10 Jun

Era uma vez na FEI…

Na década de 50, duas famílias portuguesas que viviam em aldeias não tão distantes assim vieram para o Brasil em busca de uma nova vida, mas mal sabiam elas que aqui, na FEI, seria o lugar em que o Lucas e a Gina se encontrariam e dariam início a uma história de amor que já dura 48 anos.

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O casamento aconteceu cinco anos após o começo do namoro.

Os dois estudantes de Engenharia Elétrica, Francisco José Lucas dos Santos e Georgina da Conceição Lucas dos Santos, se conheceram no campus da FEI, no dia 13 de maio de 1968, dia de Nossa Sra. de Fátima, padroeira de Portugal. Para quem acredita em boa sorte, esse seria um ótimo sinal.

Lucas conta que eles se conheceram durante a tomada da FEI pelos estudantes, quando Lucas e Gina estavam colaborando para a divulgação do movimento. O segredo para manter o equilíbrio entre o relacionamento e os estudos? “No campus éramos apenas estudantes, então o namoro era aos finais de semana e fora da faculdade. ”, conta Gina. Da mesma maneira os dois conciliavam a carreira com a vida pessoal, separando esses dois papéis e resolvendo as dificuldades em conjunto.

Pais de três filhas e avós de sete netos, Lucas e Gina se casaram após cinco anos de namoro na Igreja Santíssimo Sacramento. Gina conta que em 1973, quando se casaram, a capela Santo Inácio de Loyola ainda não havia sido construída. Os ex-alunos conheceram a capela anos mais tarde, em 2011, durante um reencontro com a turma de Lucas para celebrar os 40 anos de formatura.

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O casal conta que amor, respeito e admiração compõe a base a de um relacionamento tão longo e dá uma dica para os casais de hoje “Procurem construir sua história com respeito mútuo, com desprendimento e muita compreensão. As adversidades e as pedras no caminho podem edificar a felicidade em comum. ”.

Esperamos que a história do Lucas e da Gina seja inspiradora no dia em que comemoramos esse sentimento que move o mundo: o amor. Feliz Dia dos Namorados!

Gina e Lucas

10 Sep

Como é ser um aluno de Engenharia da FEI?

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Entrei naquele fretado lotado de calouros e achei tudo meio diferente. Era meu primeiro dia, indo para a minha primeira aula na faculdade, que tanto já tinha ouvido outros falarem sobre, mas era o meu dia de conhecer a FEI. A ansiedade se misturava à vontade de começar logo, afinal pesquisei bastante antes de escolher qual instituição estudaria.

Conforme os primeiros dias de aula iam passando, fui percebendo que a “parada” era realmente séria e que precisava estudar, senão eu não passaria de semestre. As primeiras provas (P1) chegaram e eis que saíram as notas: zero, dois, um, três, zero, sete e meio. Foi um baque e logo me vi bem desanimado. Aos poucos, percebi que o que todos falavam era verdade, não bastava estudar, precisava me dedicar.

Lembro como se fosse ontem: fim do primeiro semestre e o resultado, que infelizmente já esperava, primeiro semestre da faculdade perdido. Me lembro que de sete matérias, sendo que uma delas era Educação Física, apenas uma eu não “bombei”, adivinha qual? Claro que a própria. As outras seis ficaram como dependência para o segundo semestre. Amigos da turma que também tinham reprovado em algumas matérias me questionavam se tinha ficado “de DP” e quando eu respondia que “sim, de todas menos educação física”, sentia em seus olhares a reprovação, como se dissessem “Nossa, esse cara não tem futuro na faculdade”.

Perto de começar o segundo semestre, algo já ecoava na minha cabeça. Minha auto cobrança já alertava que precisaria cair ainda mais de cabeça nos estudos. Na época, tinha uma banda de rock que tive que deixar para passar mais tempo na universidade. Ali, eu começava a perceber sozinho que, às vezes, temos que fazer escolhas decisivas quando temos um objetivo em mente.

Estudei, e não foi pouco, e mesmo assim fui mal nas primeiras provas das três matérias mais difíceis. Lembro como se fosse ontem das notas que precisava tirar para passar: 7 em Física 2, 5 em Química e 7 em Álgebra Linear. Parece tranquilo, mas não é. Quem fez FEI sabe do que estou falando, 5 por lá é comemorado como 10. E mesmo tendo dado o meu máximo, mais uma vez, me vi precisando de nota para passar. Sentei com o meu pai para conversar e até cogitei desistir do semestre e mudar de faculdade, mas ele me encorajou, me disse para não desistir e esperar, quando os resultados finais saíssem, conversaríamos novamente. A meta a partir daquele momento era ter só duas dependências e passar.

Era hora de ir para a segunda rodada de provas do semestre (P2) e encarar as notas. Como os segundos demoraram para passar no dia em que as notas foram liberadas. Eis que sai a nota de “Física 2” e para minha surpresa: 7!  Exatamente a nota que eu precisava. Cheguei a acreditar que isso seria impossível, e lá estava eu, gritando de alegria pela minha casa. Quando saíram as outras duas, foram o 5 e o outro 7 que eu precisava. Eu tinha conseguido e quase não acreditava, era como se uma tonelada tivesse saído das minhas costas.

Ir bem ou não era uma escolha minha e decidi trilhar o caminho em que a minha média subiu e eu passei de semestre sem P3. Não consigo descrever em palavras a sensação de ter conseguido, por mérito próprio, superar o medo que marcou os meus primeiros meses na FEI, posso dizer que foi um misto de alívio e felicidade. Foi com esse pensamento que encarei os outros semestres que viriam e também quando escolhi por Engenharia Elétrica.

Sem dúvida alguma, a matéria mais difícil que encarei estava relacionada diretamente com minha escolha pela Elétrica: Princípios da Comunicação 1. Pense em uma matéria em que você simplesmente não entende NADA, essa disciplina era assim para mim. O complicado com Engenharia Elétrica é que tudo é abstrato, não vemos nada fisicamente e temos que calcular tudo o que não vemos. Peguei “DP” dessa matéria e consegui passar na segunda vez.

Depois de quatro anos de muito estudo e dedicação, chegava o nono semestre e com ele o começo do Trabalho de Conclusão de Curso. No último ciclo, além do projeto comecei a estagiar na Behavy, o que fez desse semestre o mais puxado de todos. As matérias não eram difíceis, mas estagiar, fazer TCC, limpar a casa, cozinhar (morava sozinho), me exercitar e me manter saudável era bem difícil. Eu só conseguia pensar em como fazer o dia ter 30 horas.

Eis que no final do décimo semestre, todo o esforço foi recompensado e o TCC aprovado! Nesse momento, tudo fez sentido, cada minuto dedicado a estudar valeu a pena. Baladas perdidas, noites sem dormir e viagens que não fui. Mais do que sair formado com um diploma da FEI, o curso me transformou como pessoa. Aprendi coisas durante esses cinco anos que me acompanharão para o resto da vida, vi o quanto minha força também vem de quem eu amo, por isso agradeço aos meus pais, amigos e familiares porque, com certeza, sem o apoio deles eu teria desistido.

11944959_1025838467449901_1069888740_nFica a lição de que não importa quais as dificuldades que você está passando, confie em si mesmo, vá em frente, insista quando parecer que não dá mais, lute mesmo quando você não tiver mais forças. O único que pode conseguir é você e apenas você! O caminho pode ser difícil, mas alcançar um sonho, um objetivo e olhar para o caminho trilhado, é gratificante e inspirador.

Álick Buscariolli, Desenvolvedor Front-End da Behavy e “Feiano” recém-formado

08 May

De mãe para filha: Engenharia Química na FEI

Alguns herdam o nariz, outros o gosto por música clássica. Às vezes herdamos a paciência, ou talvez a falta dela. Pode ser também que você herde a vocação, ou a profissão.

Nesse Dia das Mães, escolhemos a história da Gorette e da Nathalia, mãe e filha formadas em Engenharia Química pela FEI, para homenagear aquelas que, de uma maneira ou de outra, sempre deixam um pouquinho de si em nós.

 

diadasmaes“Sou Feiana da turma de Engenharia Química de dezembro de 1986 e o pai da Nathalia, também engenheiro químico, se formou em junho de 1986. Me casei com esse Feiano na Capela da FEI em janeiro de 1988.
Nossos dois filhos Thiago e Nathalia são engenheiros. A Nathalia bem que tentou fazer farmácia, mas a engenharia falou mais alto no seu coração (o caso deve ter explicação genética) e ela entrou de cabeça na Engenharia.

Considero a formação da nossa filha na FEI a prova viva de um processo de melhoria contínua, pois ela foi muito, mas muito melhor do que eu e o pai dela juntos! Foi reconhecida como melhor aluna de Engenharia Química no ano de 2011 e recomendada pela FEI para participar da primeira turma do Ciências sem Fronteiras em 2012. Formou-se no ano seguinte. Já formada, em 2014 conseguiu uma bolsa para mestrado em Processos Químicos na FEI e na Washington University – St Lous – Missouri, EUA, na área de Energias.

A Nathalia só retorna para o Brasil em dezembro, mas nesse Dia das Mães eu vou visita-la e passaremos o dia juntas. Sei que o mundo está cada vez menor para essa geração de profissionais que, quando se entregam com paixão por suas escolhas, possuem oportunidades fantásticas de aprendizado profissional, cultural e pessoal em outros lugares, mas não vejo a hora de tê-la de volta ao Brasi! Nessas horas o coração de mãe fala mais alto.”

Maria Gorette, ex-aluna da FEI, engenheira química e Mãe da Nathalia

 

13 Apr

Engenheira têxtil pela FEI é gerente de produção na área de vestuário em multinacional de artigos esportivos

Poucos são os privilegiados que conseguem unir o hobby com a profissão, garantindo satisfação ao trabalhar e transformando as metas em algo prazeroso de se alcançar. A engenheira têxtil Camila Roseane Kolososki, de 29 anos, faz parte do seleto grupo de profissionais que têm a oportunidade de se dedicar integralmente à área que admira, e ainda pode colocar em prática todos os conhecimentos adquiridos durante a graduação. Apaixonada por diferentes modalidades esportivas, a ex-aluna do Centro Universitário da FEI é gerente de produção na área de vestuário da Decathlon, rede multinacional varejista de artigos esportivos.

Formada em Engenharia Têxtil em 2007, Camila Kolososki é responsável pelo gerenciamento dos fornecedores de artigos de vestuário da empresa. Coordenadora de uma equipe formada por 16 profissionais, a engenheira faz acompanhamento de todas as etapas produtivas, que incluem a escolha dos fornecedores, preparação para auditorias, negociação de preços e gestão das entregas. “Temos 20 marcas exclusivas, que são a força da nossa empresa e representam 70% do volume de vendas, e trabalho para viabilizar a produção no Brasil, garantindo que os produtos tenham o melhor custo-benefício do mercado. Além disso, temos a loja virtual, 15 unidades físicas espalhadas pelo País e mais duas que serão inauguradas ainda neste ano, o que significa o aumento no volume de produção”, explica.

Embora seja ainda muito jovem, a carreira decolou porque a engenheira sempre trabalhou muito, de forma responsável e cumprindo metas profissionais e pessoais. Camila Kolososki entrou na FEI em 2003 com o objetivo de cursar Engenharia Química, mas, durante o ciclo básico, ao conversar com os professores, fazer pesquisas sobre a área e assistir algumas aulas, conheceu e optou pela Engenharia Têxtil. “Trata-se de uma área cujo mercado é desafiador e ainda com poucos profissionais, mas com boas oportunidades e empresas em atuação. Como sempre gostei de esportes, logo pensei que seria interessante construir uma carreira dentro da área de vestuário esportivo”, ressalta. A jovem conta que gostou do curso desde a primeira aula, na qual já teve contato com diferentes tipos de fios e tecidos, e que a área a cativou bastante porque envolve muitas atividades que gosta, como mecânica, química e vestuário.

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Camila Roseane Kolososki coordena uma equipe formada por 16 profissionais na Decathlon.

A vontade de aliar o hobby com o trabalho aconteceu logo que a jovem começou a participar dos processos seletivos e foi chamada para fazer estágio na Decathlon, em fevereiro de 2006, no departamento de produção. Durante um ano, trabalhou na área de qualidade e, embora não tivesse experiência, se destacou por colocar em prática as ferramentas e o ensino que a FEI propiciava. Como a empresa incentiva a autonomia do colaborador, no início de 2007, ainda no departamento de produção, Camila Kolososki foi para a área de desenvolvimento de produto, na qual auxiliava a engenheira responsável no gerenciamento dos fornecedores.

Ao finalizar o curso, foi convidada para permanecer na área e ser responsável pela produção de meias e artigos sintéticos, onde ficou por dois anos e meio. Em março de 2010 recebeu o convite para assumir a área de vestuário do departamento de produção e o cargo de gerente. “Fiquei bem surpresa, porque tinha apenas 24 anos e assumi uma grande responsabilidade. Mas era uma oportunidade única. Acredito que o que colaborou muito com a minha trajetória foi o fato de poder unir a cultura da empresa com minhas características pessoais, ou seja, o dinamismo e os esportes”, enfatiza, ao reforçar que também dominava o idioma inglês e estudava francês, o que ajudou na escolha da empresa.

 

Evolução Contínua

 O período em que estudou na FEI também colaborou para que Camila Kolososki obtivesse uma série de respostas às suas questões, propiciando experiências que hoje são colocadas em prática na vida profissional. Além de atuar na Atlética e participar de todos os campeonatos esportivos representando o Centro Universitário, a então aluna participou de um Projeto de iniciação científica – que, coincidentemente, era sobre meias – com a professora Toshiko Watanabe, realizou viagens organizadas pelo Departamento de Engenharia Têxtil da FEI para visitar fábricas e recebeu todo o suporte necessário do corpo docente do curso, que está sempre preocupado com a evolução dos alunos.

A paixão pelo compartilhamento do conhecimento despertou, ainda, a vontade de seguir a carreira acadêmica, por isso, Camila fez mestrado em Engenharia Mecânica na FEI, na área de Produção, em 2010, e pretende, em um futuro próximo, cursar o doutorado. “Dar aulas é algo que quero realizar paralelamente à minha carreira na empresa. Além disso, dentro da Decathlon espero ter a oportunidade de assumir mais responsabilidades e ter experiência no exterior, já que a organização onde trabalho está presente em 20 países. Claro que todos esses projetos têm de envolver a Engenharia Têxtil”, pontua.

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ENGENHARIA TÊXTIL NA JORNADA DAS OPÇÕES

Laboratório de Tecelagem – E0-13 e Laboratório de Malharia – E0-31
Data: 13/04/2015
Das 13h30 às 17h00

Experimento com Corantes Naturais G0-22 e G0-23
Data: 13/04/2014
Das 14h00 às 16h00

Esporte e materiais técnicos: as novas tecnologias de produtos têxteis
Prof. Fernando Barros de Vasconcelos
Data: 14/04/2015
Horário: 14h00
Auditório Valentim dos Santos Diniz

Laboratório de Tecelagem – E0-13 e Laboratório de Malharia – E0-31
Data: 16/04/2014
Das 13h30 às 17h00

26 Mar

Júnior FEI celebra 15 anos com retrospectiva, festa e planos de trabalho da nova gestão

A Júnior FEI comemora 15 anos no mês de março e a empresa celebrou essa data com um evento que contou com a presença de empresários juniores atuais, ex-membros da empresa, familiares, amigos e professores.

A empresa júnior é uma associação civil sem fins lucrativos, composta unicamente por alunos de graduação que tenham interesse em desenvolver suas habilidades profissionais e conhecer na prática como funciona o dia a dia em uma empresa, oferecendo consultoria e desenvolvendo projetos em diversas áreas de atuação. A primeira empresa júnior surgiu na França em 1967 e chegou ao Brasil 20 anos depois. De acordo com o MEJ -Movimento Empresa Júnior, atualmente, o Brasil possui cerca de 700 empresas juniores, compostas por aproximadamente 22 mil universitários que realizam mais de 2.000 projetos por ano. Existem hoje, órgãos que regulamentam o trabalho das empresas juniores como a Federação de Empresas Juniores do Estado de São Paulo, sendo a Júnior FEI federada à FEJESP.

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Todos os empresários juniores que estavam presentes no evento de 15 anos da Júnior FEI.

O evento que aconteceu na última sexta-feira, dia 20, reuniu a equipe responsável pela última gestão da Júnior FEI e os membros que assumiram a empresa em 2015 para apresentar os resultados da última gestão e as expectativas para os próximos dois anos. A apresentação também contou a história da Júnior e sua evolução ao longo desses 15 anos e foi acompanhada pelo primeiro presidente da Júnior FEI, o engenheiro civil Felipe Sartori Cigolo: “Os números são impressionantes, os alunos estão de parabéns e a faculdade que apoiou esse crescimento também. Depois de 15 anos, ver todo esse evento, esse pessoal entusiasmado, cheios de gás e com essa motivação toda é muito gratificante.”. Felipe contou que há 15 anos, ele e mais três alunos da FEI, tiveram a ideia de implantar uma empresa júnior na faculdade inspirados por outras instituições e motivados pela falta que sentiam de uma interação maior com empresas e vivência empresarial. A ideia deu certo e após reuniões com a Fundação Inaciana Padre Saboia de Medeiros, o projeto saiu do papel e foi implementado.

Marcello Danelli, aluno de Engenharia de Produção, entrou na Júnior FEI no 2º ciclo e atuou na empresa por dois anos e meio como Diretor de Recursos Humanos.

Marcello Danelli, aluno de Engenharia de Produção, entrou na Júnior FEI no 2º ciclo e atuou na empresa por dois anos e meio como Diretor de Recursos Humanos.

O aluno Marcello Danelli, Diretor de Recursos Humanos da Júnior FEI no ano de 2012, contou como sua experiência na Júnior foi determinante para entrar no mercado de trabalho: “Eu participei de um processo seletivo em que apenas empresários juniores poderiam se inscrever e acredito que o diferencial tenha sido todos os ensinamentos que a Júnior FEI me proporcionou ao longo dos dois anos e meio que passei na empresa. Eu pude relatar não só uma, mas várias experiências e desafios profissionais que eu vivi aqui na Júnior e isso me ajudou a conseguir a vaga.” Marcello completou sua apresentação fazendo um apelo aos familiares para que apoiassem os empresários juniores, porque embora não seja um trabalho remunerado, acredita que a empresa júnior seja um trampolim para a carreira de todos os alunos que participam.

Presidente da Júnior FEI em 2013 e 2014, Matheus analisou sua gestão e seu trabalho na empresa “Acho que a minha gestão, como de todos os outros, começou com um pouco de cautela, fazendo ações menores por conta do medo de errar, mas com o tempo você vai ganhando confiança e partindo para projetos maiores. Temos hoje um grande reconhecimento da faculdade que nos ajuda muito, pois confiam em nós e nos cedem o nome da FEI, que é um nome muito reconhecido. Essa confiança e o fato de representarmos a FEI em nossos projetos é um diferencial incrível que com certeza essa gestão conseguiu trabalhar bem.”. O novo presidente Luis Felipe Ulian conta suas expectativas para os próximos dois anos no comando da empresa: “Independente do cargo que assumi na Júnior FEI, participar de uma empresa júnior já é um diferencial no currículo, principalmente pelo fato de que aqui nós aprendemos e nos desenvolvemos de tal forma que as empresas hoje estão buscando este perfil empreendedor, portanto viver o movimento empresa júnior e se engajar com as oportunidades que aparecerem é um diferencial em seu currículo.”

A empresa júnior atua hoje como um potencializador de carreiras, preparando os universitários que entram cada vez mais jovens na universidade para que adquiram uma experiência corporativa antes de se candidatarem a vagas de emprego em outras empresas. A Júnior FEI completa 15 anos de  desenvolvimento dos empresários juniores  no âmbito profissional e pessoal, aprimorando sua oratória, poder de liderança e trabalho em equipe.

 

 

 

 

 

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