04 set

Alunos da FEI recebem dicas de carreira com a SAE Brasil

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Em 1905, na cidade de Nova York (EUA), nascia a SAE – Society of Automotive Engineers. Essa sociedade foi criada com o intuito de incentivar o desenvolvimento de tecnologias da mobilidade, envolvendo engenheiros empenhados em contribuir com ideias, planos e visões de tendências sobre inovações.

Com o passar dos anos, a SAE foi se fortalecendo e ganhando novos membros, expandindo seus negócios e promovendo provas de diversas categorias, como carros e pequenos aviões.

Em 1991, a história da SAE chegou ao nosso país com a instituição da SAE Brasil, que hoje conta com mais de 6 mil associados e seis mil voluntários, com sede em São Paulo, mas presente em mais de 10 estados brasileiros. A associação organiza anualmente mais de 100 eventos, distribuídos entre simpósios, fóruns de discussões e competições entre alunos de diversas faculdades, incluindo a forte participação do Centro Universitário FEI.

Parte dessa história da SAE Brasil visitou a FEI no último dia 28 de agosto, segunda-feira. Alunos e professores assistiram à palestra de Plínio Cabral Jr, Presidente Regional da SAE, que apresentou mais sobre os projetos e propósitos da Instituição, além de dar valiosas dicas de carreira para os alunos.

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          Plínio Cabral Jr, Presidente Regional da SAE Brasil, no Centro Universitário FEI

Houve um momento de grande partilha de conhecimento, onde os alunos que participam dos projetos e competições da SAE Brasil, como Baja, Fórmula e AeroDesign, apresentaram seus trabalhos e relataram aos colegas as atribuições de fazer parte de projetos como estes.

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“A FEI é muito forte dentro da SAE. Muito forte mesmo. Em vários eventos que eu participo eu sempre menciono o fato da FEI competir e estar em 1º lugar em várias situações; nacionais e internacionais”- relata Plínio Jr, sobre os trabalhos dos alunos do Centro Universitário FEI

Assista no vídeo abaixo a reportagem feita durante o evento:

17 ago

Robôs em ação na Olimpíada Brasileira de Robótica

Evento realizado na FEI reuniu alunos do ensino fundamental e médio em competição de robôs.

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Enquanto a esteira do robô o locomovia pela arena da competição, olhos brilhantes e atentos rezavam, esperando que a máquina superasse os desafios apresentados. Aqueles minutos de prova simbolizavam o trabalho realizado durante um ano todo. Era tudo ou nada. A classificação para a próxima etapa estava a poucos obstáculos de distância. Ao redor da arena, o clima de torcida deixava a competição ainda mais emocionante. Com câmeras e bandeiras na mão, pais, amigos e professores vibravam a cada conquista, sofriam a cada pane do sistema. Mas a todo momento, as palavras de apoio mantinham a confiança lá no alto, assim como o orgulho: mais um ano de alunos na OBR – Olimpíada Brasileira de Robótica.

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Nos dias 11 e 12 de agosto, no ginásio de esportes da FEI, a etapa regional da OBR colocou diversos robôs em ação, promovendo a interação de crianças e adolescentes participantes. O evento tem como objetivo estimular alunos do ensino fundamental e médio a conhecerem e trabalharem na área da robótica e inteligência artificial.

De acordo com um dos organizadores, Prof. Flávio Tonidandel, também coordenador do curso de Ciência da Computação da FEI, receber esses adolescentes na Instituição é uma ótima forma de promover um intercâmbio tecnológico, uma vez que a FEI é uma grande referência na área de robôs, onde alunos de graduação e pós-graduação podem interagir com estudantes do ensino médio.

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Para os alunos, a participação na OBR vai além da construção dos robôs. Formar uma equipe, planejar, desenvolver e programar um robô, permite a esses jovens adquirir, ou evoluir, habilidades além do aprendizado em sala de aula.

“A minha experiência com matemática melhorou bastante. Eu criei muitos amigos de diferentes escolas. A minha fala melhorou bastante, agora eu sou mais comunicativa” – Comentou a aluna Bárbara Ferreira, do SESI.

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Uma característica que surpreende na OBR é o fato dos robôs serem autônomos, ou seja, não há nenhum controle remoto, é tudo programado. Todos os movimentos e obstáculos que os robôs têm que cumprir na arena, devem ser feitos a partir de uma programação previamente feita. Uma vez inserido no campo de prova, o que resta para a equipe é torcer e vibrar pela classificação.

Os times vencedores participam da etapa nacional, podendo se classificar para competições maiores, como a Robocup Júnior.

Veja mais na reportagem produzida:

Confira o álbum completo de fotos.

O Centro Universitário FEI tem o prazer de sediar a OBR e, assim, incentivar crianças e adolescentes no mundo da robótica. Boa sorte a todos os participantes!

27 jun

Conheça o mini trator Eqüus, desenvolvido por alunos da FEI

Trator

Mini Trator Eqüus

Os alunos do Centro Universitário FEI, durante toda graduação, são desafiados à inovação e empreendedorismo. Trabalhar a visão crítica é fundamental na formação desses novos profissionais para que suas contribuições na sociedade sejam relevantes e façam diferença na vida das pessoas.

Foi justamente para fazer a diferença que alunos de Engenharia Mecânica apresentaram seus Projetos de Conclusão de Curso na 59ª ExpoMecAut, como apresentamos neste post.

Grupo

Realilzada no dia 08 de junho, a ExpoMecAut apresentou os Projetos de Conclusão de Curso dos alunos de Engenharia Mecânica Automobilística da FEI

Os cinco criativos projetos apresentados foram avaliados por professores e profissionais do setor. O Blog da FEI conversou com o grande vencedor da exposição, o projeto Eqüus!

Eqüus é um mini trator que tem como promessa otimizar o tempo e garantir melhores condições físicas de trabalho ao pequeno agricultor.

Para poder chegar na ideia, planejar, projetar e realizar os cálculos necessários, o grupo foi a campo e realizou visitas técnicas a pequenos agricultores e profissionais do setor para poder entender o cenário atual e enxergar as oportunidades de novos produtos e soluções.

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Alunos de Engenharia Mecânica da FEI ao lado do Eqüus

Segundo Enzio Bianchini, membro do grupo, o trator realiza diversas atividades que otimizam o esforço físico do agricultor e chama atenção por uma de suas principais características: esterçamento nas rodas traseiras.

Esse detalhe permite ao trabalhador fazer apenas uma manobra para entrar e sair dos canteiros, passando por uma linha plantada e entrando em outra. Com transmissão hidráulica e construção feita por mangueiras, foi possível também deixar um grande vão na parte inferior do veículo, permitindo que ele passe por cima das plantações sem danificar o cultivo.

Após um ano de desenvolvimento e muito trabalho, os alunos finalmente criaram o protótipo do Eqüus e o colocaram em movimento. Confira o resultado no vídeo abaixo:

07 jun

Entrevista com Rodrigo Metedieri – Vencedor do Inovathon Scania 2016

“Todo mundo tem ideias. A diferença está em quem decide concretizá-las” –  Charles Watson – Especialista em processos criativos.

Diariamente milhares de jovens universitários trabalham em ideias, conceitos e projetos inovadores em sala de aula ou laboratórios. Ideias que podem mudar o mundo e servir de inspiração para todos. Pensando nisso, a Scania promove o Inovathon Logistics Challenge, competição que busca jovens universitários para colocarem em prática suas ideias inovadoras e soluções.

Além de todo o aprendizado e contato com outros profissionais durante a competição, os vencedores do Inovathon ainda ganham uma viagem para a Suécia para conhecerem a sede global da Scania. Foi o caso do aluno de Engenharia de Produção da FEI, Rodrigo Metedieri, um dos vencedores da edição 2016, viajando então para a Europa em março de 2017.

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O Blog da FEI conversou com Rodrigo sobre como foi o desafio, suas inspirações e experiência na Suécia. Confira:

  1. Conte-nos um pouco sobre o seu projeto, vencedor da edição 2016 do Inovathon.

Como a prestação de serviços no lugar da venda de um certo produto é tendência hoje, idealizamos um novo serviço para a Scania. Que consiste no aluguel de caminhões elétricos e autônomos para frotistas, fornecendo mapeamento de toda a frota via satélite e suporte individual de drones para os caminhões. Foi pedida uma solução para daqui a 20 anos adiante, então pensamos que o aluguel e o mapeamento podem ser efetuados ainda com os caminhões à combustão, e a introdução dos veículos elétricos e autônomos seria feita no decorrer dessa revolução que está ocorrendo gradativamente dentro do nosso contexto histórico. Para os veículos mais rodados, pensamos numa logística reversa, com venda em mercados secundários; assim minimizaríamos as perdas da companhia. Acredito que essa possibilidade de implementação imediata tenha sido uma das vantagens da nossa equipe para levar o prêmio.

  1. Conte um pouco sobre como foi a sua viagem, principalmente a visita à fábrica da Scania.

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Chegamos a Estocolmo e fomos ao Icebar, encerrando a noite comendo num dos restaurantes do chef Jamie Oliver. No dia seguinte bem cedo, nos deslocamos de trem até Södertälje, cidade onde está localizada a matriz da Scania. Lá tivemos a oportunidade de conhecer o museu da companhia, que também inclui um espaço para sua visão de futuro. Curiosamente tal visão se assemelha em muitos fatores à proposta que criamos no desafio. Neste mesmo dia tivemos uma reunião com Christopher Podgorski, Vice-presidente da companhia na Suécia que, apesar do nome, é brasileiro. Então tivemos uma visita guiada pela fábrica de chassis e a área de outbound, tudo em inglês (a experiência foi muito boa para praticar o idioma, já que todo mundo lá fala inglês fluentemente).

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Rodrigo Metedieri, no meio, junto de sua equipe visitando o museu da Scania, na Suécia.

Pela noite jantamos num bar viking num bairro histórico da cidade. Voltando ao hotel, ficamos sabendo que nos levariam para Paris como uma surpresa a mais.

Na manhã seguinte, voltamos cedo para Södertälje, agora ao Demo Center para pilotarmos a nova geração de caminhões e também ônibus. Depois conhecemos a Control Tower, onde é mapeada e desenvolvida toda a estratégia de operação logística da companhia em território europeu. Conhecemos o museu Vasa que possui um navio do século XVII “desnaufragado” e, à noite, jantamos com Fábio Castello, brasileiro (FEIANO) vice-presidente de logística da Scania.

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Rodrigo e equipe em Södertälje, na Suécia.

Agora era hora de partirmos para a França. De madrugada fomos ao aeroporto para que já cedo pudéssemos começar a aproveitar o dia. O primeiro programa foi visitar um cliente da Scania, a Staff, principal companhia responsável por transportes refrigerados na área metropolitana de Paris. Tivemos o prazer de nos reunirmos com o presidente da empresa e seus dois filhos, também executivos.

De parte técnica já estava de bom tamanho. Daí em diante conhecemos pontos turísticos de Paris como o museu do Louvre, o Arco do Triunfo, a Torre Eiffel, catedral de Notre Dame…e utilizamos o tempo restante para comer e admirar o que a cidade oferece de melhor.

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  1. Qual a importância que essa experiência trouxe para sua vida? Seja acadêmica ou profissional?

O Inovathon foi importante para clarear que cada vez mais empresas buscam estreitar o contato com a universidade, e o quanto valorizam estudantes de perfil motivado e inovador. Percebi que dentro das empresas também há muito espaço para se empreender, mais ainda, há a necessidade de que isso ocorra para que se atinjam diferenciais competitivos, tanto da empresa para/com seus concorrentes, como entre os profissionais que buscam crescer dentro das corporações. Ter participado do desafio foi de enorme impulso para que eu continue buscando desenvolver um perfil empreendedor.

  1. O que você mais destacaria nessa viagem?

Foi muito interessante observar a quantidade de profissionais brasileiros que trabalham na Scania da Suécia e de toda a Europa, e principalmente notar que eles atingem cargos de liderança e são valorizados pelo nosso perfil. Às vezes nos desmotivamos pensando que temos desvantagens competitivas quanto a profissionais estrangeiros, mas há características que são exclusivas dos brasileiros e sem dúvidas são tidas como diferenciais de mercado em diversos lugares do mundo.

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Se inspirou com a história do Rodrigo? Então coloque suas ideias em prática!

O Inovathon Scania 2017 está com inscrições abertas.

Para mais informações, visite a página oficial do projeto no Facebook

18 jul

Conheça a RoboCup 2014!

Referência nacional e internacional em robótica, o Centro Universitário da FEI organiza, em parceria com a Unesp e o Governo do Estado da Paraíba, a RoboCup 2014. A robótica resulta da combinação da Engenharia Mecânica com Engenharia Elétrica e Ciência da Computação, algumas das principais áreas de estudos e pesquisas da Instituição . O principal evento de robótica do mundo, realizado pela primeira vez no Brasil, terá a participação da FEI na competição de futebol de robôs, em duas categorias, small size e humanoide kid.

Segundo o prof. Reinaldo Bianchi, de Engenharia Elétrica da FEI e coordenador do simpósio da RoboCup 2014, “esse é um grande evento científico, em que estudantes, pesquisadores e especialistas têm uma oportunidade de compartilhar informações. As competições são importantes, mas ganha quem aprende mais. O objetivo principal é a pesquisa, tanto que, após as competições, os desenhos dos projetos ficam disponíveis para todos – há uma grande transferência de conhecimento”.

Palestras – Um dos principais destaques da programação do simpósio da RoboCup é a apresentação de Rodney Brooks, criador do aspirador de pó Roomba, robô doméstico de maior sucesso comercial no mundo. Brooks é ex-diretor do Laboratório de Inteligência Artificial e Ciência da Computação do MIT – Massachussets Institute of Technology e fundador da iRobot. Em sua palestra, Brooks abordará a inserção de robôs no ambiente de trabalho.

Futebol de robôs – Desenvolvidos por alunos de graduação, mestrado e doutorado da FEI, os robôs que participarão da RoboCup 2014 tem peças plásticas fabricadas na própria Instituição, com uso de uma impressora 3D, e aplicação e conceitos de inteligência artificial. Os robôs possuem controle mecânico, se localizam por meio de câmeras, e são programados para tomar decisões de forma autônoma. “Utilizamos o raciocínio baseado em casos e o reforço positivo ou negativo, para que os robôs façam as jogadas”, explica o prof. Bianchi. Quatrocentas equipes, de 45 países, estarão presentes na competição que se divide em quatro áreas: RoboCup Soccer, RoboCup Rescue, RoboCup Home e RoboCup Junior.

Olimpíada Brasileira de Robótica – No dia 9 de agosto, a FEI sediará a etapa estadual – SP da Olimpíada Brasileira de Robótica, voltada a estudantes de ensino médio e fundamental. As equipes classificadas disputarão a etapa nacional, em outubro, e podem garantir a participação na RoboCup 2015, na categoria RoboCup Junior.

A programação completa do evento encontra-se em http://www.robocup2014.org/.

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Crédito das fotos: http://bit.ly/1plokXL e http://bit.ly/1jGeO3C

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