23 fev

Engenharia de Automação e Controle da FEI é nota máxima no ENADE e no Guia do Estudante

Nota máxima nas avaliações do ENADE e do Guia do Estudante, o curso de Engenharia de Automação e Controle da FEI é coordenado pelo Professor Renato Giacomini. Conversamos com o Coordenador para entender as características do curso, o perfil dos alunos e falar um pouco sobre o mercado de trabalho para profissionais formados nessa área:

O que chama atenção no curso de Engenharia de Automação e Controle?

A possibilidade de aprender e trabalhar com conhecimentos diversificados ligados às tecnologias mais recentes, como robótica, sistemas controlados remotamente e automação é o que mais chama atenção no curso. É o curso mais recente da FEI e foi o único criado desde o início do Centro Universitário, por isso, também tem um perfil mais moderno.

Qual a importância da pesquisa nesse curso?

A pesquisa é fundamental. O curso tem ligação direta com os programas de mestrado e doutorado da FEI, então está sempre atualizado e é alimentado com novas ideias e tecnologias.

Qual a diferença de Automação e Controle para Engenharia Elétrica?

Engenharia Elétrica é um curso mais focado em eletrônica, telecomunicações e princípios tecnológicos mais específicos, com maior aprofundamento nessas áreas. Automação e Controle é um curso transversal que envolve, além de elétrica, assuntos de mecânica, computação e produção. É uma formação mais generalista.

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Os alunos de Automação e Controle podem participar de praticamente todos os projetos. Nossos alunos já participaram de projetos da SAE, como Baja e Fórmula, assim como participam dos projetos de competições robóticas e trabalham nos projetos de pesquisa das empresas presentes no campus, como SMS e Metro.

Como é o Mercado de Trabalho?

Há uma particularidade interessante nessa área. Em épocas de crescimento, na montagem das novas plantas industriais, surgem muitas oportunidades para os engenheiros de automação. Por outro lado, em épocas de crise, o investimento em automação permite aumento de produtividade, mesmo com baixos investimentos. Trata-se, portanto, de uma área menos susceptível ao humor do mercado.

Quais características se espera de um profissional dessa área?

Arrojo, espírito inovador, paixão por tecnologia e interesse em se envolver em assuntos de outras áreas do conhecimento, em equipes multidisciplinares.

O curso conquistou 5 estrelas no Guia do Estudante e nota 5 no ENADE. A que você atribui esses bons resultados?

Os alunos de automação são desafiados a criar e sintetizar soluções para problemas parcialmente abertos, desde o princípio do curso. As disciplinas já do terceiro e quarto ciclo são muito desafiadoras e exigem autonomia. Com isso, os alunos vão tomando para si a responsabilidade do aprendizado, amadurecem mais cedo, são mais contestadores e críticos. Nossa intenção é que este curso adquira a reputação de ser o melhor do país e nossos alunos também têm feito a parte deles. Serão profissionais reconhecidos pelo comprometimento com objetivos das instituições e empresas a que estarão ligados.

15 jul

Equipes de Futebol de Robôs da FEI embarcam hoje para a RoboCup 2015

As equipes de Futebol de Robôs da FEI embarcam hoje para a China para competir na RoboCup 2015, competição internacional aberta a países de todo o mundo. Com dedicação média de 6 a 8 horas diárias ao projeto, os alunos se preparam para garantir que os robôs estejam em condições de jogo e apresentem bons resultados.

Os representantes da equipe Robô FEI categoria Humanoide Kids Size posam ao lado dos robôs que irão para a competição.

Os representantes da equipe Robô FEI categoria Humanoide Kids Size posam ao lado dos robôs que irão para a competição.

A seleção para a RoboCup é feita pela entidade organizadora do evento. As equipes interessadas em participar devem enviar um trabalho escrito e um vídeo que descreva o time, os robôs e a maneira como eles funcionam e através desse material são selecionados os 24 melhores times ao redor do mundo.

As duas equipes são compostas por alunos de graduação, mestrado e doutorado e representarão a FEI nas categorias: Humanoide Kids Size e Small Size.

Aluno do curso de graduação em Engenharia de Automação e Controle, Vinicius Nicasso conta que não fazia ideia de como os robôs funcionavam antes de entrar para a equipe e passou os quatro primeiros meses acompanhando o trabalho dos outros membros. “Montei muito robô errado, desmontei e remontei, mas continuo aprendendo e agora tenho essa oportunidade de ir para a China competir na RoboCup. ”.

Os membros da equipe Robê FEI Small Size ajustam os robôs antes da competição.

Os membros da equipe Robê FEI Small Size ajustam os robôs antes da competição.

A competição funciona como um jogo de futebol comum, onde dois times de robôs competem durante dois tempos de 10 minutos. O aluno de Mestrado em Engenharia Elétrica, Isac Jesus da Silva, explica que uma vez que o jogo começa, a equipe não pode mais interferir. “O robô deve ser completamente autônomo, eles têm que ser capazes de se levantar caso caiam, localizar a bola e marcar o gol. É um jogo lento, porque algo que para o ser humano é muito intuitivo, para o robô é muito difícil. ”.

“Atrás de qualquer bom resultado, existiu muito trabalho e tempo aplicados. Acho importante convidar alunos a participar da equipe que saibam que apesar de exigir muita dedicação, quando se atinge um objetivo é um sentimento muito gratificante. ”, completa o mestrando Claudio de Oliveira Vilão Junior.

Os robôs das duas categorias, Humanoide Kids Size e Small Size que competirão na RoboCup 2015 na China.

Os robôs das duas categorias, Humanoide Kids Size e Small Size que competirão na RoboCup 2015 na China.

03 jun

Demanda em infraestrutura e tecnologia abre perspectivas no mercado de trabalho para engenheiros

O campo da Engenharia tem se expandido para atender às necessidades do País e à modernização dos processos construtivos, de produção e planejamento, em diversas áreas da atividade econômica. Nesse cenário, o engenheiro exerce um papel de grande relevância. Segundo a Vice-Reitora de Extensão e Atividades Comunitárias do Centro Universitário da FEI, professora doutora Rivana Marino, atualmente o País carece de uma grande demanda por obras de infraestrutura. “Estamos em um momento de expansão com construções de estradas, aeroportos e redes elétricas, por exemplo; nessa demanda, o engenheiro tem espaço garantido”, afirma.

Há 13 anos na Vice-Reitoria, formada em Engenharia Química pela FEI, com Doutorado e Mestrado, e pertencente ao corpo docente da Instituição desde 1992, a Profa. Rivana acompanha de perto as mudanças na área de Engenharia e as tendências na formação acadêmica. Respaldada por essa vivência, acredita que este ano será ainda mais promissor para a carreira de Engenharia: a profissão terá um novo impulso com a demanda por profissionais para os setores de infraestrutura e tecnologia. “Para suprir essas demandas, é fundamental que o profissional esteja bem-preparado, atualizado e tenha o conhecimento necessário para propor inovações”, afirma a Vice-Reitora. “A tecnologia é feita de ciência, portanto é preciso dominá-la para produzir e ousar para o novo, ir além do conhecimento adquirido nos livros e na sala de aula”.

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Capacidade para inovar é um diferencial cada vez mais requerido aos engenheiros.

O mercado é muito disputado. De acordo com o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia – Confea houve um aumento em torno de 230% de profissionais registrados nos últimos 10 anos. Em 2004 estavam registrados 31.357mil profissionais e, em 2014, o número saltou para 103.340 mil em todo o País. Por outro lado, embora os dados sejam controversos, existe um consenso de que faltam engenheiros em número suficiente para atender à demanda da indústria brasileira. Segundo dados do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação – MCTI o Brasil ainda é o que menos forma engenheiros anualmente, entre os países do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China). São cerca de 30 mil ao ano. A FEI forma cerca de 220.

Para formar profissionais capacitados e com perfil adequado ao novo cenário brasileiro, a FEI oferece aos alunos a oportunidade de aplicar suas habilidades nos laboratórios em aulas práticas, o que favorece o desenvolvimento técnico e contribui para o raciocínio científico. Estimula a pesquisa e a inovação por meio de vários projetos e disciplinas.

Aos interessados em participar do processo seletivo do segundo semestre de 2015 tem até o dia 5 de junho para se inscrever nas seguintes habilitações: Mecânica, Mecânica com ênfase em Automobilística, Elétrica, Elétrica com ênfase em Eletrônica, em Computadores e em Telecomunicações; além de Engenharia Têxtil, Química, Civil, de Materiais, de Produção e de Automação e Controle. As provas serão nos dias 13 e 14 de junho. Informações e inscrições pelo site: www.fei.edu.br ou nas secretarias dos campi da Instituição.

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