24 jul

Engenheira FEIana é peça-chave na BMW do Brasil

Orgulho FEI_BMW

O sucesso de alunos do Centro Universitário FEI é sempre motivo de orgulho e fonte de inspiração para outros estudantes, professores e funcionários da Instituição. Hoje, apresentamos neste post a Engenheira Mecânica Gleide Souza, formada pela FEI, que tem recebido destaque por suas contribuições ao País, nos avanços das regulamentações e investimento para carros autônomos.

Gleide possui um rico histórico profissional e de conquistas. Foi contratada pela BMW em 2007 com a missão de manter um bom relacionamento com fornecedores do mundo todo, além de coordenar compras internacionais. Após 5 anos, o seu desafio era encontrar um local para a empresa alemã fabricar seus carros no País, frente às adversidades burocráticas, de impostos e legislações. E o êxito dessa árdua missão fez nascer a fábrica da BMW na cidade de Araquari, em Santa Catarina e rendeu um novo direcionamento profissional à Gleide: ela se tornou Diretora de Relações Governamentais da BMW no Brasil.

E os avanços não param!

Agora, em 2018, a BMW deu início à produção do primeiro carro semiautônomo do Brasil. O modelo é o utilitário-esportivo X3 M40i, versão mais equipada do xDrive30i X Line.

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Para a FEI, é uma honra fazer parte da história profissional de Gleide Souza. Leia toda a trajetória da Engenheira FEIana neste link.

18 jun

Exposições de Projetos da Engenharia Mecânica FEI

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Nos dias 07 e 08 de junho, o Centro Universitário FEI realizou os tradicionais eventos que apresentam os Projetos de Conclusão de Curso da Engenharia Mecânica. Mais que exposição, o objetivo também é promover a avaliação dos trabalhos por profissionais da indústria, colocando os estudantes da Instituição em contato com pessoas influentes do mercado de trabalho.

A ExpoMecAut, em sua 62ª edição, reuniu os trabalhos voltados para a ênfase de mecânica automobilística. O desafio dos estudantes é sempre criar soluções inovadores que têm impactos positivos na sociedade. No total, oito grupos apresentam soluções diversas, como, por exemplo, um ônibus com um monobloco aplicado em sua estrutura, com o intuito de aumentar a segurança dos passageiros.

Para ler mais detalhes sobre os projetos, clique aqui.

Veja no vídeo abaixo um resumo do evento.

Já na ExpoMecPlena, em sua 42ª edição, os estudantes criam soluções mecânicas para diversas áreas e setores, não só focadas no automobilístico como citado acima. No palco, um jogo rápido de perguntas feitas pelos professores eram respondidas pelos grupos, apresentando os principais diferenciais de seus projetos, trabalhos e ideias.

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Clique aqui e veja as fotos.

Veja no vídeo abaixo um resumo do evento.

04 maio

Entrevista com o Gerente da Jaguar Land Rover

Orgulho FEI Cleber_Linkedin

Formado em Engenharia Mecânica pela FEI, Cleber Augusto vive na Inglaterra atualmente, onde atua como Gerente de Engenharia e Desenvolvimento na Jaguar Land Rover. O Blog da FEI entrevistou o Engenheiro FEIano que compartilhou suas visões e opiniões sobre o mercado de trabalho, suas mudanças e principais desafios dos futuros profissionais da área. Confira:

Conte-nos, de forma breve, como foi a sua formação na FEI e como surgiu a oportunidade de trabalhar na Land Rover do Reino Unido.

Após concluir o curso técnico em mecânica pela Escola Técnica Federal de São Paulo, ingressei na FEI onde me formei em Engenharia Mecânica em 1997, quando iniciei minha carreira na indústria automobilística, atuando em conceituadas empresas como Ford, General Motors, Fiat-GM Powertrain, GM Powertrain, Opel (Alemanha) e Maserati (Itália). Atualmente exerço a função de Gerente de Engenharia e Desenvolvimento responsável pelo projeto, validação e certificação de transmissões e embreagens na Jaguar Land Rover em Whitley, Inglaterra.

Você está trabalhando há anos fora do País, convivendo e tendo contato direto com grandes inovações do setor. Sendo assim, como você enxerga o potencial do Brasil? Como as indústrias do exterior enxergam os talentos do nosso país e o desenvolvimento comercial?

Sem dúvida o Brasil e um mercado muito importante para todas empresas multinacionais devido ao seu potencial de consumo, porém a falta de infraestrutura e organização, somados aos altos impostos, aumentam o desafio para qualquer investidor, causando um certo atraso na chegada de inovações tecnológicas. No entanto, buscar soluções em meio a estes cenários, tornam a nossa mão de obra especializada extremamente flexível e adaptável, além de genuinamente criativa. No caso da indústria, noto com frequência maior facilidade dos engenheiros brasileiros a lidar com adversidades, desenvolvendo soluções técnicas viáveis, tanto em prazo quanto em custo. Essa habilidade aliada à competência técnica, é sem dúvida um grande diferencial competitivo, fato comprovado pelo recente êxodo de engenheiros ao exterior, principalmente Europa, EUA, China e Canadá.

O mercado de trabalho mudou muito nos últimos 20 anos, desde que você se formou, porém, atualmente, essas mudanças acontecem em um intervalo de tempo ainda menor, devido aos avanços tecnológicos que são reinventados a cada ano. Como você acompanha essas mudanças? Qual o segredo para se manter atualizado no mercado de trabalho?

Costumo desenvolver trabalhos científicos e participar anualmente dos principais congressos de engenharia automobilística como SAE, CTI Symposium, entre outros. Durante cada projeto desenvolvemos inúmeras soluções que consequentemente servem como base para inovações tecnológicas. Em 2011 durante o SAE International Congress em Detroit, apresentei um paper sobre economia de combustível referente à uma transmissão manual de 6 marchas com apenas 2 eixos, a qual mais tarde transformou-se numa patente de minha autoria. Com suporte da General Motors, esta transmissão hoje esta presente nos modelos Onix, Cobalt, Spin fabricados no Brasil.

Há dois anos a FEI iniciou um projeto chamado Plataforma de Inovação, que tem como objetivo orientar os estudantes da Instituição sobre as megatendências e demandas das próximas décadas, tal como as competências que serão exigidas desses futuros profissionais. Na sua opinião, quais são as principais mudanças que devem acontecer nos próximos anos? Como os atuais alunos de Engenharia Mecânica devem se preparar para essas mudanças?

A globalização e as questões ambientais tornaram o mercado ainda mais competitivo, obrigando as empresas a investir pesado em inovações. Neste sentido, a indústria automobilística tem intensificado as pesquisas no desenvolvimento de carro híbridos, elétricos e autônomos. Em breve essas tecnologias estarão ainda mais acessíveis, abrangendo mais produtos e mercados. No caso dos propulsores, haverá uma migração dos convencionais motores à combustão interna para unidades de força alimentadas por energia elétrica. Portanto, a tecnologia no desenvolvimento e produção de baterias tende a crescer acentuadamente. Neste contexto, a Engenharia Elétrica e Mecânica terão papel fundamental na viabilização destas ideias e na otimização e integração veicular como um todo, pois nunca a eficiência energética foi tão exigida.

Para finalizar, como você vê a contribuição da FEI na sua vida profissional? E qual a dica que você daria para os atuais alunos?

A FEI me proporcionou uma base conceitual sólida e estabeleceu uma forma de aprendizado contínuo que utilizo até hoje. Entender as causas do problema, encontrar soluções plausíveis, definir a melhor estratégia e implementá-la. Tudo isso de forma coesa e organizada. O resto vem com a experiência após inúmeros projetos desenvolvidos com sucesso. Meu conselho para aqueles que estão iniciando é acreditar no seu potencial e nunca desistir, pois com trabalho e determinação os resultados são alcançados. Como dizia Albert Einstein: “O impossível existe até que alguém duvide dele e prove o contrário.”

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Vestiba

23 abr

O Desafio do Engenheiro na Indústria

Palestra o Desafio do Engenheiro na Industria

Formado pela FEI em 1997, Marcos Vinicius Teixeira é atualmente Gerente de Qualidade na FCA – Fiat Chrysler Automobiles, além de ser membro representativo da SAE, Sociedade de Engenheiros Automotivos. Além da vasta experiência que o engenheiro traz em seu currículo, uma delas é especial para a FEI: Marcos foi o primeiro capitão da Equipe FEI Baja, que hoje figura entre as melhores equipes do mundo na competição.

Em um clima descontraído mesclado com nostalgia, o engenheiro FEIano esteve na Instituição na última sexta-feira, 20 de abril, para ministrar uma palestra aos alunos sobre os principais desafios de um (a) engenheiro (a) na indústria e como as mudanças das próximas décadas vão impactar na formação profissional de cada um deles.

Confira no vídeo abaixo os principais destaques e, também, o depoimento do palestrante:

Sobre ter participado como idealizador do projeto FEI Baja, Marco Vinicius comenta: “Me ensinou uma série de coisas. Me ensinou a colaboração, me ensinou como é difícil compor um time, como conversar com as empresas para poder viabilizar o projeto. É uma série de coisas que eu carrego até hoje, me formou como profissional”

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Até o próximo post 😉

 

22 mar

Novo motor da Renault integra Laboratório de Mecânica

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Os laboratórios de uma instituição de ensino têm papel fundamental na formação dos estudantes, pois são como uma janela para o mercado de trabalho, na qual os alunos terão contato prático com a profissão que escolheram. Utilizar equipamentos, concretizar projetos criados em sala de aula e estar conectado com as novidades do mercado, são alguns dos objetivos.

Na FEI, o investimento e cuidado com os laboratórios reforçam a Instituição como uma das melhores do País, especialmente por oferecer aos alunos equipamentos de ponta com tecnologias que, em alguns casos, são novidades presentes somente no exterior, com previsão de chegada ao Brasil em alguns anos.

Agora, o Laboratório de Engenharia Mecânica da FEI recebeu mais um grande incentivo: um novo motor cedido pela Renault, uma das principais montadoras de carro do mundo.

motor

A conquista nasceu a partir do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) do aluno Rodrigo Fonseca e seus amigos de grupo, que projetaram construir um motor para trabalhar com dois ciclos. O departamento de Engenharia da Renault se interessou tanto pelo projeto, que fez mais somente apoiar, doou um motor da empresa para o grupo, que após a realização do TCC será locado em definitivo no Laboratório de Motores da Instituição.

Segundo Rodrigo Fonseca, trata-se de um motor recente, SCE, que passou a equipar os carros da Renault a partir de dezembro de 2016, para modelos 1.6. É de combustão interna, 4 cilindros e apresenta algumas inovações tecnológicas.

Motor 3

A cerimônia de entrega, realizada no dia 15 de março, contou com a presença do Gerente de Marketing de Produto da Renault, Rafael Garbosa, além do Reitor do Centro Universitário FEI, Prof. Dr. Fábio do Prado, alunos e professores.

No vídeo abaixo você confere imagens do motor e mais informações. Assista:

O Centro Universitário FEI agradece à Renault pela parceria e parabeniza os alunos pela conquista!

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