20 Jun

Projeto PACE-FEI – Imersão de tecnologia e futuro

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Projeto REVO, desenvolvido pelo PACE-FEI, em exposição.

Os alunos do Centro Universitário FEI contam com sete projetos institucionais, como Fórmula FEI, Baja, Aero Design entre outros, que proporcionam o desenvolvimento profissional em diversas áreas. Um desses projetos é o PACE-FEI, que surgiu a partir de uma parceria firmada entre a General Motors (GM) e a Instituição.

Essa parceria permitiu aos alunos participarem do programa global “Partners for the Advancement of Collaborative Engineering Education” (PACE), que possui hoje diversas universidades do mundo inteiro e somente duas brasileiras, já incluindo a FEI.

O programa PACE permite que os alunos desenvolvam novas ideias para o setor automotivo, de maneira atualizada com tecnologias modernas e mão de obra qualificada. Esse desafio é encarado com seriedade, afinal, é preciso que os estudantes analisem os custos, viabilidade e projeto de fabricação, além de trabalharem em equipe com alunos de outras universidades que também fazem parte do programa. Uma imersão de aprendizado e olhar no futuro.

Em 2015 a equipe PACE-FEI participou de sua primeira competição com dois temas diferentes. Esses temas mudam de dois em dois anos, assim como os times globais formados pelo PACE, permitindo assim uma interação entre todas as 58 universidades participantes.

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Projeto REVO – Elaborado para transportar de uma a três pessoas.

O projeto apresentado na imagem acima, Revo, foi elaborado para transportar de uma a três pessoas e possui um bagageiro. Sua produção foi feita a mão com placas de poliuretano e apresentado em escala 1:3.

De acordo com seus idealizadores, ele é para uso público e pode ser alugado por determinado trecho e período.

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Parte da equipe PACE-FEI com o projeto Revo.

Se interessou? Um detalhe bastante interessante do PACE-FEI é que alunos de qualquer curso (Engenharia, Ciência da Computação e Administração) podem participar, não precisa ser somente de engenharia, como muitos pensam.

 

16 Jun

Saiba como nasceu a Robô Judith

0X9A5071Em fevereiro de 2013, depois de terminar seu mestrado em Engenharia Elétrica pela FEI, o Engenheiro Elétrico Andrey Masiero e o Profº Dr. Plinio Aquino , perceberam a ascensão das pesquisas em Interação Humano Robô e decidiram que essa também seria a área de pesquisa do Doutorado de Andrey.

Algum tempo depois, Andrey foi apresentado à categoria RoboCup @Home, da competição mundial de robótica. Essa categoria era voltada para ambientes com interação social, como residência, hospitais, asilos, etc. “É primordial que, como um agente social, o robô saiba se relacionar e tratar bem as pessoas, além de auxiliar em caso de doenças e cuidados com a casa. ”, conta Andrey.

E foi assim, que em 2014, depois de uma busca por todos os robôs que a FEI já possuía, o doutorando e o Coordenador do Curso de Ciência da Computação, Prof.º Flávio Tonidandel, encontraram o PeopleBot, uma plataforma robótica desenvolvida justamente para interação humano robô, por conta de sua altura e da possibilidade de colocar um monitor em seu topo para transmitir informações às pessoas a sua volta. Mais tarde essa plataforma seria completamente adequada para a categoria @Home e passaria a se chamar Judith.

Andrey conta que o começo do trabalho foi difícil, pois o robô não conseguia fazer nada do que era pedido pela equipe e todos os testes davam errado. “Um dia, estávamos trabalhando para que o robô realizasse a primeira tarefa da competição e alguém falou ‘Parece a Judith, não faz nada direito! ’, fazendo alusão a um vídeo bem famoso do canal Porta dos Fundos. Ali, o nosso robô passou a ser a robô Judith. O mais legal é que o nome ficou bem famoso na competição latino-americana e o público vinha perguntar pela Judith. ”.

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Em outubro de 2015, a equipe embarcou para a primeira competição da robô, em Uberlândia, e conquistou o terceiro lugar, o que foi uma completa surpresa uma vez que o objetivo da participação era apenas aparecer pela primeira vez em uma competição @Home. Toda a equipe que fez a primeira versão da Judith esteve presente na competição: dois alunos Engenharia Mecânica, responsáveis pela adaptação de um braço robótico, construção de um suporte para o microfone e o tablet que representam o ouvido e a face do robô, respectivamente, dois alunos de Engenharia Elétrica, dois de Automação e Controle, um mestrando em Engenharia Elétrica e O Andrey, doutorando em Engenharia Elétrica. Enfim, todos os responsáveis pelo cérebro (os programas) e a alimentação (energia) do robô.

DSCN1236Em 2016, a equipe conseguiu se classificar para o Campeonato Mundial, que ocorreu em Leipzig, Alemanha, no final de junho de 2016.

“O nosso objetivo é fazer com que a Judith consiga recepcionar as pessoas na FEI, fazer e oferecer cafezinhos aos visitantes e também conduzir um tour pelo campus, sempre pensando no conforto da pessoa que interage com ela. ”. Desejamos muita sorte para a equipe na RoboCup 2017.

 

 

 

 

20 May

Mulheres ao ataque: a participação feminina nos projetos institucionais da FEI

De uma média de oito mil estudantes, hoje, o Centro Universitário FEI tem aproximadamente duas mil alunas. Apesar de ser um ambiente ainda majoritariamente masculino, as mulheres vêm conquistando seu espaço em cursos e profissões que antes eram consideradas apenas para homens. Nos projetos institucionais, esse crescimento não poderia ser diferente.

As integrantes femininas do PACE-FEI.

As integrantes femininas do PACE-FEI.

A FEI possui sete projetos institucionais compostos por alunos da graduação: AeroDesign, FEI Baja, Fórmula FEI, Maratona de Programação, ROBOFEI, Projeto APO e PACE-FEI. Os projetos ensinam lições de trabalho em equipe, gestão de prazos, comunicação e expressão, além de permitirem maior conexão entre a teoria de sala de aula com a prática. Segundo a Presidente do PACE e aluna de Engenharia Mecânica Automobilística, Ana Cox, os projetos não atrapalham o desempenho acadêmico dos alunos. “Depois que comecei a trabalhar no PACE, aprendi a gerenciar melhor meu tempo. Fazer um cronograma é essencial para se organizar durante o semestre. ”.


Mulheres nos Projetos

Apesar das equipes contarem com membros femininos, a participação das alunas ainda é pequena perto da masculina. Segundo a aluna Giulia Amatruda, membro da Equipe FEI Baja, ela sempre passava pela oficina e se interessava pelo projeto, mas tinha muita vergonha de participar porque não existia nenhuma menina.

O Coordenador do curso de Ciência da Computação e da ROBOFEI, Flávio Tonidandel, conta que quando se trata de Robótica, existe um interesse muito grande das mulheres pelo tema. “Temos meninas no grupo de futebol de robôs desde o seu início, em 2003. Robôs atraem o interesse não só dos homens, como das mulheres. Basta ver que na Olimpíada Brasileira de Robótica, desde 2013, a relação entre meninos e meninas, do ensino fundamental e médio, é de 55% meninos para 45% de meninas, na modalidade teórica. ”.

As alunas Jade e Marina fazem parte da ROBOFEI e estudam Engenharia Mecânica.

As alunas Jade e Marina fazem parte da ROBOFEI e estudam Engenharia Mecânica.

Membro da ROBOFEI e trabalhando diretamente no desenvolvimento da Robô Judith, a aluna Marina Gonbata, concorda com o Coordenador Flávio Tonidandel. “Nunca tive nenhum problema dentro da equipe por ser mulher. O pessoal aqui valoriza a eficiência e a eficácia. ”. Jade Gali participa da ROBOFEI, mas na equipe dos Robôs Humanoides, e afirma que a maior pressão parte dela mesma: “Eu tinha visto algumas fotos do projeto e não vi nenhuma mulher, fiquei um pouco tensa com isso porque eu sempre tenho a sensação de que por ser mulher eu preciso provar mais que os demais. ”.

A equipe FEI AeroDesign é o projeto com o maior número de alunas participantes. A aluna de Engenharia Mecânica, Ligia Canassa, conta que as meninas são tratadas de igual para igual: “Carregamos peso, nos sujamos, no AeroDesign não existe diferença entre homem e mulher na hora de trabalhar. ”. Também parte do Aero, Ligia Garcia, conta que pessoas de fora fazem comentários machistas. “Nunca senti nenhuma resistência por participar dos projetos, mas sempre acontecem perguntas do tipo ‘Nossa, mas você sabe mexer com isso?’, ou, ‘Será que a equipe vai para frente com esse monte de mulher agora?’ É melhor rir para não chorar. ”.

A aluna Joice Laiane, da equipe Baja, acredita que as mulheres ainda enfrentam um "machismo mascarado".

A aluna Joice Laiane, da equipe Baja, acredita que as mulheres ainda enfrentam um “machismo mascarado”.

Coordenador do Curso de Engenharia Mecânica da FEI, o Professor Gustavo Donato fala o quanto a participação das meninas nos projetos agrega positivamente para o desenvolvimento das equipes “Uma maior participação das alunas já vem ocorrendo nos últimos anos, não só nos projetos como na engenharia mecânica. Não existe qualquer impedimento à atuação de excelência das alunas, seja nos projetos ou no mercado de trabalho. O trabalho das mesmas tem sido de muita dedicação, contribuição e qualidade, o que naturalmente demonstra a igualdade de condições e a meritocracia do processo. ”.

O Coordenador acredita que embora exista uma predominância dos rapazes nos projetos, a divulgação do sucesso das alunas nas equipes reverberará favoravelmente a um aumento ainda mais acentuado na participação.

Machismo em pauta

Segundo a aluna Vitória Migliano, de Automação e Controle e membro do Fórmula FEI, muitas vezes, a engenharia e os projetos que a envolvem são mais frequentados por homens, justamente porque existe um receio em ingressar em um ambiente predominantemente masculino, mas reforça que essa objeção é um equívoco, uma vez que não há uma diferença negativa por parte dos rapazes da equipe. “Quando eu ingressei no Fórmula FEI, percebi que os meninos sempre se preocuparam em me orientar ou me repreender de uma forma delicada. Eu acho que isso é um sinal de respeito e que faz com que eu me sinta acolhida em um ambiente ao qual eu não estava acostumada. ”.

Mayara Lumi, faz parte do Projeto APO e é estudante de Engenharia Civil. “A adaptação na equipe é baseada em adquirir responsabilidades ao longo do tempo e não existe um tratamento diferente por ser mulher. ”.

As quatro integrantes da Equipe Fórmula FEI e Fórmula FEI Elétrico.

As quatro integrantes da Equipe Fórmula FEI e Fórmula FEI Elétrico.

Ambas alunas de Engenharia de Produção e parte do Fórmula FEI, Isabela Manis e Catharine Corá concordam que a maioria das pessoas reagem com surpresa quanto à participação delas na equipe. “Particularmente acho engraçado, não vale a pena se aborrecer por isso. ”, diz Catharine.

Apesar de todas as meninas concordarem que dentro dos projetos não existe diferença entre gêneros, a grande maioria relata situações em que a escolha pelos cursos de Engenharia foi questionada apenas por serem mulheres. Me falaram que eu não ia conseguir emprego porque entre uma mulher e um homem para mexer em um carro, qualquer um escolheria um homem”, conta Giulia, que estuda Engenharia Mecânica.  Lígia Garcia completa: “Já ouvi coisas como “vocês, meninos, que andavam de bicicleta e já passaram óleo na corrente.”, como se nenhuma menina nunca tivesse andado de bicicleta na vida. ”.

A conclusão de todas é uma só: não se deve abandonar o que se gosta por medo da reação e julgamento de terceiros, afinal, é essa escolha que define com o que você trabalhará por toda a vida. Para Camilla Marianno, do PACE, praticar o respeito é a melhor forma de se enfrentar situações desagradáveis.

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A Equipe FEI AeroDesign tem o maior número de representantes mulheres. Ao todo, são oito alunas.

“Queremos ser respeitadas e tratadas igualmente e isso inclui fazer engenharia, fazer parte de um projeto da faculdade, ganhar o mesmo salário e, principalmente, poder andar sozinha sem medo nas ruas.”, fala Lígia Garcia.

Jade Gali deixa um recado a todas as alunas que ainda sentem receio na escolha do curso e em participar de projetos como esses: “Se der medo, vai com medo mesmo, muitas já passaram por isso e outras muitas vão passar e, se precisar de ajuda, eu e todas as outras vamos estar com os braços abertos para ajudar. Vai dar receio de não saber se é a escolha certa, mas vai em frente assim mesmo, não pode desistir sem tentar. ”.

Muque

 

Alunas Entrevistadas: Amanda Giordano, Andressa Badú, Ana Cox, Camila Marianno, Catharine Corá, Giovanna Coelho, Giulia Amatruda, Isabela Manis, Jade Gali, Jessica Ikuta, Joice Laiane, Ligia Canassa, Lígia Garcia, Marina Gonbata, Mônica Américo, Mayara Lumi, Nathália Andrade e Vitória Migliano. 

 

 

 

 

 

 

 

 

07 Dec

O valor da Matemática

O Departamento de Matemática do Centro Universitário FEI levou cinco trabalhos ao Cobenge, dois deles vinculados ao Programa Forma Engenharia. Um dos estudos é ‘A construção de Mapas Conceituais: Uma Metodologia Ativa de Aprendizagem para o Cálculo Diferencial e Integral no curso de Engenharia’, dos professores doutores Fábio Gerab, chefe do Departamento de Matemática, e Paulo Henrique Trentin.

Os docentes usam a construção de mapas conceituais como metodologia ativa de aprendizagem para que o estudante possa compreender as interações e conexões entre os componentes curriculares do curso e do ciclo em que realizam seus estudos. “A proposta metodológica exige uma quebra de paradigma para o estudante, bem como uma reorganização da instituição de ensino, que se compromete com a formação de seu corpo discente”, afirmam os autores.

O chefe do departamento também participa do estudo ‘A transição do Ensino Médio – Ensino da Engenharia na Perspectiva do Aprendizado de Matemática: um Diagnóstico sob a Ótica do Estudante’, em parceria com o professor doutor Elenilton Vieira Godoy. O trabalho envolve um projeto de pesquisa intitulado ‘Desafios do Ensino de Matemática nos Cursos de Engenharia no Século XXI’, que tem como objetivo investigar e propor ações para facilitar a transição da educação básica para a educação superior, mais particularmente para os cursos de Engenharia. A pesquisa foi aplicada aos alunos dos 2º, 3º e 4º ciclos dos cursos de Engenharia da FEI, dos períodos diurno e noturno.

Os professores doutores Tiago Estrela de Oliveira e Mônica Karrer apresentaram o estudo ‘Uma Proposta de Ensino de Vetores Desenvolvida em um Ambiente de Geometria Dinâmica’. No trabalho, os autores demonstram os resultados da aplicação de parte de um experimento de ensino sobre vetores, conteúdo presente na disciplina de Geometria Analítica. O objetivo do estudo, que envolveu estudantes do ciclo básico, foi investigar as compreensões construídas pelos estudantes ao participarem do experimento. “Depois do trabalho experimental, os alunos validaram algebricamente as conjecturas levantadas no ambiente computacional, estabelecendo conversões entre os registros algébrico, gráfico e da língua natural”, explicam.

matematicaPrograma Forma está entre os estudos apresentados na área

Dois estudos desenvolvidos por docentes do Departamento de Matemática, apresentados no Cobenge, fazem parte do programa Forma Engenharia, organizado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e que envolveu vários docentes do Centro Universitário FEI. No trabalho ‘Despertando o Interesse pela Engenharia: o Ensino do Desenho Geométrico no Ensino Médio, com a Utilização de Software’, os professores Armando Pereira Loreto Junior e João José Rosa Junior desenvolveram uma experiência pedagógica em uma escola de ensino médio na cidade de Santos, litoral de São Paulo, com participação de alunos como multiplicadores. “O Desenho Geométrico é fundamental para uma boa aprendizagem da Geometria e, sem essa disciplina, os alunos não são estimulados suficientemente para trabalhar com a visão espacial”, acentuam os docentes.

Com o título ‘Contribuição da Matemática no Ensino Médio para Despertar o Interesse pela Graduação em Engenharia’, o professor doutor Custódio Thomaz Kerry Martins coordenou um projeto em que foi construída uma relação de aproximadamente 50 problemas de aplicação de recursos de Matemática do ensino médio e fundamental em cenários que pudessem ser relacionados a situações de trabalho de Engenharia. Os problemas foram coletados por meio de material didático de uma escola de ensino médio, de avaliações ou de concursos, além de receber contribuições de engenheiros.

29 Oct

Estudantes da FEI constroem avião para disputar campeonato entre universitários do Brasil e do exterior

Hoje começa a 17ª Competição SAE BRASIL AeroDesign, onde estudantes de engenharia de todo o Brasil e do exterior competirão com seus aviões no Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial, em São José Dos Campos/SP. A equipe do Centro Universitário FEI construiu um novo modelo de avião monoplano com maior capacidade de carga que o da edição anterior. Na última competição, a FEI ocupou a quarta colocação das 95 equipes que disputavam o título.

Com 16 membros na equipe, os alunos trabalharam com uma nova metodologia de construção que aumentou a qualidade do Monoplano de asa alta construído, e com isso, obtiveram melhores resultados nos testes de voo. “A equipe aprimorou todos os métodos construtivos, com o objetivo de manter a aeronave construída com o mesmo padrão de peso, CG e dimensionais”, conta o capitão da equipe FEI regular, Tiago Freneda, estudante do quarto ano de Engenharia Mecânica.

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O capitão conta que o objetivo da equipe era construir um avião confiável, porém com maior capacidade de carga em aço, cerca de 13kg. “Trabalhamos com materiais da melhor qualidade, tanto comerciais, quanto confeccionados pela própria equipe”, explica.

O Projeto AeroDesign é voltado ao desenvolvimento do estudante de engenharia no ramo aeronáutico. Por meio de aeronaves rádio-controladas que são projetadas e construídas na FEI, os alunos que participam do projeto adquirem conhecimentos que vão além do que é ensinado em sala de aula. “Nós oferecemos toda a experiência, disponibilizamos diversas teorias aeronáuticas aprofundadas para estudo, assim como os nossos patrocinadores disponibilizam cursos sobre softwares de engenharia. Temos a oportunidade de trabalhar com materiais muito difíceis de ter contato fora daqui e o principal, deixamos o membro livre para buscar e implementar coisas novas.”, finaliza Tiago.

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