23 Jun

Dicas importantes para se programar para programas internacionais de mobilidade estudantil.

1Procure entender seu perfil acadêmico e profissional: avalie a modalidade de programa – curso de idioma, curso de curta duração, intercâmbio de seis meses ou um ano, dupla-diplomação, especialização, pós-graduação – é mais ajustado a suas expectativas de formação. Combine seus interesses às aspirações acadêmicas e profissionais.

2Defina os potenciais destinos – liste os possíveis países de destino, considerando seu interesse pela cultura local, conhecimento do idioma em questão, indicadores econômicos e financeiros, excelência ou vocação nacional para a sua área de conhecimento, e perspectiva de estreitamento do relacionamento estratégico bilateral entre os países.

3Encontre instituições e cursos de interesse – definidos o tipo de programa e os possíveis países de destino, identifique instituições e cursos de interesse que possam ser realizados no exterior, considerando os pré-requisitos estipulados para cada programa, como desempenho acadêmico, proficiência no idioma, etc.

4Apresente uma candidatura – reúna os documentos necessários para se aplicar ao curso escolhido. Tenha passaporte e histórico escolar atualizados. Revise a relação de documentos exigidos pela universidade de acolhimento e o prazo estipulado para candidaturas.

 

5Prepare sua viagem – após a confirmação da sua aceitação para o programa da universidade estrangeira, inicie os preparativos de viagem. Agende a entrevista para seu visto, proceda com a reserva de acomodação e passagem aérea, além da contratação do seguro de saúde.

22 Jun

Conheça o novo curso da FEI: MBA em Gestão de Tecnologia de Informação

O Blog da FEI conversou com o Prof. Dr. William Sampaio Francini, Coordenador do MBA em Gestão de Tecnologia de Informação e Chefe do Departamento e Coordenador do Curso de Graduação em Administração do Centro Universitário FEI, campus São Paulo, para saber o objetivo dessa Pós-graduação, destaques do curso e para quais profissionais se destina. Confira!

Em quais áreas o profissional que tem um MBA em Gestão de Tecnologia de Informação pode atuar?

O profissional que tem um MBA em Gestão de Tecnologia de Informação pode atuar em diversas áreas relacionadas à administração e à tecnologia da informação, como estratégia organizacional, planejamento de gestão de tecnologia de informação, segurança da informação, sistemas analíticos, governança e compliance (conformidade), negociação, vendas e compras de serviços de TI, gestão de projetos de tecnologia da informação e empreendedorismo, com vistas a estruturar o próprio negócio de base tecnológica.

Qual o perfil dos profissionais dessa área?

Este profissional tem forte raciocínio lógico e propensão a conhecer novas tecnologias e soluções, orientação a tarefas e projetos, atento a detalhes. Deve saber trabalhar em equipe e de forma autônoma em ambientes multiculturais.

shutterstock_47829688Como um MBA como esse contribui para o currículo profissional?

Um MBA amplia a visão, conhecimentos e competências dos profissionais. Ao terem contato com as diversas áreas da administração e negócios, seu repertório é significativamente melhorado, inclusive em função da intensa troca de experiências com outros profissionais com diversas formações. Há ganhos significativos na comunicação interpessoal, em negociação e, evidentemente, em aspectos relacionados às novas tecnologias, colocando-o em linha e à frente das tendências tecnológicas, de forma que este profissional decidirá sobre as etapas futuras da organização e de sua própria carreira.

Como é o mercado de trabalho? É uma área saturada ou que sofre com a falta de profissionais qualificados?

O mercado de profissionais da área de TI é demandante, pois a velocidade da revolução tecnológica é grande, contínua e crescente. Em momentos de crise as organizações buscam novas soluções para reduções de custos e aumento de produtividade, assim como em momentos de expansão da economia, quando se investe ainda mais em inovação tecnológica, novos modelos de negócios, produtos e serviços.

Se fosse para destacar algo no curso da FEI, o que seria?

Willian (Coordenador do curso de ADM (38)A nova onda tecnológica, do Big Data, onde o volume disponível de dados é algo que há pouco tempo era inimaginável, abre enorme oportunidade para atuação com soluções de mobilidade, análises de dados, de mídias sociais e computação cognitiva – hardware e/ou software que imitam o funcionamento da mente humana e ajudam a melhorar a tomada de decisões – para os mais diversos setores da economia.

Portanto, o destaque está nas inúmeras possibilidades para estes profissionais criarem o seu futuro, o de suas organizações e de prosperidade através do desenvolvimento de negócios tecnológicos de classe internacional.

Qual o desafio de coordenar um curso como esse dentro da FEI?

Estabelecer parcerias com as melhores pessoas e empresas para oferecer o conhecimento aplicado e tecnologias que irão influenciar positivamente o ambiente de negócios, suportado por infraestrutura tecnológica compatível.

17 Jun

Do ABC à Las Vegas – Conheça a história do Diogo dos Santos

Diogo dos Santos tem 24 anos, é bolsista integral na FEI e aluno do 9º ciclo de Engenharia Mecânica. A FEI era um sonho que se tornou realidade após conseguir uma bolsa de estudos integral. Através do Programa Ciências sem Fronteiros, o Diogo passou a sonhar mais alto e um pouquinho mais distante também. Foi para Las Vegas, EUA e estudou lá por dezessete meses. Saiba mais sobre suas experiências e tudo o que ele têm para contar sobre o período em que morou fora do país.

O Grand Canyon era um dos lugares que o estudante mais sonhava em conhecer.

O Grand Canyon era um dos lugares que o estudante mais sonhava em conhecer.

Por que escolheu fazer engenharia?

Sempre fui apaixonado por Engenharia desde criança. Já tive o sonho de ser piloto de retroescavadeira e de carro de corrida. Desde o dia que soube o que era faculdade e que um dia teria que escolher uma profissão, já sabia que a escolha seria Engenharia Mecânica.

Por que escolheu fazer FEI?

Quando eu estava no oitavo ano do colégio, conheci o Fórmula FEI através de um vídeo no Youtube. Desde então, estudar na FEI se tornou um objetivo de vida. Costumo falar que mesmo antes de começar a estudar aqui, eu já era aluno da FEI, pois eu sabia de toda sua história e fama como uma das melhores faculdades de Engenharia do país.

Você é bolsista na FEI. O que representou a conquista dessa bolsa?

Sou bolsista pelo Pro Uni. Ser bolsista na FEI representa uma das maiores conquistas que já consegui, assim como para os meus pais. Minha mãe era dona de casa e meu pai um metalúrgico aposentado, então a renda que tínhamos em casa era praticamente o valor da mensalidade da FEI. Tentei por três vezes entrar a FEI como bolsista e não consegui. O dia em que pisei na FEI como aluno regularmente matriculado se tornou o dia mais feliz da vida deles e uma das poucas vezes que vi meu pai chorar.

Quais as dificuldades que os calouros enfrentam?

Na FEI, a maiorias das matérias não cobram lição de casa ou trabalhos, como é feito no colégio, então cabe ao aluno ter autodisciplina para garantir uma boa performance no curso. Desde o início, tento ao máximo me dedicar com seriedade e manter uma postura positiva, o que, no meu caso, vem me ajudando até hoje. Uma dica para os calouros: estude para todas as provas mirando um 10, e assim, mesmo que algum deslize ocorra, você não se sairá totalmente mal.

Quais outras atividades dentro da FEI que você participou ou participa? 

Para mim, atividades extracurriculares são muito importantes para alunos de graduação, então sempre estive envolvido com atividades que possibilitam meu desenvolvimento. Já fiz Iniciação Científica durante um ano e, atualmente, faço parte da monitoria. Estar envolvido com essas atividades dentro FEI me ajudam a manter o foco na graduação.

Diogo e a namorada tailandesa, Hannah , no Havaí.

Diogo e a namorada tailandesa, Hannah , no Havaí.

Você morou nos Estados Unidos por um ano e meio. Como ficou sabendo do Programa Ciência sem Fronteiras?

Fiquei sabendo do Programa Ciência sem Fronteiras pelo site e meios de comunicação da FEI. O único problema era que eu só falava português, então comecei a me dedicar para aprender inglês e me inscrever para universidades norte-americanas. De novo, foram mais três tentativas de conseguir uma bolsa de estudos em uma dessas universidades.

Que tipo de dificuldades encontrou durante o intercâmbio?

Quando saí do país, meu nível de inglês era básico e eu tinha muita dificuldade de me comunicar, mas sempre tentava ao máximo me relacionar com alunos estrangeiros. Algo que me ajudou a aperfeiçoar o idioma foi namorar alguém de outro país, porque passava a maior parte do tempo com ela e era obrigado a falar o inglês.

Se você pudesse apontar o que você mais aprendeu durante o intercâmbio, o que seria?

Eu criei mais responsabilidades, porque além de ser um estudante e ter que me preocupar com o meu desempenho acadêmico eu tinha que ir ao banco, pagar contas, fazer compras. Coisas que até então não estava acostumado a fazer.

Estagio

Diogo posa em frente ao Laboratório em que estagiava.

Você estagiou fora do país. Como foi essa experiência?

Comecei a me inscrever para vagas de estágio com seis meses de antecedência e nesse período fiz duas entrevistas Em uma delas, cheguei até a última fase e na outra, fui contratado. A experiência de poder estagiar foi uma das melhores que já tive, pois tinha muito apoio e autonomia por parte dos meus colegas de trabalho. Estagiei como Engenheiro Mecânico em um laboratório que fazia projetos na área de entretenimento. Projetava peças e ferramentas utilizando o CAD software (software de desenho), impressora 3D e máquinas de usinagem.

O que mudou no Diogo depois do intercâmbio?

Agora eu me sinto muito mais independente e pronto para aprender algo novo. Sem contar que o intercâmbio contribui muito para eu me relacionar com pessoas de culturas e mundos diferentes do meu. O intercâmbio pode ser uma das maiores experiências durante a vida acadêmica.

San Franciso

Universidade

16 Jun

Saiba como nasceu a Robô Judith

0X9A5071Em fevereiro de 2013, depois de terminar seu mestrado em Engenharia Elétrica pela FEI, o Engenheiro Elétrico Andrey Masiero e o Profº Dr. Plinio Aquino , perceberam a ascensão das pesquisas em Interação Humano Robô e decidiram que essa também seria a área de pesquisa do Doutorado de Andrey.

Algum tempo depois, Andrey foi apresentado à categoria RoboCup @Home, da competição mundial de robótica. Essa categoria era voltada para ambientes com interação social, como residência, hospitais, asilos, etc. “É primordial que, como um agente social, o robô saiba se relacionar e tratar bem as pessoas, além de auxiliar em caso de doenças e cuidados com a casa. ”, conta Andrey.

E foi assim, que em 2014, depois de uma busca por todos os robôs que a FEI já possuía, o doutorando e o Coordenador do Curso de Ciência da Computação, Prof.º Flávio Tonidandel, encontraram o PeopleBot, uma plataforma robótica desenvolvida justamente para interação humano robô, por conta de sua altura e da possibilidade de colocar um monitor em seu topo para transmitir informações às pessoas a sua volta. Mais tarde essa plataforma seria completamente adequada para a categoria @Home e passaria a se chamar Judith.

Andrey conta que o começo do trabalho foi difícil, pois o robô não conseguia fazer nada do que era pedido pela equipe e todos os testes davam errado. “Um dia, estávamos trabalhando para que o robô realizasse a primeira tarefa da competição e alguém falou ‘Parece a Judith, não faz nada direito! ’, fazendo alusão a um vídeo bem famoso do canal Porta dos Fundos. Ali, o nosso robô passou a ser a robô Judith. O mais legal é que o nome ficou bem famoso na competição latino-americana e o público vinha perguntar pela Judith. ”.

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Em outubro de 2015, a equipe embarcou para a primeira competição da robô, em Uberlândia, e conquistou o terceiro lugar, o que foi uma completa surpresa uma vez que o objetivo da participação era apenas aparecer pela primeira vez em uma competição @Home. Toda a equipe que fez a primeira versão da Judith esteve presente na competição: dois alunos Engenharia Mecânica, responsáveis pela adaptação de um braço robótico, construção de um suporte para o microfone e o tablet que representam o ouvido e a face do robô, respectivamente, dois alunos de Engenharia Elétrica, dois de Automação e Controle, um mestrando em Engenharia Elétrica e O Andrey, doutorando em Engenharia Elétrica. Enfim, todos os responsáveis pelo cérebro (os programas) e a alimentação (energia) do robô.

DSCN1236Em 2016, a equipe conseguiu se classificar para o Campeonato Mundial, que ocorrerá em Leipzig, Alemanha, no final desse mês. A expectativa para o mundial é conseguir completar todas as tarefas da primeira das três fases existentes na competição, o que já é um grande feito, visto que outras equipes participantes já competem há, pelo menos, dois anos.

“O nosso objetivo é fazer com que a Judith consiga recepcionar as pessoas na FEI, fazer e oferecer cafezinhos aos visitantes e também conduzir um tour pelo campus, sempre pensando no conforto da pessoa que interage com ela. ”. Desejamos muita sorte para a equipe na RoboCup 2016.

Equipe atual:

  • Dois alunos da Engenharia Mecânica: Marina e Igor
  • Dois alunos da Engenharia de Automação e Controle: Leonardo e Lucas
  • Dois alunos da Engenharia Elétrica: Tarcísio e Daniel
  • Dois alunos da Ciência da Computação: Rafael e Thiago
  • Um mestrando em Engenharia Elétrica: Sidney
  • Um doutorando em engenharia elétrica: Andrey
  • Um professor coordenador: Prof. Dr. Plinio Aquino

 

 

 

10 Jun

Era uma vez na FEI…

Na década de 50, duas famílias portuguesas que viviam em aldeias não tão distantes assim vieram para o Brasil em busca de uma nova vida, mas mal sabiam elas que aqui, na FEI, seria o lugar em que o Lucas e a Gina se encontrariam e dariam início a uma história de amor que já dura 48 anos.

Gina e Lucas old

O casamento aconteceu cinco anos após o começo do namoro.

Os dois estudantes de Engenharia Elétrica, Francisco José Lucas dos Santos e Georgina da Conceição Lucas dos Santos, se conheceram no campus da FEI, no dia 13 de maio de 1968, dia de Nossa Sra. de Fátima, padroeira de Portugal. Para quem acredita em boa sorte, esse seria um ótimo sinal.

Lucas conta que eles se conheceram durante a tomada da FEI pelos estudantes, quando Lucas e Gina estavam colaborando para a divulgação do movimento. O segredo para manter o equilíbrio entre o relacionamento e os estudos? “No campus éramos apenas estudantes, então o namoro era aos finais de semana e fora da faculdade. ”, conta Gina. Da mesma maneira os dois conciliavam a carreira com a vida pessoal, separando esses dois papéis e resolvendo as dificuldades em conjunto.

Pais de três filhas e avós de sete netos, Lucas e Gina se casaram após cinco anos de namoro na Igreja Santíssimo Sacramento. Gina conta que em 1973, quando se casaram, a capela Santo Inácio de Loyola ainda não havia sido construída. Os ex-alunos conheceram a capela anos mais tarde, em 2011, durante um reencontro com a turma de Lucas para celebrar os 40 anos de formatura.

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O casal conta que amor, respeito e admiração compõe a base a de um relacionamento tão longo e dá uma dica para os casais de hoje “Procurem construir sua história com respeito mútuo, com desprendimento e muita compreensão. As adversidades e as pedras no caminho podem edificar a felicidade em comum. ”.

Esperamos que a história do Lucas e da Gina seja inspiradora no dia em que comemoramos esse sentimento que move o mundo: o amor. Feliz Dia dos Namorados!

Gina e Lucas

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