29 Oct

Estudantes da FEI constroem avião para disputar campeonato entre universitários do Brasil e do exterior

Hoje começa a 17ª Competição SAE BRASIL AeroDesign, onde estudantes de engenharia de todo o Brasil e do exterior competirão com seus aviões no Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial, em São José Dos Campos/SP. A equipe do Centro Universitário FEI construiu um novo modelo de avião monoplano com maior capacidade de carga que o da edição anterior. Na última competição, a FEI ocupou a quarta colocação das 95 equipes que disputavam o título.

Com 16 membros na equipe, os alunos trabalharam com uma nova metodologia de construção que aumentou a qualidade do Monoplano de asa alta construído, e com isso, obtiveram melhores resultados nos testes de voo. “A equipe aprimorou todos os métodos construtivos, com o objetivo de manter a aeronave construída com o mesmo padrão de peso, CG e dimensionais”, conta o capitão da equipe FEI regular, Tiago Freneda, estudante do quarto ano de Engenharia Mecânica.

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O capitão conta que o objetivo da equipe era construir um avião confiável, porém com maior capacidade de carga em aço, cerca de 13kg. “Trabalhamos com materiais da melhor qualidade, tanto comerciais, quanto confeccionados pela própria equipe”, explica.

O Projeto AeroDesign é voltado ao desenvolvimento do estudante de engenharia no ramo aeronáutico. Por meio de aeronaves rádio-controladas que são projetadas e construídas na FEI, os alunos que participam do projeto adquirem conhecimentos que vão além do que é ensinado em sala de aula. “Nós oferecemos toda a experiência, disponibilizamos diversas teorias aeronáuticas aprofundadas para estudo, assim como os nossos patrocinadores disponibilizam cursos sobre softwares de engenharia. Temos a oportunidade de trabalhar com materiais muito difíceis de ter contato fora daqui e o principal, deixamos o membro livre para buscar e implementar coisas novas.”, finaliza Tiago.

11 Feb

Capitão da Equipe FEI Baja fala sobre o dia a dia do projeto

Sheldon Zabulon, 20 anos e aluno do 9º semestre de Engenharia de Automação e Controle, é um dos capitães da Equipe FEI Baja ao lado do aluno de Engenharia Mecânica, Enzio Simão. O Baja é exclusivo para alunos da graduação e ensina na prática o projeto, construção, montagem e manutenção de um veículo off-road chamado Baja SAE. Há três anos e meio na equipe, Sheldon apresenta o dia a dia da Equipe Baja, atual campeã Mundial, e conta mais sobre o projeto. Confira:

Quando surgiu seu interesse pela equipe BAJA?

Assim que iniciei meu segundo semestre da faculdade senti a necessidade de fazer alguma atividade extra sala e foi quando ouvi falar do projeto Baja. Assisti uma palestra, acabei ficando muito interessado pelas conquistas, pelas competições, o trabalho em equipe e decidi fazer o processo seletivo.

Como é o processo seletivo do BAJA?

Inicialmente nós fazemos uma palestra para apresentar o projeto, explicar o funcionamento e história da equipe, as competições, etc. Depois, aplicamos uma prova sobre o regulamento da competição do Baja e os aprovados iniciam na oficina do projeto que é onde ocorre o primeiro contato com carro. Na oficina eles conhecem sua montagem, as fases de construção, aprendem o uso de ferramentas da oficina e são apresentados a todos os subsistemas do carro.

 

Os capitães da Equipe FEI Baja: Enzio Simão, à esquerda, e Sheldon Zabulon, à direita.

Os capitães da Equipe FEI Baja: Enzio Simão, à esquerda, e Sheldon Zabulon, à direita.

 Porque vocês nomeiam dois capitães e não apenas um?

Dentro da FEI a equipe é apenas uma, mas durante as competições competimos com dois carros, por isso precisamos de dois capitães o que acaba ajudando no dia a dia da equipe, pois as responsabilidades não ficam na mão de apenas uma pessoa.

 Como funciona o trabalho em equipe?

Temos a divisão de tarefas e responsabilidades, cada um responsável pelo seu subsistema, mas o trabalho em equipe é mais que isso, é o compartilhamento do conhecimento e integração dos membros do BAJA. Estamos todos sempre focados no mesmo objetivo e em fazer o nosso melhor. Desde 2013, tem uma frase do Pe. Saboia de Medeiros que nos motiva bastante quando estamos trabalhando no projeto: “quod deest me torquet” que no português significa “o que falta me atormenta”.

 

Qual o papel do professor orientador no projeto?

O professor Roberto Bortolucci tem uma grande experiência com o projeto Baja e sempre nos ajuda nos momentos críticos e na solução de problemas, nos orienta em relação às decisões e tem um papel administrativo no intermédio entre a equipe e a faculdade.

Como foi participar das competições e ser campeão mundial em 2014?

Cada competição é importante para nós. Durante o ano nos esforçamos muito e dedicamos muito do nosso tempo para o projeto, então ver os resultados é muito satisfatório e nos motiva a continuar melhorando e inovando. Sem dúvida, a conquista do campeonato mundial foi a principal delas e não dá para descrever a emoção que sentimos.

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Qual o papel da FEI nesse resultado?

A FEI sempre nos apoia, seja com a infraestrutura, com a ajuda dos funcionários, ou quando estamos com prazos apertados. Este apoio foi de muita importância para as conquistas da equipe.

 

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Colocando a teoria em prática: integrante da FEI Baja trabalha no novo carro da equipe.

O que você aprende no BAJA que é diferente da sala de aula?    

Dentro da sala de aula temos a teoria, mas no projeto temos a oportunidade de ir além e aplicar essa teoria na prática, conhecer as ferramentas da engenharia de forma mais aprofundada. Sem falar no desenvolvimento pessoal, as experiências adquiridas nas competições, a oportunidade de solucionar problemas todos os dias e de vivenciar o trabalho em equipe.

O que você diria para os alunos que tem interesse em participar da equipe?

O projeto influenciou bastante na minha formação acadêmica e é uma experiência que eu não trocaria por nada. Então eu recomendo a fazer parte da equipe e os convido a passar em nossa oficina para conhecer melhor o BAJA.

09 Aug

Robôs humanoides jogadores de futebol

Desenvolvido desde 2003, o Futebol de Robôs da FEI é uma linha de pesquisa contínua coordenada pelos departamentos de Engenharia Elétrica e Ciência da Computação, que vem sendo adaptada ao longo dos anos. Projetados e construídos por alunos da Instituição, o grande desafio é produzir robôs com programas cada vez mais eficientes, que os façam jogar de maneira inteligente. O projeto tem crescido ao longo dos anos e, hoje, a intenção é contribuir para o avanço científico e tecnológico dos alunos de graduação e pós-graduação do Centro Universitário.

Há cerca de três anos, o professor doutor Reinaldo Augusto da Costa Bianchi e sua equipe do Departamento de Engenharia Elétrica têm trabalhado no desenvolvimento, na construção e na programação de um robô humanoide capaz de fazer jogadas, baseado nas ações que um ser humano consegue realizar. “Neste processo, temos utilizado a técnica de aprendizado por reforço, que basicamente treina o robô a aprender sozinho, ficar de pé sem cair e ter estabilidade, além de chutar para a direção certa. Temos desenvolvido a programação básica e a de controle de movimentos e ações”, informa o docente. Embora ainda esteja na fase inicial, o robô humanoide já anda, mas nunca competiu.

Atualmente, a FEI tem um time de Futebol de Robôs bem estruturado na categoria Small size, que coleciona títulos brasileiros e ocupa o ranking dos 10 melhores do mundo. Ao longo de quase sete anos nas competições robóticas, já foram desenvolvidos mais de uma dezena de projetos por estudantes da FEI relacionados ao Futebol de Robôs. Em competições, a equipe da FEI participou de cinco campeonatos nacionais, sendo duas vezes campeã, outras duas vezes vice-campeã e uma vez terceira colocada, além de conquistar diversos prêmios em competições menores e demonstrações. “A participação em competições nacionais e internacionais motiva a equipe a desenvolver novas tecnologias e sistemas mais eficientes, estudando técnicas de raciocínio para fazer táticas mais complexas”, argumenta o professor Reinaldo Bianchi.

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Para saber mais sobre o Robô FEI, clique aqui.

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Matéria publicada na revista Domínio FEI – Nº15 (pág 27)

07 Aug

O melhor entre os melhores

Entre sete mil inscritos para o processo seletivo de trainees da empresa de consultoria KPMG, o aluno do 12° ciclo de Engenharia de Produção do Centro Universitário da FEI, Luiz Constâncio, destacou-se entre os melhores classificados na etapa final do processo. Integrando um time de quatro trainees, o aluno venceu a seletiva nacional da competição de cases promovida pela empresa e, com isso, ganhou o direito de disputar a etapa internacional. A etapa nacional consistiu na análise de cases reais do mercado e, durante um período de três horas, era preciso identificar os problemas, analisar os riscos, propor e implementar soluções para uma banca de jurados formada por sócios da empresa.

“Foi uma competição que exigiu uma linha de raciocínio rápido e o conteúdo visto na FEI ajudou a criar as soluções”, explica o estudante que, após vencer a fase nacional, foi efetivado na empresa. Na fase internacional, os finalistas, de 23 países, receberam o desafio de desenvolver soluções para situações reais de negócios. Além de ter novos cases para serem solucionados, a meta de Luiz Constâncio era estar entre as melhores equipes do mundo. A 10ª edição da International Case Competition (KICC), realizada em Madri, na Espanha, atraiu mais de 15 mil estudantes, de aproximadamente 400 universidades.

O aluno ressalta que, apesar de a equipe brasileira não ter ganhado a final em Madri, foi uma grande oportunidade de iniciar a carreira. “É muito gratificante receber o reconhecimento de uma das maiores organizações de auditoria e assessoria do mundo”, enfatiza o jovem, para quem o conteúdo do curso de Engenharia de Produção da FEI é uma bagagem de conhecimento utilizada diariamente na carreira. Esta é a segunda vez que um aluno da FEI participa do KICC e vence a etapa nacional. Em 2012, a ex-aluna de Engenharia de Produção, Larriane Moreira Lopes, participou da competição e foi para Hong Kong representar o Brasil.

Segundo o coordenador do curso de Engenharia de Produção da FEI, professor doutor Alexandre Massote, estes prêmios refletem a qualidade dos alunos do Centro Universitário da FEI, cujo perfil condiz com as expectativas de empresas de ponta como a KPMG. Para a coordenadora de Recursos Humanos da KPMG, Ana Carolina Coelho, os estudantes da Instituição se destacam por três vertentes importantes. “Por serem jovens, apresentam uma visão sistemática do mercado e conseguem abordar outros temas e debates”. Além disso, vêm preparados tanto de forma técnica como comportamental, sabem lidar com a competitividade, conseguem trabalhar sob pressão e com prazo curto, ações que fazem parte do nosso processo seletivo. E, por último, possuem raciocínio lógico rápido, o que se torna um grande diferencial. Acredito que isso é devido à grade curricular da Instituição, que prepara o aluno para atuar para muito além do que lhe é proposto. “Com isso, enquanto muitos acessam o Google, os alunos da FEI pensam e agem”, resume.

06 Feb

Seleção para a equipe Fórmula FEI Elétrico

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