05 out

Engenharia FEI: uma vitória rumo aos EUA!

Alunos de Engenharia FEI vencem competição de Materiais Compósitos e representarão o Brasil nos Estados Unidos, em 2018.

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As atividades extracurriculares do Centro Universitário FEI, como projetos institucionais, sempre trazem bons resultados aos alunos e professores. Na grande maioria dos casos, aplicar os conceitos na prática leva os estudantes ao desafio de criar soluções e pesquisas para áreas que, geralmente, ainda não foram ministradas no presente ciclo de suas graduações, além de colocá-los em contato com o mercado de trabalho.

A equipe SAMPE-FEI, formada por alunos de Engenharia de Materiais e Mecânica da FEI, é mais uma das diversas equipes da Instituição que participou de um campeonato e se destacou como grandes vencedores.

SAMPE

          Alunos de Engenharia com o prêmio do Desafio Acadêmico da Ponte 2017

O Desafio Acadêmico da Ponte, competição internacional chamada “Student Bridge Contest”, foi organizado pela Sociedade para o Avanço de Materiais e Engenharia de Processo (SAMPE), com o objetivo de promover a alunos de diversos cursos de tecnologia uma experiência real de projeto de uma estrutura de material compósito, obedecendo regras e especificações pré-estabelecidas. As provas aconteceram em São José dos Campos/SP durante a primeira semana de outubro.

As equipes precisaram projetar e construir uma ponte/viga que suportasse uma determinada carga. O critério de avaliação consistiu em classificar a ponte mais leve que atendesse a carga do projeto. Diversas categorias foram disputadas, como Viga em L e Viga Quadrada variando as fibras (carbono, vidro e natural).

Com muito esforço e dedicação dos nossos alunos, mais uma vez, o prêmio ficou para a equipe FEI! Por somar mais pontos em toda a prova, os estudantes da Instituição foram classificados para representar o Brasil nos Estados Unidos, na etapa internacional da competição, em 2018.

A equipe SAMPE-FEI já possui um histórico de troféus no Desafio Acadêmico da Ponte. Das 4 edições realizadas, três delas tiveram alunos FEIANOS no pódio, sendo uma vez em 2º lugar.

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Vestibular

09 jun

59ª ExpoMecAut expõe Projetos da Engenharia Mecânica

Alunos do curso de Engenharia Mecânica Automobilística da FEI apresentaram, no último dia 08 de junho, seus Projetos de Formatura na 59ª ExpoMecAut, que aconteceu no ginásio de esportes.

Expo Blog

Professores e alunos da FEI, profissionais do setor, amigos e familiares dos formandos puderam conhecer os 05 projetos apresentados, trazendo soluções e novas ideias para transportes e locomoção.

O evento contou com a presença de uma banca examinadora, com júri formado por profissionais importantes da indústria, avaliando os quesitos:  criatividade em inovação, conteúdo técnico do projeto, viabilidade do projeto e modelo em escala da inovação.

Conheça os cinco projetos e os três vencedores da noite.

Projeto LF 420

LF - 420

Projeto LF – 420 na 59ª ExpoMecAut

O projeto apresenta uma solução para o transporte de cargas rodoviárias, com um sistema compacto e leve que facilita no carregamento e descarregamento de carga, além de oferecer melhores condições de trabalho aos operadores, com um novo sistema de ergonomia. O sistema visa otimizar até 50% do tempo atual utilizado nesses serviços, 20% do volume e 25% de carga. A plataforma para levantamento da carga é acionada por uma bolsa de ar.

Projeto HY-P

HY-P

Projeto HY-P na 59ª ExpoMecAut

De olho na tendência por produtos ecologicamente corretos, esse projeto traz uma solução que otimiza o sistema híbrido-elétrico, tornando-o mais acessível, uma vez que os veículos atuais não possuem espaço para um sistema hibrido elétrico, além do peso que tal tecnologia traz para os automóveis. A proposta de otimização serve, justamente, para solução desse problema, melhorando sua eficiência e arquitetura.

Projeto AcquaBoost – 3º lugar

Acquaa Boost

Projeto AcquaBoost na 59ª ExpoMecAut

Esse projeto, classificado como o 3º melhor da noite, propõe a injeção de água em motores a combustão sobrealimentados. Essa solução nasceu a partir dos problemas de baixo rendimento desses motores, anomalias no funcionamento devido à temperatura elevada, além da emissão de gases poluentes. Diante desse problema, a meta do grupo é diminuir a temperatura da câmara de combustão.

Projeto H2D – 2º lugar

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Projeto H2D na 59ª ExpoMecAut

Há uma grande dependência de diesel no setor de transporte, que devido ao alto uso anual, as taxas de emissões de poluentes também são grandes. O projeto oferece uma solução para reduzo no consumo de diesel para veículos rodoviários pesados, mantendo a potência do motor.

Projeto Eqüus – 1º lugar

Trator

Projeto Eqüus na 59ª ExpoMecAut

O projeto vencedor da noite, Eqüus, propõe um Trator Porta Implemento, que buscar prover a mobilidade ao pequeno produtor, que representa hoje 85% dos trabalhadores rurais. O trator promete realizar diversas operações que otimizam o tempo de trabalho e garante melhores condições físicas para o trabalhador, com sistema de transmissão hidráulica, implementação dianteira e um sistema traseiro para esterçar, facilitando ainda mais a locomoção.

Confira na reportagem como foi o evento!

03 jun

Demanda em infraestrutura e tecnologia abre perspectivas no mercado de trabalho para engenheiros

O campo da Engenharia tem se expandido para atender às necessidades do País e à modernização dos processos construtivos, de produção e planejamento, em diversas áreas da atividade econômica. Nesse cenário, o engenheiro exerce um papel de grande relevância. Segundo a Vice-Reitora de Extensão e Atividades Comunitárias do Centro Universitário da FEI, professora doutora Rivana Marino, atualmente o País carece de uma grande demanda por obras de infraestrutura. “Estamos em um momento de expansão com construções de estradas, aeroportos e redes elétricas, por exemplo; nessa demanda, o engenheiro tem espaço garantido”, afirma.

Há 13 anos na Vice-Reitoria, formada em Engenharia Química pela FEI, com Doutorado e Mestrado, e pertencente ao corpo docente da Instituição desde 1992, a Profa. Rivana acompanha de perto as mudanças na área de Engenharia e as tendências na formação acadêmica. Respaldada por essa vivência, acredita que este ano será ainda mais promissor para a carreira de Engenharia: a profissão terá um novo impulso com a demanda por profissionais para os setores de infraestrutura e tecnologia. “Para suprir essas demandas, é fundamental que o profissional esteja bem-preparado, atualizado e tenha o conhecimento necessário para propor inovações”, afirma a Vice-Reitora. “A tecnologia é feita de ciência, portanto é preciso dominá-la para produzir e ousar para o novo, ir além do conhecimento adquirido nos livros e na sala de aula”.

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Capacidade para inovar é um diferencial cada vez mais requerido aos engenheiros.

O mercado é muito disputado. De acordo com o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia – Confea houve um aumento em torno de 230% de profissionais registrados nos últimos 10 anos. Em 2004 estavam registrados 31.357mil profissionais e, em 2014, o número saltou para 103.340 mil em todo o País. Por outro lado, embora os dados sejam controversos, existe um consenso de que faltam engenheiros em número suficiente para atender à demanda da indústria brasileira. Segundo dados do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação – MCTI o Brasil ainda é o que menos forma engenheiros anualmente, entre os países do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China). São cerca de 30 mil ao ano. A FEI forma cerca de 220.

Para formar profissionais capacitados e com perfil adequado ao novo cenário brasileiro, a FEI oferece aos alunos a oportunidade de aplicar suas habilidades nos laboratórios em aulas práticas, o que favorece o desenvolvimento técnico e contribui para o raciocínio científico. Estimula a pesquisa e a inovação por meio de vários projetos e disciplinas.

Aos interessados em participar do processo seletivo do segundo semestre de 2015 tem até o dia 5 de junho para se inscrever nas seguintes habilitações: Mecânica, Mecânica com ênfase em Automobilística, Elétrica, Elétrica com ênfase em Eletrônica, em Computadores e em Telecomunicações; além de Engenharia Têxtil, Química, Civil, de Materiais, de Produção e de Automação e Controle. As provas serão nos dias 13 e 14 de junho. Informações e inscrições pelo site: www.fei.edu.br ou nas secretarias dos campi da Instituição.

28 maio

O aço em baixas temperaturas

Com o projeto ‘Efeito de temperaturas subzero nas propriedades tensão-deformação do aço-estrutural ASTM A516 Gr 70’, o engenheiro mecânico Lucas Bronzatto Adorno investigou a alteração na resistência e na ductilidade de um aço estrutural típico de vasos de pressão para operações com temperaturas negativas até -85ºC em seu trabalho de Iniciação Científica. Finalizada em 2012, a pesquisa foi desenvolvida com orientação do professor Gustavo Donato e recebeu bolsa do Centro Universitário da FEI. Um ano depois, o aluno concluiu a graduação. O pesquisador explica que as estruturas submetidas a baixas temperaturas são, muitas vezes, projetadas e avaliadas com base em propriedades mecânicas obtidas em temperatura ambiente, o que pode incorrer em perda de realismo nas previsões de falha e vida. Esse cenário torna a investigação de relevância. Nos países com invernos rigorosos a importância do estudo é direta, pois as condições climáticas podem expor os equipamentos a temperaturas negativas da ordem das estudadas. Entretanto, até mesmo no Brasil, caracterizado por clima tropical, a expansão de gases em válvulas e outros acessórios de vasos de pressão e dutos podem causar congelamento local com severa redução de temperatura e potencial para mudança nos micromecanismos de fratura e nas propriedades dos materiais. Para avaliar as propriedades de tensão/deformação em baixas temperaturas, Lucas Adorno realizou ensaios de tração em corpos de prova fabricados com o aço em investigação sob as condições climáticas desejadas. Para tornar possível a execução dos testes, o pesquisador desenvolveu uma câmara climática alimentada por nitrogênio líquido para exposição do material a baixas temperaturas. Para tornar os ensaios ainda mais precisos, o engenheiro desenvolveu e calibrou, na própria FEI, os transdutores de deformações (denominados clip-gages) adequados para a instrumentação das amostras dentro da câmara de ensaio. Os corpos de prova foram submetidos a temperaturas de até -85ºC. Segundo o engenheiro, as propriedades mecânicas obtidas evidenciaram variação inversamente proporcional às temperaturas testadas, além de validarem a câmara e os transdutores como recursos confiáveis para testes em baixas temperaturas na Instituição. “Um projeto de Iniciação Científica faz diferença para a formação do aluno. Gostei muito de trabalhar com projetos, além de ter desenvolvido folderes e apresentações”, reforça Lucas Adorno.

Reconhecimento

Com o conteúdo oriundo de seu projeto de pesquisa, o engenheiro venceu a etapa brasileira do Young Person’s World Lecture Competition, concurso organizado pelo Instituto de Materiais, Minerais e Mineração (IOM3), em parceria com a Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração, que reúne jovens cientistas para a apresentação de palestras. Com o título ‘Relevância em quantificar propriedades mecânicas considerando baixas temperaturas para aplicações seguras e eficientes de ações estruturais’, Lucas Adorno destacou a importância de seu estudo. A competição foi realizada em abril de 2013 na Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração (ABM). Como prêmio, o pesquisador ganhou uma viagem a Londres para participar do Romantic Chemistry Exhibition, realizado em maio do ano passado, e a classificação para disputar a final mundial da competição, em 31 de outubro de 2013, em Hong Kong.

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Matéria publicada na revista Domínio FEI – Nº18 (pág 28)

13 fev

Encontro anual há 37 anos

Há exatos 37 anos, os engenheiros mecânicos plenos formados pela antiga Faculdade de Engenharia Industrial (FEI) mantém uma tradição: no fim de ano, o grupo se reúne para lembrar histórias, contar as novidades e confraternizar. O encontro é promovido ininterruptamente desde que a turma se graduou, em 1976, com pelo menos a metade dos 70 formandos. A última confraternização foi realizada em 22 de novembro no bar e restaurante Estalagem, em São Paulo, que há mais de 20 anos é o local escolhido pelo grupo para o evento.

Identificados com crachás que contêm os nomes e números de matrícula na FEI – turma 24 mil –, os engenheiros afirmam que o interesse coletivo em manter contato é um dos fatores que possibilita a realização anual do encontro. Alguns ex-alunos, graduados em 1975, também participam, como o professor José Agostinho Baitello, atualmente docente do curso de Engenharia de Produção do Centro Universitário da FEI. “O encontro é uma ótima oportunidade para estreitar os laços e é muito divertido”, afirma.

Além de atualizaram os acontecimentos, os engenheiros aproveitam para recordar algumas histórias dos tempos de faculdade. O grupo acompanhou algumas transformações no ensino da Engenharia, dentre as quais a inserção da régua de cálculo em sala de aula, até então inexistente. “A prova de Dinâmica das Máquinas era feita em dois períodos. Um para os alunos que tinham a régua de cálculo e outro para os que não tinham”, recorda o engenheiro Rui Rodrigues. Segundo o ex-aluno Roberto Gremmelmaier, a ausência do instrumento permitiu o aprendizado das fórmulas e o desenvolvimento do raciocínio lógico para a resolução de problemas.

Música e esportes também foram alguns aspectos que se destacaram entre os anos de 1972 e 1976, período em que o grupo estudou na FEI. Segundo os engenheiros Salim Lamha Neto, José Roberto Florido e Carlos Machado, alguns nomes importantes da música brasileira se apresentaram na Instituição, como Elis Regina, Gonzaguinha, Pepeu Gomes e Baby do Brasil, contratados pelo Centro Acadêmico. “O cantor João Bosco, antes de se tornar um artista famoso, se apresentava próximo ao refeitório, em um jardim apelidado de Babilônia”, recorda Carlos Machado.

A turma também possuía bons jogadores de futebol de salão, o que os levou a montar uma equipe para disputar os campeonatos internos da modalidade, até então dominados pelo time da Atlética. O ‘Sifunia’ tinha apenas um jogador de outra turma, o goleiro, que era aluno de Engenharia Química Têxtil e tinha experiência em defesas de handebol. “O time foi o primeiro a quebrar a hegemonia de oito anos da equipe da Atlética. Foi muito gratificante e fizemos um churrasco para comemorar”, acrescenta o engenheiro José Carlos Jodar Lopes.

A turma também esteve envolvida na organização do torneio Inter República, que reunia os estudantes vindos de outras cidades para estudar na FEI. “Futebol de salão, vôlei, basquete e handebol eram as modalidades disputadas na competição”, informa Salim Lamha Neto, que veio do Rio de Janeiro para estudar na Instituição e participou da organização do evento esportivo. O engenheiro lembra, ainda, que uma das regras da competição era que os times fossem formados por moradores da mesma república.

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