11 abr

FEI realiza experimento inédito no Brasil

Em parceria com outras instituições, a partir de um laboratório inaugurado em 2016, a FEI realizou experimentos para um projeto que poderá ser utilizado como rede de comunicação espacial.

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O Centro Universitário FEI, em parceria com a USP e o IEAv, realizou experimentos inéditos no Brasil sobre dispositivos resistentes à radiação. O ASIC SpaceWire, que foi projetado pelo Centro de Tecnologia da Informação (CTI – Campinas) e testado no País pela primeira vez, poderá ser utilizado como uma rede de comunicação espacial em satélites pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

Na FEI, foram realizados os testes de tolerância aos efeitos de dose de radiação ionizante acumulada no dispositivo utilizando fonte de raios-X, no Laboratório de Efeito da Radiação Ionizante (LERI). O IEAv ficou responsável pelos testes de raios-gama, enquanto que na USP foram feitos testes usando íons pesados. O estudo faz parte do projeto de Circuitos Integrados Tolerantes à Radiação (CITAR), financiado pela FINEP, que tem cumprido um papel importante na indústria espacial.

A professora Marcilei Guazzelli, do departamento de Física da FEI e pesquisadora do projeto, destaca que os resultados representam um importante avanço para o País. “Dominar uma tecnologia de uma área estratégica, que é a Espacial, é importante para a soberania de um País. Se não tivermos desenvolvimento de tecnologia própria, ficaremos dependentes de outros países”, destaca. A docente também destaca que os resultados dos testes não servem apenas para área espacial. “Toda essa tecnologia que estamos desenvolvendo também pode ser útil para outras áreas, como a da Saúde, por exemplo”.

Embargo dos Estados Unidos

Um dos fatores motivadores do projeto e da criação do Laboratório de Pesquisas em Radiação Ionizante, na FEI, foram as dificuldades encontradas pelos pesquisadores, entre elas o embargo dos Estados Unidos. “Por conta do acordo que o Brasil fez com a China na área de satélites, sofremos sanções que dificultaram o avanço nos nossos estudos. Por conta disso, ficamos com dificuldades de adquirir dispositivos resistentes à radiação”, revela.

Esta é uma questão bastante importante particularmente para países que se encontram na região da Anomalia do Atlântico Sul, como é o caso do Brasil: “Nesta região há uma falha no campo eletromagnético que faz com que a radiação seja maior que nas outras regiões”, explica a professora. Alguns satélites desligam ao passar por esta região.

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Saiba mais sobre o projeto CITAR

Criado em 2012, o projeto de Circuitos Integrados Tolerantes à Radiação (CITAR) tem cumprido um papel importante na indústria espacial. Ele é responsável pelo estudo, desenvolvimento e capacitação de componentes resistentes à radiação cósmica ionizante, usados em equipamentos enviados ao espaço. Em 2016, o projeto inaugurou um laboratório no campus São Bernardo do Campo, do Centro Universitário FEI, que tem como objetivo reforçar os testes e a capacitação de componentes resistentes à radiação.

“A radiação é uma grande dificuldade para o setor espacial nacional, já que afeta o funcionamento de componentes, podendo causar falhas de comunicação, interferências nas informações e até inutilizando alguns circuitos e equipamentos inteiros”, explica a professora Marcilei Guazzelli, docente do departamento de física do Centro Universitário FEI.

O coordenador Geral do Projeto Citar e Executor do Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer, Dr. Saulo Finco, destacou o empenho da FEI em inaugurar um laboratório de extrema importância para o desenvolvimento científico do País, multiplicando recursos humanos, infraestrutura e estudos para solucionar os problemas encontrados em circuitos utilizados em satélites. “Com este laboratório e os profissionais que estarão operando nele, poderemos estudar os fenômenos encontrados em componentes de satélites”, pontuou o coordenador do projeto CITAR.

E você? Curtiu o projeto? Deixe o seu comentário e fique atento aos próximos posts 😉

Campus de Cima - Twitter

01 dez

Aluno de Engenharia Civil da FEI ganha intercâmbio no Programa Fórmula Santander

Fazer um intercâmbio é o sonho de muitos universitários. Os benefícios pessoais e culturais de passar meses estudando em outro país estão diretamente conectados com a potencialização curricular, aumentando assim a empregabilidade. O resultado de viajar o mundo é uma mente mais conhecedora e dinâmica.

O Centro Universitário FEI tem realizado diversas parcerias que proporcionam aos seus alunos a oportunidade de cursar um semestre (dependendo do caso, até mais) em universidades fora do País. É o caso do Programa Fórmula Santander, organizado pela Santander Universidades, que possui a FEI como uma das 53 instituições de ensino cadastradas.

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Gustavo Magalhães Terceto, aluno de Engenharia Civil FEI

O objetivo é oferecer 100 bolsas de estudos internacionais para alunos da graduação e pós-graduação. Os candidatos devem se cadastrar a partir de um edital previamente divulgado pela instituição onde estuda, seguindo os critérios de avaliação do Programa.

Em sua 8ª edição, realizada em 10 de novembro de 2017, um dos vencedores foi Gustavo Magalhães Tercete, aluno do 8º ciclo de Engenharia Civil na FEI. O valor da Bolsa? Aproximadamente 5 mil euros para cobrir custos com transporte, hospedagem e alimentação, além de poder escolher entre as 1,2 mil instituições conveniadas ao Programa em 20 diferentes países.

A entrega do prêmio aconteceu no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, onde os participantes também puderam conferir o treino livre do Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1.

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O Blog da FEI conversou com o aluno, Gustavo Tercete, sobre toda a premiação e expectativa. Confira:

Como você recebeu a notícia que foi um dos vencedores do Programa Fórmula Santander?

Foi uma notícia muito inesperada devido à grande concorrência para a vaga. Foi uma alegria imensa saber que essa oportunidade surgiu para mim.

Você passará 6 meses estudando fora do País. Já tem o destino definido?

Ainda não, mas estou planejando ir para a Universidad de Alicante, na Espanha. 

Conte-nos um pouco sobre as expectativas de aprendizado neste intercâmbio.

Eu espero aprender muito conhecendo uma cultura diferente! Viver essa experiência ao máximo e aproveitar cada momento.

Na sua opinião, qual a importância da FEI em apoiar esse tipo de iniciativa? O que você mais toma como aprendizado sendo aluno da Instituição?

A FEI tem me apoiado desde o início da faculdade com oportunidades de projetos e pesquisas. Esse apoio foi fundamental, pois pude me dedicar aos estudos de forma integral, o que me propiciou um excelente desempenho acadêmico. Existe uma grande importância nas relações que a FEI estabelece com estes programas de intercâmbio, pois, apesar de ser poucas as oportunidades, ainda atinge alunos de baixa renda que não teriam condições de realizar uma viagem deste porte. 

Qual dica você daria para um aluno que sonha com um intercâmbio estudantil?

Eu diria para ele que se empenhar na faculdade sempre vale a pena. Nós devemos estar preparados para quando a oportunidade aparecer. E nunca perder a esperança, pois novas chances sempre aparecem para aqueles que se preparam. 

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O Centro Universitário FEI parabeniza o aluno Gustavo Tercete, pela conquista, e deseja que esse intercâmbio seja extremamente enriquecedor.

Acesse este post e saiba mais sobre os Projetos de Intercâmbio da FEI

Até a próxima 😉

28 ago

Aluno de Engenharia Elétrica ganha intercâmbio na China e conta sua experiência

Vinicius Cunha, aluno de Engenharia Elétrica da FEI, foi selecionado para um intercâmbio de duas semanas na China

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Vinicius Cunha, aluno de Engenharia Elétrica da FEI

Tão logo um estudante inicia sua vida universitária, uma série de desafios começa a se formar e, aos poucos, vai tomando conta da caminhada acadêmica. Cada oportunidade de crescimento deve ser valorizada e pequenos passos podem fazer uma grande diferença.

O aluno Vinicius Cunha, do 12º ciclo de Engenharia Elétrica, com ênfase em Telecomunicações, está se formando na Instituição e já possui incríveis histórias para contar, além de um jovem currículo promissor.

Como prêmio por seu bom desempenho durante o estágio, Vinicius foi escolhido e participou do programa “Seeds for the Future”, promovido pela empresa onde trabalha, a Huawei, fornecedora líder mundial de soluções e tecnologia da informação e comunicação.

O programa visa incentivar estudantes oferecendo um estágio de duas semanas na China, conhecendo todas as instalações da sede da empresa, aprendendo sobre as principais tendências e tecnologias que ainda não fazem parte do mercado. Uma experiência única!

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O Blog da FEI conversou com Vinícius para saber mais sobre a viagem. Confira:

– Visitando a China, o que você notou de diferença cultural no aspecto profissional?

O ritmo de trabalho chinês é maçante, porém muito produtivo. Conheci alguns casos de estudantes que, durante o estágio de férias escolares, realizam uma jornada de 6 dias de trabalho por semana, por um período de 12 horas cada dia. Um hábito que achei muito interessante e eficiente é o uso de 2 horas para o almoço, sendo uma parte dedicada para um cochilo. A eficiência do trabalho após o horário de almoço é muito maior por conta deste tempo de descanso.

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– Você visitou modernos laboratórios e centros tecnológicos voltados para a Engenharia Elétrica, com ênfase em Telecomunicações. O que mais chamou sua atenção no que diz respeito às novidades?

O que mais me chamou atenção foram as soluções para a implementação das redes 5G, e como sua velocidade de conexão atingida é fundamental para a construção de Smart Cities. Com a chegada prevista do 5G em 2020, o uso de carros autônomos, por exemplo, será muito mais viável e seguro, além de soluções apresentadas para as áreas de segurança e saúde que serão possíveis de implementar, tornando assim tudo conectado.

Tive a oportunidade de conhecer o Exhibition Center da Huawei, onde pude experimentar em primeira mão um jogo multiplayer de realidade virtual através de uma conexão 5G. A experiência além de muito divertida foi impecável tratando-se de performance e tempo de resposta.

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– Fazer um estágio tem como objetivo desenvolver o estudante para integrá-lo ao mercado de trabalho, ainda na graduação. Qual dica você daria para os estudantes que ainda não começaram a estagiar?

Atualmente está muito difícil de conseguir se colocar no mercado de trabalho por consequência da crise econômica que enfrentamos no País, portanto, é importante que desde o início da graduação, o aluno busque adquirir experiência profissional. A dica que dou é de que os alunos priorizem o estágio ao tempo de formação, buscando cursar uma área ou em um período que dê flexibilidade para uma dedicação maior ao estágio, pois essa experiência se tornará um diferencial no futuro.

 Além da experiência profissional, o aluno precisa se qualificar para poder competir no mercado, que está a cada dia mais exigente em relação à certificações e a nível de conhecimento. É interessante que o aluno tenha em mente a área em que deseja atuar e pesquise quais as certificações necessárias para se destacar nessa área, obtendo assim mais oportunidades de trabalho.

No meu caso, iniciei a graduação no período diurno, mas para que fosse viável realizar um estágio, realizei a troca para o período noturno, atrasando assim a minha formação em um semestre por conta de conflito de cronograma entre os períodos. Sem dúvida foi a melhor escolha a ser feita, porque se não fosse por isso, eu não teria tido a oportunidade de estar na Huawei e de participar deste programa.

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– Como a FEI contribui para a sua formação? Você percebe que ser aluno da Instituição o valoriza no mercado de trabalho?

Nós nunca estaremos totalmente preparados para enfrentar algo novo, mas a FEI nos capacita para enfrentar novos desafios.

Acredito que a FEI realiza muito bem o seu papel e serve como uma grande escada para alcançarmos nossos objetivos, mas nós que precisamos dar os passos. Ser aluno da Instituição valoriza ao ingressar no mercado de trabalho, mas devemos sempre estar nos atualizando sobre os assuntos da área e buscando certificações para nos tornar profissionais diferenciados.

– Dentro de alguns meses você concluirá a graduação. Quais os seus planos para o futuro?

Após me formar este ano, pretendo estudar uma nova língua e espero alcançar a tão sonhada contratação. O programa me instigou a estudar mandarim, e estão em meus planos também alguns cursos referentes as áreas de TI e de redes.

Me preocupa muito, tendo em vista a situação atual do país, o meu futuro profissional, mas não irei parar de me capacitar e de lutar pelos meus sonhos.

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O Blog da FEI deseja muito sucesso ao Vinicius! E que sua história compartilhada aqui sirva de inspiração para todos os estudantes da Instituição: acreditem no seu potencial e não parem de buscar seus objetivos!

Até o próximo post 😀

20 jun

Projeto PACE-FEI – Imersão de tecnologia e futuro

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Projeto REVO, desenvolvido pelo PACE-FEI, em exposição.

Os alunos do Centro Universitário FEI contam com sete projetos institucionais, como Fórmula FEI, Baja, Aero Design entre outros, que proporcionam o desenvolvimento profissional em diversas áreas. Um desses projetos é o PACE-FEI, que surgiu a partir de uma parceria firmada entre a General Motors (GM) e a Instituição.

Essa parceria permitiu aos alunos participarem do programa global “Partners for the Advancement of Collaborative Engineering Education” (PACE), que possui hoje diversas universidades do mundo inteiro e somente duas brasileiras, já incluindo a FEI.

O programa PACE permite que os alunos desenvolvam novas ideias para o setor automotivo, de maneira atualizada com tecnologias modernas e mão de obra qualificada. Esse desafio é encarado com seriedade, afinal, é preciso que os estudantes analisem os custos, viabilidade e projeto de fabricação, além de trabalharem em equipe com alunos de outras universidades que também fazem parte do programa. Uma imersão de aprendizado e olhar no futuro.

Em 2015 a equipe PACE-FEI participou de sua primeira competição com dois temas diferentes. Esses temas mudam de dois em dois anos, assim como os times globais formados pelo PACE, permitindo assim uma interação entre todas as 58 universidades participantes.

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Projeto REVO – Elaborado para transportar de uma a três pessoas.

O projeto apresentado na imagem acima, Revo, foi elaborado para transportar de uma a três pessoas e possui um bagageiro. Sua produção foi feita a mão com placas de poliuretano e apresentado em escala 1:3.

De acordo com seus idealizadores, ele é para uso público e pode ser alugado por determinado trecho e período.

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Parte da equipe PACE-FEI com o projeto Revo.

Se interessou? Confira mais sobre o projeto no vídeo abaixo:

 Até o próximo post 🙂

 

07 jun

Entrevista com Rodrigo Metedieri – Vencedor do Inovathon Scania 2016

“Todo mundo tem ideias. A diferença está em quem decide concretizá-las” –  Charles Watson – Especialista em processos criativos.

Diariamente milhares de jovens universitários trabalham em ideias, conceitos e projetos inovadores em sala de aula ou laboratórios. Ideias que podem mudar o mundo e servir de inspiração para todos. Pensando nisso, a Scania promove o Inovathon Logistics Challenge, competição que busca jovens universitários para colocarem em prática suas ideias inovadoras e soluções.

Além de todo o aprendizado e contato com outros profissionais durante a competição, os vencedores do Inovathon ainda ganham uma viagem para a Suécia para conhecerem a sede global da Scania. Foi o caso do aluno de Engenharia de Produção da FEI, Rodrigo Metedieri, um dos vencedores da edição 2016, viajando então para a Europa em março de 2017.

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O Blog da FEI conversou com Rodrigo sobre como foi o desafio, suas inspirações e experiência na Suécia. Confira:

  1. Conte-nos um pouco sobre o seu projeto, vencedor da edição 2016 do Inovathon.

Como a prestação de serviços no lugar da venda de um certo produto é tendência hoje, idealizamos um novo serviço para a Scania. Que consiste no aluguel de caminhões elétricos e autônomos para frotistas, fornecendo mapeamento de toda a frota via satélite e suporte individual de drones para os caminhões. Foi pedida uma solução para daqui a 20 anos adiante, então pensamos que o aluguel e o mapeamento podem ser efetuados ainda com os caminhões à combustão, e a introdução dos veículos elétricos e autônomos seria feita no decorrer dessa revolução que está ocorrendo gradativamente dentro do nosso contexto histórico. Para os veículos mais rodados, pensamos numa logística reversa, com venda em mercados secundários; assim minimizaríamos as perdas da companhia. Acredito que essa possibilidade de implementação imediata tenha sido uma das vantagens da nossa equipe para levar o prêmio.

  1. Conte um pouco sobre como foi a sua viagem, principalmente a visita à fábrica da Scania.

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Chegamos a Estocolmo e fomos ao Icebar, encerrando a noite comendo num dos restaurantes do chef Jamie Oliver. No dia seguinte bem cedo, nos deslocamos de trem até Södertälje, cidade onde está localizada a matriz da Scania. Lá tivemos a oportunidade de conhecer o museu da companhia, que também inclui um espaço para sua visão de futuro. Curiosamente tal visão se assemelha em muitos fatores à proposta que criamos no desafio. Neste mesmo dia tivemos uma reunião com Christopher Podgorski, Vice-presidente da companhia na Suécia que, apesar do nome, é brasileiro. Então tivemos uma visita guiada pela fábrica de chassis e a área de outbound, tudo em inglês (a experiência foi muito boa para praticar o idioma, já que todo mundo lá fala inglês fluentemente).

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Rodrigo Metedieri, no meio, junto de sua equipe visitando o museu da Scania, na Suécia.

Pela noite jantamos num bar viking num bairro histórico da cidade. Voltando ao hotel, ficamos sabendo que nos levariam para Paris como uma surpresa a mais.

Na manhã seguinte, voltamos cedo para Södertälje, agora ao Demo Center para pilotarmos a nova geração de caminhões e também ônibus. Depois conhecemos a Control Tower, onde é mapeada e desenvolvida toda a estratégia de operação logística da companhia em território europeu. Conhecemos o museu Vasa que possui um navio do século XVII “desnaufragado” e, à noite, jantamos com Fábio Castello, brasileiro (FEIANO) vice-presidente de logística da Scania.

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Rodrigo e equipe em Södertälje, na Suécia.

Agora era hora de partirmos para a França. De madrugada fomos ao aeroporto para que já cedo pudéssemos começar a aproveitar o dia. O primeiro programa foi visitar um cliente da Scania, a Staff, principal companhia responsável por transportes refrigerados na área metropolitana de Paris. Tivemos o prazer de nos reunirmos com o presidente da empresa e seus dois filhos, também executivos.

De parte técnica já estava de bom tamanho. Daí em diante conhecemos pontos turísticos de Paris como o museu do Louvre, o Arco do Triunfo, a Torre Eiffel, catedral de Notre Dame…e utilizamos o tempo restante para comer e admirar o que a cidade oferece de melhor.

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  1. Qual a importância que essa experiência trouxe para sua vida? Seja acadêmica ou profissional?

O Inovathon foi importante para clarear que cada vez mais empresas buscam estreitar o contato com a universidade, e o quanto valorizam estudantes de perfil motivado e inovador. Percebi que dentro das empresas também há muito espaço para se empreender, mais ainda, há a necessidade de que isso ocorra para que se atinjam diferenciais competitivos, tanto da empresa para/com seus concorrentes, como entre os profissionais que buscam crescer dentro das corporações. Ter participado do desafio foi de enorme impulso para que eu continue buscando desenvolver um perfil empreendedor.

  1. O que você mais destacaria nessa viagem?

Foi muito interessante observar a quantidade de profissionais brasileiros que trabalham na Scania da Suécia e de toda a Europa, e principalmente notar que eles atingem cargos de liderança e são valorizados pelo nosso perfil. Às vezes nos desmotivamos pensando que temos desvantagens competitivas quanto a profissionais estrangeiros, mas há características que são exclusivas dos brasileiros e sem dúvidas são tidas como diferenciais de mercado em diversos lugares do mundo.

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Se inspirou com a história do Rodrigo? Então coloque suas ideias em prática!

O Inovathon Scania 2017 está com inscrições abertas.

Para mais informações, visite a página oficial do projeto no Facebook

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