27 jun

Formação por competências

Com o objetivo de formar profissionais com visão global, inseridos em um contexto mais humano, justo e sustentável dos negócios, os cursos de Administração do Centro Universitário da FEI – dos campi São Bernardo do Campo e São Paulo – iniciaram 2014 com uma nova proposta pedagógica. O novo modelo de ensino foca no desenvolvimento de competências necessárias para proporcionar aos futuros administradores uma visão analítica da profissão, em atendimento às demandas de um mercado de trabalho em constante transformação.

A pedagogia por competência está relacionada à formação de profissionais com capacidade de aplicação dos conhecimentos obtidos durante a graduação. Para tanto, o processo de aprendizagem torna-se o foco em sala de aula, com a mudança do modelo que propõe a reprodução de conteúdos por parte dos docentes para as habilidades requeridas em cada profissão. Para o professor doutor Hong Yuh Ching, coordenador do curso de Administração do campus São Bernardo do Campo, a integração dos conhecimentos discutidos no ambiente universitário é um recurso para incentivar a formação de competências nos estudantes.

“O professor deve ser um mediador e ajudar o aluno a aprender”, afirma o docente, que reforça a importância da participação dos estudantes para o processo de descoberta de respostas e construção do conhecimento. Para propor a mudança no modelo pedagógico da graduação, o coordenador do curso empenhou-se em descobrir as atuais carências e expectativas do mercado de trabalho na área, com pesquisas com empresas de recrutamento e seleção de jovens profissionais e trainees. Essas investigações evidenciaram a procura por perfis com habilidades de comunicação, competências para relacionamentos, trabalho em equipe e orientação para resultados, além de bons conhecimentos teóricos, fator de formação já pressuposto em instituições de ensino de ponta.

Ao longo de oito semestres do curso, 12 competências, estruturadas de maneira lógica, serão trabalhadas com os estudantes (veja destaque). Os conteúdos estão organizados para estimular o desenvolvimento das habilidades em componentes curriculares. Segundo o professor Hong Yuh Ching, o modelo foi discutido e elaborado por um grupo de pesquisadores da FEI que, desde o início do ano passado, trabalhava na criação do projeto. “As competências envolvem o saber, o saber fazer e o saber ser”, observa o docente, ao informar que aproximadamente 40% dos componentes curriculares dos cursos foram alterados para atender à nova proposta.

“O comprometimento dos professores com o modelo pedagógico é um fator relevante para o sucesso da proposta. Com o aluno como protagonista de seu aprendizado, os docentes dispõem de novas estratégias metodológicas para incentivar a construção do conhecimento, como a aproximação entre teoria e prática, estudos de casos, ações resolutivas e trabalho interdisciplinar integrado”, acrescenta o professor doutor William Francini, coordenador do curso de Administração da FEI no campus São Paulo. Além disso, há também a aplicação dos mapas conceituais, que são representações gráficas de um conjunto de conceitos construídos ao longo das aulas com o objetivo de apresentar, de maneira analítica, a estrutura cognitiva adjacente a um dado conhecimento e seus elementos fundamentais.

Nota 4 no Conceito Preliminar de Curso

Depois de receber a nota 4 no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE) e quatro estrelas do Guia do Estudante 2013, o curso de Administração do Centro Universitário da FEI comemora a nota 4 obtida do Conceito Preliminar de Curso (CPC), um dos mais importantes indicadores do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa (INEP). Com escala de avaliação de 1 a 5, o resultado foi divulgado em dezembro do ano passado pelo Ministério da Educação (MEC).

Diferentemente do ENADE, que tem o objetivo de aferir o rendimento dos alunos dos cursos de graduação em relação aos conteúdos programáticos, suas habilidades e competências, o CPC vai mais além, pois mede a qualidade do curso. “É por meio desta nota que o MEC intervém em um curso. As avaliações 4 e 5 são consideradas excelentes, enquanto 3 é satisfatória e 2 ruim”, destaca o professor doutor Hong Yuh Ching. A composição da nota envolve diferentes variáveis e seus pesos. O Índice de Diferença de Desempenho (IDD), por exemplo, que compara a situação do aluno ingressante, por meio do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), e do concluinte, pelo ENADE, representa 35%. A infraestrutura, o plano pedagógico, o regime de integração total e a titulação dos professores (doutores e mestres), também têm peso na nota do CPC.

Segundo o professor Hong Yuh Ching, a nota recebida pela FEI é reflexo do trabalho e da dedicação de todos os envolvidos, colaboradores e corpo docente, bem como a melhoria constante na infraestrutura da Instituição. “Trabalhamos para a qualidade das variáveis avaliadas e, hoje, contamos com 50% do corpo docente formado por doutores e 50% por mestres. Com a nota do ENADE, somos a oitava melhor escola de Administração da Grande São Paulo e, com a nota 4 no CPC, garantimos a quinta melhor nota da Grande São Paulo e a 96ª posição entre todos os cursos de Administração do Brasil, que somam 1,7 mil”, comemora o docente.

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Matéria publicada na revista Domínio FEI – Nº18 (pág 34)

07 maio

Empreendedorismo no DNA

O local de trabalho lembra o amplamente difundido escritório do gigante Google, com um vão livre decorado com pufes coloridos, sofás, grafites nas paredes e escritórios abertos. No lugar da gravata, a calça jeans e os tênis são uma espécie de uniforme entre os jovens que circulam ali. Foi este o ambiente escolhido por Fernando Babadopulos, de 33 anos, graduado pela FEI em Ciência da computação em 2004, para instalar a sede de sua terceira empresa. O ex-aluno, que desde o ‘boom’ da internet no Brasil, em 1998, vem oferecendo serviços pioneiros ligados ao mundo digital, acaba de inaugurar a TailTarget, que chega para inovar mais uma vez ao trazer para o Brasil o primeiro serviço de segmentação de audiência on-line.

Embora o ambiente seja descontraído, o profissionalismo e a competência ficam evidentes quando o assunto é a trajetória profissional. Fernando Babadopulos começou a trabalhar com internet antes mesmo de ingressar no curso de Ciência da Computação. O ex-aluno acompanhou o crescimento da internet no Brasil e antecipou-se às profundas mudanças que esta nova ferramenta trouxe ao mundo dos negócios, quando as empresas de praticamente todos os setores, principalmente aquelas que atuam no varejo, viram-se obrigadas a repensar não só suas estratégias de propaganda e marketing, como também a maneira de administrar o negócio. Nascia ali uma nova demanda e o ex-aluno, atento às oportunidades, inaugurava seu primeiro negócio, que desenvolvia sistemas de gestão e administração de empresas.

No mesmo ano em que iniciou o curso de graduação, em 2000, vendeu grande parte de sua primeira empresa, que tem como foco o desenvolvimento de anúncios de carros na internet. Com a Carro e Cia, ativa até hoje, o então estudante conseguiu manter-se e arcar com as despesas da faculdade durante toda sua duração. Após alguns anos, já graduado, achou que era hora de aprimorar seus conhecimentos e buscar uma especialização e, assim, iniciou o mestrado em Engenharia da Informação. “Nesta área é muito importante estar sempre atualizado, pois as coisas mudam muito rápido e novas ferramentas e sistemas são constantemente necessários para atender às demandas do mercado”, afirma.

Em 2009, após acabar o mestrado, o profissional aceitou um convite da RBS, emissora da região sul do País afiliada à Rede Globo, para fazer parte de um projeto de expansão de seus negócios na área da internet. Fernando Babadopulos foi, durante dois anos, o responsável pela arquitetura e desenvolvimento de diversos produtos, utilizando metodologias ágeis e com foco na performance e escalabilidade. Não é coincidência o fato de que os principais empreendedores dos últimos anos estão, de alguma maneira, ligados ao mundo da tecnologia da informação. A área ainda é recente, o que permite um número muito maior de inovações. “Embora tenha optado por apostar novamente em meu perfil empreendedor neste momento, o mercado tradicional também é bastante promissor nesta área. Como sócio da TailTarget, estou em busca de profissionais qualificados e não está fácil preencher a vaga”, ressalta.

 

Inovadora

A TailTarget é uma empresa de dados, especializada na segmentação de audiência on-line, e disponibiliza ao mercado publicitário brasileiro a primeira plataforma de segmentação de audiência para campanhas on-line. O serviço possui alcance, em tempo real, de mais de 20 milhões de internautas, identifica suas preferências e os cataloga em clusters publicitários para entregas de campanhas on-line. Antes do lançamento, os anunciantes e as agências tinham duas opções para a compra de mídia on-line. O primeiro oferece segmentação, mas não garante volume de entrega; já o segundo entrega volume mas não agrega a melhor segmentação. “Conseguimos prover uma segmentação de audiência muito mais sofisticada e entregar a campanha on-line com muito mais precisão de acerto ao público alvo solicitado pelo cliente”, comemora o jovem empreendedor.

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Matéria publicada na revista Domínio FEI – Nº14 (pág 17)

03 abr

Jovens e donos do próprio negócio

O Brasil é conhecido internacionalmente como um país empreendedor, o quarto colocado no ranking mundial de percentual de empreendedores em relação à sua população. Uma pesquisa de âmbito mundial, realizada em 2012 pela Global Entrepreneurship Monitor, em parceria com o SEBRAE, revelou que a proporção dos brasileiros que desejam ter o próprio negócio (43,5%) é superior a dos que desejam fazer carreira em empresas (24,7%).

Em meio a tantos números estatísticos um fator chamou a atenção na pesquisa. Do número de empreendedores brasileiros, 52,10% possuem a faixa etária entre 18 e 34 anos, dado que representa o interesse e o empenho do jovem brasileiro em se tornar dono do próprio negócio. Para alguns especialistas este interesse pelo empreendedorismo entre os jovens está justamente ligado ao fato de ser uma geração que está crescendo em um ambiente empreendedor, como o Brasil, além de terem, relativamente, mais instrução do que as gerações anteriores.

Segundo o coordenador do Departamento de Administração da FEI campus São Paulo, Prof. Dr. William Sampaio Francini, o mundo atual no qual vivem os jovens contribui para que eles assumam riscos, uma vez que o ambiente macro econômico já há algum tempo é menos imprevisível do que na época da hiperinflação. Ele explica que o próprio governo – nas diversas esferas – tem programas focados no incentivo ao empreendedor, e em muitas escolas, têm a disciplina Empreendedorismo em sua grade curricular, como é o caso do curso de Administração da FEI, onde atividades como a geração de um plano de negócios ou o desenvolvimento de novos modelos de negócios servem para influenciar o jovem a ser mais ousado. “A grande vantagem de já nascerem no mundo high tech amplia e potencializa as perspectivas na direção da economia da informação, e seu uso reforça as novas oportunidades de negócios”, explica o professor.

Sem Medo de Inovar

Ousadia e aprendizado, aliado à capacidade empreendedora, fez com que dois ex-alunos de Administração da FEI criassem a Isto é Brasil Marketing e Comunicação, empresa de marketing, propaganda, eventos e comunicação voltada às questões do País. Formados em 2007, os sócios Maurílio Santos e Leandro Marcel Tomás de Souza tiveram a ideia de criar a empresa ainda durante o curso, quando começaram a participar de associações de empreendedores, como o Comitê de Jovens Empreendedores da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). “Nosso objetivo é desenvolver estratégias de marketing e comunicação voltadas ao povo brasileiro, respeitando as diferenças regionais e as culturas locais”, explica Maurílio Santos.

No começo os sócios explicam que tiveram algumas dificuldades para administrar o próprio negócio, como custos e resultados, especialmente por atuarem com prestação de serviços, o que os obrigou a reaprender conceitos ensinados em sala de aula. “Tivemos que aprender a fazer custo para viabilizar nossas ideias para os clientes, pois estávamos perdendo competitividade ao participar de concorrências”, comentou Maurílio.

Primeiros Passos

Identificar um mercado potencial onde se pretende aplicar a sua ideia é um passo importante, mas tomar a decisão de entrar no negócio pode causar certo receio e demanda tempo, com isso a oportunidade pode se perder. Mas então, como identificar uma área promissora para quem deseja se tornar um jovem empreendedor?

O Prof. William explica que as mídias sociais estão aí e podem ser uma excelente ferramenta para comunicação com o público e que muitas aplicações podem ser desenvolvidas para a análise das mídias sociais. Além disso, o professor reforça que, competências em estratégia, marketing, estatística e tecnologias de informação certamente elevam o potencial para empreendedorismo. “Desejo, foco e sagacidade, isto é, estar atento aos simples indícios do mercado e de novas tecnologias, são a meu ver os direcionadores centrais de um negócio. Correr riscos – calculados – deve ser parte da personalidade, além é claro, de procurar adquirir a experiência necessária para ter condições de tocar o negócio nas fases iniciais, que são as mais difíceis”.

30 out

FEI é uma das apoiadoras do Open Innovation Seminar

São Paulo sedia principal encontro de inovação aberta do mundo

Open Innovation Seminar reunirá 150 painelistas nacionais e internacionais e deve reunir público de 2.000 pessoas

Com o aumento da relevância do Brasil no cenário econômico mundial e a atração crescente de eventos de negócios para o país, as principais capitais do país têm recebido cada vez mais eventos de referência global. O próximo evento de peso é o 5º Open Innovation Seminar, que será realizado de 12 a 14 de novembro no hotel Transamérica, em São Paulo (Av. das Nações Unidas, 18.591, Santo Amaro – São Paulo/SP).

Consagrado como o maior encontro de inovação aberta do mundo, OIS se destaca em 2012. Em sua quinta edição, serão três dias de evento, para o quais é esperado um público de cerca de 2.000 pessoas. Promovido de pelo Centro de Open Innovation – Brasil em um processo de cocriação com dezenas de instituições parceiras, o OIS 2012 já envolveu cerca de 500 pessoas em sua organização e conta com 150 painelistas, que se apresentarão em 15 palestras, 20 cursos e 10 arenas de inovação aberta.

As arenas são grupos de trabalho multidisciplinares compostos por profissionais de governos, universidades e empresas para buscar alternativas para grandes desafios brasileiros. São elas: Ciência sem Fronteiras; Mecanismos Públicos de Incentivo à Inovação; Ecologia Industrial; Cidades atrativas, sustentáveis e inteligentes; Institutos de Pesquisa e Intermediários de Inovação; Ecossistemas de Inovação; Centros de P&D de multinacionais no Brasil; Saúde, Bem Estar e Assistência Médica; e Transporte e Logística.

Segundo o diretor executivo do OIC, Bruno Rondani, o evento atingiu esse patamar de alcance e maturidade pela capacidade de integração dos agentes da hélice tripla da inovação: academia, empresa e governo. “Ao longo dos últimos anos, temos construído uma rede com profissionais de referência nessas três esferas tanto em âmbito nacional quanto internacional. É essa característica que torna oportuno o enfrentamento de desafios nacionais por meio da inovação aberta”, afirma

Governo Federal

O Governo Federal apoia o evento e participa com dois secretários de inovação: Álvaro Prata, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, e Nelson Fujimoto, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Além de suas equipes, as agências ligadas às duas pastas – Capes, CNPq, INPI, BNDES, ABDI e FINEP estão inseridas nos diversos grupos de trabalho, bem como as principais universidades federais.

Da mesma forma, há ampla adesão nos âmbitos estadual e municipal, pois o OIS conta os governos de estado de São Paulo e Minas Gerais e da Prefeitura do Rio de Janeiro, além da Fapesp, Fapemig, Investe SP, Instituto Butantan, CTI, Rio Negócios e institutos de pesquisa e universidades estaduais.

Desde suas primeiras edições, o Open Innovation Seminar agrega alguns dos maiores atores do cenário da inovação. Neste ano, grandes empresas brasileiras e multinacionais participam novamente. É o caso da Natura, O Boticário, Petrobras, Embraer, Telefonica, Johnson & Johnson, BR Foods, Saab, IBM, Stora Enso, Scania, Siemens, Rhodia, Dow, Ericsson e Volvo.

A presença do setor privado e sua atuação nos grupos de discussão será potencializada pelos parques tecnológicos de Guamá, Sorocaba, Itaipu, além do Tecnopuc e do Sapiens Parque. Presentes em cinco estados, serão representados juntamente com incubadoras e núcleos de inovação tecnológica de todo o país.

Alcance internacional

Um dos grandes destaques do OIS é sua capacidade de articular uma rede de atores para além do território nacional. Farão parte do evento embaixadas e representantes de 16 países: Suécia, Reino Unido, Índia, Coreia do Sul, Canadá e Alemanha e Austrália. Outros países, como Suíça, Finlândia, Dinamarca, Estados Unidos, Bélgica, Noruega, Holanda e Espanha, enviarão alguns de seus melhores pesquisadores.

Entre os painelistas, há especialistas que são referências mundiais em suas áreas de atuação, como a pesquisadora indiana Saras Sarasvathy, que se tornou conhecida por desenvolver a teoria de Effectuation e é reconhecida pela revista Fortune Small Business como uma das 20 melhores professoras de empreendedorismo do mundo, e o belga Wim Vanhaverberke, líder europeu no estudo da inovação aberta.

O OIS também já tem confirmada a presença da chefe de inovação aberta do instituto alemão Fraunhofer, Sabine Brunswicker, do conselheiro do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação da Dinamarca, Gert Vilhem Balling, e dos pesquisadores da universidade de Linkoping (Suécia), Henry Lopez Vega e Fredrik Tell. Além disso, participam o chefe de operações do Centro de Integração de Medicina, Tecnologia e Inovação dos Estados Unidos (Cimit), John Collins, o professor da Chalmers University of Technology, Jan Bosch, o chefe de Tecnologia da Saab, Pontus de Laval, e o chefe de operações do Lindholmen Science Park, Peter Ohman.

Semana Global do Empreendedorismo

Neste ano, o OIS também integra a Semana Global do Empreendedorismo (SGE) – movimento mundial que inspira, conecta e capacita jovens e adultos nas diversas áreas do empreendedorismo em mais de 120 países. Em 2011, a Semana Global mobilizou mais de 1,7 milhão de pessoas a partir de uma rede de 540 parceiros por todo o país – o que faz da Semana brasileira a maior do mundo, com três premiações internacionais.

Informações e inscrições: www.openinnovationseminar.com.br

10 mar

Empreendedorismo se aprende na escola

O curso de Administração da FEI incluiu em sua grade curricular as disciplinas de Empreendedorismo I e II, com o objetivo de formar profissionais com capacidade empreendedora, tanto para criar suas próprias inovações e montar empresas quanto para desenvolver novos negócios e produtos para a corporação na qual trabalham. “Competitividade exige inovação, criação de novos produtos, gestão de projetos e de ideias”, resume o professor e coordenador dos cursos de graduação e mestrado em Administração da FEI – campus São Paulo, Edmilson Alves de Moraes.

O aprendizado durante o curso, aliado à capacidade empreendedora, levou dois ex-alunos de Administração da FEI a criar a Isto é Brasil Marketing e Comunicação,  empresa de marketing, propaganda, eventos e comunicação voltada às questões do País. Formados em 2007, os sócios Maurílio Santos e Leandro Marcel Tomás de Souza tiveram a ideia de criar a empresa ainda durante o curso, quando começara a participar de associações de empreendedores, como o Comitê de Jovens Empreendedores da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo).

“Nosso objetivo é desenvolver estratégias de marketing e comunicação voltadas ao povo brasileiro, respeitando as diferenças regionais e as culturas locais”, explica Maurílio Santos. Os sócios também têm dificuldade para administrar custos e resultados, especialmente por atuarem com prestação de serviços. Maurílio conta que, muitas vezes, perde competitividade ao participar de concorrências por ter de trabalhar com mão de obra contratada para executar determinados projetos, mas o fato de ter uma empresa enxuta, com poucas despesas fixas, ajuda na manutenção do fluxo de caixa e na gestão de custos e resultados. “Tivemos de aprender a fazer custo para viabilizar nossas ideias para os clientes”, diz.

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