23 Nov

Centro Universitário FEI é eleita a 2ª Melhor Instituição Privada do país na área de Engenharia e Produção

O Guia do Estudante 2016 elegeu o Centro Universitário FEI como a 2ª Melhor Instituição Privada do país na área de Engenharia e Produção. A engenharia está em todo lugar e tem participação em cada material, equipamento e até no alimento que consumimos. O papel do engenheiro é projetar e realizar e a FEI forma, há 70 anos, profissionais capacitados com excelência para criar e desenvolver projetos em diversas áreas.

Pesquisa recente divulgada pela revista Época Negócios aponta que 48,3% dos CEOS brasileiros são formados em Engenharia. Esse fato pode ser explicado pela qualidade e grande tradição das escolas de engenharia no Brasil que preparam os profissionais para realizar tarefas diversas.

iStock_000013311891LargeO fato dos engenheiros possuírem uma forte base em cálculo permite que se adequem a funções distintas como administração e gestão e são os menos impactados pela crise econômica. Apesar do curso de engenharia ser um dos mais procurados nos vestibulares, o mercado está carente de profissionais com visão ampla e que saibam inovar e trabalhar em equipe.

O Centro Universitário FEI possui três grandes e modernos Centros de Laboratórios de Engenharia: elétricos, mecânicos e químicos e oferece aos estudantes a oportunidade de contato com materiais específicos em todos os cursos de graduação. A FEI proporciona ao estudante a possibilidade de aprender com equipamentos de última geração e compartilha conhecimentos voltados para a realidade do mercado de trabalho.

O Vestibular FEI 2016 acontecerá nos dias 5 e 6 de dezembro e as inscrições vão até o dia 27 de novembro. Acesse o site e se inscreva: www.vestibular.fei.edu.br

10 Sep

Como é ser um aluno de Engenharia da FEI?

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Entrei naquele fretado lotado de calouros e achei tudo meio diferente. Era meu primeiro dia, indo para a minha primeira aula na faculdade, que tanto já tinha ouvido outros falarem sobre, mas era o meu dia de conhecer a FEI. A ansiedade se misturava à vontade de começar logo, afinal pesquisei bastante antes de escolher qual instituição estudaria.

Conforme os primeiros dias de aula iam passando, fui percebendo que a “parada” era realmente séria e que precisava estudar, senão eu não passaria de semestre. As primeiras provas (P1) chegaram e eis que saíram as notas: zero, dois, um, três, zero, sete e meio. Foi um baque e logo me vi bem desanimado. Aos poucos, percebi que o que todos falavam era verdade, não bastava estudar, precisava me dedicar.

Lembro como se fosse ontem: fim do primeiro semestre e o resultado, que infelizmente já esperava, primeiro semestre da faculdade perdido. Me lembro que de sete matérias, sendo que uma delas era Educação Física, apenas uma eu não “bombei”, adivinha qual? Claro que a própria. As outras seis ficaram como dependência para o segundo semestre. Amigos da turma que também tinham reprovado em algumas matérias me questionavam se tinha ficado “de DP” e quando eu respondia que “sim, de todas menos educação física”, sentia em seus olhares a reprovação, como se dissessem “Nossa, esse cara não tem futuro na faculdade”.

Perto de começar o segundo semestre, algo já ecoava na minha cabeça. Minha auto cobrança já alertava que precisaria cair ainda mais de cabeça nos estudos. Na época, tinha uma banda de rock que tive que deixar para passar mais tempo na universidade. Ali, eu começava a perceber sozinho que, às vezes, temos que fazer escolhas decisivas quando temos um objetivo em mente.

Estudei, e não foi pouco, e mesmo assim fui mal nas primeiras provas das três matérias mais difíceis. Lembro como se fosse ontem das notas que precisava tirar para passar: 7 em Física 2, 5 em Química e 7 em Álgebra Linear. Parece tranquilo, mas não é. Quem fez FEI sabe do que estou falando, 5 por lá é comemorado como 10. E mesmo tendo dado o meu máximo, mais uma vez, me vi precisando de nota para passar. Sentei com o meu pai para conversar e até cogitei desistir do semestre e mudar de faculdade, mas ele me encorajou, me disse para não desistir e esperar, quando os resultados finais saíssem, conversaríamos novamente. A meta a partir daquele momento era ter só duas dependências e passar.

Era hora de ir para a segunda rodada de provas do semestre (P2) e encarar as notas. Como os segundos demoraram para passar no dia em que as notas foram liberadas. Eis que sai a nota de “Física 2” e para minha surpresa: 7!  Exatamente a nota que eu precisava. Cheguei a acreditar que isso seria impossível, e lá estava eu, gritando de alegria pela minha casa. Quando saíram as outras duas, foram o 5 e o outro 7 que eu precisava. Eu tinha conseguido e quase não acreditava, era como se uma tonelada tivesse saído das minhas costas.

Ir bem ou não era uma escolha minha e decidi trilhar o caminho em que a minha média subiu e eu passei de semestre sem P3. Não consigo descrever em palavras a sensação de ter conseguido, por mérito próprio, superar o medo que marcou os meus primeiros meses na FEI, posso dizer que foi um misto de alívio e felicidade. Foi com esse pensamento que encarei os outros semestres que viriam e também quando escolhi por Engenharia Elétrica.

Sem dúvida alguma, a matéria mais difícil que encarei estava relacionada diretamente com minha escolha pela Elétrica: Princípios da Comunicação 1. Pense em uma matéria em que você simplesmente não entende NADA, essa disciplina era assim para mim. O complicado com Engenharia Elétrica é que tudo é abstrato, não vemos nada fisicamente e temos que calcular tudo o que não vemos. Peguei “DP” dessa matéria e consegui passar na segunda vez.

Depois de quatro anos de muito estudo e dedicação, chegava o nono semestre e com ele o começo do Trabalho de Conclusão de Curso. No último ciclo, além do projeto comecei a estagiar na Behavy, o que fez desse semestre o mais puxado de todos. As matérias não eram difíceis, mas estagiar, fazer TCC, limpar a casa, cozinhar (morava sozinho), me exercitar e me manter saudável era bem difícil. Eu só conseguia pensar em como fazer o dia ter 30 horas.

Eis que no final do décimo semestre, todo o esforço foi recompensado e o TCC aprovado! Nesse momento, tudo fez sentido, cada minuto dedicado a estudar valeu a pena. Baladas perdidas, noites sem dormir e viagens que não fui. Mais do que sair formado com um diploma da FEI, o curso me transformou como pessoa. Aprendi coisas durante esses cinco anos que me acompanharão para o resto da vida, vi o quanto minha força também vem de quem eu amo, por isso agradeço aos meus pais, amigos e familiares porque, com certeza, sem o apoio deles eu teria desistido.

11944959_1025838467449901_1069888740_nFica a lição de que não importa quais as dificuldades que você está passando, confie em si mesmo, vá em frente, insista quando parecer que não dá mais, lute mesmo quando você não tiver mais forças. O único que pode conseguir é você e apenas você! O caminho pode ser difícil, mas alcançar um sonho, um objetivo e olhar para o caminho trilhado, é gratificante e inspirador.

Álick Buscariolli, Desenvolvedor Front-End da Behavy e “Feiano” recém-formado

08 Sep

Começa neste 8 de setembro o mais importante fórum sobre formação e profissão de Engenheiro

Com o tema central “Aprendizagem Ativa: Engenheiros Colaborativos para um Mundo Competitivo”, a 43ª edição do Congresso Brasileiro de Educação em Engenharia acontece este ano no ABC paulista, na Universidade Federal do ABC, de 8 a 11 de setembro próximo.

Estão confirmados três conferencistas internacionais e quatro visitas técnicas a empresas líderes, além de minicursos, Feira Tecnológica e apresentações de dezenas de trabalhos em sessões técnicas e pôsteres. Entre os trabalhos apresentados encontram-se os desenvolvidos por dez professores do Centro Universitário da FEI, além da apresentação do Professor Kurt Aman, chefe do Departamento de Engenharia Civil da FEI, no painel Fórum de dirigentes 4.

No dia da abertura, 8 de setembro, a programação prevê 4 Fóruns de Dirigentes e 4 Fóruns de Estudantes reunidos em debate sobre os currículos dos cursos de Engenharia presenciais e a distância (EAD). Já no dia 10 as sessões plenárias da manhã colocarão no centro das discussões o “Ensino de Engenharia e as Necessidades do Mercado”.  Na sexta-feira, 11 de setembro, estão previstos 8 minicursos gratuitos aos participantes, com temas como “Educação Ambiental a Partir de Oficina de Reciclagem”, “Seis Sigma, o Método Mais Eficaz para Solução de Problemas” e “Introdução a Geodésia e aos Sistemas de Posicionamento/Navegação por Satélites”.

cobengeO tema central “Aprendizagem Ativa: Engenheiros colaborativos para um mundo competitivo”, busca atender à demanda por um engenheiro mais bem preparado para lidar com as necessidades do mundo atual. A Aprendizagem Ativa, o Ensino Baseado em Problemas e o Ensino Baseado em Projetos extrapolam a atividade intelectual, estando vinculados às estratégias práticas desenvolvidas pelo mercado.

O Cobenge é considerado o mais importante fórum de discussão sobre formação e exercício profissional em Engenharia no Brasil, realizado anualmente desde 1973 pela Associação Brasileira de Educação em Engenharia (Abenge). A FEI é uma das cinco escolas de Engenharia da região que organizaram a edição 2015.

10 Aug

Empresas exigem engenheiros com competências múltiplas

Entre vários pré-requisitos, de 1.132 anúncios em jornais em busca de engenheiros em Portugal, uma pesquisa da Universidade do Minho constatou que haviam 1.658 exigências de conhecimento técnico na área, mas quase o triplo apontavam para a necessidade de competências transversais como liderança, línguas, comunicação e trabalho em equipe. Ou seja, as empresas acreditam que as escolas estão certificando profissionais com todas essas habilidades, mas ficou a pergunta: será que estão mesmo?

Professor Rui Lima, da Universidade do Minho participará do workshop sobre Aprendizagem Ativa e PBL, do COBENGE.

Professor Rui Lima, da Universidade do Minho participará do workshop sobre Aprendizagem Ativa e PBL, do COBENGE.

É certo que o mercado demanda mais do que especialistas em uma única área, responde o professor Rui Lima da Universidade do Minho, que esteve na Universidade Federal do ABC no dia 3 de agosto para palestra sobre a implantação do método PBL (Problem Based Learning, ou Aprendizado Baseado em Problemas) na instituição.

O coração da estratégia do PBL parece simples: desde o primeiro semestre o aluno tem oportunidade de investigar protótipos e estabelece contato privilegiado com o setor produtivo ao longo da graduação para desenvolver trabalhos práticos, além de uma formação mais interdisciplinar. Significa que cada trabalho tem interação com professores de várias disciplinas, como matemática, física, química, cálculos e biologia, por exemplo, e não somente com o titular de uma área.

Engenheiro eletrotécnico, Rui Lima é do Departamento de Produção e Sistemas da Escola de Engenharia do Minho e falará no COBENGE-2015 (Congresso Brasileiro de Educação em Engenharia), que este ano será sediado na UFABC, em São Bernardo do Campo. Ele participará de sessão plenária na manhã de 9 de setembro e em workshop dia 11 de setembro sobre Aprendizagem Ativa e PBL.

Outros quatro conferencistas internacionais são aguardados para o evento: Gregory James Light, da Northewestern University de Chicago (EUA); Maria Weurlander, do Royal Institute of Technology da Suécia; Diana Mesquita, também da Universidade do Minho; e Erik de Graaff, da Aalborg University (Dinamarca). Veja a programação completa em http://www.abenge.org.br/cobenge-2015/2015/programacao_9

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COBENGE 2015

O Congresso Brasileiro de Educação em Engenharia é o mais importante fórum de discussão sobre formação e exercício profissional em Engenharia no Brasil, realizado anualmente desde 1973 pela Associação Brasileira de Educação em Engenharia (ABENGE). Este ano ocorre de 8 a 11 de setembro próximo. As inscrições vão até 2 de setembro para o Congresso e até 16 de agosto para participar de visitas técnicas, minicursos e workshops.

XLIII Congresso Brasileiro de Educação em Engenharia

Quando: 8 a 11 de setembro de 2015

Onde: Universidade Federal do ABC, campus São Bernardo do Campo (SP), Rua Arcturus, 03, Jardim Antares

Tema: Aprendizagem Ativa: Engenheiros Colaborativos para um Mundo Competitivo

Inscrições: até 2 de setembro pelo http://www.abenge.org.br/cobenge-2015/  e até 16 de agosto para minicursos, visitas técnicas e workshops

Organização: Centro Universitário da FEI (Fundação Educacional Inaciana), Universidade Metodista de São Paulo, Centro Universitário Fundação Santo André, Centro Universitário do Instituto Mauá de Tecnologia, Universidade Federal do ABC.

Promoção: Associação Brasileira de Educação em Engenharia (ABENGE).

 

03 Jun

Demanda em infraestrutura e tecnologia abre perspectivas no mercado de trabalho para engenheiros

O campo da Engenharia tem se expandido para atender às necessidades do País e à modernização dos processos construtivos, de produção e planejamento, em diversas áreas da atividade econômica. Nesse cenário, o engenheiro exerce um papel de grande relevância. Segundo a Vice-Reitora de Extensão e Atividades Comunitárias do Centro Universitário da FEI, professora doutora Rivana Marino, atualmente o País carece de uma grande demanda por obras de infraestrutura. “Estamos em um momento de expansão com construções de estradas, aeroportos e redes elétricas, por exemplo; nessa demanda, o engenheiro tem espaço garantido”, afirma.

Há 13 anos na Vice-Reitoria, formada em Engenharia Química pela FEI, com Doutorado e Mestrado, e pertencente ao corpo docente da Instituição desde 1992, a Profa. Rivana acompanha de perto as mudanças na área de Engenharia e as tendências na formação acadêmica. Respaldada por essa vivência, acredita que este ano será ainda mais promissor para a carreira de Engenharia: a profissão terá um novo impulso com a demanda por profissionais para os setores de infraestrutura e tecnologia. “Para suprir essas demandas, é fundamental que o profissional esteja bem-preparado, atualizado e tenha o conhecimento necessário para propor inovações”, afirma a Vice-Reitora. “A tecnologia é feita de ciência, portanto é preciso dominá-la para produzir e ousar para o novo, ir além do conhecimento adquirido nos livros e na sala de aula”.

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Capacidade para inovar é um diferencial cada vez mais requerido aos engenheiros.

O mercado é muito disputado. De acordo com o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia – Confea houve um aumento em torno de 230% de profissionais registrados nos últimos 10 anos. Em 2004 estavam registrados 31.357mil profissionais e, em 2014, o número saltou para 103.340 mil em todo o País. Por outro lado, embora os dados sejam controversos, existe um consenso de que faltam engenheiros em número suficiente para atender à demanda da indústria brasileira. Segundo dados do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação – MCTI o Brasil ainda é o que menos forma engenheiros anualmente, entre os países do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China). São cerca de 30 mil ao ano. A FEI forma cerca de 220.

Para formar profissionais capacitados e com perfil adequado ao novo cenário brasileiro, a FEI oferece aos alunos a oportunidade de aplicar suas habilidades nos laboratórios em aulas práticas, o que favorece o desenvolvimento técnico e contribui para o raciocínio científico. Estimula a pesquisa e a inovação por meio de vários projetos e disciplinas.

Aos interessados em participar do processo seletivo do segundo semestre de 2015 tem até o dia 5 de junho para se inscrever nas seguintes habilitações: Mecânica, Mecânica com ênfase em Automobilística, Elétrica, Elétrica com ênfase em Eletrônica, em Computadores e em Telecomunicações; além de Engenharia Têxtil, Química, Civil, de Materiais, de Produção e de Automação e Controle. As provas serão nos dias 13 e 14 de junho. Informações e inscrições pelo site: www.fei.edu.br ou nas secretarias dos campi da Instituição.

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