14 dez

FEI no 7º Simpósio SAE de Híbridos e Elétricos.

O Salão do Automóvel, principal evento automobilístico do Brasil, sediou no dia 13 de novembro o 7º Simpósio SAE (Sociedade de Engenheiros da Mobilidade) de Veículos Híbridos e Elétricos, e com certeza, o Centro Universitário FEI marcou presença, muito bem representado pelo Professor Fábio Delatore, responsável pelo veículo elétrico do projeto Fórmula FEI.

Nosso docente recebeu um convite da comissão de Veículos Híbridos e Elétricos da SAE, para que participasse de uma discussão muito produtiva dentro do painel MotorSports, junto à outras duas equipes e o piloto brasileiro campeão da Fórmula E, Lucas Di Grassi, sobre como o projeto Fórmula Elétrico contribui para a formação dos alunos e preparação para inserção deles no mercado de trabalho do segmento.

Questionado sobre os caminhos que o projeto abre para os alunos, Delatore relata que sua equipe: “opta por trabalhar no Fórmula com as mesmas tecnologias que são utilizadas em muitas das principais categorias de automobilismo. Então, o aluno se forma com um amplo engajamento nas diferentes frentes que um automóvel necessita para um bom funcionamento”.  Ainda, segundo ele: “os alunos que participam e gerenciam esse tipo de atividade, têm sido amplamente aproveitados por diversas categorias de MotorSports e montadoras.”.

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O Piloto Lucas Di Grassi em rápida entrevista, reafirmou a importância das universidades para o desenvolvimento de novos estudos e projetos, e crescimento do mercado no país: “Sem dúvida, é muito importante gerar esse conhecimento local, gerar essa capacidade de desenvolvimento tecnológico nacional. Então, a base disso é a educação, são as universidades. Para esse mercado novo e tecnologia nova, que vai se expandir tanto, eu acho que precisamos criar um ecossistema de indústria nacional forte, e esse é o papel das universidades. No que eu puder ajudar e desenvolver dentro desse segmento no país, acho que poderemos ter um retorno imensurável para o futuro. ”

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A participação do Centro Universitário FEI em eventos como o Simpósio SAE, que promovem o debate e interação de empresas voltadas ao desenvolvimento de projetos que, terão desempenho fundamental na sociedade, reforça a importância da Instituição e seu posicionamento no mercado atual. Significa que estamos desenvolvendo jovens inovadores e criativos, capazes de visualizar e projetar um futuro brilhante, do qual serão protagonistas das principais mudanças que se descortinam para os próximos anos.

Confira no vídeo abaixo, nossa matéria sobre a participação da FEI no 7º Simpósio SAE:

03 dez

Lançamento Fórmula FEI 2019

O Centro Universitário FEI, promoveu no dia 13 de dezembro, o tão esperado e inédito evento de lançamento dos carros da Equipe Fórmula FEI, Elétrico e Combustão, para a temporada 2019. Uma noite muito especial e oportuna para reunir familiares, amigos e patrocinadores, que de certa forma contribuíram para o desenvolvimento do projeto.

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Antes da revelação dos veículos, o reitor do Centro Universitário FEI, professor Fábio do Prado, proferiu algumas palavras de incentivo à equipe, seguido do coordenador do curso de Engenharia Mecânica, Marko Ackermann, e por último, o professor de Engenharia Elétrica e responsável pelo projeto, Fábio Delatore, que se aprofundou na essência do projeto e apresentou suas expectativas para 2019.

O capitão da equipe e aluno, João Bruno Palermo, foi o responsável por apresentar toda a parte estrutural e técnica que os novos Fórmula contemplarão para a próxima temporada. O novo Fórmula Combustão contém um chassi reforçado em fibras de carbono do tipo monocoque, que torna o veículo mais leve e aderente, feito inédito na categoria, tornando-o o único carro brasileiro a possuir essa tecnologia. O Elétrico possui um pacote dinâmico e sistema de gerenciamento de energia, que as outras equipes da categoria ainda não possuem. Ambos os veículos são leves, capacitados para atingir ótimas velocidades e melhor desempenho em curvas.

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Logo após, uma retrospectiva da Equipe Fórmula FEI, apresentada pelo Professor de Engenharia Mecânica Roberto Bertolussi, foi exibida, detalhando toda a evolução do projeto e momentos vivenciados desde seu início em 2004. Segundo ele, “todos os projetos estudantis têm a função de desenvolver no aluno, competências que a sala de aula não é capaz de fornecer”. Bertolussi ainda cita o papel que a FEI exerce em função da atividade: “A FEI sempre deu apoio para os projetos e desenvolve muito os alunos que passaram por essa experiência”.

Para a tão esperada apresentação dos carros, uma contagem regressiva iniciou-se, e aos últimos segundos, uma cortina de fumaça gerada por uma máquina foi produzida, para enfim, revelar os veículos da próxima temporada.

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Vale destacar a preocupação e comprometimento que o Centro Universitário FEI garante aos seus alunos e docentes. O projeto Fórmula FEI auxilia os alunos a desenvolverem competências pessoas, incentiva o trabalho em equipe, promove a multidisciplinaridade e polivalência, garantindo que os membros estejam preparados para seguir carreira em diversas áreas e segmentos Motorsport, além de montadoras.

No Youtube, disponibilizamos o vídeo realizado durante a cobertura do evento. Confira em nosso canal:

29 set

Fórmula FEI no Salão do Veículo Elétrico

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Entre os dias 21 e 23 de setembro de 2017, a equipe Fórmula FEI Elétrico marcou presença no 13º Salão Latino-Americano de Veículos Híbridos-Elétricos, exposição que tem o objetivo de reunir grandes marcas automobilísticas e suas inovações para o mercado de veículos movidos por energia elétrica.

Entre modelos futuristas e até ônibus que têm sido utilizados nas ruas da cidade, o veículo Fórmula FEI se destacou pelo seu projeto robusto, tecnologia de ponta e, o mais interessante: feito por alunos de Engenharia da FEI.

Logo no primeiro dia do evento, uma surpresa agradável: o piloto brasileiro Lucas Di Grassi, atual campeão mundial da Fórmula E, visitou o veículo da FEI e até posou para uma foto ao lado do Professor Fábio Delatore, do Departamento de Engenharia Elétrica.

“Obrigado por conhecer o nosso projeto. Fica aqui o convite, em nome da equipe, para nos visitar e dar uma volta em nossa carro”, completa Delatore.

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Além da exposição, também houve um Painel Acadêmico onde o aluno João Bruno Palermo, do curso de Engenharia Elétrica, apresentou ao público toda a parte técnica do veículo, com o projeto “Gerenciamento eletrônico de um veículo do tipo Fórmula SAE utilizando o Model Based Design”.

Os melhores trabalhos foram premiados por ordem de classificação. Na categoria Fórmula SAE, o 1º lugar ficou para o Centro Universitário FEI, reforçando a tradição da Instituição na formação dos alunos de Engenharia.

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Confira na reportagem abaixo, mais imagens do evento e depoimentos do Professor Fábio e do aluno João Bruno Palermo. Assista:

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Até o próximo post 😉

29 set

Equipes Fórmula FEI falam sobre o projeto às vésperas da competição nacional

Às vésperas da competição nacional, as equipes Fórmula FEI Combustão e Fórmula FEI Elétrico se preparam para apresentar o melhor desempenho na 11ª Competição SAE BRASIL. Breno Borges, capitão do fórmula e membro da equipe desde o primeiro ciclo da faculdade, fala um pouco mais sobre o projeto e a expectativa antes do campeonato.

Por que você decidiu entrar para a equipe Fórmula FEI?

Eu conheci o Fórmula em um kartódromo, antes de ser aluno da FEI.  Eu já conhecia o projeto e gostava bastante da ideia, então vim no FEI Portas Abertas e eles estavam andando com o carro e com certeza foi um dos motivos pelo qual eu escolhi a FEI. Assim que comecei a faculdade, fui conhecer a oficina e entrei na equipe.

Como é o processo seletivo para novos membros?

O processo seletivo do Fórmula funciona da seguinte maneira: os interessados deixam os dados conosco e quando surgem algumas vagas, chamamos para trabalhar por quinze dias na oficina e depois faz prova teórica sobre o regulamento da competição. Não tem pré-requisito nenhum, não precisa conhecer carros ou motor, não precisa conhecer nada. O que você precisa é ter vontade, dedicação, disciplina, querer trabalhar e querer aprender. Estamos com uma lista de 45 pessoas interessadas no projeto que foi feita no Recruta FEI e que nós não esperávamos.  Não chamamos membros novos perto da competição, mas assim que acabar, vamos recrutar novas pessoas.

Os alunos que participam do projeto recebem por isso?

Assim como os demais projetos, o Fórmula participa do sistema de monitoria, então depois de seis meses no projeto, você passa a receber pelas horas trabalhadas no projeto. Normalmente trabalhamos são 6 horas por dia, de segunda a sexta-feira, então você consegue se programar para trabalhar no Fórmula, ir à aula e ainda ter tempo livre para fazer o que quiser, estudar, passear. Quando não estamos em competição, uma semana antes das provas, a equipe toda é liberada para que possa estudar e se preparar.

Qual a maior dificuldade em recrutar novos membros?

Acho que o principal pré-conceito que as pessoas têm, é achar que o projeto vai atrapalhar os estudos. O ritmo é mais puxado e você vai ter que se dedicar mais, mas é o oposto e você cresce muito com o trabalho. Eu mesmo pude realizar três cursos pelo Fórmula que hoje são diferenciais no meu currículo. Outro exemplo, no semestre passado eu não tinha a disciplina “Resistência dos materiais”, mas por causa do Fórmula, já tinha lido muito sobre o assunto, então esse semestre que estou fazendo a matéria, foi bem mais tranquilo entender porque já tinha uma introdução ao assunto.

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As empresas consideram os projetos um diferencial no currículo?

O olhar do mercado é diferenciado para alunos que participam de projetos. Semana passada, participamos do Congresso da SAE com as maiores empresas de engenharia do Brasil e você vê diretores e CEOs de empresas passando em frente aos projetos e se mostrando extremamente interessados no nosso trabalho. A maioria dos membros fixos de projeto, saem das equipes porque conseguiram emprego na área, não é um caso ou outro.

A equipe Fórmula FEI é dividida em Combustão e Elétrico. Como funciona essa separação?

Hoje, trabalhamos com uma equipe única equipe para os dois carros. A separação só acontece durante a competição, uma vez que são categorias diferentes então precisamos de duas equipes. A diferença entre os carros é apenas o motor, um a combustão e outro elétrico, o restante é igual. Se você entra no Fórmula. Você vai trabalhar com os dois carros.

Tendo apenas um campeonato no ano, como é o trabalho da equipe fora do período de competição?

Logo depois de uma competição, temos um momento de organização da equipe e da oficina. A partir daí, temos a etapa burocrática com a FEI: apresentar os resultados do ano anterior e definir o orçamento do próximo ano. O orçamento sendo aprovado, estamos liberados para começar o projeto e toda a parte de compra e usinagem pode ser feita. Depois disso temos que projetar, redimensionar, fazer planilha de cálculo, modelo matemático e vários outros tipos de análise que são necessárias para o projeto e onde aplicamos a engenharia aprendida em sala de aula. Após tudo isso, vem a construção dos veículos, teste e validação. Usamos muito os laboratórios da FEI e temos consciência de que nem toda equipe de SAE possui a infraestrutura que temos aqui.

Formula 2014 Piracicaba (473)Que tipo de financiamento o projeto tem?

A FEI dá financiamento total ao projeto em dinheiro, inclusive com alimentação, transporte, hospedagem e transporte dos carros durante as competições. Em relação a patrocínio de outras empresas, elas podem oferecer serviços, peças, conhecimento ou cursos, mas dinheiro propriamente dito, não.

Quais são as expectativas para a competição nacional que começa essa semana?

As expectativas são ótimas. Fizemos alguns testes junto com outras universidades e os carros apresentaram um bom desempenho comparado aos demais. Os veículos tiveram bons projetos, estão confiáveis e é possível vencer nas duas categorias. Das onze vezes que competimos, ganhamos sete, estamos em busca desse oitavo título.

 

06 fev

Seleção para a equipe Fórmula FEI Elétrico

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