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Como ter um melhor rendimento no ENEM?

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Nos próximos dias 04 e 11 de novembro de 2018, milhares de alunos(as) de todo o País realizarão o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). Para muitos, essa é a oportunidade de mudar de vida, uma vez que muitas instituições de ensino, públicas e particulares, utilizam a nota da avaliação como forma de ingresso em seus cursos. O Centro Universitário FEI, inclusive, é uma delas. Referência nas áreas de Administração, Ciência da Computação e Engenharia, a Instituição permite que os candidatos do Vestibular apliquem suas notas do ENEM como forma de apoio ou mesmo ingresso direto, dispensando o exame institucional.

Pensando em apoiar esses estudantes, o professor e chefe do Departamento de Física da FEI, Roberto Baginski, gravou um vídeo com ótimas dicas que podem ajudar em um melhor rendimento no ENEM. Clique aqui e assista!

Prof. Baginski ENEM

Professor da FEI dá dicas para um melhor rendimento no ENEM 2018:

01 out

Mercado precisa de Engenheiros

Na Alemanha, berço de algumas das maiores indústrias automotivas mundiais e de inúmeras empresas de tecnologia, há uma campanha para desenvolver habilidades matemáticas em crianças ainda no maternal. Essa ação tem como objetivo despertar o interesse por carreiras de Exatas, em especial a Engenharia, e se justifica devido à falta crescente de engenheiros naquele país. Infelizmente, a pouca quantidade de engenheiros não ocorre somente na Europa. Segundo especialistas em recolocação e profissionais do setor, as empresas enfrentam a carência de engenheiros qualificados em vários pontos do mundo, inclusive no Brasil.

A CNI (Confederação Nacional da Indústria) apontou, por meio de estudo recente, que o Brasil tem seis engenheiros para cada grupo de 100 mil pessoas, enquanto em países como Estados Unidos e Japão, por exemplo, a quantidade de engenheiros é 25 para cada 100 mil habitantes. Para conseguir atender às necessidades do mercado, o Brasil necessita de um número pelo menos quatro vezes maior que o atual, prova de que a área está em expansão, mas que falta mão-de-obra especializada. O professor e secretário geral do Centro Universitário da FEI, Alessandro La Neve, afirma que a perspectiva de crescimento para um país em desenvolvimento como o Brasil é grande.

“Os engenheiros são o sensor de desenvolvimento do País, portanto, precisamos de muito mais” assegura. O professor afirma que a quantidade de profissionais de Engenharia está defasada em relação às necessidades do mercado, por isso, acredita que os jovens devem perceber a lacuna e seguir na direção dessa demanda de vagas promissoras. A profissão requer, hoje, que se ultrapassem os limites geográficos. Um mercado exterior que tem absorvido muitos profissionais brasileiros, por estar em crescimento acelerado, é o do continente africano, em países como Angola e Moçambique.

No Brasil, as indústrias de base normalmente não têm suas plantas nos grandes centros urbanos, o que também incentiva a migração profissional. A diretora de consultoria da Ricardo Xavier Recursos Humanos (ex-Manager), Neli Barboza, informa que um dos diferenciais na hora da escolha de um candidato é ter disponibilidade para viagens constantes e mudanças. “O engenheiro, desde o primeiro emprego, já é responsável por sua carreira. Além de selecionar a empresa em que trabalha, precisa avaliar se daqui a cinco anos ela estará alinhada com aquilo que deseja para sua vida profissional”, adverte.

A formação em Engenharia é privilegiada pelo grande número de empresas que oferecem programas de trainee e de estágio. Entre as características mais valorizadas no perfil do estudante está o comprometimento com os objetivos de carreira, autoconhecimento, capacidade, vontade de aprender, interesse por atualização, curiosidade e iniciativa. As vagas podem ser encontradas nas indústrias de base e de transformação, em empresas de serviços de Engenharia e instituições financeiras, entre outros. Dados do setor de estágios da FEI revelam que cerca de 90% dos alunos da instituição conseguem colocação no mercado assim que concluem a faculdade.

“Todas as áreas da Engenharia são promissoras, mas, se avaliarmos as estatísticas, dá para perceber que a procura por engenheiro mecânico, de produção, mecatrônico e civil é maior. Além de os cursos de Engenharia Elétrica e Química também estarem em alta, podemos citar a área do Meio Ambiente, que está em constante crescimento”, relata Neli Barboza.

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