmbio desde o começo do curso, mas acabei desanimando da ideia. Quando cheguei no quinto ciclo minha família e meus amigos me incentivaram a melhorar meu inglês e me candidatar. Eles acreditaram em um potencial que eu nem sabia que tinha. ”. A Paola embarca para South Dakota, EUA, na próxima segunda-feira e espera que a experiência lhe permita participar de pesquisas e também desenvolver seu inglês.

A seleção de alunos é feita com base em critérios como o desempenho acadêmico, nota do ENEM, nível de proficiência no idioma estrangeiro. Leonardo Elídio de Souza, aluno de Engenharia de Produção da FEI, embarcou para Kalamazoo, no Michigan – EUA no final de junho e descreve sua experiência até o momento: “Apesar de eu estar estudando em uma universidade americana, me sinto muito bem preparado para acompanhar o ritmo daqui, porque sei que a FEI me preparou para esse desafio. ”.

"Estou há um mês aqui e estou vivendo o melhor momento da minha vida", Leonardo Egídio está estudando na Western Michigan University.

“Estou há um mês aqui e estou vivendo o melhor momento da minha vida”, Leonardo Egídio está estudando na Western Michigan University.

Ao todo, desde o início do programa em 2012, o Centro Universitário da FEI já teve 302 alunos em quinze países, sendo 54 apenas esse ano. O aluno de Engenharia Civil, Uendel Andrade conta que o suporte da área de Relações Internacionais da FEI é de suma importância para os alunos, “Considero o trabalho da equipe de RI indispensável e bastante acolhedor, eles esclarecem cada pergunta e fazem com que nos sintamos seguros e confiantes com o que vem pela frente. ”. Perguntado sobre como acha que será sua experiência, Uendel é taxativo: “It’s gonna be awesome! ”. Que assim seja. O Centro Universitário da FEI deseja uma boa viagem a todos os bolsistas desse semestre.

22 ago

Curso de Engenharia Têxtil da FEI é o primeiro do Brasil a ter validade nos países do Mercosul

A FEI acaba de receber a acreditação para o curso de Engenharia Têxtil, instituída pelo sistema Acreditação Regional de Cursos de Graduação – ARCU-SUL. Concedido pelo Ministério da Educação – MEC, esse é um reconhecimento necessário para que a formação obtida no curso tenha validade nos países integrantes do Mercosul: Argentina, Uruguai, Paraguai e Chile.

Além de ampliar as perspectivas de trabalho dos diplomados pela FEI em Engenharia Têxtil, a acreditação representa um certificado de qualidade, que torna a Instituição referência número 1 no setor, no Brasil e também na América Sul.

Engenharia Têxtil e Engenharia Mecânica foram os primeiros cursos de graduação da FEI a obter essa certificação, que é um importante reconhecimento, principalmente para os estudantes. “Essa acreditação é um certificado de qualidade e mostra que estamos dentro dos critérios exigidos para que nossos alunos atuem nos países do Mercosul e em outros países agregados ao sistema ARCU-SUL”, diz a profa. Camilla Borelli, coordenadora do curso de Engenharia Têxtil do Centro Universitário da FEI. “Passamos a ser referência no Brasil e na América do Sul e com esse padrão de educação podemos influenciar o desenvolvimento da indústria têxtil e da economia na região”, completa.

Para obter o reconhecimento, o curso passou por uma avaliação rigorosa, que incluiu entrevistas com alunos, ex-alunos, corpo docente e pessoal técnico-administrativo da Instituição. Foram considerados também os bons resultados alcançados no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes –  Enade. Uma comissão do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira — INEP, entidade reguladora desse processo de avaliação no Brasil, verificou, junto a executivos do setor têxtil, se as competências apresentadas pelos egressos da FEI estavam de acordo com as necessidades do mercado de trabalho.

Outro ponto importante dessa acreditação é a possibilidade de intensificar o intercâmbio de alunos, professores e de projetos de inovação. “Queremos colaborar com o desenvolvimento dos dois setores no Brasil e também na América do Sul, formando profissionais cada vez melhor qualificados e com diploma válido para outros países, ampliando as oportunidades de trabalho”, afirma a professora Rivana Basso Fabbri Marino, vice-reitora de Extensão e Atividades Comunitárias do Centro Universitário da FEI.

 

 

Sobre o ARCU-SUL

O sistema visa a estabelecer e assegurar critérios regionais de qualidade para a melhoria permanente da formação em nível superior, necessária para a promoção do desenvolvimento educacional, econômico, social, político e cultural dos países da região. A implantação do sistema ARCU-SUL contribui para desenvolver as capacidades institucionais de cada país em avaliar a educação superior de qualidade no nível da graduação e permite trabalhar de forma recíproca a aferição da qualidade dos cursos ofertados nos países membros do Mercosul e associados. Para saber mais, acesse http://portal.mec.gov.br/.

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18 jul

Conheça a RoboCup 2014!

Referência nacional e internacional em robótica, o Centro Universitário da FEI organiza, em parceria com a Unesp e o Governo do Estado da Paraíba, a RoboCup 2014. A robótica resulta da combinação da Engenharia Mecânica com Engenharia Elétrica e Ciência da Computação, algumas das principais áreas de estudos e pesquisas da Instituição . O principal evento de robótica do mundo, realizado pela primeira vez no Brasil, terá a participação da FEI na competição de futebol de robôs, em duas categorias, small size e humanoide kid.

Segundo o prof. Reinaldo Bianchi, de Engenharia Elétrica da FEI e coordenador do simpósio da RoboCup 2014, “esse é um grande evento científico, em que estudantes, pesquisadores e especialistas têm uma oportunidade de compartilhar informações. As competições são importantes, mas ganha quem aprende mais. O objetivo principal é a pesquisa, tanto que, após as competições, os desenhos dos projetos ficam disponíveis para todos – há uma grande transferência de conhecimento”.

Palestras – Um dos principais destaques da programação do simpósio da RoboCup é a apresentação de Rodney Brooks, criador do aspirador de pó Roomba, robô doméstico de maior sucesso comercial no mundo. Brooks é ex-diretor do Laboratório de Inteligência Artificial e Ciência da Computação do MIT – Massachussets Institute of Technology e fundador da iRobot. Em sua palestra, Brooks abordará a inserção de robôs no ambiente de trabalho.

Futebol de robôs – Desenvolvidos por alunos de graduação, mestrado e doutorado da FEI, os robôs que participarão da RoboCup 2014 tem peças plásticas fabricadas na própria Instituição, com uso de uma impressora 3D, e aplicação e conceitos de inteligência artificial. Os robôs possuem controle mecânico, se localizam por meio de câmeras, e são programados para tomar decisões de forma autônoma. “Utilizamos o raciocínio baseado em casos e o reforço positivo ou negativo, para que os robôs façam as jogadas”, explica o prof. Bianchi. Quatrocentas equipes, de 45 países, estarão presentes na competição que se divide em quatro áreas: RoboCup Soccer, RoboCup Rescue, RoboCup Home e RoboCup Junior.

Olimpíada Brasileira de Robótica – No dia 9 de agosto, a FEI sediará a etapa estadual – SP da Olimpíada Brasileira de Robótica, voltada a estudantes de ensino médio e fundamental. As equipes classificadas disputarão a etapa nacional, em outubro, e podem garantir a participação na RoboCup 2015, na categoria RoboCup Junior.

A programação completa do evento encontra-se em http://www.robocup2014.org/.

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Crédito das fotos: http://bit.ly/1plokXL e http://bit.ly/1jGeO3C

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