04 Sep

Vagas de Estágios e Oportunidades se encontraram no Recruta FEI

Recruta

Mais de 25 empresas ocuparam o Ginásio de Esportes do Centro Universitário FEI, nos dias 30 e 31 de agosto de 2017. O motivo desta reunião trouxe alunos de todos os cursos: vagas de estágio e de trainees.

O Recruta FEI, maior feira de recrutamento do ABC, promove um interessante contato entre estudantes e grandes empresas, de diversos setores, que apresentam suas vagas de trabalhos e planos de recrutamento

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Para deixar o evento dinâmico e mais atrativo, cada empresa aposta em atividades e propostas diferentes. A General Motors, por exemplo, colocou um carro em seu estande, no qual os alunos puderam entrar, tirar fotos e, ao mesmo tempo, saber mais sobre como é trabalhar em uma das maiores empresas automobilísticas do mundo.

O Banco Santander, por sua vez, apostou em um jogo interativo, com um divertido apresentador animando os visitantes, valendo brindes exclusivos.

Uma grande novidade nesta edição do evento foi o “Espaço Conexão”, uma mini arena onde, com hora marcada, um representante de cada empresa conduzia uma palestra para alunos. Essas palestras trouxeram conteúdo diversos, sobretudo com dicas para conquista de vaga de estágio.

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O Recruta FEI é uma excelente oportunidade de networking e crescimento para alunos que, em alguns casos, não tiveram ainda nenhum contato com o mercado de trabalho.

O Blog da FEI esteve no evento e conversou com uma das organizadoras, a aluna Beatriz Crippa, de Engenharia de Produção. Assista o vídeo:

 

13 Mar

Como reter talentos?

A economia aquecida e a busca frenética por profissionais de todas as áreas no Brasil estão causando algumas ‘dores de cabeça’ para empregadores que, ao mesmo tempo, vivem à procura de mão de obra qualificada e têm de criar estratégias para reter os talentos nas organizações. Esse fenômeno de grande competitividade torna-se ainda mais grave devido aos problemas de formação no Brasil, que não prepara mão de obra suficientemente qualificada e em número adequado para atender às necessidades do mercado. Diante disso, gestores de recursos humanos vivenciam o desafio de buscar os talentos e mantê-los nas empresas pelo maior tempo possível, o que não tem sido tarefa fácil.

Um bom exemplo é a falta de engenheiros, de todas as especialidades, em razão do crescimento de 320% na Engenharia Industrial nos últimos cinco anos no Brasil, fato que causou um descompasso entre oferta e demanda. Apesar de o País ter excelentes instituições de ensino de Engenharia, a quantidade de profissionais formada é insuficiente neste momento de economia aquecida. No entanto, a escassez de mão de obra não se limita aos setores tecnológicos. “O problema no Brasil é complexo e tem múltiplas causas. Entre as mais importantes estão debilidades históricas da educação, que não é suficiente para dotar os indivíduos de uma formação de qualidade”, analisa o professor doutor André Mascarenhas, do curso de doutorado em Administração da FEI.

O docente ressalta que essa dificuldade estrutural na formação de mão de obra qualificada acaba fazendo com que o Brasil tenha poucos talentos que, consequentemente, são muito valorizados e disputados. Para tentar reter esses talentos em curto, médio e longo prazos, as empresas precisam ser mais atraentes, oferecer possibilidades de crescimento e se manterem como organizações qualificantes, que agreguem conhecimento contínuo aos empregados. “Além disso, devem ser mais democráticas e pluralistas e estar atentas aos comportamentos, impedindo assédios e problemas que levem os profissionais a não se sentirem bem no ambiente de trabalho”, alerta.

Devido a essa grande procura, o empregado ganhou maior poder de barganha e, quanto mais qualificado for, mais terá essa condição com relação ao mercado de trabalho. “Para reter essa mão de obra qualificada deve haver um alinhamento do poder das organizações e dos empregados, com a construção de uma situação adequada de trabalho que seja recompensadora”, orienta o docente, que acredita no aprofundamento dessa busca por talentos e sugere que as organizações transformem essas dificuldades em oportunidades, criando estratégias múltiplas e multifacetadas e reconhecendo que devem assumir sua responsabilidade de ajudar a transformar a sociedade.

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