13 Mar

Monitoria é uma das atividades universitárias que valorizam o currículo dos alunos

Em matéria recentemente divulgada pela revista EXAME sobre as oito atividades acadêmicas que valorizam o currículo dos estudantes está a monitoria. O trabalho de monitor é extremamente valorizado dentro e fora da FEI, os alunos trabalham dentro do próprio Campus, representando a universidade com a flexibilidade de aliar estudo a trabalho. O Centro Universitário da FEI conta atualmente com aproximadamente 180 monitores, sendo duas áreas de atuação: comunicação e disciplinas.

O aluno Richard Godinho, estudante de Engenharia de Produção e monitor de comunicação há 7 meses, conta que as atividades que realiza como monitor se assemelham bastante à de uma empresa “Faço relatórios e assumo responsabilidades. Fora que como são muitos monitores, criamos um networking dentro da própria faculdade, então a amizade não fica só aqui na monitoria, levamos para o Campus e você sempre conhece gente nova, de outros cursos.”.

_MG_1716Lucas Miranda é aluno de Engenharia Mecânica e monitor da disciplina Fundamentos de Transmissão de Calor. Depois de ser aprovado na matéria com uma média alta, o aluno decidiu se candidatar à monitoria e ajudar os colegas com maior dificuldade “No começo os alunos parecem meio perdidos, às vezes não sabem como começar um exercício, mas depois que passam a frequentar a monitoria, entendem melhor a matéria e melhoram suas notas, principalmente os que vêm regularmente.”. O aluno Paulo Wey Costa, do 3º ciclo de Engenharia Mecânica, conta que ser monitor também é uma forma de estudar “Uma vez, um professor meu falou sobre um gráfico de aprendizado que mostrava métodos de estudo: fazendo cópias da matéria você aprende aproximadamente 10% do conteúdo, exercícios te ensinam 30% e se você ensina a matéria à outra pessoa, você aprende 90% do conteúdo. Então ser monitor de disciplina te possibilita estudar enquanto trabalha.”

Os monitores da FEI recebem por hora trabalhada e têm um limite de carga horária diária e mensal. Uma das preocupações da instituição é fazer da monitoria, uma oportunidade de aprimoramento das capacidades profissionais do aluno sem interferir em seu desempenho acadêmico. “No mesmo dia em que eu fiz a entrevista para a monitoria, eu também fiz uma entrevista de estágio em uma empresa e fui aprovado para as duas vagas. A diferença é que o estágio pedia a mudança do meu curso para o período noturno, enquanto a monitoria me dava a flexibilidade de adaptar meu horário de trabalho com os horários do curso, então optei pela monitoria.”, conta Richard. Estudante de Engenharia Civil e monitora há um ano e seis meses na área de Comunicação, Monisy Thabata, reforça que durante as semanas que antecedem as provas há uma flexibilidade maior, uma vez que trabalhando para a Universidade existe a compreensão em relação à necessidade de estudar naquele período.

_MG_1626Os monitores de comunicação e disciplina ressaltam que ser monitor ajuda no desenvolvimento pessoal e profissional do aluno e apresentam exemplos diferentes da mudança que percebem em si mesmos desde que começaram o trabalho. “Eu acho que você aprende a ser muito paciente e organizado. Aqui você passa a entender que não é porque é fácil para você, que vai ser fácil para todos e você precisa organizar seu pensamento e seu tempo, para fazer tudo se encaixar e funcionar da melhor maneira possível”, conta Paulo que é monitor de Física II. Monisy reforça sobre a responsabilidade em ser monitora “Você está representando a FEI, literalmente vestindo a camisa da sua Universidade e enfrentando desafios e situações inesperadas estando nessa posição. Sem dúvida, o meu poder de comunicação se desenvolveu bastante e eu me encantei pela FEI muito mais depois que entrei aqui e passei a conhecer a faculdade fora da sala de aula.”.

Quanto à matéria da revista sobre a valorização profissional dos alunos que fazem trabalhos de monitoria, Richard é taxativo “Eu concordo que a monitoria agrega muito para o meu currículo. Volto a dizer que a monitoria abre seu leque de pessoas e oportunidades, é uma responsabilidade pesada representar a FEI, mas também muito interessante. É uma sensação muito boa ver o olhinho dos estudantes brilhando quando você fala da FEI com orgulho.”.

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Para mais informações sobre o trabalho de monitoria, fale com a Coordenadoria Departamental.

08 Mar

Número de mulheres na Engenharia da FEI cresceu 84% em 10 anos

Considerada durante muito tempo área tipicamente masculina, a Engenharia cada vez mais desperta o interesse da mulher. No Centro Universitário da FEI, o número de alunas na Engenharia quase dobrou em 10 anos. Em 2002 eram 763 mulheres, o que representava 12,8% do total de matriculados na área, enquanto que em 2012 o número saltou para 1.402, aumento de 21%. “O mercado de trabalho está bastante aquecido e isso favorece a procura pela área”, analisa a Vice-reitora de Extensão e Atividades Comunitárias da FEI, Prof.ª Dr.ª Rivana Marino.

E o número de interessadas deve crescer ainda mais nos próximos anos por conta da realização da Copa do Mundo e Olimpíadas no Brasil e também pela necessidade de mão de obra especializada para atender a demanda necessária para a construção de empreendimentos de infraestrutura, como portos, aeroportos, habitação e geração de energia. “Hoje, o mercado de trabalho aceita melhor a mulher na Engenharia e não discrimina”, comenta Prof.ª Rivana.

A vice-reitora da FEI ainda afirma que a tendência é equilibrar o número de mulheres e homens nas salas de aula de Engenharia, mas para isso acontecer alguns padrões precisam mudar. “Muitas mulheres não enxergam a Engenharia como boa opção. É uma questão cultural que precisa mudar. A sociedade vincula muito a imagem da mulher com área de Humanas, por exemplo”.

Na Engenharia, a FEI oferece cursos de graduação nas áreas de Automação e Controle, Civil, Elétrica com ênfase em Eletrônica, Computadores e Telecomunicações, Mecânica, Mecânica com ênfase em Automobilística, Materiais, Química, Produção e Têxtil.

01 Feb

Recepção aos calouros da FEI

Cerca de mil calouros se reuniram na tarde desta sexta-feira, 01.02.2013, para participar de atividades que possibilitaram a integração entre os novos colegas, além de também poder conhecer o campus de São Bernardo do Campo, coordenadores e os laboratórios dos seus cursos.

Beatriz Greco irá cursar Engenharia Civil e acredita que a recepção seja importante para que, desde o início, o aluno se familiarize com a Instituição: “É interessante saber que a faculdade se importa com os alunos, nos apoiando desde o começo das aulas“, ressalta.

Beatriz Greco participou do Desafio dos Calouros

 

Com os desafios, os calouros fizeram um tour pelo campus e participaram de uma série de gincanas, que estimulavam atividades relacionadas aos cursos de graduação.

Os calouros se dividiram em equipes e, no total, 15 desafios foram propostos a eles. Para ganhar os desafios, os grupos tinham que descobrir roteiros e se dirigir aos locais indicados para realizar as provas.

No fim, as equipes verde escura, lilás e preta, conquistaram, respectivamente, o terceiro, segundo e primeiro lugar e ganharam mochilas personalizadas da FEI, entre outros prêmios.

Fábio Gianzanti, membro da equipe preta, contou que já começou a faculdade com o pé direito: “Muito bom entrar na FEI e já ganhar uma competição. Também foi muito incentivador conhecer as instalações, outros cursos e alguns futuros colegas“, comemora.

O calouro Fábio Gianzanti, membro da equipe preta, uma das vencedoras do Desafio dos calouros

Mas quem não venceu o desafio, também não ficou de mãos vazias. Após o anúncio dos ganhadores da competição, foi realizado um sorteio para que mais calouros tivessem a chance de sair com diversos prêmios, como agasalhos da FEI, pendrive, iPod e muito mais.

02 Aug

Inserção na vida universitária

A adaptação à rotina universitária nem sempre é tarefa fácil. Os desafios e métodos de ensino, as exigências acadêmicas e a necessidade de adquirir uma nova postura em relação aos estudos são os maiores obstáculos que os calouros encontram ao ingressar no ambiente universitário. Para auxiliar o aluno nesta fase de transição, o Centro Universitário da FEI disponibiliza, entre suas atividades oficiais, o Programa de Apoio ao Ingressante (PAI), que estimula e orienta o estudante a encarar o ensino superior com responsabilidade e com muito mais confiança.

Mesmo antes de 2007, quando o PAI integrou as atividades oficiais da Instituição, já era uma prática comum dos professores dos departamentos de Física e Matemática ajudarem os calouros da FEI. “O atendimento ao aluno sempre existiu, mas não de forma sistemática como atualmente. Com o PAI, nossa proposta é auxiliar no aprendizado e na mudança de postura dos alunos que, muitas vezes, chegam ao ensino superior com uma defasagem de conteúdo e, principalmente, com falhas de atitude em relação ao processo de aprendizagem”, explica o professor doutor Vagner Bernal Barbeta, chefe do Departamento de Física e idealizador do programa. O docente acrescenta que a função do PAI não é funcionar como um plantão de dúvidas, mas mostrar ao aluno como criar sua independência intelectual e assumir responsabilidades que serão cobradas, mais tarde, na vida profissional.

Apresentado aos ingressantes na primeira semana de aulas e divulgado, constantemente, em todos os canais de comunicação do aluno, o programa funciona em sala própria com 10 professores das disciplinas de Física e Matemática realizando atendimentos semanais, em horários pré-definidos, com atividades baseadas no conteúdo aplicado durante a semana em sala de aula. “A ideia não é que o aluno traga um exercício para ser resolvido. O que pretendemos é orientá-lo a estruturar o raciocínio para, a partir do enunciado, resolver qualquer questão que lhe seja apresentada, pois, desta forma, o estudante passa a atuar de forma mais proativa e percebe que esse é um processo de amadurecimento do aprendizado”, argumenta o professor Vagner Barbeta.

Professores envolvidos com o atendimento de alunos do Programa de Apoio ao Ingressante

22 May

CURSOS DA FEI ESTÃO ENTRE OS MELHORES DO PAÍS

O Processo Seletivo da FEI para o 2º semestre será em 02 e 03 de junho, às 8h30. A Instituição oferece aos alunos a oportunidade de se candidatarem a cursos bem avaliados.

Segundo pesquisas, a FEI está entre as melhores universidades com cursos tops no País. A lista inclui cursos com nota 04 e 05 no Enade (as mais altas) das instituições mais bem avaliadas pelo Ministério da Educação, com 04 e 05 no IGC (Índice Geral de Cursos).

A FEI já formou mais de 50 mil engenheiros, administradores de empresas e profissionais da Ciência da Computação. Confira matéria que saiu dia 20 de maio na Folha de S. Paulo, clicando aqui

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