28 nov

Concurso Travessia celebra sua 10ª edição

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Para a FEI, o contato com alunos(as) do ensino médio é a porta de entrada para orientar milhares de estudantes que, amanhã ou depois, estarão nas dependências da Instituição disputando uma vaga em um dos cursos superiores oferecidos. Isso quer dizer que, essa porta de entrada, traz consigo grande responsabilidade e impacto, uma vez que envolve a decisão do futuro profissional desses(as) estudantes. Uma abordagem adequada, interessante e responsável faz toda a diferença.

É justamente a diferença que torna, então, o Concurso Travessia da FEI único e aguardado para muitos colégios do Ensino Médio. Criado em 2009 pelo Departamento de Engenharia Civil, a proposta principal do evento é desafiar jovens à criação de uma ponte, mas utilizando recursos um tanto quanto “simples”: palitos de sorvete, cola, clipes e barbantes. Além da criação, as pontes também são levadas a testes de peso, o que torna o desafio ainda maior. Frente à esta tarefa, uma série de conceitos teóricos de Engenharia, principalmente Física, é aplicada à ponte para que esta seja construída de maneira adequada. E é nesse ponto que o Concurso Travessia conquista os estudantes: ele apresenta a Engenharia na prática de maneira lúdica.

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Realizado nos dias 04 e 05 de outubro, no campus São Bernardo do Campo, a edição de 2018 celebrou 10 anos de evento e, por isso, proporcionou aos participantes alguns detalhes extras.

“Chegamos aos 10 anos e para nós é uma grande felicidade. A 10ª edição tem um significado muito especial, pois as pontes têm a condição de serem em vários tipos: modelos já utilizados no ano passado e também modelos novos. Acho que é um grande estímulo, de fato”. Comenta o professor coordenador do curso de Engenharia Civil da FEI, André Kurt Pereira Amann.

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Os(as) alunos(as) participantes não estão sozinhos neste desafio, os professores os acompanham, vibram juntos e reconhecem: “Esse Concurso Travessia é muito importante, porque os alunos conseguem aplicar na prática o que eles aprendem em Física, Matemática. E depois o interesse deles [por essas matérias] fica ainda maior em sala de aula”, comenta Márcio Luís da Silva, professor de Física do Colégio da Polícia Militar de Santo André/SP.

No vídeo abaixo, veja depoimentos dos participantes do Concurso Travessia 2018.

Todas as fotos do evento podem ser vistas neste link.

Até o próximo post 😉

 

31 out

Como ter um melhor rendimento no ENEM?

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Nos próximos dias 04 e 11 de novembro de 2018, milhares de alunos(as) de todo o País realizarão o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). Para muitos, essa é a oportunidade de mudar de vida, uma vez que muitas instituições de ensino, públicas e particulares, utilizam a nota da avaliação como forma de ingresso em seus cursos. O Centro Universitário FEI, inclusive, é uma delas. Referência nas áreas de Administração, Ciência da Computação e Engenharia, a Instituição permite que os candidatos do Vestibular apliquem suas notas do ENEM como forma de apoio ou mesmo ingresso direto, dispensando o exame institucional.

Pensando em apoiar esses estudantes, o professor e chefe do Departamento de Física da FEI, Roberto Baginski, gravou um vídeo com ótimas dicas que podem ajudar em um melhor rendimento no ENEM. Clique aqui e assista!

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Professor da FEI dá dicas para um melhor rendimento no ENEM 2018:

20 jul

Como as expedições lunares contribuíram para a ciência moderna?

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49 anos após a primeira viagem do homem à Lua, tecnologias espaciais são adaptadas para uso na Terra

Por Prof. Dr. Roberto Baginski, Chefe do Departamento de Física do Centro Universitário FEI

No dia 20 de julho de 1969, o astronauta Neil Armstrong entrou para história ao se tornar o primeiro homem a pisar em solo lunar, dando um “gigantesco salto para a humanidade”.

A alunissagem da missão tripulada Apollo 11 projetou a imagem de que tudo era possível em um mundo que se tornava tecnologicamente avançado. Além disso, a corrida espacial se processava no contexto da Guerra Fria, e a viagem à Lua representava a vitória do capitalismo sobre o comunismo soviético. Porém, do ponto de vista científico, se o dinheiro e os esforços investidos na missão tivessem sido direcionados para sondas automatizadas, teríamos obtido muito mais conhecimento sobre o nosso satélite natural do que o obtido pelas pequenas quantidades de rochas trazidas pelos astronautas. Mas é muito provável que um programa para exploração do espaço exclusivamente por meios não tripulados não conseguisse grande apoio popular, muito menos um financiamento.

Nos três anos seguintes após o inédito feito, mais dez pessoas, em cinco missões diferentes, tiveram a oportunidade de visitar a Lua, até que o interesse do público rapidamente diminuiu e, com isso, o orçamento do governo americano dedicado à NASA (sigla em inglês de National Aeronautics and Space Administration – Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço) também foi reduzido, inviabilizando a continuação do programa de missões espaciais tripuladas e acarretando na priorização de programas de exploração e ocupação orbitais, como os ônibus espaciais e as estações espaciais Skylab e ISS (Estação Espacial Internacional).

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 Como a Estação Espacial Internacional contribui para a ciência?

A Estação Espacial Internacional (ISS) oferece um ambiente único de microgravidade, permitindo a melhoria da qualidade de experimentos que envolvem cristalização de proteínas, crescimento de células e tecidos, reações químicas ou processos bioquímicos. Um exemplo disso é o experimento MEK (Efeito da Microgravidade na Cinética das Enzimas Lipase e Invertase), realizado pela FEI em 2006 a bordo da ISS.

Além disso, a ISS proporciona condições ideais para experimentos sobre a capacidade de adaptação humana ao espaço. Estes experimentos, que analisam as mudanças fisiológicas em nossos corpos submetidos à microgravidade e a um ambiente com mais radiação espacial do que o encontrado na superfície da Terra, também estuda o ecossistema que seria necessário para uma viagem espacial de longa duração.

Em uma viagem espacial curta, é possível embarcar todos os alimentos necessários, mas em uma missão longa, seria necessário realizar agricultura a bordo da espaçonave e, portanto, é preciso saber como plantas e outros organismos se desenvolvem neste tipo de ambiente e quais medidas devem ser tomadas para garantir as condições de saúde da tripulação.

Tecnologias espaciais são adaptadas para uso na Terra

Há um fluxo constante de tecnologias espaciais na Terra. Por exemplo, as técnicas que permitem a operação de braços robóticos no espaço (os mais conhecidos são os braços robóticos do deck de cargas dos ônibus espaciais) são as mesmas que permitiram que robôs fossem utilizados na realização de cirurgias. Algumas invenções possuem conexão mais evidente com o espaço, como sistemas de localização e de navegação (GPS), mas há também tecnologias mais surpreendentes, usadas para detecção e combate a incêndios ou para tratamento de águas servidas e outros resíduos; estas tecnologias foram testadas na ISS nos últimos dez anos e podem encontrar uso na Terra em breve.

Devemos nos preparar para viver em outro planeta?

A exploração espacial nos ensinou que a Terra é pequena, frágil e muito distante de qualquer outro possível habitat, por isso, estamos muito longe de ter chances reais de iniciar a colonização de outro planeta. Ao contrário das grandes navegações europeias do século XV, em que as naves podiam percorrer oceanos desconhecidos, mas que ainda pertenciam a um ambiente propício à vida, precisaríamos criar todo um ecossistema autossuficiente em outro planeta ou até mesmo dentro da espaçonave, se o local a ser colonizado fosse exterior ao Sistema Solar. Neste caso, apenas a viagem poderia demorar centenas de gerações.

Portanto, em vez de empregar recursos, esforços e talentos para encontrar meios de sair da Terra e destruir algum outro planeta, deveríamos utilizá-los para reduzir o dano que causamos ao nosso lar, garantindo que a vida na Terra seja possível a longo prazo.

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E você sabia? Em 20 de julho de 1969, em decorrência da ida do homem à Lua, criou-se o Dia do Amigo, que explicamos neste post aqui.

22 jun

Apresentações de TCCs marcam fim de semestre na FEI

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O final de semestre é muito expressivo para os estudantes da FEI. Além das provas P2 e P3, os alunos que estão concluindo o curso têm mais um desafio em mãos: o famoso TCC. O Trabalho de Conclusão de Curso é muito aguardado, afinal, a maioria dos grupos começa a desenvolver os seus projetos cerca de um ano antes, passando por todos os detalhes de planejamento, cálculos, viabilização e patrocínios.

Dentre todas as ideias, um detalhe em comum: inovação. O Centro Universitário FEI, Instituição tradicional que visa formar profissionais qualificados, incentiva sempre seus alunos a criarem soluções que trazem benefícios mútuos à sociedade, garantindo assim uma melhor qualidade de vida a todos. Um dos cursos mais tradicionais da Instituição, Engenharia Mecânica, promove duas noites de apresentações dos Projetos de Conclusão de Curso, com a presença de diversos profissionais do setor. Acesse este link e veja como foram as ExpoMecAut e ExpoMecPlena.

Para Engenharias de Materiais, área muito importante e totalmente integrada com as outras Engenharias, os projetos individuais dos alunos também são apresentados em um auditório. Veja destaques no vídeo abaixo:

Quando falamos em inovação e visão de futuro, encontramos com a Feira de Empreendedorismo, organizada pelo curso de Administração do campus São Paulo. Muito se engana quem pensa que só encontra teoria neste curso. Na verdade, as transformações tecnológicas acabaram se tornando grandes aliados de qualquer área do conhecimento.

E, claro, para fechar todo esse ciclo, o INOVA FEI, evento que reúne os TCC’s dos alunos de Engenharias Civil, Química, Têxtil, Produção, Automação e Controle, Elétrica e também do curso de Ciência da Computação. No vídeo abaixo, você pode conferir os destaques das apresentações.

Agora formados, esses novos Engenheiros e profissionais da Tecnologia da Informação, têm o desafio de continuar criando e transformando. Um dos diversos objetivos da Plataforma de Inovação da FEI, justamente, é colocar o aluno como protagonista de seu próprio aprendizado. As tendências e mudanças dos próximos anos já estão por aí, aguardando que estes profissionais as conduzam da melhor forma, rumo ao sucesso e evolução do País. Para isso, a busca por conhecimento não deve cessar.

Muito sucesso a todos e até o próximo post 😉

13 jun

Dicas para o Vestibular FEI – Junho de 2018

No próximo sábado, 16 de junho, os dois campi do Centro Universitário FEI receberão os candidatos para o Vestibular do Meio do Ano. O exame garantirá vagas para os cursos de Administração, Ciência da Computação e 8 Engenharias da Instituição, com início das aulas marcado para agosto.

Esse é um momento muito importante (e decisivo) na vida dos estudantes, que se dedicaram durante o ano todo em busca de conquistar uma vaga em uma das melhores instituições de ensino do País.

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Para garantir a tranquilidade e bom rendimento durante a prova, o Blog da FEI destacou aqui as principais informações, com base nas principais dúvidas que recebemos dos candidatos, seja por e-mail ou rede social. Confira:

Qual será a data da prova?

O exame será realizado no dia 16 de junho de 2018, um sábado.

Qual será o horário da prova?

A exame será realizado das 8h30 às 12h30. Portanto, o tempo total da prova é de 4 horas, sendo a permanência mínima de 1 hora e meia.

Importante: aconselhamos aos candidatos que cheguem às 8h00, pois, pode haver trânsito intenso na região dos campi.

Como fico sabendo o local e sala de prova?

Os candidatos receberão os dados do local (campus) e sala de prova um dia antes do exame, ou seja, no dia 15 de junho. Também será possível consultar essa informação no site do vestibular, na área de candidato.

A prova é composta por quantas questões?

O exame é composto por 60 questões. Na página 21 do Manual do Candidato, você encontra as divisões de questões de acordo com a prova de cada curso. E entre as páginas 26 e 31, o conteúdo que será exigido em cada uma das disciplinas.

Além dessas informações básicas, as dicas abaixo vão ser de grande ajuda para o seu desempenho:

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Uma boa noite de sono – Durma cedo no dia anterior à prova e tome um banho ao acordar para despertar. Se alimentar é importante, então tome um bom café da manhã, mas nada pesado que te deixe com sono novamente. O ideal é dormir cerca de 8 horas.

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Chegue com antecedência – Programe-se! Imprevistos acontecem e chegar com antecedência nunca é um ponto negativo. Em dias de Vestibular, é comum o trânsito ao redor da Instituição ficar mais intenso, portanto, saia mais cedo. Lembre-se que você deve conferir em que sala realizará a prova e para isso é preciso tempo.

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Para chegar ao local da prova – Muitos vestibulandos moram em outras cidades, então cheque o local da sua prova e descubra como chegar lá e quanto tempo você levará. A FEI disponibiliza em seu site, rotas e informações sobre transporte coletivo para os dois campi, além de mapas com instruções.

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Não esqueça seus documentos e materiais – Lembre-se que os candidatos podem levar apenas lápis, caneta e borracha. A apresentação do RG e do comprovante de inscrição é obrigatória para confirmar que você fez a sua inscrição.

7-Healthy-late-night-snacks-that-will-NOT-undo-it-allO que comer e o que vestir – O período máximo para realização da prova é de até 4 horas, então os candidatos são autorizados a levar lanchinhos rápidos. A nossa dica é que prefira lanches leves e não esqueça sua garrafinha de água. Além disso, conforto é importante, então vista roupas adequadas para o clima do dia.

Acima de tudo, confie em você! Desejamos a todos uma boa prova 🙂

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