28 Jul

AeroDesign FEI: voando alto em conhecimento.

Projetando aeronaves rádio-controladas, alunos do Centro Universitário FEI se desenvolvem no ramo aeronáutico, participando também de grandes campeonatos nacionais.

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Grandes desafios não faltam para alunos do Centro Universitário FEI. Além do conhecimento adquirido em sala de aula, formando profissionais capacitados nas áreas de Engenharia, Administração e Ciência da Computação, os projetos e atividades extracurriculares são ótimas oportunidades de evoluir ainda mais o aprendizado, vivenciando na prática o dia a dia do mercado de trabalho.

Essa é a realidade dos alunos que participam do projeto AeroDesign FEI, que proporciona o desenvolvimento dos estudantes de engenharia no ramo aeronáutico. Em particular, o AeroDesign se destaca, pois, sua demanda de trabalho enriquece sobremaneira os currículos dos alunos, uma vez que não há na grade curricular da FEI a disciplina de Engenharia Aeronáutica; entretanto, esse fato não descredencia nosso Centro Universitário frente às outras instituições, uma vez que a equipe sempre se destaca por seus trabalhos, inovações e projetos realizados.

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Uma prova desse destaque se dá pelos méritos. Por exemplo, graças ao centro de laboratórios mecânicos bem estruturados e conhecimento agregado da equipe, o Centro Universitário FEI é a única instituição que tem a permissão de fabricar a própria hélice, sendo também o único em nível nacional a desenvolver um sistema que reduz a rotação do motor, possibilitando um aumento no torque e a utilização de uma hélice maior, com maior tração. Além disso, todo esse conhecimento é colocado à prova: o time participa da competição nacional SAE Brasil AeroDesign, nas categorias Micro e Regular, figurando entre os melhores do País, em 3º e 7º lugares, respectivamente.

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Para saber mais, acompanhe o AeroDesign FEI no Facebook

Até o próximo post 😀

 

20 Jul

Dia do Amigo: você sabe a origem desta data?

Todo ano, em 20 de julho, inúmeras mensagens celebrando o Dia do Amigo tomam conta do nosso círculo social, seja na faculdade, no trabalho ou até mesmo em casa. Nas redes sociais, usuários entram no clima da comemoração e não faltam memes, vídeos, homenagens bonitas – às vezes, irônicas e com sátiras saudáveis, mas ainda assim, homenagens – e uma série de expressões midiáticas que dominam a língua dos usuários na Internet.

Mas em meio à todas essas saudações divertidas, você alguma vez já se perguntou: qual a origem desta data? Por que 20 de julho é considerado o Dia do Amigo? O Blog da FEI, então, responde!

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A origem: por muito tempo, iniciativas distintas espalhadas pelo mundo sugeriram uma data para celebrar o Dia do Amigo; no entanto, nenhuma delas foi oficialmente adotada como cultura. Nos Estados Unidos e em parte da Ásia, por exemplo, a data chegou a ser comemorada no 1º domingo de agosto.

Em 20 de julho de 1969, o mundo presenciava o famoso feito do astronauta Neil Armstrong, primeiro homem a andar na lua, como um “gigante salto para a humanidade”. Diante da ocasião, um médico argentino chamado Enrique Ernesto Febbraro resolveu enviar cerca de 4 mil cartas para diversos países, de diversos idiomas, com o intuito de instituir o Dia do Amigo. Segundo Enrique, o feito de ir até à lua demonstra que se o homem se unir aos seus semelhantes, não há objetivos impossíveis.

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Após 10 anos de muita insistência por parte de Febbraro, em 1979, a Argentina decretou oficialmente o Dia do Amigo, sendo este em 20 de julho. De lá, a data e a cultura foram se espalhando pelo mundo todo.

Outras comemorações: em 27 de abril de 2011, durante a 65ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, o tratamento da “Cultura de Paz” reconheceu “a pertinência e a importância da amizade como sentimento nobre e valioso na vida dos seres humanos de todo o mundo“. Assim sendo, decidiram designar o dia 30 de julho como o “Dia Internacional da Amizade”. A proposta foi apresentada ao lado de 43 países (incluindo o Brasil) e todos concordaram com a iniciativa.

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No Brasil, é comum encontrar comemorações do Dia do Amigo no dia 18 de abril, porém, grande parte do País vem adotando 20 de julho como a data oficial.

Mas claro, datas e histórias à parte, o mais importante é celebrar e valorizar as amizades que conquistamos no dia a dia. Elas são como pontes que sustentam nossa vida e nos motivam a seguir em frente. A vida universitária é fonte de grandes amizades!

Feliz Dia do Amigo!

19 Jul

Mestrado além das fronteiras

O aluno de Mestrado em Engenharia Química da FEI, Herich Bastos, teve sua pesquisa selecionada para apresentação no Tetrahedron Symposium, importante congresso anual de química orgânica, que aconteceu em Budapeste, na Hungria.

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No cenário atual do mercado de trabalho, aumentar a empregabilidade e manter-se atualizado (a) na área de formação é essencial. Já explicamos neste post o que é empregabilidade e a importância em investir em cursos de pós-graduação.

Com o objetivo de promover e desenvolver o conhecimento científico e a formação de recursos humanos com qualidade e excelência acadêmica, o Programa de Pós-Graduação em Engenharia Química da FEI, no nível Mestrado, incentiva os alunos nas áreas de pesquisa em Processos Químicos e Biotecnológicos e Petróleo, Gás e Biocombustíveis.

Ainda mais enriquecedor, cruzar a fronteira do conhecimento e viajar até outro país para participar de cursos, eventos e congressos científicos, eleva ainda mais este aprendizado e desenvolvimento.

É o caso do aluno e engenheiro químico Herich Bastos, estudante de Mestrado em Engenharia Química da FEI, que viajou para Budapeste, capital da Hungria. O pós-graduando apresentou sua pesquisa realizada durante o curso, sobre química orgânica, no Tetrahedron Symposium, maior congresso internacional sobre química orgânica, bio-orgânica e medicinal.

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O Blog da FEI entrou em contato com Herich, que gentilmente nos cedeu mais informações sobre o seu projeto e participação no congresso. Confira:

– Quando e por que você decidiu ingressar no Mestrado em Engenharia Química?

Herich: “Iniciei o mestrado em 2015 conquistando uma bolsa de mérito oferecida pela FEI com objetivo justamente de me lançar em pesquisas em síntese química e engenharia química. Desde criança sou apaixonado por ciência e pelo conhecimento e a possibilidade de realizar estudos dessa natureza sempre foi um sonho.”

– Conte-me, de forma resumida, sobre sua viagem à Budapeste para participar do Congresso

Herich: “A viagem a Budapeste foi incrível! Fiquei durante uma semana no País e pude conhecer monumentos históricos, visitar castelos medievais e aprender um pouco da cultura da Hungria. Apresentar um trabalho cientifico junto a cientistas do mundo todo podendo levar o nome do Brasil para um congresso desse porte, mesmo nas atuais dificuldades que nosso país enfrenta, onde os financiamentos para pesquisa foram brutalmente cortados em um cenário de grandes instabilidade econômica, me ensinaram a grande capacidade que possuímos para superarmos qualquer barreira através do conhecimento, do esforço e da iniciativa individual.”

– Como surgiu a proposta para participar deste Congresso em Budapeste?

Herich: “O Tetrahedron Symposium é um importante congresso anual que apresenta novos desenvolvimentos em química orgânica sendo patrocinado pela Elsevier. Submetemos a pesquisa tão logo entendemos o alcance de nossos resultados para o campo da química orgânica e tivemos a alegria de nossa pesquisa ter sido aceita para a apresentação, após avaliação da equipe do congresso.”

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– Conte-nos mais sobre a sua pesquisa, conceitos, áreas de estudo etc.

Herich: “A pesquisa teve origem em minha dissertação de mestrado que é voltada à síntese orgânica. Realizamos halogenações oxidativas com uso de peróxido de hidrogênio de compostos aromáticos sob irradiação ultrassônica. Nossa metodologia visa mais eficiência, maior seletividade na obtenção dos compostos e uso de reagentes menos tóxicos e alinhados aos princípios da química verde. Os objetivos foram alcançados e demonstraram maiores avanços se comparado as mais recentes metodologias utilizadas.”

– Como o Programa de Mestrado da FEI contribuiu para o seu desenvolvimento?

Herich: “O programa de mestrado em Engenharia Química da FEI me possibilitou, através de toda infraestrutura, tradição e valores, desenvolver as competências necessárias para me destacar como profissional obtendo oportunidades na indústria e me desenvolver paralelamente no mundo acadêmico. A possibilidade de conseguir destaque concomitantemente nesses dois campos é o que é mais surpreendente do programa e do que ele contribuiu para mim.”

– Qual a sua recomendação para um profissional que esteja interessado em cursar um Mestrado, seja em Química ou qualquer outra área de atuação?

Herich: “Recomendo a todos que se interessem a ingressar no mestrado da FEI aproveitar essa grande oportunidade se dedicando ao máximo acreditando que grandes projetos nascem ali. Seja o protagonista de sua história e faça sua história ali pois o programa possibilita grandes possibilidades.”

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Assim como Herich, se você deseja se aprofundar ainda mais no aprendizado da graduação, ampliando o conhecimento sobre um tema de interesse acadêmico, o curso de Mestrado (Stricto Sensu) é uma boa indicação. A FEI está com inscrições abertas.

Além dele, mais de 15 cursos de Especialização também oferecem excelentes chances de crescimento profissional.

Invista em sua carreira com a FEI 😉

12 Jul

Conheça o projeto Robô FEI

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Preparar o aluno na prática para o mercado de trabalho é um dos principais objetivos do Centro Universitário FEI. Para isso, o incentivo e investimento em projetos que permitem aos estudantes vivenciar o dia a dia como profissionais são constantes.

Essa é a realidade da equipe Robô FEI, formada em 2003, com a proposta de desenvolver projetos e aprimorar pesquisas de robótica e inteligência artificial. Para realização dos trabalhos, o projeto conta com alunos de Ciência da Computação e Engenharia.

Atualmente, os robôs são divididos em três categorias. São elas:

– Humanoide: robô com características humanas, projetado para jogar futebol de forma autônoma. Através de uma câmera integrada e programação previamente planejada, o robô deve calcular a distância de chute, espaço entre os adversários entre outros.

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– At home: robô doméstico que visa a interação entre humano e máquina. Conhecido como Judith, a robô é figura conhecia na FEI, sendo muito querida por alunos e professores. Sua principal função é identificar e auxiliar em casa, podendo, inclusive, identificar através de sua câmera quando alguém está caído no chão. Se for o caso, a robô faz uma ligação de emergência para um número previamente programado.

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– Small Size: nesta categoria, como o próprio nome diz, os robôs são pequenos e, assim como o Humanoide, jogam futebol. A dinâmica de jogo é diferente e mais planejada, além do campo e bola serem proporcionalmente menores devido ao tamanho dos robôs.

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Uma característica muito interessante do Robô FEI é a integração entre alunos da graduação, mestrado e doutorado. Esse intercâmbio permite o desenvolvimento do trabalho em equipe e troca de conhecimentos, teóricos e práticos.

“Na faculdade, geralmente, a gente aprende mais o lado teórico. No projeto [Robô FEI] a gente aprende a lidar tanto com o lado prático quanto com pessoas. Você precisa aprender a trabalhar em equipe, ajudar e transmitir conhecimento”, comenta Jade Cortez, aluna de Engenharia Mecânica da FEI e participante do projeto.

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Jade Cortez, aluna de Engenharia Mecânica, em entrevista para a TV Globo

Indo além do campus, o Robô FEI participa de competições de robótica, nacionais e internacionais, conquistando bons resultados. Esse ano, por exemplo, a equipe vai viajar até o Japão para participar da Robocup, copa mundial de robôs, que reúne instituições e equipes do mundo todo num torneio emocionante.

Atualmente, a FEI possui um dos melhores desenvolvimentos em robótica do País. Confira como é o trabalho da Robô FEI neste vídeo:

 

11 Jul

Os benefícios da leitura

“A leitura é uma fonte inesgotável de prazer, mas por incrível que pareça, a quase totalidade não sente esta sede” – Carlos Drumond de Andrade – Poeta, contista e cronista brasileiro.

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Ler é um hábito que traz benefícios múltiplos ao ser humano. Faz bem para a saúde física e, mais ainda, para a mente.

Através da leitura é possível desenvolver a criatividade, o estímulo à imaginação, aumentar o vocabulário e, naturalmente, melhorar a escrita. No geral, ler é aumentar os conhecimentos, logo, é evoluir.

Essas características são fundamentais para a formação profissional e pessoal. Um bom poder de comunicação verbal, escrita ou falada, constrói um indivíduo mais bem preparado para os desafios do dia a dia, além de deixá-lo mais questionador sobre o mundo. Quem questiona, também evolui.

Na era digital em que vivemos, é comum encontrarmos pessoas que não trocam a tela touch do celular por livros, questão de hábito e preferência. Mas a boa notícia é que podemos usar essa tecnologia em prol, também, da leitura.

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Separamos 4 dicas básicas, mas muito úteis, para você tornar a leitura um hábito diário. Confira:

Ler no Celular: se você não se acostuma com a ideia de andar com livros na mochila ou embaixo do braço, adote o hábito de ler no celular ou dispositivos similares, como tablets, por exemplo. Hoje em dia temos disponíveis diversos aplicativos próprios para leitura, alguns com livros grátis, inclusive. É o caso do Google Livros, aplicativo que já vem instalado nos celulares com sistemas Android.

Compartilhe a Leitura: ler boas histórias, como bem sabemos, nos leva a lugares incríveis e a um mundo novo, tudo dentro da nossa mente. Mas não fique somente lá. Compartilhe essas histórias e suas experiências de leituras com amigos, certamente será uma troca enriquecedora. Novamente, a era digital é uma grande aliada nesse aspecto, pois, é possível utilizar redes sociais como o Skoob, que reúne leitores e escritores e permite trocar informações sobre leitura.

Meta Diária: estipule uma meta de acordo com o seu ritmo de leitura e disponibilidade de tempo. Se você julga que tem 15 minutos para ler, dedique-se. Se você julga ter 30 minutos ou mais, dedique-se também. Pode ser interessante definir o número de páginas a serem lidas, começando com números baixos se você não tem o hábito. Por exemplo: cinco páginas por dia. Aos poucos você vai aumentando essa meta, o importante é não parar.

Avalie a sua Preferência: a melhor maneira de incentivar a leitura é escolhendo temas do seu interesse. Você se envolve com a história e não percebe o tempo passar enquanto lê. Há tanto gênero à disposição: aventura, drama, ficção, suspense, além de outros tipos, como, documentários, biografias e histórias do passado.

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Dicas anotadas? Então, comece hoje mesmo e boa leitura. 🙂

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