01 Aug

Biblioteca Pe. Aldemar Moreira S.J. – História e Curiosidades

“Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever – inclusive a sua própria história” – Bill Gates

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Você alguma vez já se perguntou como seria o mundo sem livros? Difícil imaginar, não é mesmo? Eles são responsáveis por registrar histórias, estórias também; fatos do passado que moldaram a sociedade, contos e aventuras que saíram (e saem constantemente) da cabeça de escritores pelo mundo todo. Além disso, sábios do passado e presente registram em livros seus conhecimentos acadêmicos para servir de referência às novas gerações. Resumindo, livro é vida, literalmente.

Falando em história, hoje o Blog da FEI traz para vocês alguns detalhes e curiosidades da Biblioteca Pe. Aldemar Moreira S.J., do Centro Universitário FEI, à disposição de todos os alunos, funcionários e ex-alunos da Instituição, nos campi São Paulo e São Bernardo do Campo.

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A biblioteca foi instalada em 29 de março de 1946, mas só começou a funcionar em 11 de dezembro de 1950. Seu nome é uma homenagem ao Padre Aldemar Moreira, que por anos foi presidente da Instituição, promovendo grandes mudanças e realizações.

Seu acervo é composto por mais de 30 mil itens, entre livros, revistas, periódicos e multimeios, com uma ampla variedade de temas que vão ao encontro das necessidades acadêmicas dos alunos e público de interesse. O público pode consultar, reservar e administrar as locações pelo aplicativo da Biblioteca

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Indo além do silêncio, corredores e prateleiras cheias de livros, a biblioteca incentiva a troca de conhecimento e cultura promovendo eventos no local, como Feira da Troca de Livros, onde participantes podem doar um livro e escolher outro de seu interesse. Para outubro de 2017, a Exposição Fotografia e Poesias promete reunir trabalhos diversos de alunos, funcionários, professores e terceiros do Centro Universitário FEI.

E claro, você acompanhará como será este evento por aqui, no Blog da FEI!

Até o próximo post 😉

12 Jul

Conheça o projeto Robô FEI

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Preparar o aluno na prática para o mercado de trabalho é um dos principais objetivos do Centro Universitário FEI. Para isso, o incentivo e investimento em projetos que permitem aos estudantes vivenciar o dia a dia como profissionais são constantes.

Essa é a realidade da equipe Robô FEI, formada em 2003, com a proposta de desenvolver projetos e aprimorar pesquisas de robótica e inteligência artificial. Para realização dos trabalhos, o projeto conta com alunos de Ciência da Computação e Engenharia.

Atualmente, os robôs são divididos em três categorias. São elas:

– Humanoide: robô com características humanas, projetado para jogar futebol de forma autônoma. Através de uma câmera integrada e programação previamente planejada, o robô deve calcular a distância de chute, espaço entre os adversários entre outros.

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– At home: robô doméstico que visa a interação entre humano e máquina. Conhecido como Judith, a robô é figura conhecia na FEI, sendo muito querida por alunos e professores. Sua principal função é identificar e auxiliar em casa, podendo, inclusive, identificar através de sua câmera quando alguém está caído no chão. Se for o caso, a robô faz uma ligação de emergência para um número previamente programado.

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– Small Size: nesta categoria, como o próprio nome diz, os robôs são pequenos e, assim como o Humanoide, jogam futebol. A dinâmica de jogo é diferente e mais planejada, além do campo e bola serem proporcionalmente menores devido ao tamanho dos robôs.

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Uma característica muito interessante do Robô FEI é a integração entre alunos da graduação, mestrado e doutorado. Esse intercâmbio permite o desenvolvimento do trabalho em equipe e troca de conhecimentos, teóricos e práticos.

“Na faculdade, geralmente, a gente aprende mais o lado teórico. No projeto [Robô FEI] a gente aprende a lidar tanto com o lado prático quanto com pessoas. Você precisa aprender a trabalhar em equipe, ajudar e transmitir conhecimento”, comenta Jade Cortez, aluna de Engenharia Mecânica da FEI e participante do projeto.

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Jade Cortez, aluna de Engenharia Mecânica, em entrevista para a TV Globo

Indo além do campus, o Robô FEI participa de competições de robótica, nacionais e internacionais, conquistando bons resultados. Esse ano, por exemplo, a equipe vai viajar até o Japão para participar da Robocup, copa mundial de robôs, que reúne instituições e equipes do mundo todo num torneio emocionante.

Atualmente, a FEI possui um dos melhores desenvolvimentos em robótica do País. Confira como é o trabalho da Robô FEI neste vídeo:

 

27 Jun

Conheça o mini trator Eqüus, desenvolvido por alunos da FEI

Trator

Mini Trator Eqüus

Os alunos do Centro Universitário FEI, durante toda graduação, são desafiados à inovação e empreendedorismo. Trabalhar a visão crítica é fundamental na formação desses novos profissionais para que suas contribuições na sociedade sejam relevantes e façam diferença na vida das pessoas.

Foi justamente para fazer a diferença que alunos de Engenharia Mecânica apresentaram seus Projetos de Conclusão de Curso na 59ª ExpoMecAut, como apresentamos neste post.

Grupo

Realilzada no dia 08 de junho, a ExpoMecAut apresentou os Projetos de Conclusão de Curso dos alunos de Engenharia Mecânica Automobilística da FEI

Os cinco criativos projetos apresentados foram avaliados por professores e profissionais do setor. O Blog da FEI conversou com o grande vencedor da exposição, o projeto Eqüus!

Eqüus é um mini trator que tem como promessa otimizar o tempo e garantir melhores condições físicas de trabalho ao pequeno agricultor.

Para poder chegar na ideia, planejar, projetar e realizar os cálculos necessários, o grupo foi a campo e realizou visitas técnicas a pequenos agricultores e profissionais do setor para poder entender o cenário atual e enxergar as oportunidades de novos produtos e soluções.

Equus

Alunos de Engenharia Mecânica da FEI ao lado do Eqüus

Segundo Enzio Bianchini, membro do grupo, o trator realiza diversas atividades que otimizam o esforço físico do agricultor e chama atenção por uma de suas principais características: esterçamento nas rodas traseiras.

Esse detalhe permite ao trabalhador fazer apenas uma manobra para entrar e sair dos canteiros, passando por uma linha plantada e entrando em outra. Com transmissão hidráulica e construção feita por mangueiras, foi possível também deixar um grande vão na parte inferior do veículo, permitindo que ele passe por cima das plantações sem danificar o cultivo.

Após um ano de desenvolvimento e muito trabalho, os alunos finalmente criaram o protótipo do Eqüus e o colocaram em movimento. Confira o resultado no vídeo abaixo:

20 Jun

Projeto PACE-FEI – Imersão de tecnologia e futuro

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Projeto REVO, desenvolvido pelo PACE-FEI, em exposição.

Os alunos do Centro Universitário FEI contam com sete projetos institucionais, como Fórmula FEI, Baja, Aero Design entre outros, que proporcionam o desenvolvimento profissional em diversas áreas. Um desses projetos é o PACE-FEI, que surgiu a partir de uma parceria firmada entre a General Motors (GM) e a Instituição.

Essa parceria permitiu aos alunos participarem do programa global “Partners for the Advancement of Collaborative Engineering Education” (PACE), que possui hoje diversas universidades do mundo inteiro e somente duas brasileiras, já incluindo a FEI.

O programa PACE permite que os alunos desenvolvam novas ideias para o setor automotivo, de maneira atualizada com tecnologias modernas e mão de obra qualificada. Esse desafio é encarado com seriedade, afinal, é preciso que os estudantes analisem os custos, viabilidade e projeto de fabricação, além de trabalharem em equipe com alunos de outras universidades que também fazem parte do programa. Uma imersão de aprendizado e olhar no futuro.

Em 2015 a equipe PACE-FEI participou de sua primeira competição com dois temas diferentes. Esses temas mudam de dois em dois anos, assim como os times globais formados pelo PACE, permitindo assim uma interação entre todas as 58 universidades participantes.

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Projeto REVO – Elaborado para transportar de uma a três pessoas.

O projeto apresentado na imagem acima, Revo, foi elaborado para transportar de uma a três pessoas e possui um bagageiro. Sua produção foi feita a mão com placas de poliuretano e apresentado em escala 1:3.

De acordo com seus idealizadores, ele é para uso público e pode ser alugado por determinado trecho e período.

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Parte da equipe PACE-FEI com o projeto Revo.

Se interessou? Confira mais sobre o projeto no vídeo abaixo:

 Até o próximo post 🙂

 

16 Jun

Saiba como nasceu a Robô Judith

0X9A5071Em fevereiro de 2013, depois de terminar seu mestrado em Engenharia Elétrica pela FEI, o Engenheiro Elétrico Andrey Masiero e o Profº Dr. Plinio Aquino , perceberam a ascensão das pesquisas em Interação Humano Robô e decidiram que essa também seria a área de pesquisa do Doutorado de Andrey.

Algum tempo depois, Andrey foi apresentado à categoria RoboCup @Home, da competição mundial de robótica. Essa categoria era voltada para ambientes com interação social, como residência, hospitais, asilos, etc. “É primordial que, como um agente social, o robô saiba se relacionar e tratar bem as pessoas, além de auxiliar em caso de doenças e cuidados com a casa. ”, conta Andrey.

E foi assim, que em 2014, depois de uma busca por todos os robôs que a FEI já possuía, o doutorando e o Coordenador do Curso de Ciência da Computação, Prof.º Flávio Tonidandel, encontraram o PeopleBot, uma plataforma robótica desenvolvida justamente para interação humano robô, por conta de sua altura e da possibilidade de colocar um monitor em seu topo para transmitir informações às pessoas a sua volta. Mais tarde essa plataforma seria completamente adequada para a categoria @Home e passaria a se chamar Judith.

Andrey conta que o começo do trabalho foi difícil, pois o robô não conseguia fazer nada do que era pedido pela equipe e todos os testes davam errado. “Um dia, estávamos trabalhando para que o robô realizasse a primeira tarefa da competição e alguém falou ‘Parece a Judith, não faz nada direito! ’, fazendo alusão a um vídeo bem famoso do canal Porta dos Fundos. Ali, o nosso robô passou a ser a robô Judith. O mais legal é que o nome ficou bem famoso na competição latino-americana e o público vinha perguntar pela Judith. ”.

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Em outubro de 2015, a equipe embarcou para a primeira competição da robô, em Uberlândia, e conquistou o terceiro lugar, o que foi uma completa surpresa uma vez que o objetivo da participação era apenas aparecer pela primeira vez em uma competição @Home. Toda a equipe que fez a primeira versão da Judith esteve presente na competição: dois alunos Engenharia Mecânica, responsáveis pela adaptação de um braço robótico, construção de um suporte para o microfone e o tablet que representam o ouvido e a face do robô, respectivamente, dois alunos de Engenharia Elétrica, dois de Automação e Controle, um mestrando em Engenharia Elétrica e O Andrey, doutorando em Engenharia Elétrica. Enfim, todos os responsáveis pelo cérebro (os programas) e a alimentação (energia) do robô.

DSCN1236Em 2016, a equipe conseguiu se classificar para o Campeonato Mundial, que ocorreu em Leipzig, Alemanha, no final de junho de 2016.

“O nosso objetivo é fazer com que a Judith consiga recepcionar as pessoas na FEI, fazer e oferecer cafezinhos aos visitantes e também conduzir um tour pelo campus, sempre pensando no conforto da pessoa que interage com ela. ”. Desejamos muita sorte para a equipe na RoboCup 2017.

 

 

 

 

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