03 dez

Lançamento Fórmula FEI 2019

O Centro Universitário FEI, promoveu no dia 13 de dezembro, o tão esperado e inédito evento de lançamento dos carros da Equipe Fórmula FEI, Elétrico e Combustão, para a temporada 2019. Uma noite muito especial e oportuna para reunir familiares, amigos e patrocinadores, que de certa forma contribuíram para o desenvolvimento do projeto.

44256594030_e87422647a_k

Antes da revelação dos veículos, o reitor do Centro Universitário FEI, professor Fábio do Prado, proferiu algumas palavras de incentivo à equipe, seguido do coordenador do curso de Engenharia Mecânica, Marko Ackermann, e por último, o professor de Engenharia Elétrica e responsável pelo projeto, Fábio Delatore, que se aprofundou na essência do projeto e apresentou suas expectativas para 2019.

O capitão da equipe e aluno, João Bruno Palermo, foi o responsável por apresentar toda a parte estrutural e técnica que os novos Fórmula contemplarão para a próxima temporada. O novo Fórmula Combustão contém um chassi reforçado em fibras de carbono do tipo monocoque, que torna o veículo mais leve e aderente, feito inédito na categoria, tornando-o o único carro brasileiro a possuir essa tecnologia. O Elétrico possui um pacote dinâmico e sistema de gerenciamento de energia, que as outras equipes da categoria ainda não possuem. Ambos os veículos são leves, capacitados para atingir ótimas velocidades e melhor desempenho em curvas.

31133786497_9961d53b82_k

 

Logo após, uma retrospectiva da Equipe Fórmula FEI, apresentada pelo Professor de Engenharia Mecânica Roberto Bertolussi, foi exibida, detalhando toda a evolução do projeto e momentos vivenciados desde seu início em 2004. Segundo ele, “todos os projetos estudantis têm a função de desenvolver no aluno, competências que a sala de aula não é capaz de fornecer”. Bertolussi ainda cita o papel que a FEI exerce em função da atividade: “A FEI sempre deu apoio para os projetos e desenvolve muito os alunos que passaram por essa experiência”.

Para a tão esperada apresentação dos carros, uma contagem regressiva iniciou-se, e aos últimos segundos, uma cortina de fumaça gerada por uma máquina foi produzida, para enfim, revelar os veículos da próxima temporada.

45348346054_763fc0c596_k

Vale destacar a preocupação e comprometimento que o Centro Universitário FEI garante aos seus alunos e docentes. O projeto Fórmula FEI auxilia os alunos a desenvolverem competências pessoas, incentiva o trabalho em equipe, promove a multidisciplinaridade e polivalência, garantindo que os membros estejam preparados para seguir carreira em diversas áreas e segmentos Motorsport, além de montadoras.

No Youtube, disponibilizamos o vídeo realizado durante a cobertura do evento. Confira em nosso canal:

28 nov

Concurso Travessia celebra sua 10ª edição

45382059412_d52146fa9b_b

Para a FEI, o contato com alunos(as) do ensino médio é a porta de entrada para orientar milhares de estudantes que, amanhã ou depois, estarão nas dependências da Instituição disputando uma vaga em um dos cursos superiores oferecidos. Isso quer dizer que, essa porta de entrada, traz consigo grande responsabilidade e impacto, uma vez que envolve a decisão do futuro profissional desses(as) estudantes. Uma abordagem adequada, interessante e responsável faz toda a diferença.

É justamente a diferença que torna, então, o Concurso Travessia da FEI único e aguardado para muitos colégios do Ensino Médio. Criado em 2009 pelo Departamento de Engenharia Civil, a proposta principal do evento é desafiar jovens à criação de uma ponte, mas utilizando recursos um tanto quanto “simples”: palitos de sorvete, cola, clipes e barbantes. Além da criação, as pontes também são levadas a testes de peso, o que torna o desafio ainda maior. Frente à esta tarefa, uma série de conceitos teóricos de Engenharia, principalmente Física, é aplicada à ponte para que esta seja construída de maneira adequada. E é nesse ponto que o Concurso Travessia conquista os estudantes: ele apresenta a Engenharia na prática de maneira lúdica.

45382060812_665e784a52_b

Realizado nos dias 04 e 05 de outubro, no campus São Bernardo do Campo, a edição de 2018 celebrou 10 anos de evento e, por isso, proporcionou aos participantes alguns detalhes extras.

“Chegamos aos 10 anos e para nós é uma grande felicidade. A 10ª edição tem um significado muito especial, pois as pontes têm a condição de serem em vários tipos: modelos já utilizados no ano passado e também modelos novos. Acho que é um grande estímulo, de fato”. Comenta o professor coordenador do curso de Engenharia Civil da FEI, André Kurt Pereira Amann.

45382061502_57deabb336_b

Os(as) alunos(as) participantes não estão sozinhos neste desafio, os professores os acompanham, vibram juntos e reconhecem: “Esse Concurso Travessia é muito importante, porque os alunos conseguem aplicar na prática o que eles aprendem em Física, Matemática. E depois o interesse deles [por essas matérias] fica ainda maior em sala de aula”, comenta Márcio Luís da Silva, professor de Física do Colégio da Polícia Militar de Santo André/SP.

No vídeo abaixo, veja depoimentos dos participantes do Concurso Travessia 2018.

Todas as fotos do evento podem ser vistas neste link.

Até o próximo post 😉

 

31 out

Como ter um melhor rendimento no ENEM?

thumbenem cpia

Nos próximos dias 04 e 11 de novembro de 2018, milhares de alunos(as) de todo o País realizarão o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). Para muitos, essa é a oportunidade de mudar de vida, uma vez que muitas instituições de ensino, públicas e particulares, utilizam a nota da avaliação como forma de ingresso em seus cursos. O Centro Universitário FEI, inclusive, é uma delas. Referência nas áreas de Administração, Ciência da Computação e Engenharia, a Instituição permite que os candidatos do Vestibular apliquem suas notas do ENEM como forma de apoio ou mesmo ingresso direto, dispensando o exame institucional.

Pensando em apoiar esses estudantes, o professor e chefe do Departamento de Física da FEI, Roberto Baginski, gravou um vídeo com ótimas dicas que podem ajudar em um melhor rendimento no ENEM. Clique aqui e assista!

Prof. Baginski ENEM

Professor da FEI dá dicas para um melhor rendimento no ENEM 2018:

24 jul

Engenheira FEIana é peça-chave na BMW do Brasil

Orgulho FEI_BMW

O sucesso de alunos do Centro Universitário FEI é sempre motivo de orgulho e fonte de inspiração para outros estudantes, professores e funcionários da Instituição. Hoje, apresentamos neste post a Engenheira Mecânica Gleide Souza, formada pela FEI, que tem recebido destaque por suas contribuições ao País, nos avanços das regulamentações e investimento para carros autônomos.

Gleide possui um rico histórico profissional e de conquistas. Foi contratada pela BMW em 2007 com a missão de manter um bom relacionamento com fornecedores do mundo todo, além de coordenar compras internacionais. Após 5 anos, o seu desafio era encontrar um local para a empresa alemã fabricar seus carros no País, frente às adversidades burocráticas, de impostos e legislações. E o êxito dessa árdua missão fez nascer a fábrica da BMW na cidade de Araquari, em Santa Catarina e rendeu um novo direcionamento profissional à Gleide: ela se tornou Diretora de Relações Governamentais da BMW no Brasil.

E os avanços não param!

Agora, em 2018, a BMW deu início à produção do primeiro carro semiautônomo do Brasil. O modelo é o utilitário-esportivo X3 M40i, versão mais equipada do xDrive30i X Line.

2018-bmw-x3-m40i-4

Para a FEI, é uma honra fazer parte da história profissional de Gleide Souza. Leia toda a trajetória da Engenheira FEIana neste link.

20 jul

Como as expedições lunares contribuíram para a ciência moderna?

Prof. Baginski Lua Linkedin

49 anos após a primeira viagem do homem à Lua, tecnologias espaciais são adaptadas para uso na Terra

Por Prof. Dr. Roberto Baginski, Chefe do Departamento de Física do Centro Universitário FEI

No dia 20 de julho de 1969, o astronauta Neil Armstrong entrou para história ao se tornar o primeiro homem a pisar em solo lunar, dando um “gigantesco salto para a humanidade”.

A alunissagem da missão tripulada Apollo 11 projetou a imagem de que tudo era possível em um mundo que se tornava tecnologicamente avançado. Além disso, a corrida espacial se processava no contexto da Guerra Fria, e a viagem à Lua representava a vitória do capitalismo sobre o comunismo soviético. Porém, do ponto de vista científico, se o dinheiro e os esforços investidos na missão tivessem sido direcionados para sondas automatizadas, teríamos obtido muito mais conhecimento sobre o nosso satélite natural do que o obtido pelas pequenas quantidades de rochas trazidas pelos astronautas. Mas é muito provável que um programa para exploração do espaço exclusivamente por meios não tripulados não conseguisse grande apoio popular, muito menos um financiamento.

Nos três anos seguintes após o inédito feito, mais dez pessoas, em cinco missões diferentes, tiveram a oportunidade de visitar a Lua, até que o interesse do público rapidamente diminuiu e, com isso, o orçamento do governo americano dedicado à NASA (sigla em inglês de National Aeronautics and Space Administration – Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço) também foi reduzido, inviabilizando a continuação do programa de missões espaciais tripuladas e acarretando na priorização de programas de exploração e ocupação orbitais, como os ônibus espaciais e as estações espaciais Skylab e ISS (Estação Espacial Internacional).

lua

 Como a Estação Espacial Internacional contribui para a ciência?

A Estação Espacial Internacional (ISS) oferece um ambiente único de microgravidade, permitindo a melhoria da qualidade de experimentos que envolvem cristalização de proteínas, crescimento de células e tecidos, reações químicas ou processos bioquímicos. Um exemplo disso é o experimento MEK (Efeito da Microgravidade na Cinética das Enzimas Lipase e Invertase), realizado pela FEI em 2006 a bordo da ISS.

Além disso, a ISS proporciona condições ideais para experimentos sobre a capacidade de adaptação humana ao espaço. Estes experimentos, que analisam as mudanças fisiológicas em nossos corpos submetidos à microgravidade e a um ambiente com mais radiação espacial do que o encontrado na superfície da Terra, também estuda o ecossistema que seria necessário para uma viagem espacial de longa duração.

Em uma viagem espacial curta, é possível embarcar todos os alimentos necessários, mas em uma missão longa, seria necessário realizar agricultura a bordo da espaçonave e, portanto, é preciso saber como plantas e outros organismos se desenvolvem neste tipo de ambiente e quais medidas devem ser tomadas para garantir as condições de saúde da tripulação.

Tecnologias espaciais são adaptadas para uso na Terra

Há um fluxo constante de tecnologias espaciais na Terra. Por exemplo, as técnicas que permitem a operação de braços robóticos no espaço (os mais conhecidos são os braços robóticos do deck de cargas dos ônibus espaciais) são as mesmas que permitiram que robôs fossem utilizados na realização de cirurgias. Algumas invenções possuem conexão mais evidente com o espaço, como sistemas de localização e de navegação (GPS), mas há também tecnologias mais surpreendentes, usadas para detecção e combate a incêndios ou para tratamento de águas servidas e outros resíduos; estas tecnologias foram testadas na ISS nos últimos dez anos e podem encontrar uso na Terra em breve.

Devemos nos preparar para viver em outro planeta?

A exploração espacial nos ensinou que a Terra é pequena, frágil e muito distante de qualquer outro possível habitat, por isso, estamos muito longe de ter chances reais de iniciar a colonização de outro planeta. Ao contrário das grandes navegações europeias do século XV, em que as naves podiam percorrer oceanos desconhecidos, mas que ainda pertenciam a um ambiente propício à vida, precisaríamos criar todo um ecossistema autossuficiente em outro planeta ou até mesmo dentro da espaçonave, se o local a ser colonizado fosse exterior ao Sistema Solar. Neste caso, apenas a viagem poderia demorar centenas de gerações.

Portanto, em vez de empregar recursos, esforços e talentos para encontrar meios de sair da Terra e destruir algum outro planeta, deveríamos utilizá-los para reduzir o dano que causamos ao nosso lar, garantindo que a vida na Terra seja possível a longo prazo.

fantasy-2368432_1920

__

E você sabia? Em 20 de julho de 1969, em decorrência da ida do homem à Lua, criou-se o Dia do Amigo, que explicamos neste post aqui.

Curta nossa página no Facebook

Twitter