17 set

Alunos da FEI recebem Certificado de Mérito

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O Centro Universitário FEI, realizou no dia 12 de setembro, no campus de São Bernardo do Campo a Entrega dos Certificados de Mérito para os alunos dos cursos de graduação do 1º semestre de 2018 e do processo seletivo do 2º semestre de 2018 dos cursos de Administração, Ciência da Computação e Engenharia.

O reconhecimento ao êxito dos alunos tem como objetivo valorizar o empenho e dedicação desses, mas também incentivar todos os alunos da Instituição a buscar cada vez mais a excelência nos estudos. “É um orgulho imenso para a FEI certificar o mérito de alunos que estão comprometidos com a nossa visão, que é formar profissionais que sejam protagonistas em soluções disruptivas em um mundo cada vez mais inovador”, destacou o reitor do Centro Universitário FEI, Prof. Dr. Fábio do Prado.

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Abaixo, listamos os nomes dos alunos que receberam o prêmio:

Processo Seletivo – 2º Semestre de 2018

– Thaís Munhoes Anciães | Curso de Administração campus São Bernardo do Campo

– Rodrigo Pimentel dos Santos Nogueira Pires | Curso de Engenharia (Diurno)

– Ítalo Assunção Aguiar | Curso de Ciência da Computação

Administração

– Gabriela de Luca Tancini | Campus São Bernardo do Campo

– Samuel da Silva Quirino | Campus São Paulo (Matutino)

– Gabriela Conde Marcelino | Campus São Paulo (Noturno)

Ciência da Computação

– Ricardo Morello Santos

Engenharia – Ciclo Básico

– Gabriela Urbaneja Manzoni

– Thiago de Russi Colella

Engenharia Civil

– Isadora Loiola Cavalcante

Engenharia de Automação e Controle

– Leonardo da Silva Costa

Engenharia Elétrica (Diurno)

– Gustavo Justo Montesani

Engenharia Elétrica (Noturno)

– Cesar Augusto Belchior de Carvalho

Engenharia de Materiais

– Flavia Regina Pucci

Engenharia Mecânica (Diurno)

– Marcelo Paranhos de Almeida

Engenharia Mecânica (Noturno)

– Ivan Ricardo Jahn

Engenharia Produção (Diurno)

– Fernanda Caveiro Correia

Engenharia Produção (Noturno)

– Jéssica Gomes Ribeiro

Engenharia Química

– Gabriela Fernanda Munhoes

Engenharia Têxtil

– Letícia de Oliveira Paula

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04 set

Alunas de Engenharia da FEI se destacam em programa da Siemens

A cada dia que passa as mulheres estão assumindo um protagonismo na sociedade que nada tem a ver com os arcaicos padrões de beleza, mas sim pela competência que elas apresentam em tudo o que se propõe a executar; seja no meio corporativo, no esporte, na arte e também no ambiente acadêmico.

Recentemente, um grupo de cinco alunas de Engenharia do Centro Universitário FEI foram selecionadas para participar do Siemens Women Experience, um projeto da multinacional para enaltecer o papel da mulher na engenharia nos dias atuais. Ana Celino (Engenharia Civil), Camilla Marianno (Engenharia Mecânica), Kamilla Freire (Engenharia Elétrica), Gabriella Santana (Engenharia Química) e Giovanna Gimenez (Engenharia Elétrica), vivenciaram três dias de muito aprendizado com outras 15 estudantes de engenharia de outras instituições.

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Além do encontro com as principais CEOs da Siemens no Brasil, como Lisa Davis (CEO Global de Energia e Membro da Diretoria Executiva da Siemens), Eva Schulz Kamm (Head Global assuntos governamentais da Siemens) e Sylmara Requena (Diretora de Recursos Humanos da Siemens no Brasil), as alunas tiveram contato com diversas tecnologias que vêm sendo implantada pela Siemens, tais como realidade virtual adaptada às plataformas de petróleo, mesa interativa da gestão de energia de ambientes urbanos, automatização do transporte ferroviário, plataforma Digital Twin, Topsides 4.0, manufatura preditiva, entre outros.

A partir dos conhecimentos adquiridos na conferência, as 20 participantes foram divididas em grupo e desafiadas a propor um modelo de negócio para o setor de óleo e gás, utilizando a ferramenta Business Model Canvas. Cada grupo apresentou seu projeto para uma banca avaliadora com integrantes de diferentes setores da Siemens e, ao final das apresentações, o grupo em que a aluna da FEI Giovanna Ribeiro Gimenez era integrante foi vencedor do desafio. “Essa experiência nos permitiu enxergar a importância e a evolução do universo feminino na engenharia, e valorizar nossa capacidade de alcançar objetivos pessoais e profissionais. A FEI com certeza tem um papel importantíssimo nessa nossa conquista, por nos encorajar à essa experiência e nos proporcionar a base do conhecimento”, destacou Giovana.

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A aluna acredita também que a introdução cada vez mais das mulheres na Engenharia pode quebrar paradigmas, mostrando o potencial e o conhecimento técnico que elas podem exercer em um setor que popularmente é conhecido pelo predomínio de homens. “Queremos incentivar outras mulheres a conquistar o espaço profissional desejado, baseado em suas potencialidades e desejos, e não sendo influenciada por uma visão contrária que vem da sociedade”.

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Histórias de sucesso como essa nos inspiram. É um prazer para a FEI fazer parte desses momentos! Até o próximo post 😉

14 ago

Coordenador de Ciência da Computação da FEI é nomeado em associação internacional de robótica

Prof. Flavio Robocup

O coordenador do curso de Ciência da Computação da FEI, Flavio Tonidandel, foi nomeado como membro do Conselho de Curadores da RoboCup Federation, uma das associações de robótica mais importantes do mundo.

A RoboCup Federation é uma associação internacional, sem fins lucrativos, que comanda e gerencia os eventos da RoboCup em todo o mundo. A RoboCup é o maior evento do mundo de robótica e o time Robô FEI sempre se destaca nas competições. Conheça mais no vídeo abaixo:

Além da RoboCup, outro evento de destaque organizado pela associação é o Simpósio Científico anual de Robótica. Essa conquista reforça a influência e importância da FEI na área de robótica e inteligência artificial, reconhecida no Brasil e no mundo.

O Blog da FEI deseja boa sorte ao professor Flavio! É uma honra para a Instituição fazer parte dessa história. Leia mais aqui!

Até o próximo post 😉

24 jul

Engenheira FEIana é peça-chave na BMW do Brasil

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O sucesso de alunos do Centro Universitário FEI é sempre motivo de orgulho e fonte de inspiração para outros estudantes, professores e funcionários da Instituição. Hoje, apresentamos neste post a Engenheira Mecânica Gleide Souza, formada pela FEI, que tem recebido destaque por suas contribuições ao País, nos avanços das regulamentações e investimento para carros autônomos.

Gleide possui um rico histórico profissional e de conquistas. Foi contratada pela BMW em 2007 com a missão de manter um bom relacionamento com fornecedores do mundo todo, além de coordenar compras internacionais. Após 5 anos, o seu desafio era encontrar um local para a empresa alemã fabricar seus carros no País, frente às adversidades burocráticas, de impostos e legislações. E o êxito dessa árdua missão fez nascer a fábrica da BMW na cidade de Araquari, em Santa Catarina e rendeu um novo direcionamento profissional à Gleide: ela se tornou Diretora de Relações Governamentais da BMW no Brasil.

E os avanços não param!

Agora, em 2018, a BMW deu início à produção do primeiro carro semiautônomo do Brasil. O modelo é o utilitário-esportivo X3 M40i, versão mais equipada do xDrive30i X Line.

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Para a FEI, é uma honra fazer parte da história profissional de Gleide Souza. Leia toda a trajetória da Engenheira FEIana neste link.

20 jul

Como as expedições lunares contribuíram para a ciência moderna?

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49 anos após a primeira viagem do homem à Lua, tecnologias espaciais são adaptadas para uso na Terra

Por Prof. Dr. Roberto Baginski, Chefe do Departamento de Física do Centro Universitário FEI

No dia 20 de julho de 1969, o astronauta Neil Armstrong entrou para história ao se tornar o primeiro homem a pisar em solo lunar, dando um “gigantesco salto para a humanidade”.

A alunissagem da missão tripulada Apollo 11 projetou a imagem de que tudo era possível em um mundo que se tornava tecnologicamente avançado. Além disso, a corrida espacial se processava no contexto da Guerra Fria, e a viagem à Lua representava a vitória do capitalismo sobre o comunismo soviético. Porém, do ponto de vista científico, se o dinheiro e os esforços investidos na missão tivessem sido direcionados para sondas automatizadas, teríamos obtido muito mais conhecimento sobre o nosso satélite natural do que o obtido pelas pequenas quantidades de rochas trazidas pelos astronautas. Mas é muito provável que um programa para exploração do espaço exclusivamente por meios não tripulados não conseguisse grande apoio popular, muito menos um financiamento.

Nos três anos seguintes após o inédito feito, mais dez pessoas, em cinco missões diferentes, tiveram a oportunidade de visitar a Lua, até que o interesse do público rapidamente diminuiu e, com isso, o orçamento do governo americano dedicado à NASA (sigla em inglês de National Aeronautics and Space Administration – Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço) também foi reduzido, inviabilizando a continuação do programa de missões espaciais tripuladas e acarretando na priorização de programas de exploração e ocupação orbitais, como os ônibus espaciais e as estações espaciais Skylab e ISS (Estação Espacial Internacional).

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 Como a Estação Espacial Internacional contribui para a ciência?

A Estação Espacial Internacional (ISS) oferece um ambiente único de microgravidade, permitindo a melhoria da qualidade de experimentos que envolvem cristalização de proteínas, crescimento de células e tecidos, reações químicas ou processos bioquímicos. Um exemplo disso é o experimento MEK (Efeito da Microgravidade na Cinética das Enzimas Lipase e Invertase), realizado pela FEI em 2006 a bordo da ISS.

Além disso, a ISS proporciona condições ideais para experimentos sobre a capacidade de adaptação humana ao espaço. Estes experimentos, que analisam as mudanças fisiológicas em nossos corpos submetidos à microgravidade e a um ambiente com mais radiação espacial do que o encontrado na superfície da Terra, também estuda o ecossistema que seria necessário para uma viagem espacial de longa duração.

Em uma viagem espacial curta, é possível embarcar todos os alimentos necessários, mas em uma missão longa, seria necessário realizar agricultura a bordo da espaçonave e, portanto, é preciso saber como plantas e outros organismos se desenvolvem neste tipo de ambiente e quais medidas devem ser tomadas para garantir as condições de saúde da tripulação.

Tecnologias espaciais são adaptadas para uso na Terra

Há um fluxo constante de tecnologias espaciais na Terra. Por exemplo, as técnicas que permitem a operação de braços robóticos no espaço (os mais conhecidos são os braços robóticos do deck de cargas dos ônibus espaciais) são as mesmas que permitiram que robôs fossem utilizados na realização de cirurgias. Algumas invenções possuem conexão mais evidente com o espaço, como sistemas de localização e de navegação (GPS), mas há também tecnologias mais surpreendentes, usadas para detecção e combate a incêndios ou para tratamento de águas servidas e outros resíduos; estas tecnologias foram testadas na ISS nos últimos dez anos e podem encontrar uso na Terra em breve.

Devemos nos preparar para viver em outro planeta?

A exploração espacial nos ensinou que a Terra é pequena, frágil e muito distante de qualquer outro possível habitat, por isso, estamos muito longe de ter chances reais de iniciar a colonização de outro planeta. Ao contrário das grandes navegações europeias do século XV, em que as naves podiam percorrer oceanos desconhecidos, mas que ainda pertenciam a um ambiente propício à vida, precisaríamos criar todo um ecossistema autossuficiente em outro planeta ou até mesmo dentro da espaçonave, se o local a ser colonizado fosse exterior ao Sistema Solar. Neste caso, apenas a viagem poderia demorar centenas de gerações.

Portanto, em vez de empregar recursos, esforços e talentos para encontrar meios de sair da Terra e destruir algum outro planeta, deveríamos utilizá-los para reduzir o dano que causamos ao nosso lar, garantindo que a vida na Terra seja possível a longo prazo.

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E você sabia? Em 20 de julho de 1969, em decorrência da ida do homem à Lua, criou-se o Dia do Amigo, que explicamos neste post aqui.

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