29 nov

Dicas para o Vestibular FEI 2018

No próximo sábado, 02 de dezembro, os dois campi do Centro Universitário FEI receberão os candidatos para o Vestibular 2018. O exame garantirá vagas para os cursos de Administração, Ciência da Computação e 8 Engenharias da Instituição.

Esse é um momento muito importante (e decisivo) na vida dos estudantes, que se dedicaram durante o ano todo em busca de conquistar uma vaga em uma das melhores instituições de ensino do País.

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Para garantir a tranquilidade e bom rendimento durante a prova, nós do Blog da FEI destacamos aqui as principais informações, com base nas principais dúvidas que recebemos dos candidatos, seja por e-mail ou rede social. Confira:

Qual será a data da prova?

O exame será realizado no dia 02 de dezembro de 2017, um sábado.

Qual será o horário da prova?

A exame será realizado das 8h30 às 12h30. Portanto, o tempo total da prova é de 4 horas, sendo a permanência mínima de 1 hora e meia.

Importante: aconselhamos aos candidatos que cheguem às 8h00, pois, pode haver trânsito intenso na região dos campi.

Como fico sabendo o local e sala de prova?

Os candidatos receberão os dados do local (campus) e sala de prova um dia antes do exame, ou seja, no dia 1º de dezembro. Também será possível consultar essa informação no site do vestibular, na área de candidato.

A prova é composta por quantas questões?

O exame é composto por 60 questões. Na página 21 do Manual do Candidato, você encontra as divisões de questões de acordo com a prova de cada curso. E entre as páginas 26 e 31, o conteúdo que será exigido em cada uma das disciplinas.

Além dessas informações básicas, as dicas abaixo vão ser de grande ajuda para o seu desempenho:

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Uma boa noite de sono – Durma cedo no dia anterior à prova e tome um banho ao acordar para despertar. Se alimentar é importante, então tome um bom café da manhã, mas nada pesado que te deixe com sono novamente. O ideal é dormir cerca de 8 horas.

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Chegue com antecedência – Programe-se! Imprevistos acontecem e chegar com antecedência nunca é um ponto negativo. Em dias de Vestibular, é comum o trânsito ao redor da Instituição ficar mais intenso, portanto, saia mais cedo. Lembre-se que você deve conferir em que sala realizará a prova e para isso é preciso tempo.

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Para chegar ao local da prova – Muitos vestibulandos moram em outras cidades, então cheque o local da sua prova e descubra como chegar lá e quanto tempo você levará. A FEI disponibiliza em seu site, rotas e informações sobre transporte coletivo para os dois campi, além de mapas com instruções.

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Não esqueça seus documentos e materiais – Lembre-se que os candidatos podem levar apenas lápis, caneta e borracha. A apresentação do RG e do comprovante de inscrição é obrigatória para confirmar que você fez a sua inscrição.

7-Healthy-late-night-snacks-that-will-NOT-undo-it-allO que comer e o que vestir – O período máximo para realização da prova é de até 4 horas, então os candidatos são autorizados a levar lanchinhos rápidos. A nossa dica é que prefira lanches leves e não esqueça sua garrafinha de água. Além disso, conforto é importante, então vista roupas adequadas para o clima do dia.

Acima de tudo, confie em você! Desejamos a todos uma boa prova 🙂

24 out

Ex-aluno FEI e Diretor no Gartner, Carlos Sapateiro fala sobre as mudanças no Mercado de Trabalho

Carlos Sapateiro Facebook

O curso de Engenharia da FEI traz uma diversidade de desafios aos estudantes. É preciso ter disciplina, comprometimento e muito esforço, além da persistência. Quando somados, esses fatores fazem a diferença no currículo e preparam o profissional para o seu principal desafio: o mercado de trabalho.

Hoje, trazemos para vocês uma entrevista inspiradora com o Engenheiro Eletricista Carlos Sapateiro, formado pela FEI, que atualmente ocupa o cargo de Diretor de Desenvolvimento de Negócios no Gartner, multinacional americana, líder global em Aconselhamento e Pesquisas de Mercado no Segmento de Tecnologia. Confira:

1  De forma resumida, conte-nos como foi sua formação na FEI e como a Instituição o apoiou em seus caminhos profissionais.

Carlos: “A FEI foi um divisor de águas em minha vida. Sou formado em Engenharia Elétrica com ênfase em Eletrônica. A FEI é uma Instituição que lhe ensina para a vida. Ensina a se planejar e tomar decisões. A rigidez da FEI no seu compromisso com a educação e formação dos profissionais é muito séria e rica em conhecimento. Não aprendemos apenas os cálculos que fazem parte das grades curriculares da engenharia, a FEI nos ajuda a enfrentar problemas, a sermos resilientes e seguirmos em busca dos nossos sonhos. Até uma frustação com alguma nota que não tenha sido tão boa, hoje vejo que que isso só me deu robustez na vida corporativa para enfrentar com garra as negativas que temos em nosso dia a dia.”

2 – Você está no mercado de trabalho há mais de 20 anos. Para você, como as mudanças da sociedade, especialmente as tecnológicas, impactaram no dia a dia de um Engenheiro Eletricista?

Carlos: “Quando me formei, as Telecomunicações eram as áreas que mais demandavam profissionais da Engenharia Elétrica, tanto que meu início de carreira compus uma multinacional sueca de Telecomunicações, a Ericsson. A evolução tecnológica e o avanço da internet fizeram uma verdadeira revolução – e isso é extremamente importante para todos nós. Vejo o mercado e a evolução da tecnologia e da engenharia sempre a favor de todo segmento de mercado. Hoje tudo é conectado e móvel, a transformação digital é inevitável e faremos parte de toda essa mudança. A Inteligência Artificial e uso de robôs serão cada vez mais comuns em nosso dia a dia, isso será extremamente benéfico para toda a sociedade. Seremos todos impactados por estas mudanças e isso será maravilhoso. O engenheiro sempre estará acerca de toda essa transformação. Nosso papel consciente será de suma importância na orquestração destas evoluções.”

3 – Complementando a pergunta anterior, o que um profissional da área deve fazer para acompanhar essas mudanças ao longo dos anos?

Carlos: “Informação. A palavra chave sempre será ir em busca da informação. Ser curioso, ser perspicaz em busca e sede de conhecimento. Os profissionais deverão sempre se adaptar às mudanças. Ser um profissional resiliente também é uma forma de entender e tirar o melhor proveito de todas estas transformações. Hoje existem vários cursos de reciclagens, MBA/Pós-Graduação em temas voltados à TI/Evolução Tecnológica e Transformação Digital.

Carlos Sapateiro_5092Hoje estou no Gartner com a função de Diretor de Desenvolvimento de Negócios. O Gartner é uma multinacional americana, líder global em Aconselhamento e Pesquisas de Mercado no Segmento de Tecnologia. Entregamos aos nossos clientes os insights necessários para tomada de decisão, mitigando risco, diminuindo o tempo de tomada de decisão, otimizando investimentos. Minha responsabilidade é entender os principais desafios de negócio e de tecnologia dos clientes, alavancando melhores práticas de TI que os levem a superar seus resultados. Promovendo isso, a TI se transforma em um ativo estratégico fazendo com que as empresas se tornem mais competitivas enfrentando seus desafios de mercado.”

4 – Recentemente o Centro Universitário FEI realizou o Congresso de Inovação, um evento que tem como objetivo inserir os alunos da Instituição à realidade do mercado, principalmente sobre as mudanças do futuro. Na sua opinião, quais são as principais tendências na área de Engenharia Elétrica para os próximos anos?

Carlos – Excelente iniciativa da FEI, sempre pioneira na interação entre indústria e aluno. Não adianta formar profissionais teóricos. A FEI sempre zelou por formar profissionais prontos para o mercado de trabalho e estas interações com a realidade enaltece o conhecimento dos futuros engenheiros que se lançarão ao mercado. As principais tendências no nosso mercado serão: o Mundo Digital, a Inteligência Artificial (IA) e a Internet das Coisas (IoT). Alinhadas à conectividade e mobilidade, essas tendências serão os grandes “drivers” destas transformações.

5 – Para finalizar, qual dica você gostaria de deixar para os alunos que estão atrás de um estágio e/ou uma oportunidade de trabalho? Como se destacar no mercado?

Carlos – A dica que eu daria seria sempre se esforçar acreditando no seu maior sonho. Foi assim que deu certo comigo! Venho de família de classe média porem sempre quis fazer o melhor e acreditando que venceria.  Sejam persistentes e resilientes para cair e se levantar. A FEI é excelente para nos ensinar e nos fortalecer para os tombos que tomamos durante os anos de graduação dentro da Engenharia. Hoje com mais maturidade, vejo que fez toda a diferença para mim na minha vida profissional e pessoal. Sempre que posso divido isso com minhas equipes e pessoas que me cercam.

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Vestibular

23 out

Megatendências para 2050 no Congresso de Inovação FEI

Evento realizado na FEI reuniu grande líderes da indústria para debates sobre o futuro.

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Cada vez mais o Centro Universitário FEI se preocupa em levar seus estudantes, especialmente os recém-chegados à Instituição, para o mercado de trabalho. Mais que isso, é importante que a capacitação a esses jovens seja qualificada e moldada de acordo com as mudanças da nossa sociedade, sobretudo as tendências de futuro.

Mas, como saber o que será tendência dentro de alguns anos? A resposta para esse desafio não é fácil. Pensando nisso a FEI promoveu a 2ª edição do Congresso de Inovação, entre os dias 9 e 11 de outubro. O evento, criado em 2016, tem como proposta discutir as megatendências para 2050 e, segundo elas, como um estudante FEIano deve se preparar para o mercado de trabalho.

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Para reforçar a importância do Congresso e aumentar a consistência do conteúdo trabalhado durante o encontro, os palestrantes convidados têm currículos de extrema importância na indústria, sendo em sua maioria presidentes, vice-presidentes, líderes do governo e academia, todos reunidos no campus São Bernardo do Campo da FEI, em contato direto com os alunos. Alguns painéis foram moderados por jornalistas influentes, como por exemplo, Carlos Tramontina, apresentador da TV Globo.

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O tema da edição 2017 foi “A Cidade e o Campo Inteligentes para uma melhor qualidade de vida”. Os palestrantes trouxeram importantes estudos que mostram, por exemplo, como as cidades estarão em 2050 e quais as tendências de comportamento, demanda e necessidades que precisarão de solução rápida dos profissionais do futuro, que hoje ocupam as salas de aula da FEI. A atividade no campo também foi discutida, pois a indústria agropecuária tem crescido cada vez mais, tornando inevitável uma integração com a cidade. Juntos, cidade e campo, para aonde tudo caminhará nas próximas décadas? Essa foi mais uma das inúmeras perguntas que passaram pelo palco do Congresso, abrindo um diálogo enriquecedor para todos.

No vídeo abaixo, o vice-presidente da Bayer do Brasil, Christian Lohbauer, comenta sobre as oportunidades de crescimento no agronegócio. Confira:

O Congresso de Inovação foi transmitido ao vivo na internet, durante os três dias. Dessa forma, toda a comunidade externa à FEI, incluindo ex-alunos, parceiros e público em geral, pôde acompanhar os debates e, também, fazer perguntas ao vivo através do Grupo Oficial no Facebook. Em breve os vídeos estarão disponíveis no site do Congresso.

Ao término do evento, um importante detalhe foi adicionado aos participantes: todos saíram com muito mais perguntas do que respostas. Esse é o objetivo do Congresso de Inovação FEI, provocar os estudantes e profissionais ao questionamento para que a busca pelo conhecimento seja constante, a evolução uma consequência. Quem questiona, evolui. A 3ª edição do Congresso de Inovação FEI, para 2018, já está confirmada!

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17 out

Alunos apresentam seus projetos de pesquisa no SICFEI

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No último dia 29 de setembro, no campus São Bernardo do Campo, aconteceu o VII SICFEI – Simpósio de Iniciação Científica, Didática e de Ações Sociais de Extensão da FEI.

O evento reuniu os principais projetos de pesquisa desenvolvidos por alunos, de todos os cursos, que participam do Programa de Iniciação Científica da FEI. Há algum tempo já listamos, aqui neste post, as principais vantagens e atribuições do programa.

O SICFEI congrega 4 vertentes em suas apresentações. São elas:

– Iniciação Científica;

– Iniciação Tecnológica e de Inovação;

– Didática;

– Ações de Extensão.

Para a exposição, os estudantes escrevem os seus trabalhos, apresentando as etapas das pesquisas já desenvolvidas e os resultados obtidos, sempre com orientação de um professor. Os melhores projetos são selecionados e levados ao evento, que reúne alunos, professores e uma banca avaliadora, formada por profissionais do mercado, alguns deles ex-alunos da Instituição.

“Alguns desses projetos estão ligados ao empreendedorismo, eles têm um viés de inovação”, comenta a Professora Michelly de Souza, da comissão organizadora.

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O grande destaque para os participantes fica por conta do crescimento, pessoal e profissional, diante dos desafios de um projeto de pesquisa. O aluno de Engenharia de Produção, Guilherme Garcia, comenta: “Com a Iniciação Científica eu pude descobrir novos métodos de buscas. Antes eu ficava limitado à poucas bases de dados, com a iniciação eu descobri que há um mundo bem maior por trás disso. ”

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Diferente do que muitas pessoas pensam, participar do programa de iniciação científica não deixa o aluno preparado somente para o meio acadêmico, mas também o prepara e o coloca em contato com o mercado de trabalho. No SICFEI, isso acontece na prática: avaliadores externos, da indústria e academia, classificam os melhores trabalhos que recebem prêmios no fim do evento.

“Eu achei muito bons os trabalhos. Eles estão tendo uma participação muito ativa da indústria, que é um conceito muito forte da FEI. Alguns trabalhos estão bem destinados à solução de problemas propostos pela indústria. ” – Comenta Fernando Garcia Nicodemos, ex-aluno e avaliador do evento.

Se você é aluno e tem interesse em participar do Programa de Iniciação FEI, a Profª Michelly tem um recado:

“A dica principal é conhecer os programas. Nós temos a secretaria, as coordenadoras dos programas que estão à disposição para falar sobre cada um deles (programas) e apresentar quais são as ideias. O aluno também pode entrar no site da FEI e consultar quais são os projetos que estão em andamento, os professores que orientam e o tipo de trabalho que é desenvolvido em cada área. ”

Assista a reportagem feita durante o evento:

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29 set

Fórmula FEI no Salão do Veículo Elétrico

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Entre os dias 21 e 23 de setembro de 2017, a equipe Fórmula FEI Elétrico marcou presença no 13º Salão Latino-Americano de Veículos Híbridos-Elétricos, exposição que tem o objetivo de reunir grandes marcas automobilísticas e suas inovações para o mercado de veículos movidos por energia elétrica.

Entre modelos futuristas e até ônibus que têm sido utilizados nas ruas da cidade, o veículo Fórmula FEI se destacou pelo seu projeto robusto, tecnologia de ponta e, o mais interessante: feito por alunos de Engenharia da FEI.

Logo no primeiro dia do evento, uma surpresa agradável: o piloto brasileiro Lucas Di Grassi, atual campeão mundial da Fórmula E, visitou o veículo da FEI e até posou para uma foto ao lado do Professor Fábio Delatore, do Departamento de Engenharia Elétrica.

“Obrigado por conhecer o nosso projeto. Fica aqui o convite, em nome da equipe, para nos visitar e dar uma volta em nossa carro”, completa Delatore.

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Além da exposição, também houve um Painel Acadêmico onde o aluno João Bruno Palermo, do curso de Engenharia Elétrica, apresentou ao público toda a parte técnica do veículo, com o projeto “Gerenciamento eletrônico de um veículo do tipo Fórmula SAE utilizando o Model Based Design”.

Os melhores trabalhos foram premiados por ordem de classificação. Na categoria Fórmula SAE, o 1º lugar ficou para o Centro Universitário FEI, reforçando a tradição da Instituição na formação dos alunos de Engenharia.

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Confira na reportagem abaixo, mais imagens do evento e depoimentos do Professor Fábio e do aluno João Bruno Palermo. Assista:

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Até o próximo post 😉

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