10 Aug

Dia do Estudante: você sabe a origem desta data?

Em 11 de agosto é comemorado em nosso país o Dia do Estudante. O Blog da FEI traz neste texto qual a origem dessa data. Pronto (a) para um pouco de história? Boa leitura!

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No dia 11 de agosto se comemora, no Brasil, o Dia do Estudante. É também nesta data que se comemora o Dia do Advogado. Coisas distintas, certo? O porquê de ambos serem homenageados no mesmo dia tem uma relação em comum: a origem.

Para você entender essa ligação, precisaremos voltar na história do nosso País, mais precisamente no ano de 1827, época do recém-instituído Império Brasileiro.

O Imperador da época, Dom Pedro I, autorizou em 11 de agosto a criação das duas primeiras faculdades de Direito do Brasil, sendo: a Faculdade de Direito de Olinda, em Pernambuco, e a Faculdade de Direito do Largo do São Francisco, em São Paulo. Por esse motivo, comemora-se o Dia do Advogado nesta data, 11 de agosto.

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Em 1927, uma comemoração celebrava o centenário da criação dessas duas faculdades. Nos festejos estava presente um advogado chamado Celso Gand Lay, que sugeriu aos demais participantes que, neste mesmo dia, fosse também celebrado o Dia do Estudante. A razão pela qual Celso deu essa sugestão foi por que mais que o início das faculdades de Direito, o dia 11 de agosto de 1827 foi um marco importante para a história da educação no Brasil.

Nascia, então, em 11 de agosto de 1927, o Dia do Estudante.

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O Blog da FEI parabeniza a todos os estudantes do País, sejam de escolas, faculdades, cursos livres e, claro, alunos do Centro Universitário FEI, pelo dia 11 de agosto.

A persistência e esforço são grandes chaves para o sucesso. Não desistam!

Até o próximo post 😉

08 Aug

Recepção de Calouros – 2º semestre de 2017

Os novos alunos do Centro Universitário FEI foram muito bem recepcionados com o Desafio dos Calouros: uma tarde cheia de atividades e apresentações da Instituição, para esta nova fase na vida dos estudantes.

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Ingressar em uma faculdade é, sem dúvida, um dos momentos mais marcantes na vida de todo estudante. É colocar os pés na fase adulta, cheia de responsabilidades e desafios, mesmo ainda muito jovem. É construir sonhos de uma carreira longeva, sólida e que faça valer o investimento, não só financeiro, mas também de anos de estudo para se tornar um engenheiro (a), administrador (a) de empresa ou profissional da ciência da computação.

Para dar as boas-vindas às centenas de jovens que escolheram o Centro Universitário FEI para suas formações profissionais, a Instituição realiza todo semestre o “Desafio de Calouros”: um dia todo voltado para recepção, apresentação e atividades com os novos alunos.

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Para o 2º semestre de 2017, o evento foi realizado no dia 04 de agosto, uma sexta-feira fria, mas que não tirou o ânimo de quem participou.

Logo na acolhida, os jovens calouros entregaram 1kg de alimento como parte do Trote Solidário. Na FEI, é expressamente proibido qualquer trote ou movimento que possa ferir a integridade moral e física dos alunos. A arrecadação de alimentos durante a recepção já mostra a preocupação e constantes ações que a FEI realiza em prol de beneficiar instituições carentes.

Tímidos e observadores, os novos alunos assistiram a abertura do evento com importantes discursos, como o da Vice-Reitora da FEI, Profª. Drª. Rivana Basso, que explicou a relevância que o Centro Universitário terá em suas formações profissionais, além das oportunidades oferecidas com projetos institucionais.

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Falando em projetos, os veteranos participantes do Fórmula FEI, Baja, Júnior FEI entre outros, dividiram o palco por pouco mais de 30 minutos para, de forma breve, apresentar os trabalhos realizados, despertando a curiosidade nos calouros.

“Eu gostei muito do Baja, é um projeto que eu pretendo me inscrever no futuro”, destacou Caio Lopes, calouro de Engenharia.

Apresentações finalizadas, era a hora de conhecer o campus e, claro, os novos colegas. Os alunos foram divididos em 15 equipes com diversos desafios: resolver enigmas espalhados pelo campus. As atividades os levavam a conhecer laboratórios, biblioteca, prédios e salas de aula. A timidez do começo deu lugar à interação. E não demorou muito para ver grupos se conhecendo, falando dos cursos, expectativas e experiências da nova vida universitária.

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Essa interação é o maior objetivo do evento, fazer com que os alunos se sintam à vontade e bem recebidos.

Para fechar o dia, as três melhores equipes na solução dos enigmas foram premiadas com camisetas e mochilas. E o grande prêmio do dia foi um tablet, sorteado a partir de um número que todos os participantes, sem exceção, receberam no início do evento.

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Veja mais na reportagem abaixo, sobre como foi o Desafio dos Calouros do 2º semestre de 2017 da FEI.

O Blog da FEI deseja boas-vindas a todos os calouros. Sucesso!

Confira aqui o álbum completo de fotos

12 Jul

Conheça o projeto Robô FEI

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Preparar o aluno na prática para o mercado de trabalho é um dos principais objetivos do Centro Universitário FEI. Para isso, o incentivo e investimento em projetos que permitem aos estudantes vivenciar o dia a dia como profissionais são constantes.

Essa é a realidade da equipe Robô FEI, formada em 2003, com a proposta de desenvolver projetos e aprimorar pesquisas de robótica e inteligência artificial. Para realização dos trabalhos, o projeto conta com alunos de Ciência da Computação e Engenharia.

Atualmente, os robôs são divididos em três categorias. São elas:

– Humanoide: robô com características humanas, projetado para jogar futebol de forma autônoma. Através de uma câmera integrada e programação previamente planejada, o robô deve calcular a distância de chute, espaço entre os adversários entre outros.

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– At home: robô doméstico que visa a interação entre humano e máquina. Conhecido como Judith, a robô é figura conhecia na FEI, sendo muito querida por alunos e professores. Sua principal função é identificar e auxiliar em casa, podendo, inclusive, identificar através de sua câmera quando alguém está caído no chão. Se for o caso, a robô faz uma ligação de emergência para um número previamente programado.

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– Small Size: nesta categoria, como o próprio nome diz, os robôs são pequenos e, assim como o Humanoide, jogam futebol. A dinâmica de jogo é diferente e mais planejada, além do campo e bola serem proporcionalmente menores devido ao tamanho dos robôs.

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Uma característica muito interessante do Robô FEI é a integração entre alunos da graduação, mestrado e doutorado. Esse intercâmbio permite o desenvolvimento do trabalho em equipe e troca de conhecimentos, teóricos e práticos.

“Na faculdade, geralmente, a gente aprende mais o lado teórico. No projeto [Robô FEI] a gente aprende a lidar tanto com o lado prático quanto com pessoas. Você precisa aprender a trabalhar em equipe, ajudar e transmitir conhecimento”, comenta Jade Cortez, aluna de Engenharia Mecânica da FEI e participante do projeto.

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Jade Cortez, aluna de Engenharia Mecânica, em entrevista para a TV Globo

Indo além do campus, o Robô FEI participa de competições de robótica, nacionais e internacionais, conquistando bons resultados. Esse ano, por exemplo, a equipe vai viajar até o Japão para participar da Robocup, copa mundial de robôs, que reúne instituições e equipes do mundo todo num torneio emocionante.

Atualmente, a FEI possui um dos melhores desenvolvimentos em robótica do País. Confira como é o trabalho da Robô FEI neste vídeo:

 

16 Jun

Saiba como nasceu a Robô Judith

0X9A5071Em fevereiro de 2013, depois de terminar seu mestrado em Engenharia Elétrica pela FEI, o Engenheiro Elétrico Andrey Masiero e o Profº Dr. Plinio Aquino , perceberam a ascensão das pesquisas em Interação Humano Robô e decidiram que essa também seria a área de pesquisa do Doutorado de Andrey.

Algum tempo depois, Andrey foi apresentado à categoria RoboCup @Home, da competição mundial de robótica. Essa categoria era voltada para ambientes com interação social, como residência, hospitais, asilos, etc. “É primordial que, como um agente social, o robô saiba se relacionar e tratar bem as pessoas, além de auxiliar em caso de doenças e cuidados com a casa. ”, conta Andrey.

E foi assim, que em 2014, depois de uma busca por todos os robôs que a FEI já possuía, o doutorando e o Coordenador do Curso de Ciência da Computação, Prof.º Flávio Tonidandel, encontraram o PeopleBot, uma plataforma robótica desenvolvida justamente para interação humano robô, por conta de sua altura e da possibilidade de colocar um monitor em seu topo para transmitir informações às pessoas a sua volta. Mais tarde essa plataforma seria completamente adequada para a categoria @Home e passaria a se chamar Judith.

Andrey conta que o começo do trabalho foi difícil, pois o robô não conseguia fazer nada do que era pedido pela equipe e todos os testes davam errado. “Um dia, estávamos trabalhando para que o robô realizasse a primeira tarefa da competição e alguém falou ‘Parece a Judith, não faz nada direito! ’, fazendo alusão a um vídeo bem famoso do canal Porta dos Fundos. Ali, o nosso robô passou a ser a robô Judith. O mais legal é que o nome ficou bem famoso na competição latino-americana e o público vinha perguntar pela Judith. ”.

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Em outubro de 2015, a equipe embarcou para a primeira competição da robô, em Uberlândia, e conquistou o terceiro lugar, o que foi uma completa surpresa uma vez que o objetivo da participação era apenas aparecer pela primeira vez em uma competição @Home. Toda a equipe que fez a primeira versão da Judith esteve presente na competição: dois alunos Engenharia Mecânica, responsáveis pela adaptação de um braço robótico, construção de um suporte para o microfone e o tablet que representam o ouvido e a face do robô, respectivamente, dois alunos de Engenharia Elétrica, dois de Automação e Controle, um mestrando em Engenharia Elétrica e O Andrey, doutorando em Engenharia Elétrica. Enfim, todos os responsáveis pelo cérebro (os programas) e a alimentação (energia) do robô.

DSCN1236Em 2016, a equipe conseguiu se classificar para o Campeonato Mundial, que ocorreu em Leipzig, Alemanha, no final de junho de 2016.

“O nosso objetivo é fazer com que a Judith consiga recepcionar as pessoas na FEI, fazer e oferecer cafezinhos aos visitantes e também conduzir um tour pelo campus, sempre pensando no conforto da pessoa que interage com ela. ”. Desejamos muita sorte para a equipe na RoboCup 2017.

 

 

 

 

10 May

Crescimento tecnológico gera vagas para profissionais de ciência da computação

Os profissionais de área procuram formação mais completa para acompanhar atualização do mercado de trabalho

Conhecido como T.I., o profissional de ciência da computação se tornou indispensável para empresas de qualquer setor, tanto no Brasil como no Mundo.  Só no Brasil o mercado emprega 1,3 milhões de profissionais, de acordo com a Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação.

A taxa de empregabilidade é muito alta, são 50 mil vagas ainda esperando por profissionais. O Prof. Flavio Tonidandel, coordenador do curso de ciência da Computação do Centro Universitário FEI, explica o porquê isso acontece “O mundo corporativo está cada vez mais dependente da tecnologia e da computação. Além disso, em época de retração da economia, a busca por soluções computacionais, para redução de custo, cresce ainda mais, gerando postos de empregos nas áreas de T.I.”

Porém as empresas não procuram somente por profissionais que tenham conhecimento técnico, é necessária inovação. O mercado está carente de profissionais que pensem, juntamente com o conhecimento técnico, sempre a frente e consigam acompanhar o ritmo constante e rápido de atualização que o setor tem.

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Ter uma formação completa é a diferença entre entrar ou não no mercado de trabalho. Com uma grade curricular reformulada em 2015, o Centro Universitário segue o ritmo do mercado de perto, oferecendo aos alunos infraestrutura e a possibilidade de se manter no mesmo ritmo das grandes empresas.

“Temos projetos de desenvolvimento de tecnologia, programação e inovação, como a Maratona de Programação, Robótica, Interação Humano-Computador e Internet das Coisas, onde os alunos de graduação podem participar e aprimorar suas competências”, explica o Prof. Flavio “Estes projetos aproximam os programas científicos e tecnológicos de mestrado e doutorado do aluno de graduação ainda quando ele está em curso. O que faz com que tenha uma formação muito mais completa”

 O curso está com inscrições abertas para o processo seletivo do segundo semestre de 2016. Os interessados podem se inscrever pelo site da FEI: vestibular.fei.edu.br   

 

 

 

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