27 Aug

Alunos da FEI criam projeto que conecta aparelhos eletrodomésticos ao smartphone

Você acorda, pega o seu smartphone e, ainda na cama, programa a cafeteira para preparar o expresso. Ao chegar à cozinha, o café já está pronto. Isso não é um sonho, com a implementação da Internet das Coisas (Internet of Things –  loT) muitos eletrodomésticos poderão ser controlados por aplicativos de celular.

O uso dessa tecnologia já está sendo colocada em prática: um grupo de alunos de Engenharia Elétrica, do Centro Universitário da FEI, acoplou um microcomputador a uma cafeteira, e criou um aplicativo que permite acioná-la pela internet. Os alunos agora buscam patrocínio para envolver outros eletrodomésticos. “Nós conectamos o microcomputador BeagleBone Black a uma cafeteira para permitir que o aparelho tenha acesso à internet. Depois criamos um aplicativo e, através dele, conseguimos enviar comandos à cafeteira”, explica o estudante Erwin William Heisler, integrante do grupo, que ainda tem como idealizadores os alunos Agnaldo Rodrigues de Carvalho e Álick Ceglys Buscariolli.

Inova FEI-46

Os mecanismos do equipamento poderão ser acionados automaticamente através de comandos enviados por um celular conectado à internet.

Por esse aplicativo, o usuário poderá comandar, e até agendar, o funcionamento dos itens de sua casa, como programar a cafeteira e a torradeira para preparar o café da manhã, acionar a máquina de lavar roupa ou aumentar a potência de uma geladeira. Segundo o aluno, a distância não é problema: basta o celular e o aparelho terem acesso à internet.

Os alunos têm a intenção de criar um aplicativo que unificará todos os aparelhos domésticos de uma casa. O projeto foi apresentado em junho, no InovaFEI, exposição que reúne trabalhos de conclusão de curso dos alunos da FEI.

A Internet das Coisas é uma revolução tecnológica que permite ligar objetos e aparelhos do dia a dia à internet com o objetivo de otimizar o cotidiano da sociedade para inúmeras possibilidades. A ideia é que cada vez mais haverá a capacidade de interagir e se conectar com o mundo digital. Acreditando nessa evolução, o Centro Universitário da FEI apoia projetos como este e oferece uma infraestrutura para que os estudantes tenham contato com a área e possam usufruir da oportunidade de criar ideias e gerar inovações.

15 May

Entre os melhores

Pela segunda vez consecutiva, Engenharia Elétrica com ênfase em Telecomunicações está no topo da lista no ENADE

Em 2004, o Governo Federal, por meio do Ministério da Educação (MEC), criou o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE), que integra o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), com o objetivo de avaliar o rendimento dos alunos dos cursos de graduação em relação aos conteúdos programáticos, habilidades e competências. O exame é obrigatório para todos os cursos e a participação dos estudantes é condição indispensável para a colação de grau, após a conclusão da formação acadêmica.

Os alunos do curso de Engenharia Elétrica com ênfase em Telecomunicações do Centro Universitário da FEI receberam, no ENADE 2011 (cujo resultado foi divulgado em 2012), a segunda maior nota do Brasil, o que demonstra a qualidade e seriedade da Instituição e dos estudantes. O curso já havia ficado entre os melhores do País da última vez em que foi avaliado, em 2008.

Segundo o chefe do Departamento de Engenharia Elétrica, professor doutor Renato Giacomini, os resultados do ENADE têm contribuído para o aumento do interesse pelo curso por parte dos alunos, embora Telecomunicações ainda seja a segunda menor turma dentro da Engenharia Elétrica, que oferece também opções com ênfase nas áreas de Computadores e Eletrônica, além da formação em Engenharia de Automação e Controle. “O excelente resultado que tivemos no ENADE certamente foi a combinação entre o ótimo conteúdo pedagógico oferecido pelo curso e a dedicação e o comprometimento dos alunos com a Instituição e com suas carreiras”, orgulha-se o docente.

O ex-aluno do curso, João Vitor Vieira, que participou do ENADE, conta que o exame teve um nível muito bom, mas, devido ao ótimo preparo que a FEI proporcionou aos formandos, foi possível realizá-lo de forma bastante satisfatória. “O conteúdo abordado em sala de aula foi muito alinhado com o da prova, o que permitiu que o curso ocupasse essa posição de destaque”, acredita. Desde que entrou na FEI, João Vitor Vieira já tinha como objetivo cursar telecomunicações, pois se identificava com a área e sabia que o mercado oferecia boas oportunidades.

“Consegui um estágio quando estava no oitavo semestre e, desde então, estou no mercado”, comemora o jovem engenheiro, que atualmente trabalha na Vivo Telefônica, em Curitiba. O professor Renato Giacomini reforça que o mercado de telecomunicações no Brasil está em franco crescimento, com investimentos importantes para expansão de infraestrutura, e existe uma carência muito grande de profissionais qualificados nessa área. Por isso, é um segmento bastante promissor e os alunos que se formam são quase 100% absorvidos pelas empresas.

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Matéria publicada na revista Domínio FEI – Nº14 (pág 14)

01 Oct

Leitura de imagens

A ferramenta faz a leitura de imagens de tomografia para permitir a reconstrução da área atingida, criando um modelo perfeito para uma eventual prótese, desde que a lesão não tenha afetado terminações nervosas. “Buscamos um resultado estético melhor, já que os métodos tradicionais, como o enxerto de osso, devolvem a funcionalidade, mas não restauram a estética, o que pode levar o indivíduo a se retrair e prejudicar seu convívio social”, explica o professor de graduação e mestrado do Departamento de Engenharia Elétrica da FEI, Paulo Sérgio Rodrigues, integrante do grupo de Inteligência Artificial aplicada à automação. O docente ressalta que o trabalho desenvolvido na FEI refere-se apenas ao software para a criação do modelo e não envolve a criação do protótipo, geralmente produzido em acrílico segundo regulamentação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Software desenvolvido na FEI faz a leitura de imagens de tomografia.

Os estudos ligados à Inteligência Artificial aplicada à área médica na FEI possibilitaram, entre outros, o desenvolvimento de um software cuja finalidade é auxiliar na restauração e modelagem craniofacial, problema que pode atingir vítimas de traumatismos ou de alguns tipos de tumor.

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