23 mar

Dicas para o dia da prova

O período de provas é sempre acompanhado de muita pressão e ansiedade, por isso preparamos – com a ajuda do Prof. Roberto Baginski –  algumas dicas que parecem simples, mas que podem fazer diferença no seu rendimento. Confira:

Prepare o material necessário

  • Lápis (não esqueça do apontador) ou lapiseira (não esqueça dos grafites), caneta azul ou preta, borracha, régua, calculadora (não esqueça das pilhas ou baterias extras), relógio para controlar o tempo, documento com foto recente e qualquer outro material cujo uso na prova for permitido.
  • Leve água (você não vai querer ficar com sede no meio da prova), mas não exagere, pois você não vai querer perder preciosos minutos de prova indo ao banheiro.

Chegue com antecedência ao campus e saiba onde vai fazer sua prova

  • Cuidado com o despertador (é bom ter um de reserva).
  • Cuidado com o trânsito.

É difícil, mas mantenha-se relaxado e concentrado

  • Evite aglomerações e agitações na frente do prédio ou na frente da sala: agitação libera epinefrina (adrenalina), que bloqueia a memória e o raciocínio no cérebro (“deu branco”).
  • Evite aquela revisão de última hora: você só vai ficar nervoso.
  • Evite conversar demais nos minutos que antecedem o início da prova: é hora de se concentrar.
  • Respirar profundamente, usando o diafragma e a musculatura do abdome (feito um bebê), por 1 minuto ajuda a relaxar e a ficar concentrado (não, não é uma contradição).
  • Use uma roupa confortável, que não vá fazê-lo passar calor ou frio, nem aperte demais nem … bom, você entendeu.

Leia todas as questões antes de começar a resolver qualquer uma delas

  • Nem sempre a primeira questão é a mais fácil.
  • Classifique-as mentalmente: qual é o assunto de cada questão, qual parece ser o grau de dificuldade delas etc.

Comece sempre pela questão que parece ser a mais fácil e resolva as questões por ordem de dificuldade crescente

  • Você ganha confiança ao conseguir resolver a questão; isso ajuda a relaxar e seguir adiante.
  • Começar por uma questão difícil faz você usar muito tempo em uma questão em que a chance de acertar pode não ser muito grande.

Use o tempo a seu favor

  • Se “travar” em uma questão, pense nela a sério por mais um ou dois minutos no máximo e, então siga em frente; você terá tempo de voltar a ela depois que tiver respondido às outras.
  • Evite deixar questões em branco: é impossível que você não tenha a menor ideia de como começar, mesmo que não saiba como terminar.

Seu trabalho deve ser legível, organizado e o mais completo possível

  • Você não receberá pontos por esconder a solução de seus problemas ou dificultar a compreensão.

Não entregue a prova assim que tiver terminado: sempre verifique seu trabalho

  • Você respondeu cada item da questão?
  • Você respondeu ao que foi perguntado?
  • Suas respostas têm as unidades corretas (especialmente na Ciência da Computação e nas Engenharias)?
  • Suas respostas parecem fazer sentido?

O mais importante. Confie em sí mesmo e no seu potencial. Afinal, Você é da FEI. A Mais Famosa do Brasil!

BOA SORTE!!

18 mar

Conhecimento compartilhado entre alunos

Projeto social da FEI realiza oficina de reforço escolar com alunos do ensino médio

Estudantes da Escola Estadual Dr. João Firmino

“O que falta me atormenta”. A célebre frase proferida pelo Padre Jesuíta Roberto Saboia de Medeiros, fundador do Centro Universitário FEI, resume o principal objetivo da Companhia de Jesus, que é utilizar a educação como meio para ajudar a sociedade. O Centro Universitário – Instituição de ensino ligada à Ordem Religiosa – segue o lema de seu fundador e tem procurado utilizar a educação para dar oportunidades a jovens de se formarem e aprenderem a ser cidadãos mais úteis à comunidade. Entre as ações desenvolvidas pelo Departamento de Ciências Sociais da Instituição estão oficinas de estudos para disciplinas básicas do ensino médio, como Matemática, Português, Física e Química, direcionadas a estudantes de escolas da rede pública.

A iniciativa começou em 2013, quando a professora Giselle Larizzatti Agazzi realizou oficinas de estudo com jovens internados em um abrigo situado nas proximidades da FEI que, ao completarem 18 anos, eram obrigados a se sustentar sozinhos. Daí surgiu a ideia de oferecer oficinas de Português, Matemática e Informática, a fim de ajudar os internos a desenvolverem conhecimentos e habilidades básicas para que conseguissem empregos ou prosseguissem nos estudos. No início de 2015, já sob a supervisão do professor Raúl Gouveia Fernandes e com a participação dos docentes Lania Stefanoni Ferreira e Diego Genu Klautau, todos do Departamento de Ciências Sociais, o projeto começou a tomar direções maiores. “Decidimos entrar em contato com os alunos do 3º ano do ensino médio da Escola Estadual Dr. João Firmino, que também fica próxima ao campus da FEI, para verificar o interesse de virem participar de aulas de reforço escolar, uma vez por semana, ao longo do semestre. Conseguimos formar uma turma inicial de aproximadamente 25 alunos, dos quais 17 acompanharam as atividades até o fim do semestre”, explica o professor.

Lania Stefanoni Ferreira ministrando uma das aulas

A pedido dos próprios estudantes, em julho o trabalho foi ampliado oferecendo também aulas de Física e Química. Para isso, os professores Roberto Baginski e Andreia de Araújo Morandim, das duas disciplinas, respectivamente, passaram a integrar a equipe de professores encarregada pelo projeto. Além disso, novas chamadas de alunos da escola estadual foram realizadas e, no segundo semestre, uma nova turma com 25 alunos, todos do 3º ano do ensino médio, começaram a ter aulas de reforço na FEI. As aulas são ministradas por oito alunos de Engenharia e Administração da FEI, bolsistas do Probase. Os graduandos dão aulas e também são responsáveis pela preparação do material didático, das listas de exercícios e por eventuais atividades extras, sempre supervisionados pelos professores envolvidos com o projeto. “Os alunos têm se mostrado muito envolvidos com o trabalho e, apesar de toda inexperiência e, às vezes, de certo nervosismo, têm se saído muito bem”, destaca o professor Raúl Gouveia Fernandes.

Além disso, vêm contribuindo com diversas ideias e iniciativas que resultaram em atividades extras, algumas realizadas ao longo do semestre passado e outras em planejamento. Ana Cristina Lima, do 7º ciclo de Engenharia Química, é uma das alunas voluntárias e conta que se interessou pelo projeto desde o primeiro dia em que recebeu o convite. A jovem já havia participado como voluntária em programas parecidos em outras instituições e, quando soube da oportunidade na FEI, não pensou duas vezes. “Além da possibilidade de realizar um trabalho voluntário, a experiência de estar à frente de uma sala de aula me fez entender melhor o método que os professores utilizam e o quanto é preciso se aprofundar em determinados temas para passar a informação da melhor maneira. Estudei no ensino público e sei como é difícil”, argumenta.

Para os estudantes da Escola Estadual Dr. João Firmino, as aulas têm sido um reforço importante, não só pela defasagem do ensino público, mas porque muitos estão em fase de prestar vestibular. “As aulas que temos aqui são totalmente diferentes das que recebemos no ensino público, porque aprendemos somente o básico para passar de ano. Com essa iniciativa da FEI, aprendemos conteúdos importantes e totalmente aplicáveis em vestibulares”, destaca o estudante Pedro Gabriel de Araujo Raniere, que vai prestar vestibular na FEI para Engenharia Química.

A aluna Milena Aparecida Pampifer também destaca como aprendizado o lado humanístico, por meio de projetos sociais desenvolvidos nas aulas e que colaboram para que sejam pessoas melhores. “O aprendizado que temos aqui é completo, tanto intelectual como humano. São alunos que realmente se preocupam com a gente, com o que mais estamos precisando aprender e se estamos entendendo. É uma atenção que não recebemos em qualquer lugar”, acentua.

Apoio
A coordenadora do ensino médio da Escola Estadual Dr. João Firmino, Marli Menezes, explica que o projeto realizado pela FEI tem sido muito importante para os alunos, principalmente os do 3º ano que estão em fase de vestibular, pois a grande maioria não tem condições de fazer um cursinho ou pagar aula particular. “É muito importante o reforço que esses jovens estão recebendo, pois o dia a dia na escola é muito corrido e, muitas vezes, não é possível se aprofundar em disciplinas básicas como Matemática, Português, Física e Química, matérias importantes e que são a base para qualquer vestibular”, acentua.

O coordenador do projeto acredita que o programa traz benefícios não só para os jovens atendidos, mas também para os alunos da FEI e para a própria Instituição, que busca realizar de forma mais plena sua missão, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa e solidária. “A ideia é que o projeto continue nos próximos anos, ganhando inclusive mais corpo. Nosso objetivo em médio prazo é tentar criar uma estrutura mais permanente e organizada, que configure um verdadeiro ‘cursinho comunitário’, a exemplo dos que existem em várias outras instituições de ensino superior”, adianta o professor Raúl Gouveia Fernandes.

08 mar

Aluna de Administração participa de evento do Santander sobre mobilidade internacional

A ex-aluna, formada em Administração pela FEI, Jacqueline de Oliveira Dias dos Santos, participou de um evento no dia 16 de fevereiro com o Diretor Global do Santander Universidades, José Antônio Villasante Cerro. Confira a entrevista com a ex-aluna sobre sua experiência durante o intercâmbio na Espanha:

Qual programa de mobilidade internacional você participou?

Participei do Programa TOP ESPANHA – Edição 2014, promovido pelo Santander Universidades, no qual fui contemplada com uma bolsa de estudos para Curso de Idioma e Cultura Espanhola, no período de 3 semanas, na cidade de Salamanca.


Como ficou sabendo do intercâmbio?

Recebi uma comunicação via e-mail em maio de 2014 com informações sobre a  bolsa e prazo de inscrição para o programa, assim como, dois arquivos informativos: Edital Interno FEI e Princípios do Programa. O processo durou aproximadamente duas semanas. As inscrições no site do Santander Universidades ficaram abertas no mês de maio, o edital da FEI foi publicado em 21 de maio de 2014 e recebi um e-mail confirmando que fui selecionada para a bolsa em 03 de junho. Os critérios de seleção eram atribuídos por cada universidade participante. No caso da FEI, além dos requisitos do candidato, os critérios eram estar no ciclo de curso mais adiantado e ter o melhor índice de desempenho acadêmico. Foram selecionados apenas dois alunos (um do campus de SBC e outro de SP).

Momento da entrega do certificado de conclusão dos cursos de Língua Espanhola e Espanhol dos Negócios na USAL, com classificação “Sobresaliente” (Excelente).

Momento da entrega do certificado de conclusão dos cursos de Língua Espanhola e Espanhol dos Negócios na USAL, com classificação “Sobresaliente” (Excelente).

Quais eram suas expectativas em relação ao intercambio? Elas foram supridas?

Minhas expectativas eram grandes! Recebi a notícia que havia sido contemplada com a bolsa no começo de junho e desde então a ansiedade só aumentava. Eu ficava imaginando como seria o lugar, a cidade, a universidade, os alunos e professores, as atividades que iríamos ter, entre outras coisas. As expectativas foram supridas, todos os detalhes da viagem foram melhores do que eu imaginava, a cidade é encantadora, as construções parecem cenário de filme, a universidade bem estruturada e os professores amáveis e atenciosos.

Onde você estudou e como foi a adaptação na universidade?

Estudei na Universidade de Salamanca (USAL). A adaptação foi tranquila, pois tanto o curso quanto à universidade eram próximos do que estávamos acostumados no Brasil. O processo de aprendizado na sala de aula é bastante similar, o professor explana os assuntos enquanto os alunos vão interagindo durante a aula.  Além das aulas de espanhol, tínhamos uma terceira aula com opção de livre escolha, eu optei por “Espanhol dos Negócios”, foram aulas muito enriquecedoras pois a classe era mista com alunos de diversos países, logo, aprendi não apenas termos da minha área em outro idioma, mas também pude conhecer como é a função de Administração na Espanha e em outros países, o que complementou minha formação acadêmica.

Como foi a adaptação com o idioma? Encontrou alguma dificuldade em relação a isso ou alguma outra?

Assim que chegamos em Salamanca, sentimos certa dificuldade com o idioma pois os espanhóis falavam muito rápido e no começo foi mais difícil de compreender, porém em poucos dias fomos nos familiarizando com a sonoridade da língua e foi ficando cada vez mais fácil compreender o que os professores falavam, as explicações dos guias turísticos, conversa com outros alunos e até mesmo comerciantes da cidade.  Na segunda semana de intercâmbio, percebemos que podíamos compreender o que os espanhóis falavam, porém, em muitas vezes eles não nos compreendiam, foi quando percebemos que precisávamos praticar mais a fala, porque mesmo o espanhol sendo próximo do português não é tão simples manter um diálogo quando se está no país estrangeiro, porém com o tempo a adaptação ao idioma vai ficando mais natural.

Como essa experiência te amadureceu ou transformou de alguma forma?

Amadureci no âmbito profissional, pois um intercâmbio agrega muito ao currículo, principalmente no caso de recém-formados, que podem não possuir muita experiência na área de atuação, mas ter uma vivência internacional sem dúvida propicia uma bagagem valiosa para o crescimento profissional. Ao ser contemplada com essa bolsa, por mérito, não por sorte, enriquece ainda mais a experiência que vivi e me garante que todo esforço e dedicação valem a pena. Observei também que voltei com uma visão mais ampla do meu curso, da universidade, da minha profissão, das pessoas próximas e do mundo como um todo, notei que existem muitas coisas além do que temos ao nosso redor simplesmente, percebi o quão pequena eu sou e o quanto ainda preciso aprender e descobrir, tanto no aspecto pessoal quanto profissional.

Foto tirada na última noite em Salamanca, Espanha.

Foto tirada na última noite em Salamanca, Espanha.

Sentiu diferença entre os estudantes de outros países?

Conhecemos estudantes de outros países, como Alemanha, China, Áustria, França, etc.  Não percebi diferença entre os estudantes, mas foi possível notar que os chineses são muito dedicados e cobram muito de si mesmos para alcançarem os objetivos.

Como foi o encontro com o diretor do Santander e outros estudantes?

Recebi um convite para participar de um encontro com diretor do Santander Universidades no dia 16 de fevereiro desse ano. O evento ocorreu na Torre Santander, em São Paulo, e promoveu um encontro com bolsistas dos programas de mobilidade internacional, estagiários e executivos do Banco Santander.  Tivemos um bate-papo muito agradável no qual aproveitamos para compartilhar experiências vivenciadas no exterior, trocar conhecimentos e explorar a importância do intercâmbio para os universitários.

Quão importante você considera uma experiência internacional?

Uma experiência internacional é muito enriquecedora para qualquer pessoa, não apenas universitários ou profissionais, mas seria interessante se todos tivessem a oportunidade de conhecer outro país. A bagagem de conhecimento e experiências proporcionadas por um intercâmbio são imensuráveis, viver algo novo, conhecer lugares e culturas diferentes nos torna, não apenas profissionais melhores, mas pessoas melhores. Eu fiquei lisonjeada com a experiência que me proporcionaram, não tenho palavras para expressar a emoção que tive ao receber a bolsa para esse intercâmbio, somente quem participa de um programa como esse pode entender o sentimento de alegria, orgulho e gratidão que nos envolve durante e após a vivência no exterior.

Encontro com Vilassante: evento na Torre Santander, com os diretores Global e local do Santander Universidades e bolsistas dos programas de mobilidade internacional.

Encontro com Vilassante: evento na Torre Santander, com os diretores Global e local do Santander Universidades e bolsistas dos programas de mobilidade internacional.

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