17 jan

Setor estratégico para a economia do País

O setor elétrico brasileiro tem vivenciado profundas e irreversíveis transformações, gerando mudanças técnicas, estruturais e comerciais. Com essas mudanças, o governo federal pretende garantir a continuidade de crescimento do País, ampliar a eficiência do sistema energético e incentivar a inclusão social com planos de serviços e tarifação. Além de organizado e tradicional, o setor energético passa a ter um papel protagonista na manutenção e no crescimento da infraestrutura, apresentando como diferencial de competitividade uma ampla matriz de fontes renováveis de energia, não disponíveis em outros países. Apesar da implantação de novas tecnologias, o País ainda enfrenta desafios para atualizar e modernizar a infraestrutura já instalada e para criar novos parques geradores e, assim, atender à demanda que não para de crescer.

Com a reestruturação do sistema de energia brasileiro, todo o cenário tem mudado. “Observa-se que, apesar dos problemas de investimentos, a rede de geração e distribuição elétrica brasileira serve de referência a diversos países, principalmente por sua grande extensão e abrangência”, analisa a professora doutora Milene Galeti, coordenadora do curso de especialização em Sistemas Elétricos de Energia – Suprimentos, Regulação e Mercado do Centro Universitário da FEI. A docente explica que, por estar em constante desenvolvimento, a área tornou-se muito atrativa, pois abre espaço para novos estudos, aplicações e investimentos que garantam a expansão da oferta de energia e, com isso, torna-se crescente a demanda por profissionais especialistas no setor energético.

Para um melhor aproveitamento das oportunidades oferecidas pela indústria de energia elétrica é necessário que estes profissionais estejam suficientemente atualizados com o novo contexto do setor, tanto do ponto de vista do consumidor de energia elétrica, do concessionário ou daqueles que atuam de forma consultiva na elaboração de projetos de instalações e processos industriais. “O curso de Sistemas Elétricos de Energia, que foi implantado em 2008 e já certificou 210 profissionais, tem por finalidade aprofundar o nível de conhecimento teórico nos principais temas desta área, para que o profissional esteja apto a desempenhar suas funções com qualidade e solucionar problemas com rapidez e precisão”, detalha a coordenadora.

Dividido em oito disciplinas, o curso aborda questões sobre Análise de Redes Elétricas de Potência, Sistemas de Geração, Transmissão e Distribuição, Operação e Controle de Sistemas Elétricos de Potência, Instalações e Equipamentos Elétricos Industriais, Utilização e Racionalização da Energia Elétrica em Processos Industriais, Qualidade de Fornecimento de Energia Elétrica, Compatibilidade Eletromagnética aplicada à Indústria, Contratos, Regulação e Mercado de Energia Elétrica. “Com um conteúdo amplo e focado no cenário atual, nosso curso forma especialistas prontos a atuar nos setores de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica”, pontua a docente. Além das aulas expositivas, os alunos participam de dinâmicas de grupo e simulações computacionais.

Ao final da especialização, o aluno apresenta uma monografia de acordo com o conteúdo abordado no decorrer do curso. “Temos excelentes trabalhos na área, tornando-se evidente a dedicação e o interesse dos alunos, seja através de propostas de novas soluções baseadas em suas próprias experiências profissionais ou estudos sobre a viabilidade de implementação de sistemas de geração e distribuição ou, ainda, análise de custos de fornecimento de energia elétrica agregados a um processo industrial escolhido”, enumera. A coordenadora atribui o desempenho dos alunos à grade curricular, que está em sintonia com o setor elétrico brasileiro, e ao corpo docente altamente qualificado, formado por professores doutores e profissionais especializados com ampla atuação neste mercado.

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Saiba mais sobre o curso de Especialização – Sistemas Elétricos de Energia – Suprimento, Regulação e Mercado clicando aqui!

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Matéria publicada na revista Domínio FEI – Nº16 (pág 36)

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