24 out

Ex-aluno FEI e Diretor no Gartner, Carlos Sapateiro fala sobre as mudanças no Mercado de Trabalho

Carlos Sapateiro Facebook

O curso de Engenharia da FEI traz uma diversidade de desafios aos estudantes. É preciso ter disciplina, comprometimento e muito esforço, além da persistência. Quando somados, esses fatores fazem a diferença no currículo e preparam o profissional para o seu principal desafio: o mercado de trabalho.

Hoje, trazemos para vocês uma entrevista inspiradora com o Engenheiro Eletricista Carlos Sapateiro, formado pela FEI, que atualmente ocupa o cargo de Diretor de Desenvolvimento de Negócios no Gartner, multinacional americana, líder global em Aconselhamento e Pesquisas de Mercado no Segmento de Tecnologia. Confira:

1  De forma resumida, conte-nos como foi sua formação na FEI e como a Instituição o apoiou em seus caminhos profissionais.

Carlos: “A FEI foi um divisor de águas em minha vida. Sou formado em Engenharia Elétrica com ênfase em Eletrônica. A FEI é uma Instituição que lhe ensina para a vida. Ensina a se planejar e tomar decisões. A rigidez da FEI no seu compromisso com a educação e formação dos profissionais é muito séria e rica em conhecimento. Não aprendemos apenas os cálculos que fazem parte das grades curriculares da engenharia, a FEI nos ajuda a enfrentar problemas, a sermos resilientes e seguirmos em busca dos nossos sonhos. Até uma frustação com alguma nota que não tenha sido tão boa, hoje vejo que que isso só me deu robustez na vida corporativa para enfrentar com garra as negativas que temos em nosso dia a dia.”

2 – Você está no mercado de trabalho há mais de 20 anos. Para você, como as mudanças da sociedade, especialmente as tecnológicas, impactaram no dia a dia de um Engenheiro Eletricista?

Carlos: “Quando me formei, as Telecomunicações eram as áreas que mais demandavam profissionais da Engenharia Elétrica, tanto que meu início de carreira compus uma multinacional sueca de Telecomunicações, a Ericsson. A evolução tecnológica e o avanço da internet fizeram uma verdadeira revolução – e isso é extremamente importante para todos nós. Vejo o mercado e a evolução da tecnologia e da engenharia sempre a favor de todo segmento de mercado. Hoje tudo é conectado e móvel, a transformação digital é inevitável e faremos parte de toda essa mudança. A Inteligência Artificial e uso de robôs serão cada vez mais comuns em nosso dia a dia, isso será extremamente benéfico para toda a sociedade. Seremos todos impactados por estas mudanças e isso será maravilhoso. O engenheiro sempre estará acerca de toda essa transformação. Nosso papel consciente será de suma importância na orquestração destas evoluções.”

3 – Complementando a pergunta anterior, o que um profissional da área deve fazer para acompanhar essas mudanças ao longo dos anos?

Carlos: “Informação. A palavra chave sempre será ir em busca da informação. Ser curioso, ser perspicaz em busca e sede de conhecimento. Os profissionais deverão sempre se adaptar às mudanças. Ser um profissional resiliente também é uma forma de entender e tirar o melhor proveito de todas estas transformações. Hoje existem vários cursos de reciclagens, MBA/Pós-Graduação em temas voltados à TI/Evolução Tecnológica e Transformação Digital.

Carlos Sapateiro_5092Hoje estou no Gartner com a função de Diretor de Desenvolvimento de Negócios. O Gartner é uma multinacional americana, líder global em Aconselhamento e Pesquisas de Mercado no Segmento de Tecnologia. Entregamos aos nossos clientes os insights necessários para tomada de decisão, mitigando risco, diminuindo o tempo de tomada de decisão, otimizando investimentos. Minha responsabilidade é entender os principais desafios de negócio e de tecnologia dos clientes, alavancando melhores práticas de TI que os levem a superar seus resultados. Promovendo isso, a TI se transforma em um ativo estratégico fazendo com que as empresas se tornem mais competitivas enfrentando seus desafios de mercado.”

4 – Recentemente o Centro Universitário FEI realizou o Congresso de Inovação, um evento que tem como objetivo inserir os alunos da Instituição à realidade do mercado, principalmente sobre as mudanças do futuro. Na sua opinião, quais são as principais tendências na área de Engenharia Elétrica para os próximos anos?

Carlos – Excelente iniciativa da FEI, sempre pioneira na interação entre indústria e aluno. Não adianta formar profissionais teóricos. A FEI sempre zelou por formar profissionais prontos para o mercado de trabalho e estas interações com a realidade enaltece o conhecimento dos futuros engenheiros que se lançarão ao mercado. As principais tendências no nosso mercado serão: o Mundo Digital, a Inteligência Artificial (IA) e a Internet das Coisas (IoT). Alinhadas à conectividade e mobilidade, essas tendências serão os grandes “drivers” destas transformações.

5 – Para finalizar, qual dica você gostaria de deixar para os alunos que estão atrás de um estágio e/ou uma oportunidade de trabalho? Como se destacar no mercado?

Carlos – A dica que eu daria seria sempre se esforçar acreditando no seu maior sonho. Foi assim que deu certo comigo! Venho de família de classe média porem sempre quis fazer o melhor e acreditando que venceria.  Sejam persistentes e resilientes para cair e se levantar. A FEI é excelente para nos ensinar e nos fortalecer para os tombos que tomamos durante os anos de graduação dentro da Engenharia. Hoje com mais maturidade, vejo que fez toda a diferença para mim na minha vida profissional e pessoal. Sempre que posso divido isso com minhas equipes e pessoas que me cercam.

Sapateiro

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Vestibular

10 jun

Era uma vez na FEI…

Na década de 50, duas famílias portuguesas que viviam em aldeias não tão distantes assim vieram para o Brasil em busca de uma nova vida, mas mal sabiam elas que aqui, na FEI, seria o lugar em que o Lucas e a Gina se encontrariam e dariam início a uma história de amor que já dura 48 anos.

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O casamento aconteceu cinco anos após o começo do namoro.

Os dois estudantes de Engenharia Elétrica, Francisco José Lucas dos Santos e Georgina da Conceição Lucas dos Santos, se conheceram no campus da FEI, no dia 13 de maio de 1968, dia de Nossa Sra. de Fátima, padroeira de Portugal. Para quem acredita em boa sorte, esse seria um ótimo sinal.

Lucas conta que eles se conheceram durante a tomada da FEI pelos estudantes, quando Lucas e Gina estavam colaborando para a divulgação do movimento. O segredo para manter o equilíbrio entre o relacionamento e os estudos? “No campus éramos apenas estudantes, então o namoro era aos finais de semana e fora da faculdade. ”, conta Gina. Da mesma maneira os dois conciliavam a carreira com a vida pessoal, separando esses dois papéis e resolvendo as dificuldades em conjunto.

Pais de três filhas e avós de sete netos, Lucas e Gina se casaram após cinco anos de namoro na Igreja Santíssimo Sacramento. Gina conta que em 1973, quando se casaram, a capela Santo Inácio de Loyola ainda não havia sido construída. Os ex-alunos conheceram a capela anos mais tarde, em 2011, durante um reencontro com a turma de Lucas para celebrar os 40 anos de formatura.

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O casal conta que amor, respeito e admiração compõe a base a de um relacionamento tão longo e dá uma dica para os casais de hoje “Procurem construir sua história com respeito mútuo, com desprendimento e muita compreensão. As adversidades e as pedras no caminho podem edificar a felicidade em comum. ”.

Esperamos que a história do Lucas e da Gina seja inspiradora no dia em que comemoramos esse sentimento que move o mundo: o amor. Feliz Dia dos Namorados!

Gina e Lucas

10 set

Como é ser um aluno de Engenharia da FEI?

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Entrei naquele fretado lotado de calouros e achei tudo meio diferente. Era meu primeiro dia, indo para a minha primeira aula na faculdade, que tanto já tinha ouvido outros falarem sobre, mas era o meu dia de conhecer a FEI. A ansiedade se misturava à vontade de começar logo, afinal pesquisei bastante antes de escolher qual instituição estudaria.

Conforme os primeiros dias de aula iam passando, fui percebendo que a “parada” era realmente séria e que precisava estudar, senão eu não passaria de semestre. As primeiras provas (P1) chegaram e eis que saíram as notas: zero, dois, um, três, zero, sete e meio. Foi um baque e logo me vi bem desanimado. Aos poucos, percebi que o que todos falavam era verdade, não bastava estudar, precisava me dedicar.

Lembro como se fosse ontem: fim do primeiro semestre e o resultado, que infelizmente já esperava, primeiro semestre da faculdade perdido. Me lembro que de sete matérias, sendo que uma delas era Educação Física, apenas uma eu não “bombei”, adivinha qual? Claro que a própria. As outras seis ficaram como dependência para o segundo semestre. Amigos da turma que também tinham reprovado em algumas matérias me questionavam se tinha ficado “de DP” e quando eu respondia que “sim, de todas menos educação física”, sentia em seus olhares a reprovação, como se dissessem “Nossa, esse cara não tem futuro na faculdade”.

Perto de começar o segundo semestre, algo já ecoava na minha cabeça. Minha auto cobrança já alertava que precisaria cair ainda mais de cabeça nos estudos. Na época, tinha uma banda de rock que tive que deixar para passar mais tempo na universidade. Ali, eu começava a perceber sozinho que, às vezes, temos que fazer escolhas decisivas quando temos um objetivo em mente.

Estudei, e não foi pouco, e mesmo assim fui mal nas primeiras provas das três matérias mais difíceis. Lembro como se fosse ontem das notas que precisava tirar para passar: 7 em Física 2, 5 em Química e 7 em Álgebra Linear. Parece tranquilo, mas não é. Quem fez FEI sabe do que estou falando, 5 por lá é comemorado como 10. E mesmo tendo dado o meu máximo, mais uma vez, me vi precisando de nota para passar. Sentei com o meu pai para conversar e até cogitei desistir do semestre e mudar de faculdade, mas ele me encorajou, me disse para não desistir e esperar, quando os resultados finais saíssem, conversaríamos novamente. A meta a partir daquele momento era ter só duas dependências e passar.

Era hora de ir para a segunda rodada de provas do semestre (P2) e encarar as notas. Como os segundos demoraram para passar no dia em que as notas foram liberadas. Eis que sai a nota de “Física 2” e para minha surpresa: 7!  Exatamente a nota que eu precisava. Cheguei a acreditar que isso seria impossível, e lá estava eu, gritando de alegria pela minha casa. Quando saíram as outras duas, foram o 5 e o outro 7 que eu precisava. Eu tinha conseguido e quase não acreditava, era como se uma tonelada tivesse saído das minhas costas.

Ir bem ou não era uma escolha minha e decidi trilhar o caminho em que a minha média subiu e eu passei de semestre sem P3. Não consigo descrever em palavras a sensação de ter conseguido, por mérito próprio, superar o medo que marcou os meus primeiros meses na FEI, posso dizer que foi um misto de alívio e felicidade. Foi com esse pensamento que encarei os outros semestres que viriam e também quando escolhi por Engenharia Elétrica.

Sem dúvida alguma, a matéria mais difícil que encarei estava relacionada diretamente com minha escolha pela Elétrica: Princípios da Comunicação 1. Pense em uma matéria em que você simplesmente não entende NADA, essa disciplina era assim para mim. O complicado com Engenharia Elétrica é que tudo é abstrato, não vemos nada fisicamente e temos que calcular tudo o que não vemos. Peguei “DP” dessa matéria e consegui passar na segunda vez.

Depois de quatro anos de muito estudo e dedicação, chegava o nono semestre e com ele o começo do Trabalho de Conclusão de Curso. No último ciclo, além do projeto comecei a estagiar na Behavy, o que fez desse semestre o mais puxado de todos. As matérias não eram difíceis, mas estagiar, fazer TCC, limpar a casa, cozinhar (morava sozinho), me exercitar e me manter saudável era bem difícil. Eu só conseguia pensar em como fazer o dia ter 30 horas.

Eis que no final do décimo semestre, todo o esforço foi recompensado e o TCC aprovado! Nesse momento, tudo fez sentido, cada minuto dedicado a estudar valeu a pena. Baladas perdidas, noites sem dormir e viagens que não fui. Mais do que sair formado com um diploma da FEI, o curso me transformou como pessoa. Aprendi coisas durante esses cinco anos que me acompanharão para o resto da vida, vi o quanto minha força também vem de quem eu amo, por isso agradeço aos meus pais, amigos e familiares porque, com certeza, sem o apoio deles eu teria desistido.

11944959_1025838467449901_1069888740_nFica a lição de que não importa quais as dificuldades que você está passando, confie em si mesmo, vá em frente, insista quando parecer que não dá mais, lute mesmo quando você não tiver mais forças. O único que pode conseguir é você e apenas você! O caminho pode ser difícil, mas alcançar um sonho, um objetivo e olhar para o caminho trilhado, é gratificante e inspirador.

Álick Buscariolli, Desenvolvedor Front-End da Behavy e “Feiano” recém-formado

12 jun

O amor está.. na FEI

De linhas sóbrias e acolhedoras, a Capela de Santo Inácio de Loyola foi inaugurada em 1978 e ocupa lugar de destaque no campus de São Bernardo do Campo. A Capela é o lugar escolhido para muitos casais apaixonados confirmarem seu amor e muitas vezes tem relação direta com a vida do casal.

O casal Nanci e David volta à FEI todos os sábados para levar o filho ao grupo de escoteiros.

O casal Nanci e David volta à FEI todos os sábados para levar o filho ao grupo de escoteiros.

Em 24 de junho de 2008, os ex-alunos Nanci Araujo e David Kermanar começaram a namorar quando ainda faziam curso técnico, o colégio acabou e eles tiveram que decidir qual faculdade seguir. “Nós dois estudamos na FEI, mas o David fez Engenharia Mecânica e eu estudei Administração. Não foi fácil conciliar namoro e faculdade porque o curso de engenharia exige demais, mas nós estudávamos juntos para não sentir tanta falta um do outro. Na maioria das vezes, eu estudava muito além do necessário só para passar mais tempo com ele. Era preciso muita persistência e amor para continuar e nós sempre brincamos que se não acabou na época da FEI, não acaba mais. ”, conta Nanci.

O Engenheiro Mecânico André Sperl e a Engenheira Civil Isabel de Aguiar Sperl se conheceram na faculdade de uma maneira um pouco diferente. “O André conta que me viu no MEC FEI e ficou encantado. A partir daí passou a deixar bilhetinhos no meu carro e eu não fazia ideia de quem deixava os recados até que um dia ele se aproximou e se apresentou. ”. Quase dezesseis anos depois e com dois filhos, o casal fala que não existiria um local melhor para terem se casado, afinal foi onde a história pessoal e profissional deles começou.

Nas semanas que antecederam o casamento, Natália e Gabriel tiveram que conciliar os preparativos do casamento com as últimas provas do semestre.

Nas semanas que antecederam o casamento, Natália e Gabriel tiveram que conciliar os preparativos do casamento com as últimas provas do semestre.

Em dezembro de 2014, a ex-aluna Natália Fagian teve motivos para comemorar em dobro: se formou em Engenharia Mecânica Plena e se casou com o namorado da época de escola e também aluno de Engenharia Mecânica na FEI, Gabriel Salmazzi. Eles contam que a ideia de se casar na capela surgiu durante as aulas de sábado. “Ao ver a capela sendo decorada para casamentos ficávamos curiosos e acabávamos nos imaginando ali. Além disso, o tamanho e simplicidade do lugar tornam o ambiente muito aconchegante. ”. Hoje, além do Dia dos Namorados, é a apresentação do trabalho de conclusão de curso do Gabriel na Expo MecPlena e a expectativa para uma dupla comemoração é muito grande.

Depois de dez anos juntos, esse é o primeiro Dia dos Namorados como casados dos administradores formados pelo Centro Universitário da FEI, Jaqueline Zambaldi e Rafael Santos. Casados em fevereiro de 2015, o casal voltou à FEI anos após concluírem o curso para gravar um vídeo contando um pouco da sua história. Jaqueline conta que o vídeo foi exibido na festa de casamento e comenta sobre a comemoração de hoje. “Todo dia é dia de respeito, de compreensão e de amor. Mas essas datas que nos fazem celebrar e nos relembrar um pouco mais a importância de termos uma pessoa que amamos ao nosso lado, é simplesmente maravilhoso! “.

Os administradores Jaqueline e Rafael decidiram juntos que se casariam na Capela de Santo Inácio de Loyola, por toda a simbologia que ela traz para o casal.

Os administradores Jaqueline e Rafael decidiram juntos que se casariam na Capela de Santo Inácio de Loyola, por toda a simbologia que ela traz para o casal.

O Centro Universitário da FEI deseja aos nossos ex-alunos e a todos os casais apaixonados um Feliz Dia dos Namorados!

08 maio

De mãe para filha: Engenharia Química na FEI

Alguns herdam o nariz, outros o gosto por música clássica. Às vezes herdamos a paciência, ou talvez a falta dela. Pode ser também que você herde a vocação, ou a profissão.

Nesse Dia das Mães, escolhemos a história da Gorette e da Nathalia, mãe e filha formadas em Engenharia Química pela FEI, para homenagear aquelas que, de uma maneira ou de outra, sempre deixam um pouquinho de si em nós.

 

diadasmaes“Sou Feiana da turma de Engenharia Química de dezembro de 1986 e o pai da Nathalia, também engenheiro químico, se formou em junho de 1986. Me casei com esse Feiano na Capela da FEI em janeiro de 1988.
Nossos dois filhos Thiago e Nathalia são engenheiros. A Nathalia bem que tentou fazer farmácia, mas a engenharia falou mais alto no seu coração (o caso deve ter explicação genética) e ela entrou de cabeça na Engenharia.

Considero a formação da nossa filha na FEI a prova viva de um processo de melhoria contínua, pois ela foi muito, mas muito melhor do que eu e o pai dela juntos! Foi reconhecida como melhor aluna de Engenharia Química no ano de 2011 e recomendada pela FEI para participar da primeira turma do Ciências sem Fronteiras em 2012. Formou-se no ano seguinte. Já formada, em 2014 conseguiu uma bolsa para mestrado em Processos Químicos na FEI e na Washington University – St Lous – Missouri, EUA, na área de Energias.

A Nathalia só retorna para o Brasil em dezembro, mas nesse Dia das Mães eu vou visita-la e passaremos o dia juntas. Sei que o mundo está cada vez menor para essa geração de profissionais que, quando se entregam com paixão por suas escolhas, possuem oportunidades fantásticas de aprendizado profissional, cultural e pessoal em outros lugares, mas não vejo a hora de tê-la de volta ao Brasi! Nessas horas o coração de mãe fala mais alto.”

Maria Gorette, ex-aluna da FEI, engenheira química e Mãe da Nathalia

 

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