22 jun

Apresentações de TCCs marcam fim de semestre na FEI

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O final de semestre é muito expressivo para os estudantes da FEI. Além das provas P2 e P3, os alunos que estão concluindo o curso têm mais um desafio em mãos: o famoso TCC. O Trabalho de Conclusão de Curso é muito aguardado, afinal, a maioria dos grupos começa a desenvolver os seus projetos cerca de um ano antes, passando por todos os detalhes de planejamento, cálculos, viabilização e patrocínios.

Dentre todas as ideias, um detalhe em comum: inovação. O Centro Universitário FEI, Instituição tradicional que visa formar profissionais qualificados, incentiva sempre seus alunos a criarem soluções que trazem benefícios mútuos à sociedade, garantindo assim uma melhor qualidade de vida a todos. Um dos cursos mais tradicionais da Instituição, Engenharia Mecânica, promove duas noites de apresentações dos Projetos de Conclusão de Curso, com a presença de diversos profissionais do setor. Acesse este link e veja como foram as ExpoMecAut e ExpoMecPlena.

Para Engenharias de Materiais, área muito importante e totalmente integrada com as outras Engenharias, os projetos individuais dos alunos também são apresentados em um auditório. Veja destaques no vídeo abaixo:

Quando falamos em inovação e visão de futuro, encontramos com a Feira de Empreendedorismo, organizada pelo curso de Administração do campus São Paulo. Muito se engana quem pensa que só encontra teoria neste curso. Na verdade, as transformações tecnológicas acabaram se tornando grandes aliados de qualquer área do conhecimento.

E, claro, para fechar todo esse ciclo, o INOVA FEI, evento que reúne os TCC’s dos alunos de Engenharias Civil, Química, Têxtil, Produção, Automação e Controle, Elétrica e também do curso de Ciência da Computação. No vídeo abaixo, você pode conferir os destaques das apresentações.

Agora formados, esses novos Engenheiros e profissionais da Tecnologia da Informação, têm o desafio de continuar criando e transformando. Um dos diversos objetivos da Plataforma de Inovação da FEI, justamente, é colocar o aluno como protagonista de seu próprio aprendizado. As tendências e mudanças dos próximos anos já estão por aí, aguardando que estes profissionais as conduzam da melhor forma, rumo ao sucesso e evolução do País. Para isso, a busca por conhecimento não deve cessar.

Muito sucesso a todos e até o próximo post 😉

22 mar

Novo motor da Renault integra Laboratório de Mecânica

Tweet Bom dia

Os laboratórios de uma instituição de ensino têm papel fundamental na formação dos estudantes, pois são como uma janela para o mercado de trabalho, na qual os alunos terão contato prático com a profissão que escolheram. Utilizar equipamentos, concretizar projetos criados em sala de aula e estar conectado com as novidades do mercado, são alguns dos objetivos.

Na FEI, o investimento e cuidado com os laboratórios reforçam a Instituição como uma das melhores do País, especialmente por oferecer aos alunos equipamentos de ponta com tecnologias que, em alguns casos, são novidades presentes somente no exterior, com previsão de chegada ao Brasil em alguns anos.

Agora, o Laboratório de Engenharia Mecânica da FEI recebeu mais um grande incentivo: um novo motor cedido pela Renault, uma das principais montadoras de carro do mundo.

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A conquista nasceu a partir do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) do aluno Rodrigo Fonseca e seus amigos de grupo, que projetaram construir um motor para trabalhar com dois ciclos. O departamento de Engenharia da Renault se interessou tanto pelo projeto, que fez mais somente apoiar, doou um motor da empresa para o grupo, que após a realização do TCC será locado em definitivo no Laboratório de Motores da Instituição.

Segundo Rodrigo Fonseca, trata-se de um motor recente, SCE, que passou a equipar os carros da Renault a partir de dezembro de 2016, para modelos 1.6. É de combustão interna, 4 cilindros e apresenta algumas inovações tecnológicas.

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A cerimônia de entrega, realizada no dia 15 de março, contou com a presença do Gerente de Marketing de Produto da Renault, Rafael Garbosa, além do Reitor do Centro Universitário FEI, Prof. Dr. Fábio do Prado, alunos e professores.

No vídeo abaixo você confere imagens do motor e mais informações. Assista:

O Centro Universitário FEI agradece à Renault pela parceria e parabeniza os alunos pela conquista!

27 fev

Mestrado e Doutorado aumentam a média salarial, diz estudo.

Muitas dúvidas vêm à tona no momento de escolher uma pós-graduação: qual é o retorno sobre o investimento feito? Qual será a melhor área? Após concluir a graduação devo esperar quanto tempo para fazer uma pós-graduação?

Há algumas semanas, aqui no Blog da FEI, escrevemos as principais características e vantagens que uma pós-graduação pode trazer, especialmente no âmbito da empregabilidade. Leia clicando aqui.

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Recentemente, o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) publicou um estudo chamado “Mestre e Doutores”, no qual foram analisados dados salariais para profissionais de nível Mestrado e Doutorado.

Segundo o CGEE*, profissionais com mestrado podem ganhar até quatro vezes mais que a média dos trabalhadores graduados, enquanto profissionais com doutorado podem ganhar até seis vezes mais. Um apontamento muito interessante do estudo é o crescimento na oferta de cursos de mestrado e doutorado no País: cerca de 210%. No entanto, quando comparado a nível internacional, o número de mestres e doutores brasileiros é abaixo da média.

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Uma boa justificativa para esse dado pode ser a cultura de pensamento no Brasil, de que quem cursa mestrado e/ou doutorado são profissionais que têm vontade de seguir na carreira acadêmica. No entanto, eles não têm somente essa opção.

O coordenador do Mestrado em Engenharia Mecânica da FEI, Prof. Dr. Rodrigo Magnabosco, comenta: “Em países desenvolvidos, a grande maioria de mestres e doutores são absorvidos pelo setor produtivo, e a minoria permanece na Academia”.

Para a vice-reitora de Extensão e Atividades Comunitárias da FEI, Profª Drª Rivana Marino, atuar como mestre doutor em empresas pode trazer novas perspectivas: “Hoje, muitas empresas buscam profissionais com esse tipo de formação, já que são capazes de atuar no desenvolvimento de pesquisas inovadoras e aplica-las em produtos ou serviços”.

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Como sempre destacamos, um grande diferencial ao cursar uma pós-graduação está na instituição escolhida. Para evoluir na carreira é preciso se capacitar em uma escola que esteja conectada com as megatendências do mercado de trabalho e as mudanças que vão moldar a sociedade nas próximas décadas. Em 2017, o curso de Mestrado e Doutorado em Administração da FEI recebeu nota 5 na Capes, avaliação que assegura a qualidade dos cursos de pós-graduação no País. Veja o vídeo abaixo:

Trabalhando a Plataforma de Inovação há dois anos, o foco do Centro Universitário FEI é, justamente, colocar o seu aluno como protagonista de seu próprio aprendizado. Invista em sua carreira! As inscrições para os cursos de pós-graduação da FEI se encerram nesta quarta-feira, 28 de novembro. Clique aqui e saiba mais.

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Até o próximo post 😉

*Fonte: site oficial CGEE
19 jul

Mestrado além das fronteiras

O aluno de Mestrado em Engenharia Química da FEI, Herich Bastos, teve sua pesquisa selecionada para apresentação no Tetrahedron Symposium, importante congresso anual de química orgânica, que aconteceu em Budapeste, na Hungria.

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No cenário atual do mercado de trabalho, aumentar a empregabilidade e manter-se atualizado (a) na área de formação é essencial. Já explicamos neste post o que é empregabilidade e a importância em investir em cursos de pós-graduação.

Com o objetivo de promover e desenvolver o conhecimento científico e a formação de recursos humanos com qualidade e excelência acadêmica, o Programa de Pós-Graduação em Engenharia Química da FEI, no nível Mestrado, incentiva os alunos nas áreas de pesquisa em Processos Químicos e Biotecnológicos e Petróleo, Gás e Biocombustíveis.

Ainda mais enriquecedor, cruzar a fronteira do conhecimento e viajar até outro país para participar de cursos, eventos e congressos científicos, eleva ainda mais este aprendizado e desenvolvimento.

É o caso do aluno e engenheiro químico Herich Bastos, estudante de Mestrado em Engenharia Química da FEI, que viajou para Budapeste, capital da Hungria. O pós-graduando apresentou sua pesquisa realizada durante o curso, sobre química orgânica, no Tetrahedron Symposium, maior congresso internacional sobre química orgânica, bio-orgânica e medicinal.

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O Blog da FEI entrou em contato com Herich, que gentilmente nos cedeu mais informações sobre o seu projeto e participação no congresso. Confira:

– Quando e por que você decidiu ingressar no Mestrado em Engenharia Química?

Herich: “Iniciei o mestrado em 2015 conquistando uma bolsa de mérito oferecida pela FEI com objetivo justamente de me lançar em pesquisas em síntese química e engenharia química. Desde criança sou apaixonado por ciência e pelo conhecimento e a possibilidade de realizar estudos dessa natureza sempre foi um sonho.”

– Conte-me, de forma resumida, sobre sua viagem à Budapeste para participar do Congresso

Herich: “A viagem a Budapeste foi incrível! Fiquei durante uma semana no País e pude conhecer monumentos históricos, visitar castelos medievais e aprender um pouco da cultura da Hungria. Apresentar um trabalho cientifico junto a cientistas do mundo todo podendo levar o nome do Brasil para um congresso desse porte, mesmo nas atuais dificuldades que nosso país enfrenta, onde os financiamentos para pesquisa foram brutalmente cortados em um cenário de grandes instabilidade econômica, me ensinaram a grande capacidade que possuímos para superarmos qualquer barreira através do conhecimento, do esforço e da iniciativa individual.”

– Como surgiu a proposta para participar deste Congresso em Budapeste?

Herich: “O Tetrahedron Symposium é um importante congresso anual que apresenta novos desenvolvimentos em química orgânica sendo patrocinado pela Elsevier. Submetemos a pesquisa tão logo entendemos o alcance de nossos resultados para o campo da química orgânica e tivemos a alegria de nossa pesquisa ter sido aceita para a apresentação, após avaliação da equipe do congresso.”

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– Conte-nos mais sobre a sua pesquisa, conceitos, áreas de estudo etc.

Herich: “A pesquisa teve origem em minha dissertação de mestrado que é voltada à síntese orgânica. Realizamos halogenações oxidativas com uso de peróxido de hidrogênio de compostos aromáticos sob irradiação ultrassônica. Nossa metodologia visa mais eficiência, maior seletividade na obtenção dos compostos e uso de reagentes menos tóxicos e alinhados aos princípios da química verde. Os objetivos foram alcançados e demonstraram maiores avanços se comparado as mais recentes metodologias utilizadas.”

– Como o Programa de Mestrado da FEI contribuiu para o seu desenvolvimento?

Herich: “O programa de mestrado em Engenharia Química da FEI me possibilitou, através de toda infraestrutura, tradição e valores, desenvolver as competências necessárias para me destacar como profissional obtendo oportunidades na indústria e me desenvolver paralelamente no mundo acadêmico. A possibilidade de conseguir destaque concomitantemente nesses dois campos é o que é mais surpreendente do programa e do que ele contribuiu para mim.”

– Qual a sua recomendação para um profissional que esteja interessado em cursar um Mestrado, seja em Química ou qualquer outra área de atuação?

Herich: “Recomendo a todos que se interessem a ingressar no mestrado da FEI aproveitar essa grande oportunidade se dedicando ao máximo acreditando que grandes projetos nascem ali. Seja o protagonista de sua história e faça sua história ali pois o programa possibilita grandes possibilidades.”

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Assim como Herich, se você deseja se aprofundar ainda mais no aprendizado da graduação, ampliando o conhecimento sobre um tema de interesse acadêmico, o curso de Mestrado (Stricto Sensu) é uma boa indicação. A FEI está com inscrições abertas.

Além dele, mais de 15 cursos de Especialização também oferecem excelentes chances de crescimento profissional.

Invista em sua carreira com a FEI 😉

31 jul

Gargalos do pré-sal

O Brasil é reconhecidamente o maior produtor mundial de hidrocarbonetos em águas profundas (laminas d’água superiores a 700 metros), o que coloca o País em um grau de tecnologia bastante elevado, especialmente porque a exploração em águas profundas está migrando para outras bacias, como as do Leste e Oeste do Continente Africano e do Golfo do México. Portanto, o Brasil poderia ou deveria ser um ‘exportador’ de tecnologia. Entretanto, como se beneficiar se não entender quais os gargalos que possam interferir no desempenho em um cenário mundial tão competitivo? Essa é uma das perguntas que a dissertação de mestrado em Administração ‘O potencial das reservas em hidrocarbonetos do pré-sal e os gargalos não tecnológicos da indústria nacional’, de Farley Granger de Almeida Vilaça, tentou responder.

Com foco nas oportunidades para o reposicionamento da indústria nacional a partir do potencial das reservas do pré-sal e a contraposição quanto aos gargalos não tecnológicos que ameaçam a competitividade da cadeia produtiva nacional, a pesquisa avalia a estruturação da problemática para determinar como o capital humano, a capacitação empresarial e as deficiências estruturais são percebidos pela indústria, pelo governo e pelas instituições de ensino e pesquisa. Além disso, analisa de que maneira esses ‘atores’ se relacionam para superar gargalos ou obstruções de caráter não tecnológico que impactam a competitividade da cadeia produtiva do setor offshore de óleo e gás natural.

A dissertação também aborda um cenário de mudança, não somente pelo aspecto de inovação tecnológica que viabilize a exploração de óleo e gás em águas ultraprofundas, mas, principalmente, pela demanda por um reposicionamento que possibilite uma rápida alavancagem na curva de aprendizado organizacional para o setor da indústria. “Trabalho no setor de exploração, produção e distribuição de óleo e gás natural desde 1997. O Brasil levou 60 anos, desde a criação da Petrobras, para atingir o patamar de produção de 2 milhões de barris de óleo por dia. O pré-sal lança o desafio de adicionarmos outros 2 milhões de barris até 2020, ou seja, em menos de 10 anos. O entendimento das deficiências que afetam a indústria nacional de bens e serviços tem sido pauta de vários outros estudos, mas meu foco foi analisar e entender como os gargalos não tecnológicos afetam o desempenho nacional”, explica Farley Vilaça, que é gerente de Novos Negócios do Centro de Pesquisas Global da General Electric no Brasil.

A pesquisa revelou que 89% do total de referências extraídas pelo método de análise de conteúdo, em relação às causas relacionadas ao objetivo de aumento de competitividade da indústria nacional, tem forte conotação com o papel regulamentador do governo e é encarado como processo de alto ou médio grau de dificuldade no tocante à sua resolução, visto que se defronta com a questão de consenso entre múltiplos interesses. “Isso significa dizer que, enquanto a sociedade brasileira não se debruçar sobre o papel regulamentador do Estado, estaremos à margem da ineficiência burocrática e poderemos perder a oportunidade de passar de simples produtores de matéria-prima para geradores e exportadores de alta tecnologia”, complementa.

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Matéria publicada na revista Domínio FEI – Nº19 (pág 40)

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