25 Aug

FEI Baja conquista Prata na competição SAE Brasil

Mais uma conquista confirma a equipe FEI Baja como uma das melhores do País.

1 baja

No último fim de semana, 19 e 20 de agosto, a equipe FEI Baja subiu ao pódio em Piracicaba/SP, para receber o prêmio pelo 2º lugar conquistado na competição Baja SAE Brasil, etapa sudeste. As provas desafiaram 34 equipes, formadas por alunos de engenharia de diferentes faculdades, em diversas modalidades. Ao todo foram mais de 660 estudantes.

No sábado, 19, as provas foram diversificadas entre apresentação teórica dos projetos e avaliação de segurança, motor e frenagem. No período da tarde, testes práticos e desafiadores colocaram os veículos à prova de suspensão, capacidade de tração e pilotagem.

3 Baja

No domingo, 20, a competição mais aguardada de todas: o Enduro. Durante três horas os veículos foram submetidos a um terreno acidentado, um verdadeiro teste de resistência.

4 baja

A equipe FEI, tradicional por colecionar troféus da competição, alguns internacionais, obteve ótimas classificações nas provas, que renderam o 2º lugar na classificação geral e nas categorias:

Conforto

Projeto

Dinâmica

Enduro

2 baja

Com foco e determinação, o próximo passo do time é se classificar entre os 3 primeiros colocados na Etapa Nacional, garantindo assim a vaga no mundial que acontecerá em maio de 2018, nos Estados Unidos.

Vai, Baja!

20 May

Mulheres ao ataque: a participação feminina nos projetos institucionais da FEI

De uma média de oito mil estudantes, hoje, o Centro Universitário FEI tem aproximadamente duas mil alunas. Apesar de ser um ambiente ainda majoritariamente masculino, as mulheres vêm conquistando seu espaço em cursos e profissões que antes eram consideradas apenas para homens. Nos projetos institucionais, esse crescimento não poderia ser diferente.

As integrantes femininas do PACE-FEI.

As integrantes femininas do PACE-FEI.

A FEI possui sete projetos institucionais compostos por alunos da graduação: AeroDesign, FEI Baja, Fórmula FEI, Maratona de Programação, ROBOFEI, Projeto APO e PACE-FEI. Os projetos ensinam lições de trabalho em equipe, gestão de prazos, comunicação e expressão, além de permitirem maior conexão entre a teoria de sala de aula com a prática. Segundo a Presidente do PACE e aluna de Engenharia Mecânica Automobilística, Ana Cox, os projetos não atrapalham o desempenho acadêmico dos alunos. “Depois que comecei a trabalhar no PACE, aprendi a gerenciar melhor meu tempo. Fazer um cronograma é essencial para se organizar durante o semestre. ”.


Mulheres nos Projetos

Apesar das equipes contarem com membros femininos, a participação das alunas ainda é pequena perto da masculina. Segundo a aluna Giulia Amatruda, membro da Equipe FEI Baja, ela sempre passava pela oficina e se interessava pelo projeto, mas tinha muita vergonha de participar porque não existia nenhuma menina.

O Coordenador do curso de Ciência da Computação e da ROBOFEI, Flávio Tonidandel, conta que quando se trata de Robótica, existe um interesse muito grande das mulheres pelo tema. “Temos meninas no grupo de futebol de robôs desde o seu início, em 2003. Robôs atraem o interesse não só dos homens, como das mulheres. Basta ver que na Olimpíada Brasileira de Robótica, desde 2013, a relação entre meninos e meninas, do ensino fundamental e médio, é de 55% meninos para 45% de meninas, na modalidade teórica. ”.

As alunas Jade e Marina fazem parte da ROBOFEI e estudam Engenharia Mecânica.

As alunas Jade e Marina fazem parte da ROBOFEI e estudam Engenharia Mecânica.

Membro da ROBOFEI e trabalhando diretamente no desenvolvimento da Robô Judith, a aluna Marina Gonbata, concorda com o Coordenador Flávio Tonidandel. “Nunca tive nenhum problema dentro da equipe por ser mulher. O pessoal aqui valoriza a eficiência e a eficácia. ”. Jade Gali participa da ROBOFEI, mas na equipe dos Robôs Humanoides, e afirma que a maior pressão parte dela mesma: “Eu tinha visto algumas fotos do projeto e não vi nenhuma mulher, fiquei um pouco tensa com isso porque eu sempre tenho a sensação de que por ser mulher eu preciso provar mais que os demais. ”.

A equipe FEI AeroDesign é o projeto com o maior número de alunas participantes. A aluna de Engenharia Mecânica, Ligia Canassa, conta que as meninas são tratadas de igual para igual: “Carregamos peso, nos sujamos, no AeroDesign não existe diferença entre homem e mulher na hora de trabalhar. ”. Também parte do Aero, Ligia Garcia, conta que pessoas de fora fazem comentários machistas. “Nunca senti nenhuma resistência por participar dos projetos, mas sempre acontecem perguntas do tipo ‘Nossa, mas você sabe mexer com isso?’, ou, ‘Será que a equipe vai para frente com esse monte de mulher agora?’ É melhor rir para não chorar. ”.

A aluna Joice Laiane, da equipe Baja, acredita que as mulheres ainda enfrentam um "machismo mascarado".

A aluna Joice Laiane, da equipe Baja, acredita que as mulheres ainda enfrentam um “machismo mascarado”.

Coordenador do Curso de Engenharia Mecânica da FEI, o Professor Gustavo Donato fala o quanto a participação das meninas nos projetos agrega positivamente para o desenvolvimento das equipes “Uma maior participação das alunas já vem ocorrendo nos últimos anos, não só nos projetos como na engenharia mecânica. Não existe qualquer impedimento à atuação de excelência das alunas, seja nos projetos ou no mercado de trabalho. O trabalho das mesmas tem sido de muita dedicação, contribuição e qualidade, o que naturalmente demonstra a igualdade de condições e a meritocracia do processo. ”.

O Coordenador acredita que embora exista uma predominância dos rapazes nos projetos, a divulgação do sucesso das alunas nas equipes reverberará favoravelmente a um aumento ainda mais acentuado na participação.

Machismo em pauta

Segundo a aluna Vitória Migliano, de Automação e Controle e membro do Fórmula FEI, muitas vezes, a engenharia e os projetos que a envolvem são mais frequentados por homens, justamente porque existe um receio em ingressar em um ambiente predominantemente masculino, mas reforça que essa objeção é um equívoco, uma vez que não há uma diferença negativa por parte dos rapazes da equipe. “Quando eu ingressei no Fórmula FEI, percebi que os meninos sempre se preocuparam em me orientar ou me repreender de uma forma delicada. Eu acho que isso é um sinal de respeito e que faz com que eu me sinta acolhida em um ambiente ao qual eu não estava acostumada. ”.

Mayara Lumi, faz parte do Projeto APO e é estudante de Engenharia Civil. “A adaptação na equipe é baseada em adquirir responsabilidades ao longo do tempo e não existe um tratamento diferente por ser mulher. ”.

As quatro integrantes da Equipe Fórmula FEI e Fórmula FEI Elétrico.

As quatro integrantes da Equipe Fórmula FEI e Fórmula FEI Elétrico.

Ambas alunas de Engenharia de Produção e parte do Fórmula FEI, Isabela Manis e Catharine Corá concordam que a maioria das pessoas reagem com surpresa quanto à participação delas na equipe. “Particularmente acho engraçado, não vale a pena se aborrecer por isso. ”, diz Catharine.

Apesar de todas as meninas concordarem que dentro dos projetos não existe diferença entre gêneros, a grande maioria relata situações em que a escolha pelos cursos de Engenharia foi questionada apenas por serem mulheres. Me falaram que eu não ia conseguir emprego porque entre uma mulher e um homem para mexer em um carro, qualquer um escolheria um homem”, conta Giulia, que estuda Engenharia Mecânica.  Lígia Garcia completa: “Já ouvi coisas como “vocês, meninos, que andavam de bicicleta e já passaram óleo na corrente.”, como se nenhuma menina nunca tivesse andado de bicicleta na vida. ”.

A conclusão de todas é uma só: não se deve abandonar o que se gosta por medo da reação e julgamento de terceiros, afinal, é essa escolha que define com o que você trabalhará por toda a vida. Para Camilla Marianno, do PACE, praticar o respeito é a melhor forma de se enfrentar situações desagradáveis.

Aero

A Equipe FEI AeroDesign tem o maior número de representantes mulheres. Ao todo, são oito alunas.

“Queremos ser respeitadas e tratadas igualmente e isso inclui fazer engenharia, fazer parte de um projeto da faculdade, ganhar o mesmo salário e, principalmente, poder andar sozinha sem medo nas ruas.”, fala Lígia Garcia.

Jade Gali deixa um recado a todas as alunas que ainda sentem receio na escolha do curso e em participar de projetos como esses: “Se der medo, vai com medo mesmo, muitas já passaram por isso e outras muitas vão passar e, se precisar de ajuda, eu e todas as outras vamos estar com os braços abertos para ajudar. Vai dar receio de não saber se é a escolha certa, mas vai em frente assim mesmo, não pode desistir sem tentar. ”.

Muque

 

Alunas Entrevistadas: Amanda Giordano, Andressa Badú, Ana Cox, Camila Marianno, Catharine Corá, Giovanna Coelho, Giulia Amatruda, Isabela Manis, Jade Gali, Jessica Ikuta, Joice Laiane, Ligia Canassa, Lígia Garcia, Marina Gonbata, Mônica Américo, Mayara Lumi, Nathália Andrade e Vitória Migliano. 

 

 

 

 

 

 

 

 

04 Sep

Equipe Baja FEI se prepara a competição BAJA SUDESTE 2015

Composta por vinte e dois membros, a equipe Baja FEI, heptacampeão na competição SAE Brasil e tetra Campeã Mundial, se prepara a competição regional BAJA SUDESTE 2015, que acontecerá nos dias 17 e 18 de outubro. O Blog da FEI conversou com um dos capitães da equipe, o aluno de Engenharia Enzio Simão, para saber como está a preparação para o próximo desafio.

O que um aluno precisa saber para entrar na Equipe Baja FEI?

A única coisa que exigimos dos alunos que querem entrar no Baja é que sejam dedicados e que estudem um pouco o regulamento da competição. Como tudo no carro é baseado no regulamento, pedimos que o pessoal estude e façam uma prova sobre as regras da competição Baja para testar se a pessoa já tem esse comprometimento e interesse de ir pesquisar, ler, correr atrás, porque tudo que ela fará aqui, será baseado nisso. Não precisa saber apertar um parafuso, ter feito curso técnico ou outra coisa assim, nós ensinamos aos poucos e os membros mais velhos vão passando para os mais novos.

Como é a adaptação de um novo membro na equipe?

Geralmente, um novo membro trabalha por seis meses na oficina para conhecer o carro e saber como é a dinâmica da equipe. Primeiro você precisa conhecer, para depois projetar. O carro é separado em subsistemas, então após esse período de experiência cada membro começa a se especializar em um subsistema, depois de algum tempo você pode, inclusive, virar chefe desse subsistema e tomar decisões sobre as mudanças que ocorrerão no carro.

O que a Equipe Baja FEI tem para oferecer aos alunos?

A equipe Baja FEI tem uma grande vantagem, o know-how de vinte anos de equipe e mantemos o contato com os antigos membros da equipe. Além disso, o professor Roberto Bortolussi nos orienta sobre muitas coisas, muitas vezes quando vamos fazer algo novo, ele nos avisa que aquilo já foi feito anteriormente. Mas a pergunta é: como fizeram? Às vezes, na época, não existiam os meios para ser colocado em prática corretamente ou o conhecimento não era o mesmo de hoje. São fatores que auxiliam muito a nossa equipe.

baja piracicabaRecentemente, o Baja construiu uma pista de testes nova, no Campus São Bernardo do Campo. Por que foi feita essa alteração na pista?

Há muito tempo observamos que a nossa pista de testes não estava nos desafiando no mesmo nível que a competição estava. Conforme as competições foram ficando mais difíceis, nossa pista ficou parada no tempo e por fatores como o uso, chuva, sol, vento, ocorreu um desgaste e os obstáculos foram ficando mais fáceis. Desde o ano passado estamos planejando a nova pista, conversamos com juízes para ter ideias sobre obstáculos e esse ano, após voltarmos do mundial, fizemos o desenho da pista e a ideia saiu do papel para ser colocada em prática. Deixamos a pista novamente no nível que está a competição nacional hoje e muito próxima do que é a competição mundial, então conseguiremos testar o carro e deixa-lo preparado para ganhar a competição.

Como está a preparação para a competição regional que acontecerá em outubro?

A SAE Brasil havia definido uma data para a competição em agosto e já tínhamos feito um cronograma em que o carro estaria pronto há duas semanas. Mais ou menos nessa época recebemos um informativo que dizia que a competição tinha sido cancelada e o carro já estava pronto para ser montado. Como a competição foi adiada, preferimos priorizar outras coisas na oficina e nos preparar para a competição em paralelo. O carro ainda está desmontado, mas todas as peças já estão prontas, pintadas e limpas.

Quais cuidados devem ser tomados antes da competição?

Para a competição, o carro precisa ser montado com o maior cuidado possível para evitar que nenhuma peça risque, normalmente levamos de três a quatro dias nesse processo. Agora os carros para testes na nossa pista, nós montamos tranquilamente em um dia. O carro de 2014 que foi campeão mundial já não participou de competições oficiais esse ano e só usamos ele para testes na FEI, chamamos esse carro de “mula”. Quando vamos testar alguma coisa, não precisamos usar o carro novo para não estragar o chassi ou a pintura, então testamos em um similar. O mesmo chassi só pode ser usado em competições por dois anos, então após esse tempo os carros acabam teste para a equipe.

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Qual a diferença entre o carro da competição anterior e o carro que será montado agora?

Entre a equipe existe uma discussão para decidir qual carro é melhor e como o montaremos para a competição. O carro que preparamos esse ano para o regional é bem diferente do carro que competiu no último mundial, toda a parte de suspensão traseira e a caixa de transmissões será diferente. Mas comparado com o que foi para o último nacional, mudou pouca coisa. No nacional, o carro teve o braço de suspensão quebrado por um tronco que estava na pista, foi uma infelicidade, mas temos que fazer um carro preparado para as adversidades, então agora ele vai para a competição com um braço um pouco mais rijo, de espessura maior e que aguentará um obstáculo como o tronco.  O importante é aprender com os erros.

O que é importante falar sobre a Equipe Baja FEI?

Ano passado tivemos uma quebra grande na equipe, pois tínhamos uma equipe muito boa, mas que perdeu cinco membros que se formaram e, embora estivéssemos preparados para assumir o trabalho, é uma responsabilidade diferente. Acho que um dos fatores que contribuíram para o desempenho não tão bom no mundial, foi o fato de sermos uma equipe nova e um pouco imatura. Esperamos que os membros atuais permaneçam e que no próximo ano a equipe se organize melhor e ganhe o mundial novamente.

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11 Feb

Capitão da Equipe FEI Baja fala sobre o dia a dia do projeto

Sheldon Zabulon, 20 anos e aluno do 9º semestre de Engenharia de Automação e Controle, é um dos capitães da Equipe FEI Baja ao lado do aluno de Engenharia Mecânica, Enzio Simão. O Baja é exclusivo para alunos da graduação e ensina na prática o projeto, construção, montagem e manutenção de um veículo off-road chamado Baja SAE. Há três anos e meio na equipe, Sheldon apresenta o dia a dia da Equipe Baja, atual campeã Mundial, e conta mais sobre o projeto. Confira:

Quando surgiu seu interesse pela equipe BAJA?

Assim que iniciei meu segundo semestre da faculdade senti a necessidade de fazer alguma atividade extra sala e foi quando ouvi falar do projeto Baja. Assisti uma palestra, acabei ficando muito interessado pelas conquistas, pelas competições, o trabalho em equipe e decidi fazer o processo seletivo.

Como é o processo seletivo do BAJA?

Inicialmente nós fazemos uma palestra para apresentar o projeto, explicar o funcionamento e história da equipe, as competições, etc. Depois, aplicamos uma prova sobre o regulamento da competição do Baja e os aprovados iniciam na oficina do projeto que é onde ocorre o primeiro contato com carro. Na oficina eles conhecem sua montagem, as fases de construção, aprendem o uso de ferramentas da oficina e são apresentados a todos os subsistemas do carro.

 

Os capitães da Equipe FEI Baja: Enzio Simão, à esquerda, e Sheldon Zabulon, à direita.

Os capitães da Equipe FEI Baja: Enzio Simão, à esquerda, e Sheldon Zabulon, à direita.

 Porque vocês nomeiam dois capitães e não apenas um?

Dentro da FEI a equipe é apenas uma, mas durante as competições competimos com dois carros, por isso precisamos de dois capitães o que acaba ajudando no dia a dia da equipe, pois as responsabilidades não ficam na mão de apenas uma pessoa.

 Como funciona o trabalho em equipe?

Temos a divisão de tarefas e responsabilidades, cada um responsável pelo seu subsistema, mas o trabalho em equipe é mais que isso, é o compartilhamento do conhecimento e integração dos membros do BAJA. Estamos todos sempre focados no mesmo objetivo e em fazer o nosso melhor. Desde 2013, tem uma frase do Pe. Saboia de Medeiros que nos motiva bastante quando estamos trabalhando no projeto: “quod deest me torquet” que no português significa “o que falta me atormenta”.

 

Qual o papel do professor orientador no projeto?

O professor Roberto Bortolucci tem uma grande experiência com o projeto Baja e sempre nos ajuda nos momentos críticos e na solução de problemas, nos orienta em relação às decisões e tem um papel administrativo no intermédio entre a equipe e a faculdade.

Como foi participar das competições e ser campeão mundial em 2014?

Cada competição é importante para nós. Durante o ano nos esforçamos muito e dedicamos muito do nosso tempo para o projeto, então ver os resultados é muito satisfatório e nos motiva a continuar melhorando e inovando. Sem dúvida, a conquista do campeonato mundial foi a principal delas e não dá para descrever a emoção que sentimos.

 Bajafev2015

Qual o papel da FEI nesse resultado?

A FEI sempre nos apoia, seja com a infraestrutura, com a ajuda dos funcionários, ou quando estamos com prazos apertados. Este apoio foi de muita importância para as conquistas da equipe.

 

Bajafev20151

Colocando a teoria em prática: integrante da FEI Baja trabalha no novo carro da equipe.

O que você aprende no BAJA que é diferente da sala de aula?    

Dentro da sala de aula temos a teoria, mas no projeto temos a oportunidade de ir além e aplicar essa teoria na prática, conhecer as ferramentas da engenharia de forma mais aprofundada. Sem falar no desenvolvimento pessoal, as experiências adquiridas nas competições, a oportunidade de solucionar problemas todos os dias e de vivenciar o trabalho em equipe.

O que você diria para os alunos que tem interesse em participar da equipe?

O projeto influenciou bastante na minha formação acadêmica e é uma experiência que eu não trocaria por nada. Então eu recomendo a fazer parte da equipe e os convido a passar em nossa oficina para conhecer melhor o BAJA.

24 Apr

BAJA FEI: RECRUTAMENTO ACONTECE DIA 25 DE ABRIL

Oportunidade para universitários desenvolverem projetos na área de engenharia automobilística.

A palestra de recrutamento para a Equipe FEI Baja acontecerá nesta quarta-feira (25/04), às 12h40, no Auditório José Ferraz de Camargo (prédio J). Todos os alunos a partir do 2º ciclo que cursam Engenharia Mecânica, Elétrica, Materiais, Produção, Química, e Automação e Controle poderão participar.

O Baja da FEI é tricampeão mundial e heptacampeão nacional. As competições são direcionadas exclusivamente aos alunos de graduação, e além de estimular os estudantes, introduzem conhecimentos práticos sobre projeto, construção, montagem e manutenção de máquinas. Participe.

Você sabia…?

A FEI foi uma das primeiras faculdades do País a ter uma equipe de mini-baja para participar das competições nacionais e internacionais. As corridas são realizadas anualmente pela Society of Automotive Engineers (SAE). Para mais informações, envie e-mail para recrutamento@bajafei.com.

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